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Em um conceito adaptado da American Accounting Association, auditoria pode ser entendida como o campo do saber voltado para o desenvolvimento e aperfeiçoamento.

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3 Em um conceito adaptado da American Accounting Association, auditoria pode ser entendida como o campo do saber voltado para o desenvolvimento e aperfeiçoamento do processo sistemático de obtenção de evidências que visa aquilatar o grau de conformidade das práticas e afirmações frente aos padrões estabelecidos e à comunicação dos resultados aos diversos interessados.

4 De forma mais restrita, pode entender-se como a técnica que consiste no exame de documentos e registros, inspeções, obtenção de informações e confirmações externas e internas, obedecendo às normas e procedimentos apropriados, objetivando verificar se as demonstrações contábeis representam adequadamente a situação nelas demonstrada de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade e normas de contabilidade, de maneira uniforme.

5 Remonta a Antiguidade, quando os proprietários que confiavam seus bens à guarda de terceiros, conferiam ou mandavam conferir os rendimentos auferidos. A Igreja Católica, o Comércio em Veneza e as Grandes Navegações são fatores responsáveis pela manutenção da atividade. Surge o termo Auditor, na concepção que é conhecido atualmente, na Inglaterra, no reinado de Eduardo I. Ele próprio mandou verificar as contas do testamento de sua falecida esposa. A aprovação desses auditores é atestada em um documento que constitui um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado "probatur sobre as contas".

6 Evoluiu com a Revolução Industrial na Ingla- terra. A partir de 1845, as Cias. de Estradas de ferro inglesas que operavam nos Estados Unidos, são obrigadas a ter os Balanços anuais auditados. A partir de 1850, criaram-se as associações de classe. Em 1887 é criado o AICPA ( American Institute of Certified Public Accountants ). Surge a Auditoria Interna após a quebra da Bolsa de Nova York. Em 1949, o AICPA trata pela primeira vez do termo Auditoria Interna.

7 Instala-se no Brasil, a partir de 1940 acompanhando as companhias multinacionais. Na década de 60, os auditores organizam-se em classe através do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, IBRACON. Em 1965 é promulgada a lei que regulamentava o Mercado de Capitais e fazia referência à Auditoria Independente. Ainda neste ano, uma Resolução do BACEN, estabelece regras para o exercício da Auditoria Independente. Em 1972, a Resolução 321 do CFC instituiu as Normas e Procedimentos de Auditoria. Em 1976, a lei das S.A e a criação da CVM, reafirmam a obrigatoriedade da Auditoria Independente.

8 As normas de auditoria se constituem em regras práticas que visam a orientar o profissional na consecução dos objetivos traçados para determinado trabalho. Por se tratar de serviço que leva à emissão de opinião, por sua vez, de caráter subjetivo, torna-se necessário estabelecer uma razoável padronização, de forma a evitar entre diferentes profissionais, opiniões excessivamente díspares acerca de um mesmo objeto de exame.

9 Quanto ao vínculo: Auditoria Externa Auditoria Interna Terceirizada Quanto ao objetivo: Auditoria Operacional Auditoria Contábil Auditoria de Gestão Auditoria de Sistemas Auditoria da Qualidade Auditoria Ambiental Quanto à natureza: Permanente Eventual Especial Quanto à extensão: Geral Parcial Revisão Limitada Quanto à profundidade: Revisão Integral Por testes Quanto ao processo de Verificação: Direta A distância Indireta Quanto ao âmbito do trabalho: Setor Privado Setor Governamental

10 Consiste no plano de Organização e todos os métodos e medidas coordenados, adotados dentro da empresa para salvaguardar seus ativos, verificar a adequação e confia - bilidade de seus dados contábeis, promover a eficiência opera- cional e fomentar respeito e a obediência às políticas adminis- trativas fixadas pela gestão. Classificação: Contábeis Administrativos

11 Princípios Básicos: Delimitação de responsabilidades Segregação de funções Definição do Manual de Organização Qualificação de Pessoal ( Seleção e Treinamento) Rotatividade de Pessoal Confrontação periódica com registros contábeis Criação de controles físicos, limitando o acesso aos ativos Auditoria Interna Relação CustoxBenefício LIMITAÇÕES: - Conluio - Negligência - Imperícia

12 Levantamento de todas as informações acerca da empresa; Reunião com a empresa auditada; Auditoria preliminar a) Procedimentos relacionados a Controles Internos b) Revisão Analítica c) Revisão de pontos de Relatório anterior d) Definição de Relevância e Risco e) Elaboração de Programas Planejamento das horas; e Carta de Informações.

