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UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CURSO DE ENFERMAGEM Gerência de Enfermagem nos Serviços de Saúde A Qualidade e a Avaliação dos Serviços de Saúde e de Enfermagem.

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1 UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CURSO DE ENFERMAGEM Gerência de Enfermagem nos Serviços de Saúde A Qualidade e a Avaliação dos Serviços de Saúde e de Enfermagem Rio de Janeiro 2008

2 INTRODUÇÃO Os estabelecimentos prestadores de serviços de saúde, compreendidos como empresas complexas, necessitam adaptar-se a esse novo cenário e tornar-se flexíveis para incorporarem estratégias capazes de atender ao usuário, seja interno seja externo, razão de ser da Instituição. Os estabelecimentos prestadores de serviços de saúde, compreendidos como empresas complexas, necessitam adaptar-se a esse novo cenário e tornar-se flexíveis para incorporarem estratégias capazes de atender ao usuário, seja interno seja externo, razão de ser da Instituição.

3 INTRODUÇÃO. A gestão de qualidade, de acordo com GARAY (1997), refere-se ao processo ativo de determinar e orientar o caminho a ser seguido para atingir-mos os objetivos empregando todos os recursos contidos na produção de um bem ou de um serviço A gestão de qualidade, de acordo com GARAY (1997), refere-se ao processo ativo de determinar e orientar o caminho a ser seguido para atingir-mos os objetivos empregando todos os recursos contidos na produção de um bem ou de um serviço

4 INTRODUÇÃO A evolução do conceito de qualidade A evolução do conceito de qualidade FASECONCEITOEIXO Inspeção Conforme Especificações Produto Controle de Qualidade (Controle de custos com qualidade) Conforme Especificações Processo Garantia de Qualidade (atender as necessidades do usuário) Adequação ao Uso Prevenção Qualidade Total (compartilhada por todos) Satisfação do Cliente Pessoas

5 HISTÓRICO Florence Nightingale (1820 – 1910) Florence Nightingale (1820 – 1910) –Guerra da Criméia (1854) –Redução de 40% para 2% da taxa de mortalidade (Hospital de Scutari) Edwards Deming (1927) Edwards Deming (1927) –Juntamente com Walter Shewhart, emprego da estatística no controle de qualidade.

6 HISTÓRICO J. M. Juran (1951) J. M. Juran (1951) –Publicação do livro Quality Control Handbook –Classificação do CQ em três processos Planejamento; Planejamento; Controle; e Controle; e Melhoria da Qualidade Melhoria da Qualidade TRILOGIA DE JURAN –Criação do Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organization.

7 HISTÓRICO Avedis Donabedian (década de 80) Avedis Donabedian (década de 80) –Publicação de diversos trabalhos em Qualidade em Saúde ISO 9000 (1987) ISO 9000 (1987) –Padronizar gestão de qualidade –ISO 9001(produtos); ISO 9002 (serviços) e outros;

8 HISTÓRICO Donald Berwick Donald Berwick –Publicação do livro Melhorando a qualidade dos serviços médicos, hospitalares e de saúde

9 Qualidade em Saúde Intenção em criar e manter consciência quanto às propriedades dos produtos (bens e serviços); Intenção em criar e manter consciência quanto às propriedades dos produtos (bens e serviços); Satisfazer demandas explícitas dos usuários e necessidades não declaradas, porém previsíveis dos mesmos; Satisfazer demandas explícitas dos usuários e necessidades não declaradas, porém previsíveis dos mesmos;

10 Sete Pilares da Qualidade em Saúde Eficácia – capacidade de se produzirem melhorias no setor saúde, significa o melhor que se pode fazer nas condições mais favoráveis dado o estado do cliente; Eficácia – capacidade de se produzirem melhorias no setor saúde, significa o melhor que se pode fazer nas condições mais favoráveis dado o estado do cliente; Efetividade – grau em que o cuidado, cuja qualidade esta sendo avaliada, alça o nível de melhoria da saúde, cujos estudos de eficácia tenham estabelecido como alcançáveis; Efetividade – grau em que o cuidado, cuja qualidade esta sendo avaliada, alça o nível de melhoria da saúde, cujos estudos de eficácia tenham estabelecido como alcançáveis; Eficiência – medida do custo com o qual uma dada melhoria na saúde é alcançada. Se duas estratégias de cuidado são igualmente eficazes e efetivas, a mais eficiente é a de menor custo; Eficiência – medida do custo com o qual uma dada melhoria na saúde é alcançada. Se duas estratégias de cuidado são igualmente eficazes e efetivas, a mais eficiente é a de menor custo;

11 Sete Pilares da Qualidade em Saúde Otimização – empregar a relação custo- benefício na assistência em saúde. Otimização – empregar a relação custo- benefício na assistência em saúde. Aceitabilidade – sinônimo de adaptação do cuidado aos desejos, expectativas e valores dos clientes e familiares; Aceitabilidade – sinônimo de adaptação do cuidado aos desejos, expectativas e valores dos clientes e familiares; Legitimidade – aceitabilidade do cuidado da forma como é visto pela sociedade em geral Legitimidade – aceitabilidade do cuidado da forma como é visto pela sociedade em geral

