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Início Dos Hebreus Região De Origem Hebreu Significado Influência Hebraica Na Religião Origem.

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Apresentação em tema: "Início Dos Hebreus Região De Origem Hebreu Significado Influência Hebraica Na Religião Origem."— Transcrição da apresentação:

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2 Início Dos Hebreus Região De Origem Hebreu Significado Influência Hebraica Na Religião Origem

3 Início dos Hebreus A história dos hebreus tem início em aproximadamente 2000 anos a.C. e seu registro histórico se baseia principalmente em relatos bíblicos do Antigo Testamento sobre o cotidiano, os costumes e os ritos dos judeus.

4 Região de Origem O povo hebraico origina-se da região da Palestina, localizada entre o deserto da Arábia, Líbano e Síria. Na proximidade do Mar Mediterrâneo e cruzada pelo rio Jordão, a região da Palestina era considerada um dos mais importantes centros comerciais do mundo antigo. Era uma região de conflito uma vez que era habitada por diferentes povos que disputavam territórios, bens e poder, sendo palco da histórica briga árabes e palestinos, que perdura até os dias de hoje.

5 Hebreu Significado A palavra hebreu significa de maneira literal: povo do outro lado do rio, referindo- se ao Rio Eufrates, uma vez que a base de seu povoado deu-se após realizarem a travessia do rio e se fixarem na chamada terra de Canaã.

6 Influência Hebraica na Religião A civilização hebraica foi uma das que mais exerceu influência sobre a civilização presente, em todas as partes do mundo, uma vez que a sua religião, o judaísmo, forneceu subsídios para a constituição do cristianismo e do islamismo. As informações e conhecimentos difundidos sobre os hebreus advém principalmente dos relatos da Bíblia além de investigações arqueológicas e relatos de historiadores.

7 Religião Monoteísta Os Profetas Festas Judaicas Economia Dos Hebreus Cultura

8 Religião Monoteísta A religião é uma das principais bases da cultura hebraica e representa a principal contribuição cultural dos hebreus ao mundo ocidental. A religião hebraica possui dois traços característicos: o monoteísmo e a idéia messiânica. A maioria dos povos da antigüidade era politeísta (acreditavam na existência de vários deuses), enquanto os hebreus adotaram o monoteísmo, acreditava em um único Deus, criador do universo.

9 Os Profetas A idéia messiânica foi divulgada pelos profetas. Acreditava na vinda de um messias, um enviado de Deus para conduzir os homens à salvação eterna. Para os cristãos esse messias é Jesus Cristo, o que os judeus não aceitam. Assim, continuam aguardando a vinda do messias. Profeta Isaias

10 Festas Judaicas A religião hebraica prescreve uma conduta moral orientada pela justiça, a caridade e o amor ao próximo. Entre as principais festas judaicas, destacam-se: a Páscoa, que comemora a saída dos hebreus do Egito em busca da Terra Prometida; o Pentecostes, que recorda a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés; o Tabernáculo, que relembra a longa permanência dos hebreus no deserto, durante o Êxodo.

11 Economia dos Hebreus A vida socioeconômica dos hebreus pode ser dividida em duas fases: a nômade e a sedentária. A princípio, os hebreus eram pastores nômades (não tinham habitação fixa), que se dedicavam à criação de ovelhas e cabras. Os bens pertenciam a todos do clã. Mais tarde, já fixados na Palestina, foram deixando os antigos costumes das comunidades nômades. Desenvolveram a agricultura e o comércio, tornaram-se sedentários.

12 Economia dos Hebreus Nos primeiros tempos a propriedade da terra era coletiva, depois foi surgindo a propriedade privada da terra e dos demais bens. Surgiram as diferentes classes sociais e a exploração de uma classe pela outra. A conseqüência dessas mudanças foi que grandes proprietários e comerciantes exibiam luxo e riqueza, enquanto os camponeses pobres e os escravos viviam na miséria.

13 Os Patriarcas Moisés Abraão Os Juízes Sansão Os Reis Davi Rei Salomão Organização política dos Hebreus

14 Os patriarcas As tradições hebraicas mais antigas sobre suas origens, como o gênesis da Bíblia, falam de certos patriarcas (Abraão, Isaac, Jacó) que teriam iniciado a linhagem dos hebreus. Os patriarcas hebreus são lembrados como responsáveis pelas primeiras conversas com Deus.

15 Moisés Significado do Nome: Salvo das águas. De acordo com a Bíblia, foi durante o êxodo dos hebreus, que Moisés recebeu de Deus a tábua dos Dez Mandamentos, quando atravessava o deserto do Sinai. A partir daí, os hebreus passaram a adorar um só Deus, adotando o monoteísmo. Êxodo, termo que se refere à fuga dos judeus de seu cativeiro no Egito.

