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Psicologia Social - Teresa Freire Psicologia Social Comportamento em grupos Diferentes tipos de grupos Características e funções dos grupos Processos de.

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Apresentação em tema: "Psicologia Social - Teresa Freire Psicologia Social Comportamento em grupos Diferentes tipos de grupos Características e funções dos grupos Processos de."— Transcrição da apresentação:

1 Psicologia Social - Teresa Freire Psicologia Social Comportamento em grupos Diferentes tipos de grupos Características e funções dos grupos Processos de grupo Socialização e desenvolvimento do grupo

2 Psicologia Social - Teresa Freire COMPORTAMENTO EM GRUPOS Estudo das mudanças psicológicas que se produzem quando as pessoas se encontram em grupo Relações intragrupos – o que se passa entre os membros de um grupo

3 Psicologia Social - Teresa Freire Comportamento em grupos Os grupos: natureza e características Influência da presença de outras pessoas Interacção em grupos Produtividade do grupo Tomada de decisão em grupo Balanço: ganhos e perdas

4 Psicologia Social - Teresa Freire O grupo Diferentes definições Diferentes tipos de grupos Endogrupo e exogrupo Grupo formal e grupo informal Grupo primário e grupo secundário Grupo de pertença e grupo de referência Grupo restrito e categoria social

5 Psicologia Social - Teresa Freire Grupo e tempo de vida Os grupos mudam com o tempo à semelhança do que acontece com todos os seres vivos Tais mudanças seguem um padrão previsível Na maior parte dos grupos emergem o mesmo tipo de questões ao longo do tempo

6 Psicologia Social - Teresa Freire Desenvolvimento e socialização Desenvolvimento do grupo: Padrões de crescimento e mudança que ocorrem ao longo do seu ciclo de vida, desde a formação até à sua dissolução Socialização do grupo: Padrões de mudança na relação entre os membros individuais do grupo e o grupo em si. Processo pelo qual as pessoas progridem desde recém-chegadas até membros plenos de um grupo

7 Psicologia Social - Teresa Freire Desenvolvimento do grupo Tukman, 1965; Tukman e Jensen, 1977 Cinco estádios (modelo mais frequente): Formação (orientação) Tempestade (conflito) Normalização (coesão) Realização (performance) Encerramento ou dissolução

8 A General Model of Group Development Psicologia Social - Teresa Freire

9 Tuckmans Group development Psicologia Social - Teresa Freire

10 Psicologia Social - Teresa Freire Estádios de socialização Moreland e Levine, 1982 Este processo implica cinco fases psicológicas principais Investigação Socialização Manutenção Ressocialização Lembrança

11 Socialização Psicologia Social - Teresa Freire

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13 Psicologia Social - Teresa Freire Influência da presença de outras pessoas Qual o efeito da presença de outras pessoas no comportamento do indivíduo? Como acontece este efeito nas situações do dia-a-dia?

14 Psicologia Social - Teresa Freire Influência da presença... A presença de outras pessoas pode afectar a realização/desempenho tendo em conta três factores: Esforço Activação Factores cognitivos Distracção apreensão em ser avaliado

15 Psicologia Social - Teresa Freire A presença de outras pessoas afecta o esforço Tripllet (1898) Os corredores de bicicleta iam geralmente mais depressa quando corriam com um adversário ou com uma equipa do que quando estavam sós Crianças enrolavam mais depressa fio de pesca quando estavam com outras crianças do que quando estavam sós

16 Psicologia Social - Teresa Freire... esforço F. Allport (1924): o aumento de actividade na presença de outros co-actores era devido a dois factores Rivalidade: aumento de motivação e de esforço por causa da competição Facilitação social: estimulação que ocorre devido ao facto de se ver ou ouvir movimentos semelhantes de outras pessoas

17 Psicologia Social - Teresa Freire...esforço Embora os grupos possam realizar mais do que os indivíduos, por vezes os membros de um grupo podem realizar menos esforço do que o fariam individualmente Estudos de Latané et al., 1979 preguiça social O grupo: desempenho aumenta ou diminui?

