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Universidade Castelo Branco Curso de Graduação em Enfermagem Disciplina de Métodos e Técnicas Técnicas de coleta de dados para pesquisa científica Prof.

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1 Universidade Castelo Branco Curso de Graduação em Enfermagem Disciplina de Métodos e Técnicas Técnicas de coleta de dados para pesquisa científica Prof. Rafael Celestino

2 ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA 1. Escolha do tema 2. Revisão de literatura 3. Justificativa 4. Formulação do problema 5. Determinação de objetivos

3 ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA Metodologia - Como se procederá a pesquisa? - Caminhos para se chegar aos objetivos propostos - Qual o tipo de pesquisa? - Qual o universo da pesquisa? - Será utilizado a amostragem? - Quais as técnicas e os instrumentos de coleta de dados?

4 NA JUSTIFICATIVA DA ESCOLHA DO MÉTODO, DEVE-SE CONSIDERAR: Os métodos e técnicas devem ser de acordo com os objetivos e com a análise que se vai realizar; E os instrumentos devem ser apropriados para otimizar os dados coletados com as técnicas escolhidas.

5 A POPULAÇÃO E A AMOSTRA Os conceitos de população e amostra são importantes em qualquer tipo de pesquisa (qualitativa e quantitativa). Definições: População ou Universo da pesquisa: É a totalidade de todos os elementos, sujeitos ou membros que possuem um especificado conjunto de uma ou mais características comuns que a define. Podendo ser: conjunto de objetos, pessoas, coisas, fenômenos. Amostra ou Amostragem: É um grupo de sujeitos selecionados de um grupo maior (população). Um subconjunto da população em estudo; a população à qual o pesquisador pretende realizar generalizar os resultados. É parte da População ou Universo..

6 Técnicas de coleta de dados para pesquisa quantitativa Indireta Pesquisa documental Obtida de fontes primárias Pesquisa bibliográfica Obtida de fontes secundárias Direta Observação Entrevista oral Entrevista escrita ' Questionário ' Formulário ' Medidas de opinião e atitudes Dados obtidos pela própria pesquisa, em geral no momento e/ou local em que ocorre

7 Técnicas indiretas: Instrumento utilizado mais comum é a ficha Tipos de estudo: Epidemiológico Comparativo Estatístico

8 Ministério da Saúde Ficha de Investigação de Óbito Fetal e Neonatal 1. Nome da Criança: 2. Sexo: 3. Peso ao nascer: |__|__| Masculino (1) Feminino (2) gramas |__|__|__|__| 4. Data de Nascimento: 5. Data óbito: |__|__|__|__|__|__| ____/____/_______ (dia/mês/ano) ____/____/_______ (dia/mês/ano) |__|__|__|__|__|__| 6. Tipo do óbito: |__|__| Fetal (1) Neonatal (2) 7. Local do óbito: |__| Domicílio (1) Hospital/internação (2) Unidade urgência/emergência/UBS (3) Em trânsito para o serviço de saúde (4) Outro (5), especificar: ___________ 8. Nome da Mãe: 9. Endereço: (Rua/Av.) 10. Nº: 11. Complemento/referência: 12. Bairro: 13. Cartão SUS: 14. Equipe PACS/PSF: 15. Unidade Básica de Saúde (UBS): 16. Distrito Sanitário/ Administrativo: 1. Fonte de notificação do óbito: |__|__| DO (1) PACS/PSF (2) Cartório (3) SVO/IML (4) Notificação Hospital (5) AIH (6) Funerária (7) Cemitério (8) Parteira (9) Outro (10), especificar: _______________________________________________

9 ASPECTOS ANALISADOS NOS ESTUDOS (REVISÃO SISTEMÁTICA) País de publicação Ano de publicação do artigo Base de dados na qual foi consultado o artigo Tipo de estudo, objetivos e população estudada Dor(es) torácica(s) estudada(s) Características da dor (local, qualidade, intensidade, duração, padrão de instalação, fatores precipitantes, fatores de melhora e fatores de piora) por síndrome torácica Exame(s) complementare(s)realizado(s) para confirmação diagnóstica da dor Referência (autor, título, local,ano) Periódico/ Base Tipo de estudo ObjetivosAmostra/procedi mento

10 Quando se utilizam os sentidos na obtenção de dados de determinados aspectos da realidade. A observação pode ser: observação assistemática: não tem planejamento e controle previamente elaborados; observação sistemática: tem planejamento, realiza-se em condições controladas para responder aos propósitos preestabelecidos; observação não-participante: o pesquisador presencia o fato, mas não participa; observação individual: realizada por um pesquisador; observação em equipe: feita por um grupo de pessoas; observação na vida real: registro de dados à medida que ocorrem; observação em laboratório: onde tudo é controlado. OBSERVAÇÃO

11 A observação pode ser: observação assistemática: não tem planejamento e controle previamente elaborados; observação sistemática: tem planejamento, realiza-se em condições controladas para responder aos propósitos preestabelecidos; observação não-participante: o pesquisador presencia o fato, mas não participa; observação participante:o pesquisador presencia o fato, participa, mas não interfere no fenômeno (com possibilidade de entrevista livre); observação individual: realizada por um pesquisador; observação em equipe: feita por um grupo de pessoas; observação na vida real: registro de dados à medida que ocorrem; observação em laboratório: onde tudo é controlado.

