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DIABETES Prof. José Eduardo - ADO. DIABETES DIABETES DOENÇA QUE SE MANIFESTA PELA ELEVAÇÃO ANORMAL DE AÇUCAR NA CORRENTE SANGUÍNEA 2 TIPOS DE DIABETES.

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1 DIABETES Prof. José Eduardo - ADO

2 DIABETES DIABETES DOENÇA QUE SE MANIFESTA PELA ELEVAÇÃO ANORMAL DE AÇUCAR NA CORRENTE SANGUÍNEA 2 TIPOS DE DIABETES SÃO CARACTERIZADOS PRINCIPALMENTE TIPO 1 E TIPO 2

3 DIABETES DIABETES TIPO 1 NA MAIORIA DAS VEZES RESULTADO DA DESTRUIÇÃO PELO SISTEMA IMUNITÁRIO DAS CÉLULAS BETA PRODUTORAS DE INSULINA POR ENGANO,SENDO CONSIDERADAS NON SELF.

4 O DIABETES MELLITUS TIPO 1 É CARACTERIZADO PELA PRESENÇA DE AUTOANTICORPOS : - ANTI-ILHOTA ANTI-INSULINA ANTI - G A D GLUTAMIC ACID DESCARBOXILASE

5 DIABETES DIABETES DO TIPO 2 AS CÉLULAS DO PRÓPRIO CORPO TORNAM-SE RESITENTES A AÇÃO DA INSULINA E O PÂNCREAS POR UM PROCESSO DE HIPERFUNCIONAMENTO COM PENSATÓRIO DESGASTA-SE E TORNANDO-SE HIPO PRODUTOR

6 DIABETES FATORES DE RISCO DETERMINANTES: - EXCESSO DE PESO - ALIMENTAÇÃO DESIQUILIBRADA - SEDENTARISMO

7 DIABETES A OBESIDADE É O PRINCIPAL FATOR DE RISCO QUE CONTRIBUI PARA O DESENVOLVIMENTO DO DIABETES TIPO 2 POR AUMENTAR A RESISTÊNCIA À INSULINA.

8 DIABETES EM PESQUISA RECENTE DIVULGADA PELA I D F international diabetes federation - 80% das pessoas com diabetes tipo 2 estão obesas ou acima do peso.

9 CONSEGUÊNCIAS DA DIBETES: CEGUEIRA / ATAQUE CEREBRAL / GANGRENA / INSUFICIÊNCIA RENAL / REDUÇÃO DE PERSPECTIVA DE VIDA EM CERCA DE 20 ANOS. DIABESIDADE

10 PRINCIPAL CAUSA DE MORTALIDADE DO DIABETES MELLITUS ESTA RELACIONADA EM CERCA DE 65% DOS CASOS DE ATESTADOS DE ÓBITO AS DOENÇAS MACRO VASCULARES - PROCESSOS DE ARTERIO E ARTERÍOLO ESCLEROSE.

11 PROCESSOS DE ARTERIO E ARTERÍOLO ESCLEROSE. COMPROMETIMENTOS MAIS CRÍTICOS NAS ARTÉRIAS CORONÁRIANAS 40% DOS CASOS DE ENFARTO DO MIOCÁRDIO OCORREM EM DIABÉTICOS.

12 Diabetes OUTROS TIPOS DE DIABETES menos freqüentes A- diabetes gestacional B- diabetes secundária ao aumento de função das glândulas endócrinas C- diabetes secundária a doenças pancreáticas D- resistência congênita ou adquirida a insulina E- diabetes associada a poliendócrinopátias F- diabetes associada a desnutrição e fibrocalculose G- diabetes associada a insulinopatias H- diabetes tipo LADA latent autoimune diabetes in adults

13 Diabetes a -) DIABETES GESTACIONAL gestante já diabética que engravida diabetes que se manifesta ou é detectada pela primeira vez na gravidez.

14 Diabetes b -) SECUNDÁRIA AO AUMENTO DE FUNÇÃO DE GLÂNDULAS ENDÓCRINAS Em determinadas situações ou alterações glandulares com hiperfuncionamento a atividade da insulina pode se tornar dificultada aparecendo quadros diabéticos em pacientes com esta pré- disposição. EX: Hipertiroidismo - { tiróide} Doença de Cushing - { supra-renal} Acromegalia ou gigantismo - { hipófise} Tumores do sistema nervoso simpático {feocromocitoma} Tumores de células alfa do pâncreas {glucagoma}

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16 Diabetes C –) RESISTÊNCIA CONGÊNITA OU ADQUIRIDA A INSULINA Ocorre um quadro de hiperprodução insulínica porém em função da diminuição ou defeito dos receptores celulares { sistema de encaixe para insulina} principalmente em tecidos gordurosos a sua ação se torna ineficaz. Na anormalidade congênita podem ocorrer defeitos dos receptores de insulina ou presença de anticorpos anti-receptores.