18 Psicologia Social - Teresa Freire A presença de outras pessoas aumenta a activação Distinção entre trabalhar muito (aumenta com a presença de outros) e realizar bem (depende) Zajonc (1965), propôs uma teoria que explica quer os efeitos positivos quer os negativos da presença de outras pessoas sobre o rendimento individual Esta teoria explica porque é que o grupo pode levar o indivíduo a melhorar o rendimento ou a deteriorá-lo Teoria da Facilitação Social (os efeitos da interdependência mínima)

19 Psicologia Social - Teresa Freire Facilitação Social Mesmo quando a interdependência é minima, a mera presença dos outros pode produzir activação (arousal), quer porque as outras pessoas são altamente avaliativas ou porque elas estão distraídas. A activação promove o desempenho de comportamentos fáceis e bem-aprendidos, mas pode interferir com as tarefas novas e complexas

20 Psicologia Social - Teresa Freire Teoria de Zajonc A presença de outras pessoas produz: 1º aumento do nível de activação ou de motivação do organismo (reacção inata/com base biológica) 2º o aumento do grau de activação aumenta a probabilidade de se manifestarem respostas dominantes (comportamentos com fortes probabilidades de serem adoptados numa determinada situação pelo indivíduo: comportamentos simples, bem-aprendidos e muito praticados) 3º estas repostas dominantes podem ser boas ou más 4º se a resposta dominante for boa a presença de outrém aumenta a resposta dominante logo o efeito é positivo (o rendimento melhora com a presença de outrém) 5º se a resposta dominante for negativa, o efeito de outrém é negativo (porque aumenta sempre a resposta dominante)

21 Psicologia Social - Teresa Freire A presença de outras pessoas pode causar distracção Estar na presença de outras pessoas distrai Nas tarefas simples a distracção aumenta a realização Porque os sujeitos distraídos aumentam a sua realização para se sobrepor à distracção Nas tarefas complexas a distracção diminui a realização Porque a distracção torna o trabalho mais pesado, exigindo um esforço aumentado

22 Psicologia Social - Teresa Freire A presença de outras pessoas pode causar apreensão da avaliação Cottrell, 1968 Quando existem observadores tornamos-nos inquietos em relação à avaliação que vão fazer de nós O melhoramento das respostas dominantes é mais marcado quando as pessoas pensam que vão ser avaliadas Bond, 1982 Quando há um público as pessoas executam melhor uma tarefa simples porque querem dar uma imagem positiva de si A diminuição da realização em tarefas complexas é devido ao embaraço (falhar na presença de outros produz embaraço)

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24 Psicologia Social - Teresa Freire Conclusão/integração Pretende-se a integração teórica de dados dispersos sobre as várias componentes que podem afectar o desempenho A complexidade da tarefa interage com a apreensão de avaliação Quando as pessoas sentem que a sua realização individual pode ser avaliada, podem melhorar a sua realização em tarefas simples e piorar a realização em tarefas complexas Quando as contribuições individuais não podem ser identificadas a presença de outras pessoas pode piorar a realização em tarefas simples e melhorar em tarefas complexas

25 Psicologia Social - Teresa Freire Interacção em grupos Produtividade do grupo Tomada de decisão em grupo

26 Psicologia Social - Teresa Freire Indivíduos versus grupos Produtividade do grupo Será a produtividade do grupo maior do que a produtividade individual? Decisões de grupo Será que em grupo se decide de forma diferente do que individualmente?

27 Psicologia Social - Teresa Freire Produtividade e desempenho do grupo A produtividade dos grupos depende do tipo de tarefa que têm que realizar Tipologia de Steiner, 1972,76 Tarefa: interacção de três factores Pedidos da tarefa Meios Processo Produtividade potencial e produtividade actual

28 Psicologia Social - Teresa Freire Tarefas aditivas Neste tipo de tarefas as contribuições individuais adicionam-se, pelo que o grupo é necessariamente superior aos indivíduos Quanto maior o grupo melhor o resultado... Mas esta conclusão altera-se se compararmos o resultado real com o resultado de um grupo estatístico (calculado a partir das contribuições potenciais individuais) Experiência de Ringelman ( )

29 Psicologia Social - Teresa Freire Experiência de Ringelman Professor de agronomia em França Utilizou jovens que puxavam uma corda, isolados ou em grupos de 2 ou 3 ou 8 membros A força momentânea exercida era medida através de um dinamómetro Resultados: Quando trabalhavam sozinhos puxavam uma força média de 63 Kg Dois homens não puxavam 126 Kg, nem três puxavam Relação inversa entre o número de pessoas no grupo e o esforço individual: efeito de Ringelman