12 Estudos observacionais: não há intervenção no fenômeno observado conhecimento prévio do que observar planejamento de um método de registro (instrumentos): registro fotográfico ou vídeo roteiro relatório ou diário de campo.

13 Estudos experimentais: há intervenção no fenômeno observado Sujeitos ou objetos a serem estudados no experimento: grupos controle e experimental grupo controle - não recebe a influência da variável independente grupo experimental - recebe a variável independente - conhecimento prévio do que observar - planejamento de um método de registro (instrumentos): registro fotográfico ou vídeo roteiro relatório ou diário de campo.

14 ENTREVISTA A entrevista é uma conversação efetuada face a face, de maneira metódica; proporciona ao entrevistador, verbalmente a informação necessária. Contaminações de entrevistas (entrevista mal conduzidas, levando aos vieses) Comportamento do entrevistador; Forma como as perguntas são direcionadas e formuladas; Interferência cultural; Presença de uma terceira pessoa; Hora e momento da entrevista.

15 TIPOS DE ENTREVISTAS Livre ou não-diretiva É aquela em que não há qualquer roteiro pré-estabelecido pelo pesquisador. Estruturada, fechada ou diretiva É aquela em que as perguntas são elaboradas pelo pesquisador com a finalidade de obter uma resposta direta à pergunta realizada (sim ou não). Semi-estruturada ou semi-diretiva É aquela em que o pesquisador estabelece um roteiro não fixo de perguntas que pode sofrer alterações no todo ou em parte, no momento da entrevista.

16 É uma série ordenada de perguntas que devem ser respondidas por escrito pelo informante. -O questionário deve ser objetivo, limitado em extensão e estar acompanhado de instruções. -As instruções devem esclarecer o propósito de sua aplicação, ressaltar a importância da colaboração do informante e facilitar o preenchimento. Questionário

17 As perguntas do questionário podem ser: abertas: Qual é a sua opinião?; fechadas: duas escolhas: sim ou não; de múltiplas escolhas: fechadas com uma série de respostas possíveis: ( ) 1 a 2 anos ( ) 3 a 4 anos ( ) mais de 4 anos

18 O questionário deverá ser construído em blocos temáticos, obedecendo a uma ordem lógica na elaboração das perguntas; A redação das perguntas deverá ser feita em linguagem compreensível ao informante. A linguagem deverá ser acessível ao entendimento da média da população estudada. A formulação das perguntas deverá evitar a possibilidade de interpretação dúbia, sugerir ou induzir a resposta; Cada pergunta deverá focar apenas uma questão para ser analisada pelo informante; O questionário deverá conter apenas as perguntas relacionadas aos objetivos da pesquisa. Devem ser evitadas perguntas que, de antemão, já se sabe que não serão respondidas com honestidade. Recomendações úteis à construção de um questionário:

19 * Os tipos de perguntas tem várias classificações, conforme sua intenção - de avaliação - de fato - de ação - de intenção - de opinião - pergunta-teste

20 O QUESTIONÁRIO PODE CONTER: Questões abertas Liberdade de respostas O pesquisador tem a oportunidade de obter dados qualitativos Questões abertas e fechadas Possibilita a obtenção de dados quantitativos e qualitativos

21 O QUESTIONÁRIO PODE CONTER : Questões fechadas Fáceis de codificar O entrevistado assinala as respostas Incapacidade de mostrar todas as alternativas possíveis Possibilitar somente dados quantitativos

22 Formulário Forma mista, entre o questionário e a entrevista, geralmente visando maior complexidade nas respostas. É uma coleção de questões preenchidas por um entrevistador numa situação face a face com a outra pessoa (o informante). O instrumento de coleta de dados escolhido deverá proporcionar uma interação efetiva entre você, o informante e a pesquisa que está sendo realizada.

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24 Caracterizadas por tentativa de mensuração das respostas, por meio de escalas. Principais escalas : de ordenação – pontos, classificação direta, pares de intensidade de Lickert Medidas de opinião e atitudes

25 Escala de ordenação Quanto mais próximo de 1, mais positivas são as percepções dos funcionários sobre uma dada dimensão ou variável organizacional. Os valores devem ser interpretados a partir de sua ordenação na seguinte escala categórica : Excelente - 0,90 a 1,00 Muito bom - 0,80 a 0,89 Bom - 0,70 a 0,79 Regular - 0,60 a 0,69 Ruim - 0,40 a 0,59 Muito ruim - 0,20 a 0,39 Péssimo - 0,00 a 0,19