16 Abraão Significado do Nome: Pai ou líder de muitos. Abraão é citado no livro de Gênesis como a nona geração de Sem, o qual foi um dos filhos do patriarca Noé que tinha sobrevivido às águas do dilúvio. A obediência de Abraão foi testada por Deus, onde ele pediu o seu filho Isaque em sacrifício, no qual Deus vendo sua obediência enviou um anjo que o não permitiu que matasse Isaque.

17 Os Juízes Segundo a tradição bíblica, o período posterior à ocupação de Canaã foi dominado pelo governo de indivíduos conhecidos como Juízes. A principal fonte histórica para esse período é o livro bíblico de juízes, onde se conhece a história de certos líderes militares (Débora, Gedeão, Otoniel, Sansão, etc.) cujos atos são relembrados de forma heróica pelos hebreus.

18 Sansão Significado do nome: Do sol Características: Tinha uma força extraordinária, pois o Senhor estava com ele. Não tinha domínio-próprio. Era Nazireu, ou seja, consagrado ao Senhor, portanto não podia comer nada que fosse da videira, nem cortar o cabelo, nem tocar em cadáveres ou algo impuro. Profissão, ou posição político- social: Foi juiz durante 20 anos em Israel. Juízes foram os líderes de Israel antes do período dos reis.

19 Os Reis O rei Saul (Pedido a Deus) é o nome do primeiro rei do antigo reino de Israel. Filho de Quis, da tribo de Benjamin, Saul teria vivido por volta de 1095 a.C. e reinado por quarenta anos. O momento da história hebraica particularmente louvada pelo livro sagrado é o período dos reinados de Davi e Salomão, tidos como reis exemplares. Davi escolheu Jerusalém como capital para seu reino, e organizou a cidade como um grande centro religioso Quando Davi ficou velho, Bathsheba e outros tentaram convencê-lo a escolher como sucessor o filho Salomão.

20 Rei Davi Significado do Nome: Amado Características: Apesar de não ser muito forte fisicamente, ele era muito corajoso, bem rápido e de boa aparência. Profissão, ou posição político-social: Foi rei durante 40 anos em Israel, e durante 7 anos e meio em Judá.

21 Rei Salomão Significado do Nome: Pacifico Características: Notabilizou pela sua grande sabedoria, prosperidade e riquezas abundantes, bem como um longo reinado sem guerras. Profissão, ou posição político-social: Terceiro rei de Israel, governando durante cerca de quarenta anos Teve 700 mulheres e 300 concubinas. Ele também iniciou o processo de construção de um vasto templo de inspiração fenícia. Quando acabou seu reinado, o povo hebreu estava insatisfeito devido aos altos valores do imposto.

22 Primeira diáspora (Galut Bavel) Diáspora na Babilônia Segunda Diáspora Diáspora

23 Primeira diáspora (Galut Bavel) De acordo com a Bíblia, a Diáspora é fruto da idolatria e rebeldia do povo de Israel e Judá para com Deus, o que fez com que este os tirasse da terra que lhes prometera e os dispersasse pelo mundo até que o povo de Israel retornasse para a obediência a Deus, onde seriam restaurados como uma nação soberana e senhora do mundo. De acordo com a Moderna Historia, a diaspora judaica aconteceu pelo confronto do povo judaico com outros povos que desejavam subjulgar sua cultura e dominar seu territorio. Geralmente se atribui o ínicio da primeira diáspora judaica ao ano de 607 a.C., quando Nabucodonosor II imperador babilônico invadiu o Reino de Judá, destruindo a Jerusalém, e o Templo; e deportando os judeus para a Mesopotâmia. Mas esta dispersão se inicia antes, em 722 a.C., quando o reino de Israel ao norte é destruído pelos assírios e as dez tribos de Israel são levadas como cativas à Assíria e Judá passa a pagar altissmos impostos para evitar a invasão, o que não será possivel negociar com Nabucodonosor II.

24 Diáspora na Babilônia Com a conquista de Judá cerca de quarenta mil judeus foram deportados para a Babilônia, onde floresceram como comunidade e mantiveram suas práticas e costumes religiosos, associados a outros costumes herdados dos babilônios. A assimilação fez com que o hebraico perdesse sua importância em função do aramaico que tornou-se a língua comum. Com a queda do poder babilônico e a ascensão do imperador persa Ciro I, este permitiu que algumas comunidades judaicas retornassem para deia a Judéia, mas a grande maioria da população judaica preferiria permanecer em Babilônia onde tinham uma sociedade constituída do que retornar às vicissitudes da reconstrução de um país. Com o domínio romano sobre a Judéia, a maior parte dos judeus que viviam na Judéia emigrou para Babilônia, que se tornou o maior centro comunitário judaico no mundo até o século XI. Ao vencerem os partas em 226, os persas novamente conquistam a Babilônia, mas os judeus permanecem com uma relativa autonomia sob a liderança do exilarca ou Resh Galuta (Príncipe do Exílio), descendente de Davi. No século IV é compilado o Talmud Babilônico, e tem início a crise caraíta. A comunidade judaica na Babilônia perdurou solidamente através da história, influenciando o judaísmo mundial também na segunda diáspora e só deixará de existir com a emigração dos judeus do Iraque no século XX.

