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ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA SEMINÁRIO QUE FUTURO PARA A INDÚSTRIA PORTUGUESA? TEMA QUAIS OS SECTORES INDUSTRIAIS DO FUTURO? José Félix Ribeiro.

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1 ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA SEMINÁRIO QUE FUTURO PARA A INDÚSTRIA PORTUGUESA? TEMA QUAIS OS SECTORES INDUSTRIAIS DO FUTURO? José Félix Ribeiro

2 O CRESCIMENTO E A PROSPERIDADE DE UMA PEQUENA ECONOMIA ABERTA COMO A PORTUGUESA DEPENDE MUITO DA SUA CAPACIDADE DE OFERECER BENS E SERVIÇOS NOS MERCADOS INTERNACIONAIS QUE TENHAM UMA PROCURA DINÂMICA E UM PREÇO REMUNERADOR

3 1. PORTUGAL E A SUA CARTEIRA DE ACTIVIDADES PRODUTORAS DE BENS E SERVIÇOS MAIS TRANSACCIONÁVEIS

4 INDÚSTRIA ALTA TECNOLOGIA - INOVAÇÃO INDÚSTRIAS COM ELEVADAS ESCALAS ~DE PRODUÇÃO E MÉDIA TECNOLOGIA INDÚSTRIAS INTENSIVAS EM CAPITAL E RECURSOS NATURAIS INDÚSTRIA TRABALHO INTENSIVA/ BAIXAS QUALIFICAÇÕES INDÚSTRIA INTENSIVA EM RECURSOS NATUARIS INDÚSTRIA ALTA TECNOLOGIA – FABRICO/ MONTAGEM PORTUGAL PORTUGAL – UMA POSIÇÃO PERIGOSA NO COMÉRCIO INTERNACIONAL TURISMO INTENSIVO EM FACTORES NATURAIS ´PRODUTOS DIFERENCIADOS/ MÉDIA TECNOLOGIA

5 Circuitos Electrónicos Vestuário Interior de Malha Transformadores Eléctricos, e Conversores estáticos,... Vestuário exterior de Malha Produtos. Petrolíferos Refinados Fios e Cabos Eléctricos Produtos de Cortiça Natural Veículos de passageiros Veículos Comerciais Pasta madeira... Partes e Componentes para Automóvel Aglomerados de Cortiça Têxteis Lar Vestuário de Tecido (Homem) Vinho Moldes Papel e Cartão Calçado... Ap. Receptores de Radiotelefonia / Radiodifusão Crescimento Médio do Comércio Mundial (todos os produtos) Mudança da Quota de Mercado de Portugal no Comércio Mundial, Crescimento do Comércio Mundial, % p.a., PERFIL DE EXPORTAÇÕES DE PORTUGAL Condensadores

6 Uma forte presença em sectores trabalho intensivos em que ainda é insuficiente o peso de capital simbólico para diferenciar os produtos; sendo de esperar mais perdas de empregos no calçado, cablagens e vestuário Uma presença em sectores dependentes da escala de produção – nomeadamente no sector automóvel – ainda pouco estruturada, dependente de uma grande empresa – a AUTOEUROPA – e de um conjunto de produtores estrangeiros que em Portugal fabricam componentes, dos quais vários são simples – cablagens, assentos, etc Uma presença na electrónica centrada em torno de um produto final – autorádios – (Blaupunkt, Grundig, Pioneer) em que conta com vários fabricantes (Blaupunkt, Grundig, Pioneer) e de um único centro de decisão – o grupo SIEMENS – com a Siemens, a Infineon e a EPCOS para as outras produções Uma presença turística ainda muito dependente do sol praia com cada vez menor competitividade

7 PORTUGAL MALÁSIA FILIPINAS TAILÂNDIA AFRICA NORTE TURQUIA PAQUISTÃO ÍNDIA CHINA ROMÉNIA BULGÁRIA POLÓNIA ESLOVÁQUIA HUNGRIA REP. CHECA ANDALÚZIA VALÊNCIA/ GALIZA CATALUNHA BRASIL/CARAÍBAS