17 Diabetes d –) DIABETES SECUNDÁRIO A DOENÇAS PANCREÁTICAS Ocorre mais freqüentemente em pacientes com antecedentes familiares de diabetes tipo 2 Retirada de 75% do pâncreas – cirurgia Pancreatite crônica geralmente associada ao alcoolismo Destruição do tecido pancreático por Hemocromatose depósito excessivo de ferro Tumores pancreáticos

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19 Um quadro diarréico associado se desenvolve com perda de gordura nas fezes, por incapacidade do pâncreas acometido de produzir enzimas digestivas

20 Diabetes e -) DIABETES ASSOCIADA A POLIENDOCRINOPATIAS AUTO-IMUNES Processo em decorrência do aparecimento de anticorpos anticélulas ilhotas produtoras de insulina { tipo 1}. 20% destes pacientes apresentam tb. Anticorpos contra tireóide/ supra- renal / mucosa de estômago/ glândulas salivares Podendo também ocorrer manifestações de vitiligo alopecia hepatite crônica e candidíase.

21 Diabetes f -) DIABETES ASSOCIADA A DESNUTRIÇÃO E FIBROCALCULOSE O corre em jovens de países tropicais com dietas hipoprotéicas geralmente compensadas com alimentos como a mandioca amarga que contém elevadas concentrações de cianeto muito agressivo ao pâncreas resultando em dano com destruição das ilhotas e diminuição de produção insulínica

22 Diabetes h-) DIABETES TIPO L A D A (Latent Autoimune Diabetes in Adults) O L A D A caracteriza-se pelo aparecimento tardio do diabetes mellitus tipo 1 com uma freqüência entre 2 a 12% dos casos, no Brasil se estima uma população de cerca de 1.5 milhão de pessoas acometidas O tipo L A D A geralmente costuma ser confundido com o tipo 2. com incidência em pacientes com idade entre 35 e 60 anos,magro com quadros acentuados de cetose

23 O diagnóstico do tipo lada é realizado pelo teste do anticorpo G A D. Uma característica clínica é a progressão lenta para a insulina- dependência.,como também um risco maior para as complicações cardiovasculares.

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25 DIABESIDADE Definição : quadro associado de diabetes tipo 2 e obesidade Paciente portador de diabetes tipo 2 com excesso de peso que não consegue ser eliminado. No Brasil último senso apresenta um crescimento comprovado de obesidade nos últimos 10 anos

26 EM SUA OBRA DIABESITY A Dra. FRANCINE KAUFMAN RELATA QUE A 3 DÉCADAS O DIABETE DO TIPO 2 ERA CONSIDERADO COMO MANIFESTO SÒMENTE EM PACIENTES MAIORES DE 50ANOS.

27 DIABESIDADE NOS ÚLTIMOS ANOS A EXPLOSÃO DE QUADROS DE OBESIDADE ENTRE ADULTOS E CRIANÇAS TEVE COMO CONSEGUÊNCIA UM AUMENTO EXTRAORDINÁRIO DE COMPLICAÇÕES ASSOCIADAS DE : ELEVAÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL – COLESTEROL E DIABETES DO TIPO 2.

28 DIABESIDADE A obesidade é o principal fator de risco que contribui para o desenvolvimento de diabetes do tipo 2.

29 DIABESIDADE O excesso de peso comprovadamente aumenta a resistência a insulina. A resistência determina elevação dos níveis de glicose sanguínea. O quadro associado foi denominado de Diabesidade

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31 DIABESIDADE No diabetes tipo 2 85% dos pacientes apresentam diabesidade e resistência a insulina.

32 No diabetes tipo 1 os pacientes desenvolvem a doença em função de perda de capacidade de produção de insulina pelo Pâncreas.

