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As lógicas do Capitalismo Quem se encanta com o próprio umbigo, não vê mal em nada do que faz.

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Apresentação em tema: "As lógicas do Capitalismo Quem se encanta com o próprio umbigo, não vê mal em nada do que faz."— Transcrição da apresentação:

1 As lógicas do Capitalismo Quem se encanta com o próprio umbigo, não vê mal em nada do que faz.

2 Equipe: Juliette Costa Rodrigo César Thiago Leite

3 As molas mestras do capitalismo social Empreendedores / Empresários / Investidores Medo da concorrência Crises internacionais Surgimento de produtos alternativos Cometer erros de gestão Perder o que se investiu Contrair dividas insolúveis Intervenção estatal Greves Ver o negócio falir

4 As molas mestras do capitalismo social Assalariados Acidentar-se e ficar desempregado Deixar de ser produtivo e acabar na penúria Tornar-se obsoleto profissionalmente Ser condenado a uma velhice desamparada Consumidores Serem mal-atendidos Manipulados Ludibriados Fraudados

5 As molas mestras do capitalismo social O Estado assegura Claros direitos de propriedade Liberdade para empreender Garantia de execução dos contratos Norma que estabelece fronteira entre o licito e o ilícito Legislação criminal Regras e sansões para prevenir dumping e cartéis O Estado assegura Direitos sociais que completam os direitos civis e políticos Foram introduzidos redes de proteção para os cidadãos, consumidores, os usuários de serviços públicos, os contribuintes, as vítimas e as testemunhas de crimes

6 As molas mestras do capitalismo social Exigências Investimentos de longa maturação Reputaçao da marca Competência técnica Credibilidade publica Meios Participaçao nos lucros e nos resultados Fundos de pensao que eles constituiram Benefícios sociais legalmente constituídos

7 As molas mestras do capitalismo social Lógica do LucroLógica da responsabilidade Imamente ao capitalismoFruto da ação política militante Imantada pela satisfação dos interesses dos proprietários ou detentores do capital Imbuída pela satisfação dos interesses dos demais stakeholders da empresa EndógenaExógena Responsabilidade social A existência de um mercado concorrencial A mobilização incessante da sociedade civil A disponibilidade de instrumentos de pressão, como a mídia plural, as agencias de defesa dos consumidores e a justiça atuante

8 As molas mestras do capitalismo social Caso Parker Brothers

9 As molas mestras do capitalismo social Caso Ford Motor

10 O Economicamente Correto Década de 1950 Estados Unidos Instituições Religiosas Industrias controversas Hoje: Ética e Lucro Maior abrangência

11 Investidores variados investem apenas em empresas responsáveis. O Economicamente Correto

12 Lucro com ética Princípio da Justiça com a geração de benefícios financeiros. Índices de referência Domini 400 Social Index (USA) NPI Social Index (Grã-Bretanha) Índice Social Jantzi (Canadá) Dow Jones Sustainability Index O Economicamente Correto

13 A Responsabilidade Social Empresarial Compromisso com o bem-estar social; Balanço Social: Frente interna Cidadania organizacional Relações liberais de Poder Co-responsabilidade técnica Participação nos lucros ou resultados Frente Externa Direitos Sociais para os stakeholders Ações ecologicamente corretas

14 Práticas responsáveis Oferecer melhores condições de trabalho, benefícios sociais e participação nos lucros e resultados; Valorização da diversidade interna da empresa; Política de emprego para portadores de deficiência física; Contribuir para o desenvolvimento da comunidade local; Exigir a conservação do meio-ambiente; Balanço Social A Responsabilidade Social Empresarial

15 A adoção de uma estratégia geral de RSE: Contribui para a pereneidade das empresas Promove a imagem e a reputação das empresas Fortalece a coesão corporativa Agrega valor aos produtos e serviços Opera como fator inovador para o sucesso Concilia eficácia econômica com preocupações sociais Fomenta novo pacto entre empresas, sociedade civil e Estado. A Responsabilidade Social Empresarial

16 A Política pela ética

17 Norma moral x Norma Política A norma moral é um processo simbólico baseado em convicção do coletivo (sanções sociais). A norma política utiliza a força jurídica do estado para fazer-se seguida (sanções legais). A Política pela ética

18 A sanção social como catalisadora da mudança Caso C&A Exploração infantil e demissão de judeus durante a Segunda Guerra -> Incentivo ao trabalho voluntário, investimentos em programas sociais e proibição do trabalho clandestino. Caso Nike Condições de trabalho insalubres nas fábricas do Vietnã -> Melhoria das condições de trabalho e exigência sobre os fornecedores para seguir suas regras. A Política pela ética

19 A sanção legal como catalisadora da mudança Caso Lockheed Subornou mais de cem figuras políticas, militares e funcionários de governo em quase todos os países da Otan -> Hoje é considerada um modelo de empresa socialmente responsável. Caso Petrobras Vazou toneladas de óleo na baía de Guanabara. -> Assumiu o erro e agiu rapidamente a fim de reparar os danos causados, atitude vista com bons olhos pelo mercado. A Política pela ética


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