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Coordenação pedagógica e as relações no cotidiano da escola Maria José Batista Pinto Flores

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Apresentação em tema: "Coordenação pedagógica e as relações no cotidiano da escola Maria José Batista Pinto Flores"— Transcrição da apresentação:

1 Coordenação pedagógica e as relações no cotidiano da escola Maria José Batista Pinto Flores

2 Objetivo Compreender o trabalho de coordenação pedagógica na escola e como as distintas relações estabelecidas no cotidiano influenciam nossa autonomia e afirmação profissional.

3 Nosso minicurso. Apresentação de cada um(a).. Trabalho coletivo: fazendo algo?!. Registro de uma rotina de coordenação.. Análises das nossas rotinas de coordenação.

4 Rotina de uma coordenadora DIARIAMENTE Chegava à escola 15 minutos antes das aulas começarem. Tinha uma sala própria compartilhada com colegas dos demais turnos. Ao entrar na sala sempre havia bilhete das demais colegas e da diretora instruindo coisas para serem feitas (ex.: avisar para as cantineiras que no dia anterior alguma coisa ficou fora do lugar, a licença de algum docente, etc) ou para serem planejadas (reuniões); Nos dois primeiros horários eu não conseguia realizar absolutamente nada que fosse previamente planejado devido às demandas espontâneas: falta de professores, professores em horários vagos que aproveitava para reclamar algo, alunos que vinham expulsos de sala de aula, alunos reclamando ou solicitando coisas específicas (orientações pedagógicas e burocráticas/documentos). No recreio, quase sempre não podia compartilhar um momento com os docentes, tinha que ajudar na vigia do pátio. Quando chegava à sala dos docentes era para dar avisos da direção ou ainda, avisá-los que os alunos já estavam em sala. Nos dois últimos horários começava a organizar algo das demandas e logo, começavam as demandas dos funcionários da conservação que estavam terminando o trabalho e iam embora. Eram avisos, reclamações e relatos. Saía da escola 10 minutos após as aulas terminarem porque tinha que junto com a vice diretora certificar todas as instalações da escola.

5 Rotina VARIAÇÕES NAS SEMANAS: Eventos de violência nos arredores da escola que interferiam e levava a tomadas de decisões sobre suspensão ou não das aulas. Eventos de indisciplina ou enfrentamento de alunos com professores que demandavam idas às salas de aula. Demandas de organização de formação de professores que exigiam organização de tempos e espaços da escola. RESULTADOS: Eu sempre estava atrasada com meu trabalho, tinha uma sensação de não ser útil para aquela escola e sempre levava trabalho em casa.

6 Coordenação pedagógica Suas atividades incluem tanto o planejamento e a manutenção da rotina escolar quanto a formação e o acompanhamento do professor, assim como o atendimento a alunos e pais. Suas funções buscam contribuir para a efetivação do processo de ensino e aprendizagem, o que exige a mobilização de uma série de saberes (André, 2011, p.20)

7 Saberes mobilizados na nossa prática A pessoa e o seu trabalho Pluralidade de saberes Temporalidade dos saberes Experiência Saberes a respeito de seres humanos Saberes sobre a formação de professores

8 As relações... Trabalha pelo outro visando processos determinados Trabalha com o outro e pelo outro visando processos compactuados Trabalha para o outro visando resultados determinados Trabalha com o outro e pelo outro visando resultados compactuados ParticipaçãoCentralização Processos Resultados

9 Algumas mudanças na minha rotina Chegava à escola 15 minutos antes das aulas começarem. Tinha uma sala própria compartilhada com colegas dos demais turnos. Estabeleci um horário semanal para atendimento às demandas espontâneas (3 vezes por semana) e os demais horários para acompanhamento de práticas pedagógicas dos docentes. Acompanhava indo às salas de aula, observando, dando sugestões para organização e desenvolvimento das práticas pedagógicas. Havia turmas de supletivo em fase final (03 turmas), desenvolvi uma auto-avaliação com todos os alunos, individualmente, registrando em ficha a percepção deles sobre o desenvolvimento no curso para fechamento com os docentes em Conselho de Classe. Trabalhamos coletivamente uma avaliação única de todas as turmas por meio de prova, envolvendo colaboração dos alunos com folhas de papel ofício, dos professores com a elaboração das questões e ainda ajudando a fazer a impressão em mimeógrafo. Tal trabalho resultou em entusiasmo (os alunos diziam que estavam sendo levados a sério!) e frustação (muitas impressões ficaram horríveis e o gerenciamento delas tornou-se muito cansativo para a equipe) Reorganizei com a vice-diretora o acompanhamento do recreio e passei a conviver mais com os docentes nos momento do intervalo, o que permitiu construir melhores relações pedagógicas, já que as reuniões coletivas eram sempre em horários extra-escolares. Saia da escola 10 minutos após o término da aula. RESULTADOS: levava menos trabalho para casa, afirmei minha posição profissional no espaço da escola, trabalhei mais coletivamente, partilhava mais os processos e resultados do trabalho.

10 Ganhos de relações Qualidade de vida e bem estar no trabalho; Crescimento mútuo. Autonomia; Afirmação profissional;

11 Referências ALMEIDA, L. R. e PLACCO, V. M. O coordenador pedagógicos e questões da contemporaneidade. São Paulo, Loyola, Dayrel, J. (org.) Múltiplos olhares sobre a escola e a cultura. Belo Horizonte, Autêntica, 2009.

12 Avaliação do minicurso Uma nota? Uma observação? Uma proposição?


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