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A Finalidade da Evolução Do Princípio Inteligente à Angelitude.

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Apresentação em tema: "A Finalidade da Evolução Do Princípio Inteligente à Angelitude."— Transcrição da apresentação:

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2 A Finalidade da Evolução Do Princípio Inteligente à Angelitude

3 I - PRINCÍPIOS GERAIS DO UNIVERSO DEUS Causa Primeira, Inteligência Suprema, Criador e Lei do Universo. PRINCÍPIO MATERIAL Dá origem a todas as manifestações e formas da matéria e da energia, em todos os planos. PRINCÍPIO INTELIGENTE Tudo o que não é Deus e Matéria. Princípio que orienta a evolução da matéria e do qual é individualizado o Espírito.

4 II - OBJETIVOS DA CRIAÇÃO DO UNIVERSO Deus criou o Universo por amor e para que suas criaturas evoluíssem até conseguir a verdadeira felicidade. O objetivo maior do Universo, portanto, é a evolução. A felicidade é um estado que se consegue apenas aprendendo a ser feliz, ou seja, não é algo que se forneça, entregue ou dê para alguém. Portanto, a evolução é um processo de aprendizado de como ser feliz.

5 III - A EVOLUÇÃO DO PRINCÍPIO INTELIGENTE O Princípio Inteligente evolui, apreendendo com a evolução da matéria e dos seres vivos. Do Princípio Inteligente evoluído, Deus individualiza o Espírito.

6 evolução Assim sendo, o Espírito evolui constantemente, desde que foi criado por Deus, a partir da evolução do princípio inteligente. IV - A EVOLUÇÃO DOS ESPÍRITOS Uma cadeia ascendente e contínua liga todas as criações. Uma cadeia ascendente e contínua liga todas as criações.

7 Deus, em sua infinita Justiça e Sabedoria, criou e cria, em todos os tempos, todos os seres exatamente iguais, ou seja, a partir da evolução do princípio inteligente. Não há seres privilegiados na criação, nem os deserdados ou relegados a segundo plano. Cada um constrói o seu caminho. Portanto, Deus não criou anjos ou demônios. Esses nomes apenas significam espíritos em diferentes estágios de evolução. Aqueles a quem chamamos anjos, são na verdade Espíritos Superiores e que, portanto, evoluíram até este estágio, aprendendo nos diversos degraus da evolução, da encarnação e da reencarnação.

8 Portanto, o anjo também já foi átomo, já foi molécula, já foi mineral, já foi vegetal, já foi animal, despertou enquanto Espírito, evoluiu no corpo físico e no Plano espiritual, evoluiu mais e mais, erradicou o mal de dentro de si, amou muito. Mas acima de tudo, devemos nos lembrar que o Anjo aprendeu a ser feliz, e por isso se tornou Anjo. Deus nos criou para sermos Anjos. Para isso, devemos apreender a sermos felizes. Temos dentro de nós o dom de ser capaz de ser feliz.

9 ESPIRITISMO, EDUCAÇÃO E REGENERAÇÃO O Espiritismo abre à Humanidade um novo roteiro, mostrando-lhe, de passagem os horizontes do Infinito. Ao iniciá-la nos mistérios do mundo invisível, revela-lhe, o seu verdadeiro papel na Criação. Desempenhando uma construção ativa e constante, tanto encarnado como no plano espiritual, o ser humano já não marcha às cegas; sabe de onde vem, para onde vai e porque existe. A base sobre a qual se assenta a evolução do ser humano, sem sombra de dúvida, passa pela sua Educação, que o conduzirá a regeneração e a verdadeira felicidade.

10 O homem do futuro será confiante em Deus, inteligência suprema do Universo e causa primária de todas as coisas. A educação espírita nos dá a confiança de que não há o que temer, desde que procuremos seguir os princípios e a filosofia da Doutrina Espírita. O apóstolo João afirmou que Deus é amor. Platão afirmava que Deus é a fonte do Bem e da Beleza. Segundo Descartes, Deus é aquela necessidade lógica, que não podemos tirar do Universo sem que o mesmo se desfaça. O espírita, o homem do futuro, sabe que não tem apenas crenças, pois possui conhecimentos, que são advindos da educação. E quem conhece não teme, pois só o desconhecido nos apavora.

11 Há pessoas que entendem o Espiritismo praticado apenas no espaço do Centro Espírita. Quando estão no dia-a-dia, na família, numa festa, no trabalho, na sociedade, agem como se não fossem espíritas. Mas o compromisso educativo e regenerativo do espírita, é justamente ser, em qualquer lugar e a qualquer hora, um agente de influências positivas, de transformação e melhoria do ambiente. Sem prepotência ou austeridade excessiva, sem pretensão de ser dono da verdade, como quem passa e serve, o espírita deve exemplificar seu empenho em ser melhor, sua fidelidade aos princípios éticos e de cidadania, sua sede de aprender e amar, compartilhando sua luz.

12 A missão educacional do espírita, porém, não se dá apenas no plano moral. Nos diversos campos da atividade humana, os espíritas devem se esforçar pelo avanço intelectual próprio e da comunidade a que pertencem. Desenvolver a cultura e proporcionar meios para o aprendizado, deve fazer parte integrante do programa de ação dos espíritas. A caridade material, sem sombra de dúvida, é bem mais fácil do que educar, mas educar é uma terapêutica global e uma solução social muito mais eficaz.

13 É importante lembrar que não existe separação entre o progresso intelectual e o progresso moral, pois o progresso intelectual conduz ao progresso moral dando a compreensão do bem e do mal, pois então o homem pode escolher (questão 780-A LE). Kardec não falou do simples ensino cultural, da simples transmissão de conhecimentos através das disciplinas curriculares. Nos diz sim, que a inteligência, que o conhecimento intelectual deve ser exercido para o estudo e a compreensão do certo e do errado, do direito e do dever, possibilitando ao espírito um maior capacidade de escolher seu caminho na vida e no trânsito nas Leis naturais, exercendo com responsabilidade o livre-arbítrio, ponderando sensatamente sobre sua ações e conseqüências, em todos os momentos da vida.

14 O homem de bem, regenerado pela educação construirá o reino de Deus na Terra, ou seja, viverá dentro dos princípios do amor e da justiça, considerando para todos direitos e deveres iguais. Para isso, o homem do futuro deverá progredir moralmente e aplicar-se na prática do bem. Essa é a melhor pedagogia, é a implantação da educação do espírito. É a pedagogia do aprender a ter a capacidade de ser feliz.

15 Fontes de Consulta DE MARIO, M.A. Visão Espírita da Educação. INCONTRI, D. A Educação Segundo o Espiritismo. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. O ESPÍRITA. PIRES, J. H. Pedagogia Espírita. SOUZA, J. B. Tempo de Transição


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