13 Questionários,Entrevistas, Leitura de Manuais, Fluxogramação Flagrantes ou Documentais Auditoria Analítica Risco Específico

14 São investigações técnicas que tomadas em conjunto, permitem a formação fundamenta- da opinião do Auditor sobre as Demonstra- ções Contábeis ou sobre o trabalho realizado. A utilização adequada dos procedimentos de Auditoria e sua conjugação aos objetivos a serem atingidos, formularão o Programa de Trabalho. Quanto à natureza podem ser: Testes Substantivos Testes de Observância ou Aderência

15 Exame Físico Em preto Confirmação Circularização Positiva Em branco Circularização Negativa Exame de documentos originais Conferência Exame de Escrituração Entrevista ou Inquérito Exame de registros auxiliares Correlação Observação Investigação Minuciosa Revisão Analítica Ageing e Exame de Liquidação Subseqüente Cut- off (auxiliar) EVIDÊNCIAEVIDÊNCIA OK, Suficiente Adequada Relevante Útil

16 PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA TESTES DE SUPERAVALIAÇÃO X TESTES DE SUBAVALIAÇÃO CONTAS ATIVAS CONTAS PASSIVAS CONTAS DE RESULTADO

17 Representa o roteiro a ser seguido pelo Auditor na execução de seu trabalho e deve ser preparado com base na avaliação dos controles internos, levando-o a dirigir seus testes em função deste.Consiste no plano de trabalho para exame de área específica. Entretanto ele descreve apenas em termos gerais, como se pretende obter satisfação com a Auditoria. Vantagens oferecidas: Estabelecer a forma adequada de realização do trabalho. Controlar o tempo dispendido na realização do trabalho. Conter as considerações do Auditor para determinação do trabalho. Explicar a seqüência lógica de realização do trabalho. Evidenciar os trabalhos e quaisquer modificações ocorridas em relação ao original.

18 Conjunto de formulários e documentos, os quais contêm os apontamentos coligidos pelo Auditor, no decurso de seus exames. Finalidades: Colher elementos comprobatórios suficientes, visando dar base e sustentáculo a sua opinião. Facilitar a revisão por parte do Auditor responsável. Servir como base para avaliação pessoal dos auditores Representar na justiça (se necessário) as evidências do trabalho executado. Classificação: Correntes Permanentes

19 Compreendem o produto final do trabalho e visam o atendimento às necessidades dos diversos usuários da auditoria. Por conseguinte, devem refletir a qualidade e o zelo aplicado durante os exames. Dada a finalidade e os diferentes tipos de auditoria, os relatórios podem apresentar estruturas diferentes, destacando-se dois tipos básicos: O Parecer O Relatório Circunstanciado

20 Consiste em três itens básicos: Verificação dos lançamentos de ajuste e/ou reclassificações: - Análise dos Pontos de Relatório levantados - Discussão com a empresa auditada. - Determinação dos lançamentos contábeis a serem procedidos - Observação dos efeitos dos ajustes, da correta provisão do Im- posto de Renda e cálculo das reservas. - Ajustamento das Folhas mestras diante dos ajustes propostos e organização geral dos Papéis de Trabalho. - Conclusão sobre as áreas em exame Elaboração do Parecer de Auditoria Elaboração do Relatório Longo

21 Profa. Ruth Carvalho de Santana Pinho

22 Auditoria de Gestão é a atividade retrospectiva e prospectiva, que consiste no levantamento, análise e crítica dos resultados alcançados e no mapeamento de cenários e perspectivas para o futuro, a fim de subsidiar decisões da alta administração para consecução dos objetivos empresarias. ( SANTOS,1998, p. 21) Auditoria de Gestão é a auditoria que avalia a performance de uma gestão, de modo a verificar a sua eficiência e eficácia. ( ARAÚJO, 1998, p. 49)

23 A auditoria operacional consiste de revisões metódicas de programas, organizações, atividades ou segmentos operacionais dos setores públicos e privados, com a finalidade de avaliar e comunicar se os recursos da organização estão sendo usados eficientemente, bem como, se estão sendo alcançados os objetivos operacionais. (ARAÚJO, 1998, p. 35)

24 Atividade documentada objetivando a verificação, por exame e avaliação, de que os elementos aplicáveis do programa de garantia da qualidade foram estabelecidos, documentados e implementados de forma eficaz e de acordo com os requisitos especificados. (CAN-CSA-Z –1989 )

25 Processo de verificação sistemática e documentada para, objetivamente, obter e avaliar evidências que determinam os aspectos ambientais específicos das atividades, eventos, condições e sistemas de gerenciamento. Ou ainda, se as informações relacionadas aos mesmos, apresentam conformidade com o critério de auditoria, comunicando-se os resultados deste processo ao cliente. ( ISO 14010)

26 A Auditoria de Sistemas consiste numa ação conjunta de revisão e avaliação da qualidade de controle interno de sistemas informatizados, cobrindo os aspectos de planejamento, iniciação, execução e registro de transações, o qual deve atender aos seguintes aspectos: - fidelidade da informação em relação ao dado; - segurança física; - segurança lógica; - confidencialidade; - segurança ambiental; - obediência à legislação em vigor; - eficiência; - eficácia; e, - obediência às políticas da alta administração.

27 Auditoria Governamental é um conjunto de técnicas que visa avaliar a gestão pública, pelos processos e resultados gerenciais, e a aplicação de recursos públicos por entidades de direito público e privado, mediante a confrontação entre uma situação encontrada com um determinado critério técnico, operacional e legal. (SFCI, 2001:34)


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