8 2. PORTUGAL – UM URGENTE REPOSICIONAMENTO NA ECONOMIA GLOBAL

9 O DESAFIO PARA PORTUGAL UM CRESCIMENTO SUSTENTADO, CRIADOR DE EMPREGOS E ASSENTE NUM AUMENTO DA PRODUTIVIDADE DA ECONOMIA, CONDIÇÃO PARA UMA MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE VIDA PARTINDO DE UM POOL DE RECURSOS HUMANOS DEFICIENTEMENTE PREPARADO EM TERMOS DE HABILITAÇÕES ESCOLARES E QUALIFICAÇÕES PROFISSIONAIS

10 ACTIVIDADES INTENSIVAS EM TECNOLOGIA COM GRANDE POTENCIAL DE CRESCIMENTO ACTIVIDADES EM PROCESSO ACELERADO DE OUTSOURCING OU DESLOCALIZAÇÃO PARA O EXTERIOR DOS PÁISES MAIS DESENVOLVIDOS DINÂMICA MUNDIAL DAS ACTIVIDADES - OLHANDO PARA O FUTURO

11 ELECTRONIC MANUFACTURING SERVICES SOFTWARE ACTIVIDADES INTENSIVAS EM TECNOLOGIA COM GRANDE POTENCIAL DE CRESCIMENTO FARMÁCIA/BIOTECNOLOGIA EQUIPº /DISPOSITIVOS MÉDICOS FOTÓNICA & ELECTRÓNICA COMUNICAÇÕES & INTERNET ENTRETENIMENTO DIGITAL MOBILIDADE VERDE ROBÓTICA & AERONAÚTICA FUEL CELLS & HIDROGÉNIO ACTIVIDADES EM RÁPIDO PROCESSO DE OUTSOURCING OU DESLOCALIZAÇÃO SERVIÇOS ÀS EMPRESAS BACK OFFICE & RELACIONAMENTO COM CLIENTES SERVIÇOS INFORMÁTICOS TURISMO & LAZER SAÚDE & REABILITAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE NOVAS BACIAS ENERGÉTICAS- (EX: AFRICA)

12 ACTIVIDADES INTENSIVAS EM TECNOLOGIA COM GRANDE POTENCIAL DE CRESCIMENTO LOCALIZAÇÃO DA ACTUAL CARTEIRA DE ACTIVIDADES INTERNACIONALIZADAS DE PORTUGAL LOCALIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DE I&D EXISTENTES EM PORTUGAL ACTIVIDADES EM PROCESSO ACELERADO DE OUTSOURCING OU DESLOCALIZAÇÃO

13 LOCALIZAÇÃO FUTURA DA CARTEIRA DE ACTIVIDADES INTERNACIONALIZADAS DE PORTUGAL LOCALIZAÇÃO FUTURA DE COMPETÊNCIAS DE I&D EXISTENTES EM PORTUGAL 2005/15 UM REPOSICIONAMENTO DA CARTEIRA DE ACTIVIDADES INTERNACIONALIZADAS DA ECONOMIA PORTUGUESA

14 COM QUE BASE DE PARTIDA PODEMOS NÓS PROCURAR IDENTIFICAR DE ENTRE ESTA VARIEDADE DE ACTIVIDAES QUE VÃO CRESCER NO COMÉRCIO INETRNACIONAL AQUELAS QUE PORTUGAL PODERÁ TER MAIS OPORTUNIDADES DE CAPTAR

15 TRÊS CRITÉRIOS BÁSICOS: OS CONHECIMENTOS AS COMPETÊNCIAS AS CONEXÕES TRÊS CRITÉRIOS ADICIONAIS AS VANTAGENS NATURAIS AS VANTAGENS DE LOCALIZAÇÃO AS VANTAGENS ADQUIRIVEIS POR ANTECIPAÇÃO

