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A teoria do conhecimento 9/6/2014 www.nilson.pro.br 1 A filosofia se divide em três grandes campos de investigação. A teoria da ciência, a teoria dos valores.

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1 A teoria do conhecimento 9/6/ A filosofia se divide em três grandes campos de investigação. A teoria da ciência, a teoria dos valores e a concepção de universo. Esta última é na verdade a metafísica; a teoria dos valores se divide em ética e religião e a primeira se divide em lógica e teoria do conhecimento. É interessante fazer a distinção entre as duas modalidades da epistemologia.

2 A teoria do conhecimento 9/6/ A lógica trata do pensamento puro, dos princípios básicos que norteiam o nosso pensamento, dos mecanismos inerentes a nossa mente. A teoria do conhecimento trata da referencia do pensamento aos objetos, da verdade no conhecimento e de como ocorre e evolui o nosso conhecimento, ou seja, a explicação filosófica do conhecimento humano

3 A teoria do conhecimento 9/6/ História: A preocupação epistemológica vem desde a Grécia, entretanto o aparecimento da teoria do conhecimento como disciplina filosófica aparece só na idade moderna com Locke. Ele foi o primeiro a tratar de forma sistemática a origem, a essência e a certeza do conhecimento.

4 A teoria do conhecimento 9/6/ Conhecimento: O conhecimento constitui-se no encontro da consciência (sujeito) com o objeto. Essa relação pressupõe uma dupla conotação : Na medida que o sujeito apreende o objeto, este é apreendido por aquele. Desta forma, o sujeito sai de sua esfera e adentra na esfera do objeto criando uma imagem do mesmo na sua consciência cognoscente.

5 A teoria do conhecimento 9/6/ Conhecimento: O conceito de verdade relaciona-se com a essência do conhecimento. Mas o que é verdade ? A verdade é a concordância da imagem apreendida com o objeto. Assim, conclui-se que o objeto não pode ser nem verdadeiro nem falso e está além da verdade e da falsidade.

6 A teoria do conhecimento / possibilidade 9/6/ A - Dogmatismo: Esta posição defende que não existe o problema do conhecimento. É evidente que a apreensão por parte do sujeito do objeto ocorre e é válida. A razão humana é suficiente e a dúvida quanto a sua eficácia inexiste. (...)denota um falta de reflexão epistemológica.

7 A teoria do conhecimento/possibilidade 9/6/ B – Ceticismo: Apresenta-se como antítese do dogmatismo. O ceticismo defende a impossibilidade de apreensão do objeto, logo não devemos formar nenhum juízo sobre os objetos, e sim, nos abster de julgar. Essa postura deve-se a constatação de como o sujeito e a cultura influenciam o conhecimento, o que acaba por fazer o objeto invisível, pelo menos na sua forma real. Assim pode-se inferir que não há conhecimento e que dois juízos contraditórios são igualmente verdadeiros.

8 A teoria do conhecimento/possibilidade 9/6/ B – Ceticismo: Na era moderna, o ceticismo também tem lugar. Montaigne e Hume defendem o ceticismo, mas em áreas especificas com a ética e a metafísica, respectivamente. Assim como Descartes em sua dúvida metódica que se apresenta como um ceticismo metódico. Comte com o positivismo mostra o ceticismo metafísico pois defende só a experiência fugindo da metafísica

9 A teoria do conhecimento/possibilidade 9/6/ C - Subjetivismo e relativismo: O subjetivismo postula que existe uma verdade que é suscetível de apreensão, mas que não existe uma verdade universalmente válida. A verdade é limitada ao sujeito individual do conhecimento e não compreende todo o conjunto dos seres humanos.

10 A teoria do conhecimento/possibilidade 9/6/ C - Subjetivismo : O relativismo é um parente próximo do subjetivismo na medida em que afirma que não há verdade universalmente válida. Mas difere dele porque afirma que a validade da verdade é limitada pelo meio e pelo tempo onde ela é cognoscível, em detrimento a consciência cognoscente do subjetivismo.

11 A teoria do conhecimento/possibilidade 9/6/ D – Pragmatismo: A verdade significa útil, valioso e fomentador de vida. / O pragmatismo muda este conceito porque considera o homem um ser de ação e não teórico. Assim, o conhecimento humano tem seu valor dado em função de seu destino prático. Filósofos que de certa forma acolheram o pragmatismo foi Nietzsche.

12 A teoria do conhecimento/possibilidade 9/6/ E - Criticismo: É comum dividir as correntes supraditas em dois grandes campos: o dogmatismo e o ceticismo (...) O criticismo une a confiança na razão em conhecer a realidade ( e esta apresenta-se como una e cognoscível) com a desconfiança do ceticismo frente ao conhecimento já determinado, não aceitando nada despreocupadamente. Desse modo, seu comportamento não é nem dogmático nem céptico e sim, crítico e reflexivo. Platão, Descartes, Hume e Leibnitz valeram- se desta postura em seus estudos mas foi Kant seu fundador de fato

13 A teoria do conhecimento/origem 9/6/ A – Racionalismo: A fonte principal de nosso conhecimento é a razão, o pensamento por si só. A razão produz os verdadeiros conhecimentos, que seriam aqueles universalmente válidos e logicamente coerentes,como por exemplo : o todo é maior que a parte e as matemáticas. Este tipo de conhecimento é a priori, ou seja não é baseado na experiência, o que o torna assim provando que o conhecimento verdadeiro só provém do pensamento puro.

14 A teoria do conhecimento/origem 9/6/ B – Empirismo: A única fonte do conhecimento humano é a experiência. O espírito humano é vazio, uma tábula rasa.. Seus maiores defensores são aqueles provenientes das ciências naturais, onde a experiência tem papel preponderante. Locke foi o fundador moderno de tal postura afirmando que a psique era um papel em branco e que tudo provinha da experiência não existindo conhecimento inato. Mill e Hume seguem a mesma linha afirmando que não há proposições a priori e até mesmo as leis básicas do pensamento são resultado de experiências de outrora.

15 A teoria do conhecimento/origem 9/6/ C – Intelectualismo: Este afirma que tanto a experiência quanto o pensamento fazem parte da produção do conhecimento. diz que os conceitos não são a priori mas sim abstraídos da experiência e esses conceitos são decodificados pela razão humana que organiza e julga as percepções e impressões cedidas pela experiência. Aristóteles e Tomas de Aquino eram representantes de tal posição.

16 A teoria do conhecimento/origem 9/6/ D – Apriorismo: Razão e experiência são os constituintes de nosso conhecimento e nos temos elementos a priori que nos ajudam a formular o saber ( aproximação com o racionalismo). Esses elementos são formais, ou seja, recipientes que recebem o conteúdo, que é a experiência. Kant foi o fundador

17 Materialismo 9/6/ Assim, a base material ou econômica constitui a "infraestrutura" da sociedade, que exerce influência direta na "super-estrutura", ou seja, nas instituições jurídicas, políticas (as leis, o Estado) e ideológicas (as artes, a religião, a moral) da época.

18 Materialismo 9/6/ Segundo Marx, a base material é formada por forças produtivas (que são as ferramentas, as máquinas, as técnicas, tudo aquilo que permite a produção) e por relações de produção (relações entre os que são proprietários dos meios de produção as terras [as matérias primas, as máquinas]e aqueles que possuem apenas a força de trabalho).

19 Materialismo 9/6/ Dialética? A dinâmica TESE+ANTITESE=SÍNTESE expressa a contundência deste ensinamento.


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