30 Psicologia Social - Teresa Freire Preguiça social (social loafing) Os indivíduos realizam menos/ têm pior desempenho em grupo do que individualmente Estudos de preguiça social versus estudos de facilitação social (agregação de esforços vs não agregação de esforços) Aspectos que podem diminuir a preguiça social

31 Preguiça social e facilitação social os estudos de preguiça social diferem dos estudos sobre facilitação social num pontyo fulcral. Os sujeitos agregam os seus esforços nos estudos de PS o que não acontece nos estudos de FS. Assim se nos estudos de PS os sujeitos se podem esconder na nultidão, já não é o caso nos estudos de FS. A presença de outras pessoas pode reduzir a activação e apreensão da avaliação em estudos de PS, mas aumentar estas mesmas variáveis em estudos de FS. (Neto, pp.541) Psicologia Social - Teresa Freire

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33 Psicologia Social - Teresa Freire Dados do estudo (anterior) Nesta experiência era pedido aos estudantes que batessem palmas e gritassem o mais alto que pudessem O barulho produzido por cada pessoa decresce à medida que o número de pessoas aumenta A preguiça social ocorre mais quando: A tarefa é pouco desafiadora O desempenho do indivíduo não pode ser monitorizado A contribuição do indivíduo para o grupo é dispensável

34 Psicologia Social - Teresa Freire Teorias do Défice do Grupo Steiner (1972): conhecer a produtividade potencial e produtividade real A produtividade actual/real está abaixo da sua produtividade potencial porque o grupo raramente está capaz de utilizar a totalidade dos recursos Produtividade actual= produtividade potencial – perdas devido a processos imperfeitos do grupo (coordenação; influência social; motivação)

35 Psicologia Social - Teresa Freire Tomada de decisão em grupo Dois tipos de processos: Pensamento grupal deterioração da eficácia mental, do teste da realidade, e do julgamento moral que resulta da pressão do endogrupo (Janis, 1972) Processo que ocorre quando o grupo toma decisões pobres como resultado de processos de grupo e pressões fortes no sentido da conformidade Polarização da interacção grupal Os grupos tendem a tomar decisões mais arriscadas do que os indivíduos isoladamente

36 Psicologia Social - Teresa Freire Pensamento grupal Condições antecedentes Stresse e pressão temporal Forte coesão e identidade social Isolamento de outras fontes de informação Liderança directiva e autoritária Sintomas de pensamento grupal Ilusões de vulnerabilidade Ilusões de unânimidade Favoritismo do endogrupo Pouca procura de nova informação Partilha incompleta de informação Crença na moralidade do grupo Pressão em relação aos dissidentes no sentido de se conformarem às normas do grupo TOMADA DE DECISÃO POBRE

37 Psicologia Social - Teresa Freire Polarização da interacção grupal Experiência de Stoner (1961) Os sujeitos eram confrontados com tarefas de tomada de decisão em que tinham de avaliar o nível de risco que achavam aceitável Em seguida discutiam estes problemas num grupo e depois realizavam de novo a tarefa individualmente

38 Psicologia Social - Teresa Freire Resultados – Stoner (1961) Os julgamentos do grupo eram muito mais arriscados do que os efectuados pelos indivíduos Os julgamentos individuais obtidos após discussão de grupo eram também mais arriscados >>Fenómeno da Mudança Arriscada > difusão de responsabilidade

39 Psicologia Social - Teresa Freire Da mudança arriscada à polarização… A mudança em direcção ao risco é apenas um exemplo de um fenómeno mais geral: Polarização do grupo As decisões direccionam-se no sentido da maioria (arriscadas ou não) Mais do que uma tendência para o risco existe uma tendência para extremar posições A opinião da maioria e não o risco é aqui o factor fundamental O grupo torna-se tanto mais extremo quanto mais extremas forem as posições iniciais

40 Psicologia Social - Teresa Freire O que explica a polarização de grupo Comparação social Argumentação persuasiva Identificação social »» existência de polarização como consequência da interacção de grupo

41 Psicologia Social - Teresa Freire Conclusão O grupo como contexto de interacções sociais Cruzamento de variáveis na explicação da influência do grupo no comportamento individual O grupo como potenciador ou inibidor do comportamento individual Importância de conhecer os processos de grupo


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