16 VANTAGENS NATURAIS Fachada Atlântica Clima & Amenidades Abundância de territórios planos e de baixa densidade populacional VANTAGENS DE LOCALIZAÇÃO NA ECONOMIA GLOBAL Proximidade da principal rota marítima Ásia/Europa Afastamento das rotas aéreas mais congestionadas da Europa Proximidade de uma Bacia Energética em Consolidação - África VANTAGENS DE ANTECIPAÇÃO Aposta na Mobilidade Urbana Sustentável Opção pela Energia Urbana Descentralizada e Fiável Competição nas Soluções de Acesso Local em Banda Larga

17 CONHECIMENTOS Biologia & Ciências Biomédicas Robótica & Engª Mecânica Ciências da Computação & Tecnologias das Comunicações COMPETÊNCIAS Engª Têxtil Polímeros & Plásticos Equipº Eléctrico & Automação Serviços de Telecomunicações & Comunicações Militares Engª de software CONEXÕES Empresas alemãs Automóvel Auto - rádios Comunicações& Multimédia Software & Serviços

18 A NECESSIDADE DE CONCEBER UMA ESTRATÉGIA DE DE DESENVOLVIMENTO PARA O PERÍODO 2005/15 QUE PROCURE RESPONDER A ESTE DESAFIO APOIANDO-SE EM ACTIVIDADES DIFERENCIADAS PARA CRIAÇÃO DE EMPREGO E PARA O AUMENTO DE PRODUTIVIDADE DA ECONOMIA

19 Actividades Geradoras de Emprego e Contribuindo para a Elevação Sustentada da Produtividade da Economia Actividades Geradoras de Emprego mas Contribuindo Pouco para a Elevação da Produtividade da Economia Actividades Contribuindo para Elevação da Produtividade da Economia em Sectores Perdedores de Emprego

20 TURISMO & ACOLHIMENTO TELE – SERVIÇOS & BACK OFFICE ACTIVIDADES GERADORAS DE EMPREGO SEM IMPACTO SIGNIFICATIVO NO AUMENTO DA PRODUTIVIDADE GLOBAL DA ECONOMIA

21 TURISMO & ACOLHIMENTO 1)Desenvolvimento das actividades de acolhimento que assentam na mesma dotação de factores naturais do que turismo e que podem aproveitar infra-estruturas do turismo mas que são uma realidade distinta – dos estágios desportivos aos congressos, dos serviços de reabilitação aos centros de formação das empresas multinacionais, etc. 2)Forte crescimento do turismo residencial dirigido às classes médias da Europa do Norte, mercado para onde uma parte mais significativa das actividades de promoção imobiliária e construção se poderiam dirigir; turismo exigente em qualidade ambiental, bons sistemas de saúde, transportes aéreos e animação cultural e artística 3)Forte crescimento do turismo associado a valências distintas do sol – praia, embora nalguns casos se possam combinar com elas como o desporto (golf, desportos radicais), o jogo (casinos e corridas de cavalos), a cultura e a fruição do património, os eventos, etc.

22 TELESERVIÇOS/SERVIÇOS BACKOFFICE 1) Instalação em larga escala de empresas de serviços partilhados, de web services e de serviços de assistência técnica e monitorização à distância e de outros tele- serviços, transformando Lisboa numa das capitais do back office na Europa

23 TURISMO & ACOLHIMENTO -– TELE–SERVIÇOS & BACK OFFICE TÊXTEIS TÉCNICOS AUTOMAÇÃO & LOGÍSTICA MODA AGRICULTURA ESPECIA LIDADES PLÁSTICOS TÉCNICOS ACTIVIDADES QUE CONTRIBUEM PARA O AUMENTO DE PRODUTIVIDADE EM SECTORES EM PERDA DE EMPREGO

