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PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DO ENSINO SUPERIOR Sandra Chaveiro Ano Lectivo 2011/2012 INSTRUMENTOS DE APOIO À GESTÃO.

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1 PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DO ENSINO SUPERIOR Sandra Chaveiro Ano Lectivo 2011/2012 INSTRUMENTOS DE APOIO À GESTÃO

2 1. INTRODUÇÃO Sociedade globalizada centrada no conhecimento constitui um valor estratégico para o seu desenvolvimento. A mudança de paradigma na gestão das IES está a ser alterada. OBJECTIVO: o eficiência gestão o Procurar criar condições para uma organização e racionalização da rede. Qualidade do ES tema pertinente e actual. Mecanismos de avaliação da qualidade constituem uma ferramenta para promover a adaptação das IES às necessidades do mercado.

3 2. DESENVOLVIMENTO Internacionalização das IES, traduz-se por: a) Excelência na investigação b) Qualidade do ensino c) Competitividade profissional dos diplomados d) Grau de internacionalização A UL no seu Plano de Acção traduz 3 eixos de mudança: Reforço da centralidade da investigação Reestruturação e transversalidade dos planos de estudos Dinamização das colaborações e reconhecimento do valor da UL. Para operacionalizar este Plano: Actuar nas estruturas e modos de funcionamento internos da Universidade. Abril 2008,novos estatutos da UL – Novo modelo de governo para a UL. Modernização da Gestão Ganhos na qualidade, rigor, eficiência, competitividade, participação e coesão.

4 2. DESENVOLVIMENTO É necessário implementar um modelo de Auto-Avaliação CAF – Common Assessment Framework Modelo de auto-avaliação do desempenho organizacional para aplicar as técnicas da Gestão da Qualidade Total. Pressuposto: Para atingir resultados de excelência ao nível do desempenho, os líderes t~em de conduzir a estratégia, o planeamento, as pessoas, as parcerias, os recursos e os processos. A sua construção foi inspirada no Modelo de Excelência da Fundação Europeia para a Gestão da Qualidade e no Modelo da Universidade alemã de Ciências Administrativas, em Speyer. Objectivos: Introduzir na A.P. os princípios da TQM-Total Quality Management – gestão pela qualidade total. Planear (projecto) Executar (execução) CICLO PDCA Executar (execução) Rever (avaliação) Ajustar (acção, adaptação e correcção Ajustar (acção, adaptação e correcção) Facilitar a auto-avaliação, objectivo de obter um diagnóstico e um plano de acções de melhoria. Servir de ponte entre os vários modelos utilizados na gestão da qualidade. Facilitar o bench learning entre organizações do sector público.

5 2. DESENVOLVIMENTO agnóstico e um plano de acções de melhoria. Vantagens: Avaliação baseada num conjunto de critérios amplamente aceites no sector público europeu. Oportunidade para identificar o progresso e os níveis de realização alcançados. Um meio para alcançar consistência de direcção e consenso no que é necessário ser feito para melhorar a organização. Uma ligação entre os diferentes resultados a serem alcançados e as práticas ou meios que os suportam. Oportunidades para promover a partilha de boas práticas entre os diferentes sectores de uma organização e com outras organizações.

6 2. DESENVOLVIMENTO ag acções de melhoria. Vantagens: Um meio de medição do progresso ao longo do tempo através de auto-avaliações periódicas. Sucesso para a implementação CAF, condições: Vontade de melhorar a organização, utilizando uma ferramenta de auto-avaliação de desempenho organizacional. Empenho do gestor de topo no processo de auto-avaliação e implementação de melhorias. Transparência dos objectivos a atingir e dos resultados a alcançar com o processo de auto- avaliação. Envolvimento dos colaboradores e gestores intermédios no processo de auto-avaliação. Rigor e honestidade da equipa de auto-avaliação. Ampla divulgação dos objectivos e resultados da auto-avaliação. DGAEP – Organismo responsável pela coordenação, acompanhamento e avaliação das iniciativas de divulgação e implementação da CAF em Portugal, na A.P.

7 2. DESENVOLVIMENTO CAF e outros modelos, que em conjunto potenciam a melhoria contínua e a qualidade de produtos e serviços, maximizando o seu valor para todas as partes interessadas. A. Modelo de Reconhecimento de Excelência da EFQM (European Foundation for Quality Management) B. Balanced Scorecard C. Normas ISSO 9000 EFQM – Esquema de reconhecimento em etapas que permite às organizações optar pelo nível mais adequado à sua realidade e progredir para níveis mais exigentes.

8 2. DESENVOLVIMENTO Balanced Scorecard – Instrumento de apoio à gestão que visa a construção de um conjunto de indicadores quantitativos que permitem avaliar a capacidade da organização para cumprir a sua missão e objectivos estratégicos. Apoia-se em conceitos primordiais da gestão da qualidade total, como a orientação para o cliente, a gestão por processos, a melhoria contínua, a gestão do desempenho, etc. Indicadores BSC 4 perspectivas: 1. Inovação e Liderança 2. Processos Internos 3. Clientes 4. Gestão Financeira O BSC pode igualmente ser utilizado no contexto da avaliação do desempenho organizacional com o modelo CAF.

9 2. DESENVOLVIMENTO Normas ISSO Designação : um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações em geral. ISO – International Organization for Standartization, é uma organização não-governamental fundada em 1947 em Genebra, presente hoje, em 162 países. Normas da família ISO a. ISO 9000: descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade b. ISO 9001: especifica os requisitos de um sistema de gestão da qualidade c. ISO 9004: fornece as linhas de orientação para a melhoria do desempenho d. ISO : dá orientações para a execução de auditorias a sistemas de gestão de qualidade Quando traduzidas e adaptadas para o contexto nacional, as normas da família ISSO transformam-se em NP EN ISSO 9001:200. Significa que: O sistema de gestão da qualidade está certificado de acordo com esta norma, e traduz o reconhecimento da organização pela conformidade dos seus produtos e serviços, a satisfação dos seus clientes e a preocupação com processos concretos de melhoria contínua.

10 2. DESENVOLVIMENTO Normas ISO: A aplicação da CAF, numa organização pode evidenciar a necessidade da certificação do serviço com normas NP EN ISSO Vantagens Normas ISSO Melhoria dos processos internos; Maior capacitação dos colaboradores; Monitoramento do ambiente de trabalho; A verificação da satisfação dos clientes, colaboradores e fornecedores; Processo contínuo de melhoria (aprender com os erros); Confere maior organização, produtividade e credibilidade Confere maior competitividade nos mercados nacional e internacional (diferenciação através da qualidade);

11 3. Conclusão GLOBALIZAÇÃO DOS MERCADOS ALARGAMENTO DA CONCORRÊNCIA INTRODUÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, SUA AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO POTENCIAR EFICIÊNCIA DA GESTÃO CONFIANÇA E CREDIBILIDADE AFIRMAÇÃO DA IMAGEM


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