33 DIABESIDADE Pacientes com Diabetes tipo 1 podem se tornar obesos passando a desenvolver resistência a insulina.

34 DIABESIDADE concomitantemente podem apresentar quadros com alterações lipídicas (aumento de triglicérides e redução de H D L-COL) / hipertensão arterial / obesidade abdominal D I A B E S I D A D E ELEVAÇÃO DE RISCOS CARDIOVASCULARES

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36 DIABESIDADE A Diabesidade possui um componente essencial para o seu desnvolvimento: O PADRÃO DE DISTRIBUIÇÃO ABDOMINAL E TRONCULAR DE GORDURA

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38 DIABESIDADE O PADRÃO DE DISTRIBUIÇÃO SOFRE INFLUÊNCIAS HEREDITÁRIAS E PRIMORDIALMENTE DO SEDENTARISMO PARA SUA OCORRÊNCIA

39 DIABESIDADE PESSOAS OBESAS ATIVAS, NÃO SEDENTÁRIAS, SÃO MENOS PROPENSAS DO QUE PESSOAS MAGRAS E SEDENTÁRIAS.

40 DIABESIDADE SÃO CONSIDERADOS FATORES CRÍTICOS PARA A INSTALAÇÃO DA DIABESIDADE: A ALIMENTAÇÃO DESIQUILIBRADA COM UTILIZAÇÃO DE FAST- FOODS EXCESSO DE REFRIGERANTES / ASSOCIADOS PRINCIPALMENTE AO SEDENTARISMO

41 DIABESIDADE O PADRÃO DE DISTRIBUIÇÃO ABDOMINAL É CONSIDERADO MAIS RELEVANTE DO QUE A QUANTIDADE QUILOS QUE UMA PESSOA POSSUI

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43 DIABESIDADE A DIABESIDADE PODE SER REDUZIDA POR MUDANÇA DE HÁBITOS ALIMENTARES E CONSEGUENTE REDUÇÃO DE PESO. REDUÇÕES DE 5 A 10 % PODEM MELHORAR OU ATÉ MESMO REDUZIR QUADROS DE DIABESIDADE

44 DIABESIDADE Principais complicações da diabesidade: Riscos cardiovasculares Apnéia do sono Cancer: em especial – mama / intestino grosso /e útero

45 SÍNDROME METABÓLICA Definição de Síndrome - do gr. Syndromê sýn com + drómos corrida uma concomitância de sintomas- um conjunto de sinais que individualizam uma entidade mórbida- quadro sintomático.

46 SINDROME METABÓLICA Definição de Síndrome Metabólica Não existia um único critério para a definição, mas sim um conjunto -

47 SÍNDROME METABÓLICA A associação entre um grupo de indivíduos com os mesmos fatores de risco Resistência à insulina Maior risco de doença cardiovascular Intolerância a glicose Hiperinsulinemia Aumento de triglicérides Diminuição do HDL colesterol Hipertensão arterial. OBESIDADE

48 SÍNDROME METABÓLICA A obesidade e diminuição da atividade física aumentam a resistência à insulina, piorando a síndrome

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50 Recentemente a OMS padronizou a denominação de Síndrome Metabólica para pacientes que apresentem no mínimo 2 dos fatores.

51 SÍNDROME METABÓLICA Regulação alterada da glicose ou diabetes e/ou resistência a insulina Triglicérides plasmáticos alterados elevados acima de 150 mg % Colesterol HDL baixo 35 mg/dl p. homens e 39 mg/dl p. mulheres Pressão arterial elevada acima de 140 / 90 mmHg Obesidade central - visceral – relação cintura /quadril 0.90 p. homens e 0.85p. mulheres. Micro albuminúria excreção maior que 15 picrogramas por min. ou relação albumina creatinina na urina maior que 30 mg

52 SÍNDROME METABÓLICA A OBESIDADE CENTRAL estabelecida pela Federação internacional sobre Diabetes os seguintes critérios para medida de circunferência de cintura

53 SÍNDROME METABÓLICA variação por Etnia ; Europeus 94 cm para homens 80 cm para mulheres Asiáticos 90CM p/h 80cm p/m japoneses 85 cm p/h 90cm p/m

54 SÍNDROME METABÓLICA Síndrome Metabólica é considerada um transtorno complexo caracterizado por um conjunto de fatores de riscos cardiovasculares, relacionados com a resistência a insulina, e obesidade abdominal.

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56 SÍNDROME MATABÓLICA A associação síndrome metabólica com doença cardiovascular tem comprovadamente aumentado a mortalidade geral em cerca de 2 vezes e a cardiovascular em cerca de 3 vezes

57 SÍNDROME METABÓLICA A síndrome do ovário policístico Doença hepática gordurosa (não alcoólica), Estados pré-trombóticos, Disfunção endotelial tem sido associadas a SINDROME METABÓLICA

58 SÍNDROME METABÓLICA Principais Fatores de Risco para a Síndrome Metabólica

59 SÍNDROME METABÓLICA 1-CARDIOVASCULAR E DIABETES Estudos recentes realizados na Finlândia demonstram que a incidência de doença cardiovascular- infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral foi 3 vezes maior em pacientes com S. M. em especial os que já apresentavam quadro de diabetes