24 À PROCURA DE ACTIVIDADES CRIADORAS LÍQUIDAS DE EMPREGO E COM FORTE CONTRIBUIÇÃO PARA O AUMENTO DA PRODUTIVIDADE DA ECONOMIA

25 TURISMO & ACOLHIMENTO -SAÚDE– EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS TELE–SERVIÇOS & BACK OFFICE TÊXTEIS TÉCNICOS AUTOMAÇÃO -LOGÍSTICA MODA AGRICULTURA ESPECIA LIDADES PLÁSTICOS TÉCNICOS

26 SAÚDE & REABILITAÇÃO 1)Transformar Portugal num dos principais pólos europeus de concepção e fabrico de consumíveis hospitalares, puxando pelas competências no têxtil, no papel e fibras celulósicas e nos plásticos, e numa base de produção competitiva de dispositivos para as multinacionais da engenharia biomédica; 2)Desenvolver as actividades na área da Engenharia Biomédica e das tecnologias da informação e comunicação aplicadas à medicina e ao funcionamento dos sistemas de saúde; 3)Desenvolver actividades de serviço às multinacionais farmacêuticas – desde os testes, à fabricação por outsourcing, ao desenvolvimento de novas substâncias ou de novos métodos de administração de fármacos; 4)Criar um sector internacionalizado de prestação de cuidados de saúde e de reabilitação, apoiando-se na instalação de clínicas e/ou hospitais de renome internacional.

27 TURISMO & ACOLHIMENTO - COMUNICAÇÕES – SERVIÇOS, CONTEÚDOS & EQUIPAMENTOS SAÚDE– EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS TELE–SERVIÇOS & BACK OFFICE TELEMEDICINA TÊXTEIS TÉCNICOS AUTOMAÇÃO -LOGÍSTICA MODA AGRICULTURA ESPECIA LIDADES PLÁSTICOS TÉCNICOS

28 COMUNICAÇÕES & CONTEÚDOS 1)Criar as condições para a instalação em Portugal de uma base europeia de produção electrónica organizada em torno de empresas ODM – Original Design Manufacturers e EMS – Electronic Manufacturing Services; 2)Atrair para Portugal, uma empresa pioneira no desenvolvimento dos sistemas de comunicações wireless fixas de banda larga; 3)Apostar decididamente na área do entretenimento digital (jogos, animação e outros conteúdos para Digital Media) e nos conteúdos para o e-learning como áreas de produção de software a desenvolver no futuro; 4)Enraizar a actividade das multinacionais da electrónica automóvel instalada no País no sentido de o transformarem numa base de concepção e fabrico de equipamentos avançados para a comunicação, navegação e multimédia automóvel.

29 TURISMO & ACOLHIMENTO COMUNICAÇÕES- SERVIÇOS, CONTEÚDOS & EQUIPAMENTOS SAÚDE– EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS MOBILIDADE URBANA & AERONÁUTICA TELE–SERVIÇOS & BACK OFFICE TELEMEDICINA AUTO COMUNICAÇÕES TÊXTEIS TÉCNICOS AUTOMAÇÃO -LOGÍSTICA MODA AGRICULTURA ESPECIA LIDADES PLÁSTICOS TÉCNICOS

30 MOBILIDADE URBANA & AERONÁUTICA 1)Consolidar as actividades no cluster automóvel em torno da presença continuada de um ou dois OEM no País com o objectivo estratégico de atrair um novo OEM para o fabrico de veículos de transporte público com motorização híbrida; e da colaboração mais estreita com as firmas internacionais de engenharia e design automóvel e com os integradores não OEM; 2)Consolidar as actividades no cluster automóvel em torno da especialização na oferta de soluções integradas para o módulo habitáculo adquirindo competências que permitam fornecer outros sectores do material de transporte; 3)Desenvolver as actividades aeronáuticas em torno de três direcções – a manutenção de aviões construídos em materiais clássicos; a subcontratação para construtores aeronáuticos que centrem os seus novos modelos na utilização de materiais compósitos e a atracção de construtores em mercados nichos (aviões de desporto, aviões utilitários, aviões sem piloto (UAV) etc).