12 Sete Pilares da Qualidade em Saúde Equidade – princípio pelo qual se determina o que é justo ou razoável na distribuição do cuidado e de seus benefícios entre os membros de uma população. A equidade é parte daquilo que torna o cuidado aceitável para os indivíduos e legítimo para a sociedade; Equidade – princípio pelo qual se determina o que é justo ou razoável na distribuição do cuidado e de seus benefícios entre os membros de uma população. A equidade é parte daquilo que torna o cuidado aceitável para os indivíduos e legítimo para a sociedade;

13 Três Dimensões da Qualidade em Saúde Estrutura – características estáveis das instituições: área física, recursos humanos, materiais e financeiros e modelo organizacional; Estrutura – características estáveis das instituições: área física, recursos humanos, materiais e financeiros e modelo organizacional; Processo – relação estabelecida entre os profissionais e os clientes, desde a busca pela assistência até o diagnóstico e o tratamento; Processo – relação estabelecida entre os profissionais e os clientes, desde a busca pela assistência até o diagnóstico e o tratamento; Resultado – é a obtenção das características desejáveis dos produtos ou serviços, retratando os efeitos da assistência na saúde do cliente e da população; Resultado – é a obtenção das características desejáveis dos produtos ou serviços, retratando os efeitos da assistência na saúde do cliente e da população;

14 MODELO DE AVALIAÇÃO Questionário: Questionário: –A infra-estrutura existente atende às necessidades do usuário? –Os processos estão ocorrendo de maneira adequada? –Os resultados obtidos são bons? –Os clientes estão satisfeitos com os serviços oferecidos?

15 MEIOS DE AVALIAÇÃO No setor saúde, observa-se uma tendência de se construírem indicadores de eficiência, eficácia e efetividade com base em padrões e critérios pré-estabelecidos para uma dada realidade: No setor saúde, observa-se uma tendência de se construírem indicadores de eficiência, eficácia e efetividade com base em padrões e critérios pré-estabelecidos para uma dada realidade: –Padrão – é uma medida específica, quantitativa, capaz de definir a qualidade almejada; –Critério – é um atributo de estrutura, de processo ou resultado capaz de direcionar a mensuração da qualidade; –Indicador – é uma unidade de medida de uma atividade, com o qual está relacionado, ou ainda, uma medida quantitativa que pode ser usada como um guia para monitorar e avaliar a qualidade assistencial e as atividades de um serviço;

16 Qualidade em Enfermagem Preocupação dos enfermeiros em seguir os princípios dos procedimentos adotados, com o objetivo de atingir qualidade na assistência; Preocupação dos enfermeiros em seguir os princípios dos procedimentos adotados, com o objetivo de atingir qualidade na assistência; Sistematização da assistência de Enfermagem, com o objetivo de alcançar padrões de excelência no cuidado; Sistematização da assistência de Enfermagem, com o objetivo de alcançar padrões de excelência no cuidado; Trabalhar com conhecimento e habilidade, com o objetivo de assistir o cliente como um todo – visão holística da assistência; Trabalhar com conhecimento e habilidade, com o objetivo de assistir o cliente como um todo – visão holística da assistência;

17 Instrumentos da Gestão em Qualidade em Enfermagem INTERNOS: INTERNOS: –Comissão de Avaliação Interna da Qualidade; –Comissão de Auditoria em Enfermagem; –Comissão de Prevenção e Controle de Infecções Hospitalares; –Comissão de Ética em Pesquisa; –Comissão de Educação Continuada; –Comissão de Gerenciamento de Riscos; –Comissão de Avaliação dos Usuários; EXTERNOS: EXTERNOS: –Acreditação Hospitalar; Obs: Todos estes instrumentos fazem parte do processo de avaliação da qualidade;

18 Instrumentos da Gestão em Qualidade em Enfermagem INTERNOS: INTERNOS: –Comissão de Avaliação Interna da Qualidade; –Comissão de Auditoria em Enfermagem; –Comissão de Prevenção e Controle de Infecções Hospitalares; –Comissão de Ética em Pesquisa; –Comissão de Educação Continuada; –Comissão de Gerenciamento de Riscos; –Comissão de Avaliação dos Usuários; EXTERNOS: EXTERNOS: –Acreditação Hospitalar; Obs: Todos estes instrumentos fazem parte do processo de avaliação da qualidade;

19 CONSIDERAÇÕES FINAIS No caminho que leva à qualidade, envolver os recursos humanos da Instituição é essencial, devendo-se criar espírito de grupo e proporcionar estratégias que conduzam as pessoas a trabalharem com maior entusiasmo, criatividade e motivação. No caminho que leva à qualidade, envolver os recursos humanos da Instituição é essencial, devendo-se criar espírito de grupo e proporcionar estratégias que conduzam as pessoas a trabalharem com maior entusiasmo, criatividade e motivação.


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