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61 O comprometimento dos membros inferiores – doença vascular periférica – esta diretamente ligado ao descontrole glicêmico {hiperglicemia} Em nível hepático a hiperglicemia determina um aumento das lipoproteínas de muito baixa densidade{ V.L.DL.} RICAS EM TRIGLICERÍDEOS que por sua vez vão alterar as lipoproteínas de baixa densidade {L.D.L.} predominantemente compostas de colesterol- tornando-as extremamente pequenas e densas altamente aterogênicas

62 A importância de se controlar especialmente em pacientes diabéticos a glicemia associada aos principais lípides plasmáticos como triglicérides e as lipoproteínas – L.D.L. COL representam conduta recomendável na prevenção dos quadros arterioescleróticos

63 Trabalho publicado em dez. de 2003 no tromb haemost por E. CICARIONE e cols. Com pacientes portadores de diabetes mellitus 2 com ou sem D.V.P.

64 As conclusões obtidas foram de que : deficiências nutricionais e defeitos genéticos em cofatores e cosubstratos envolvidos no metabolismo da homocisteína incluindo vit. B12 e ácido fólico alteram os níveis de HOMOCISTEÍNA que passam a estar relacionado ao aumento da severidade da D.V.P. EXISTE UMA RELAÇÃO INVERSA ENTRE OS NÍVEIS DE HOMOCISTEÍNA E DE ÁCIDO FÓLICO E VIT.B12

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66 Deve ser considerada como conduta necessária de prevenção de D.A.C. e D.V.P. O controle glicêmico Perfil lipídico E práticas terapêuticas para as evitar e minimizar.

67 A pesquisa de uma superpílula contendo sinvastatina – aspirina-ácido fólico e vit.b12 para administração a todos os paciente portadores de diabetes mellitus. como mecanismo de adequado de controle buscando bloquear as complicações tardias e graves do DIABETES hoje consideradas as de maior custo de todos os sistemas de Saúde.

68 SÍNDROME METABÓLICA 2-MICROALBUMINÚRIA excesso de excreção de albumina pela urina é um dos fatores associado à resistência insulínica - doença vascular-e síndrome metabólica. A microalbuminúria pode ser tratada pela substituição de dieta de carne vermelha por carne de frango ou proteína vegetal{ soja, feijão, grão de bico}.

69 Fatores de benefício Perda de peso / alimentação Atividade física regular (no mínimo 30 minutos diários ininterruptos) Estes dois fatores associados comprovadamente melhoram a sensibilidade à insulina – reduzem as doenças cardiovasculares-e diminuem a pressão arterial.

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71 SÍNDROME METABÓLICA 3 HIPERURICEMIA A elevação do ácido úrico no sangue esta associada a pacientes com obesidade, diabetes, hipertensão,dislipemias.

72 SÍNDROME METABÓLICA 4 OBESIDADE A obesidade principalmente a de distribuição abdominal tem sido associada à fatores de risco cardiovasculares- como dislipidemias (alteração do colesterol e triglicérides),hipertensão arterial,e diabetes mellitus tipo 2.

73 SÍNDROME METABÓLICA Pesquisadores recentemente comprovaram que a disposição abdominal da gordura esta relacionada à resistência a insulina Cada quilo de peso adquirido aumenta em 3.1% o risco de doenças coronárias.

74 SÍNDROME METABÓLICA O estilo de vida Moderno caracterizado por dietas ricas em gordura, pobre em fibras, inatividade física, facilidade dos meios de transporte, escadas rolantes, elevadores,excesso de tempo gasto com computador e televisão, aumento do consumo de alimentos de alta densidade calórica, tem levado a população a grandes prejuízos de saúde.

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78 SÍNDROME METABÓLICA CONTROLE E ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES PORTADORES DE S. M.

79 SÍNDROME METAB´OLICA A alimentação de pacientes com S. M. deve sempre ser associada a atividades físicas para desenvolvimento e preservação da massa tissular e ao mesmo tempo potencializar perda de massa gordurosa

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81 SÍNDROME METABÓLICA A dieta deve ser rica em fibras e carboidratos restrita de gorduras, pobre em colesterol, não devendo exceder em 30% do valor calórico total diário recomendado (padrão estabelecido pela Associação Americana de Diabetes)

82 A Síndrome Metabólica é considerada um transtorno complexo caracterizado por um conjunto de fatores de riscos cardiovasculares, relacionados com a resistência a insulina, e obesidade abdominal.


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