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32 OCEANOS & ENERGIA 1)Transformar Portugal numa base de apoio sofisticada – em termos de engenharia oceânica e de serviços de assistência técnica – às empresas petrolíferas que operam na bacia energética da África Ocidental, em exploração offshore 2)Desenvolver um pólo de concepção e fabrico de equipamento e módulos para electrónica e robótica submarina e de equipamentos para monitorização dos oceanos 3)Aproveitar as contrapartidas de aquisição de submarinos para participar no desenvolvimento de soluções de produção de electricidade baseada em fuel cells 4)Avançar experimentalmente no desenvolvimento com parceiros internacionais na exploração da energia eólica em offshore e da energia das ondas

33 O QUE É MAIS URGENTE 1)TORNAR O PAÍS MAIS ATRACTIVO PARA O INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO – FISCALIDADE; DESBUROCARTIZAÇÃO; FUNCIONAMENTO JUSTIÇA; QUALIFICAÇÃO RECURSOS HUMANOS; QUALIDADE E CUSTO TELECOMUNICAÇÕES; ACESSIBILIDADES INTERNACIONAIS; 2)GERAR UM MAIOR POOL DE CAPITAL DE RISCO E COLOCÁ-LO EM GRANDE PARTE AO SERVIÇO DA CAPTAÇÃO DE INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO 3)PROSSEGUIR NAS ACTUAÇÕES JÁ CONSENSUALIZADAS DE APOIO À INOVAÇÃO DAS PME`S PORTUGUESAS: INCENTIVOS FISCAIS À INOVAÇÃO; I&D EM CONSÓRCIO; APOIO À INSTALAÇÃO DE LABORATÓRIOS NAS EMPRESAS; APOIO À INTERNACIONALIZAÇÃO, ETC.

34 A COMPETITIVIDADE DE UMA ECONOMIA NÃO SE MEDE APENAS PELA COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS QUE NUM DADO MOMENTO VENDEM NO EXTERIOR BENS E SERVIÇOS TRANSACCIONÁVEIS MAS PELA SUA ATRACTIVIDADE, OU SEJA PELA EXISTÊNCIA DE CONDIÇÕES QUE TORNEM VANTAJOSA A ESCOLHA DO SEU TERRITÓRIO POR EMPRESAS MULTINACIONAIS, POR PME INOVADORAS E POR RECURSOS HUMANOS ALTAMENTE QUALIFICADOS

35 Maior Flexibilidade no Mercado Trabalho Sustentabilidade competitiva do sistema de pensões Solidez e Inovação do Sistema Financeiro – Disponibilidade de Capital de Risco Existência de Incentivos à Formação Contínua Crescente Internacionalização do Ensino Superior - Engenharias e Artes Redução do nível de tributação dos resultados das empresas Maior Prioridade à Captação IDE por parte dos Sistemas de Incentivos ao Investimento e Capital de Risco Público Fiabilidade e custos competitivos da oferta de electricidade Aeroportos internacionais bem conectados e e portos de águas profundas Extensão das redes de banda larga & custo competitivo das telecomunicações Qualidade e rapidez do Sistema Judicial Redução da Burocracia Elevação da Qualidade do Ensino Básico e Secundário Bom funcionamento dos serviços de certificação de qualidade e de apoio à inovação Eficiência do papel regulador do Estado Estabilidade Política com opções favoráveis à Economia de Mercado Elevação da Qualidade de Vida nas Principais Cidades Forte grau de utilização do ciberespaço pelas empresas e cidadãos ONDE ACTUAR PARA TORNAR PORTUGAL MAIS ATRACTIVO?


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