26 Ao comportamento álgico é atribuído uma nota, questionando- se diretamente ao paciente sua lembrança da dor em função de suas atividades da vida diária, sendo: Nota zero Dor ausente ou sem dor Nota três Dor presente, havendo períodos em que é esquecida Nota seis A dor não é esquecida, mas não impede exercer atividades da vida diária Nota oito A dor não é esquecida, e atrapalha todas as atividades da vida diária, exceto alimentação e higiene Nota dez A dor persiste mesmo em repouso, está presente e não pode ser ignorada, sendo o repouso imperativo Escala de Intensidade

27 Tipos de escalas de atitudes Escalas somatórias ex.: a escala Likert Escalas cumulativas ex.: a escala Guttman Escalas diferenciais ex.: a escala Thurstone

28 Escala Guttman

29 Escala Likert

30 Escala Thurstone

31 Regras básicas para condução de entrevistas ou observação 1. Contato inicial: falar amistosamente para criar uma atmosfera de cordialidade, e. assim ganhar a confiança do entrevistado ou observado, pois o mesmo deve sentir-se absolutamente livre de qualquer coerção, intimidação ou pressão. O nome da entidade que patrocina a pesquisa; Explicar a finalidade da visita (os objetivos da pesquisa); Explicar a importância da pesquisa para a comunidade ou grupo pesquisado, e, particularmente, a importância da colaboração pessoal da pessoa; Manter durante toda a coleta de dados a simpatia e o respeito pelo sujeito.

32 2. Dispor o instrumento de registro sobre uma mesa ou superfície lisa, facilitando assim o registro das respostas. 3. Situar na mesma linha visual (o entrevistador e o entrevistado) para poder observar a um e outro sem grandes movimentos, centrando a atenção no informante. 4. Fazer uma pergunta de cada vez, e feitas na mesma ordem como estão redigidas no instrumento. 5. Manter sempre a consciência ética na aplicação do formulário (não responder pelo entrevistado).

33 6. Nunca fazer insinuação de respostas, seja com palavras ou com gestos. 7. Conferir as respostas sempre que possível, ou em caso de dúvida. 8. Dispor-se a ouvir mais do que falar, pois o que interessa é o que o informante tem a dizer. 9. Dar tempo bastante para que o entrevistado discorra satisfatoriamente sobre o assunto. 10. Dar ao entrevistado oportunidade para registrar ou delimitar suas próprias declarações ou respostas.

34 11. Utilizar sempre as mesmas palavras do entrevistado e evitar resumir ou parafrasear as respostas. 12. Anotar alguns aspectos e atitudes do entrevistado/observado que possuam algum significado útil. 13. Ao encerrar a entrevista/observção, ficar alerta para informações adicionais que o entrevistado/observado estava inclinado a oferecer mas não apresentou durante a entrevista. 14. Tanto por razões de ordem ética quanto técnica, a entrevista/observação deve encerrar-se sempre num clima de cordialidade. 15. Manter do início ao fim o controle da entrevista/observação.

35 Exame clínico/ físico/psicológico: procedimentos sistematizados protocolos bem discutidos e pré-testados

36 Quadro II. Sequential Organ Failure Assessment (SOFA) score Respiratório 1 PaO2/FiO2, mm 3 > Hematológico Plaquetas(x 1000/mm 3 ) > Hepático Bilirrubina sérica, mg/dL ( mol/L) < 1.2 (< 20) 1.2 – 1.9 (20 – 32) 2.0 – 5.9 (33 – 101) 6.0 – 11.9 (102 – 204) > 12.0 (> 204) Cardiovascular Hipotensão PAM 2 70 PAM < 70 Dopamina 5 ou Dobutamina (qq. Dose) Dopamina > 5 ou adrenalina 0.1 ou noradrenalina 0.1 Dopamina > 15 ou adrenalina > 0.1 ou noradrenalina > 0.1 Neurológico Escala comas de Glasgow – – 12 6 – 9 < 6 Renal Creatinina sérica, mg/dL ( mol/L) ou débito urinário (L/dia) < 1.2 (< 110) 1.2 – 1.9 (110 – 170) 2.0 – 3.4 (171 – 299) 3.5 – 4.9 (300 – 440) < 0.5 > 5.0 (> 440) < 0.2

37 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CAMARGO, Aspásia e NUNES, Márcia. Como fazer uma entrevista? FINEP, GEDEC, Projeto de pesquisa: história da ciência no Brasil, Documento de Trabalho. Rio de Janeiro,nº 12, jul COLOGNESE, Silvio e MELO, José Bica. A técnica de entrevista na pesquisa social. Cadernos de Sociologia 9,UFRGS, 1998, p MORAES, Marcílio e FARAH, Paulo. Da linguagem oral à linguagem escrita. FINEP, GEDEC, Projeto de pesquisa : história da ciência no Brasil, Documento de Trabalho. Rio de Janeiro,nº 12, jul QUEIROZ, Maria Isaura. Variações sobre a técnica do gravador no registro de informação viva. São Paulo: T.A Queiroz, LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991.


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