25 Segunda Diáspora A Segunda Diáspora aconteceu muitos anos depois, no ano 70 d.C. Os romanos destruiram Jerusalém, e isso acarretou uma nova diáspora, fazendo os judeus irem para outros países da Ásia Menor, África ou sul da Europa. As comunidades judaicas estabelecidas nos países do Leste Europeu ficam conhecidas como Asquenazi (netos de Noé). Os judeus do norte da África (sefardins) migram para a península Ibérica. Expulsos de lá pelo crescente cristianismo do século XV, migram para os Países Baixos, Bálcãs, Turquia, Palestina e, estimulados pela colonização européia, chegam ao continente americano. Na Etiópia a presença judaica é conhecida como Beta Israel.

26 Diáspora A destruição de Jerusalém marcou a diáspora do povo judeu.

27 Sionismo Judaico Força Política Holocausto O Knesset De Volta a Palestina As Guerras Árabe-Israelenses A reorganização do povo judeu

28 Sionismo Judaico Há mais de 13 milhões de judeus no mundo, e mais de cinco milhões deles vivem em Israel. Na década de 1880 surgiu o sionismo, um movimento nacional na Europa Oriental. Fundado por Theodor Herzl ( ), um judeu húngaro que sonhou com a criação de um Estado judaico na terra da Palestina, um sonho que era para ser realizado através de colonização e aquisição de terras. Foi a partir, então, do século XIX, quando diversos influentes e poderosos membros da comunidade judaica defenderam o movimento sionista, que a reorganização do povo judeu em um único Estado veio a se realizar.

29 Força Política Após a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), o projeto sionista ganhou singular força política. A perseguição e os horrores sofridos pela comunidade judaica durante o Holocausto Nazista deram suporte para que seus líderes exigissem a criação de um novo Estado de Israel na região da Palestina. No ano de 1948, o povo judaico começou a voltar para sua terra de origem, até então ocupada pelos árabes.

30 Holocausto Hoje, já se sabe aproximadamente o número de mortes. Morreram 17 milhões de soviéticos (sendo 9,5 milhões de civis); 6 milhões de judeus; 5,5 milhões de alemães (3 milhões de civis); 4 milhões de poloneses (3 milhões de civis); 2 milhões de chineses; 1,6 milhão de iugoslavos; 1,5 milhão de japoneses; franceses ( civis); italianos ( civis); ingleses e soldados norte-americanos.

31 O Knesset Em 1950, o Knesset (Parlamento israelense) aprovou uma lei que se inicia com estas palavras: "Todo judeu tem o direito de imigrar para o país dele". Pela Lei do Retorno, judeu é toda pessoa cuja mãe é judia ou tenha se convertido a qualquer seita judaica e não possua outra identidade religiosa. Hoje, porém, a lei estende a definição a todos os atuais judeus e seus filhos, netos e respectivos cônjuges (judeus ou não-judeus).

32 De volta a Palestina A instalação dos judeus na região Palestina incitou uma delicada situação política em relação aos palestinos. Em mais de meio século, diversas lutas entre palestinos e judeus colocavam em questão a legitimidade das ações expansionistas e a legitimidade do Estado judaico. A questão ainda permanece em aberto e, vezes após outra, episódios terroristas de autoria palestina e a repressão militar judaica se enfrentam em prol de diferentes interesses.

33 DataFatos 1948/1949 Primeira guerra Egito, Iraque, Líbano e Síria tentam impedir a fundação do Estado de Israel Campanha do Sinai A Jordânia recebe a parte oriental da Palestina, o Egito passa a controlar a Faixa de Gaza, Jerusalém fica dividida entre Israel e a Jordânia 1956 Campanha do Sinai Durante a crise do Canal de Suez, tropas israelenses invadem o Egito, antecipando-se ao ataque já esperado dos árabes. Israel devolve a Faixa de Gaza e a península do Sinai Guerra dos Seis Dias Israel ataca o Egito e a Síria e destrói a força aérea egípcia. A Faixa de Gaza, as colinas do Golã, a Cisjordânia e a península do Sinai voltam ao controle de Israel, que ocupa a parte oriental de Jerusalém Guerra do Yom Kippur O Egito e a Síria atacam Israel, que se defende com sucesso. Em 1974, os Estados Unidos intermediaram um tratado de redução de tropas no Sinai e nas colinas do Golã. As Guerras Árabe-Israelenses

34 INTEGRANTES ALEXSANDER DE MELO SANTOS CARLOS ROBERTO VILELA JÚNIOR EZEQUIEL AMARAL FALEIRO JOSÉ NILSON TRAJANO DA COSTA FILHO REINALDO ALBERNAZ DE OLIVEIRA FIM


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