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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO (EST ) DEPARTAMENTO: CONTABILIDADE (STC) DISCIPLINA: ÉTICA GERAL.

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO (EST ) DEPARTAMENTO: CONTABILIDADE (STC) DISCIPLINA: ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL PONTO: DEONTOLOGIA OU ÉTICA DE PRINCÍPIO

2 ÉTICA DEFINIÇÃO: DEFINIÇÃO: A TEORIA OU CIÊNCIA DO COMPORTAMENTO MORAL DOS HOMENS EM SOCIEDADE, OU SEJA, É CIÊNCIA DE UM FORMA ESPECÍFICA DE COMPORTAMENTO HUMANO, O COMPORTAMENTO MORAL. (VASQUEZ) A TEORIA OU CIÊNCIA DO COMPORTAMENTO MORAL DOS HOMENS EM SOCIEDADE, OU SEJA, É CIÊNCIA DE UM FORMA ESPECÍFICA DE COMPORTAMENTO HUMANO, O COMPORTAMENTO MORAL. (VASQUEZ)

3 SENTIDO DE CORRESPONDÊNCIA Entre as afirmações e a realidade. Entre as afirmações e a realidade. Nos conduz a Ética Normativa e Descritiva. Nos conduz a Ética Normativa e Descritiva.

4 Ética Normativa: Ética Normativa: Numa afirmação normativa pretende-se fazer corresponder a realidade à afirmação. Por exemplo: "Não devemos maltratar os animais" é uma afirmação normativa, pois pretende que aconteça na realidade o que se afirma; Numa afirmação normativa pretende-se fazer corresponder a realidade à afirmação. Por exemplo: "Não devemos maltratar os animais" é uma afirmação normativa, pois pretende que aconteça na realidade o que se afirma; Ética Descritiva: Ética Descritiva: Numa afirmação descritiva pretende-se fazer corresponder a afirmação à realidade. Por exemplo: "A Terra é redonda" é uma afirmação descritiva, pois pretende que a afirmação represente a realidade. Numa afirmação descritiva pretende-se fazer corresponder a afirmação à realidade. Por exemplo: "A Terra é redonda" é uma afirmação descritiva, pois pretende que a afirmação represente a realidade.

5 ÉTICA NORMATIVA Definição: Definição: A que busca estabelecer princípios constantes e universalmente válidos de valorização da vida, definindo o bem moral como o ideal do melhor agir ou do melhor ser. A que busca estabelecer princípios constantes e universalmente válidos de valorização da vida, definindo o bem moral como o ideal do melhor agir ou do melhor ser.

6 ÉTICA NORMATIVA SE INDAGA: Quais normas gerais para a orientação e a avaliação da conduta devem ser moralmente aceitas e por que razões?; Quais normas gerais para a orientação e a avaliação da conduta devem ser moralmente aceitas e por que razões?; O que faz certas as ações consideradas certas?; O que faz certas as ações consideradas certas?; Como podemos dizer o que é certo?; Como podemos dizer o que é certo?; Como posso ser moral?; Como posso ser moral?; Ser moralmente certo é sempre ser eticamente certo?. Ser moralmente certo é sempre ser eticamente certo?.

7 ÉTICA NORMATIVA A ética kantiana e a utilitarista são exemplos amplamente conhecidos, não descrevem o modo como as pessoas pensam ou se comportam; antes prescrevem o modo como as pessoas devem pensar e comportar-se. A ética kantiana e a utilitarista são exemplos amplamente conhecidos, não descrevem o modo como as pessoas pensam ou se comportam; antes prescrevem o modo como as pessoas devem pensar e comportar-se. Por isso se chama "ética normativa": o seu objetivo principal é formular normas válidas de conduta e de avaliação do caráter Por isso se chama "ética normativa": o seu objetivo principal é formular normas válidas de conduta e de avaliação do caráter

8 ÉTICA NORMATIVA A Ética normativa é mais do que prescrever regras e leis, pois procura enunciar as normas que assegurem e satisfaçam a autoridade do que deve ser, para que a sociedade atinja seus objetivos. A Ética normativa é mais do que prescrever regras e leis, pois procura enunciar as normas que assegurem e satisfaçam a autoridade do que deve ser, para que a sociedade atinja seus objetivos.

9 ÉTICA NORMATIVA A Ética normativa é mais do que prescrever regras e leis, pois procura enunciar as normas que assegurem e satisfaçam a autoridade do que deve ser, para que a sociedade atinja seus objetivos. A Ética normativa é mais do que prescrever regras e leis, pois procura enunciar as normas que assegurem e satisfaçam a autoridade do que deve ser, para que a sociedade atinja seus objetivos.

10 NORMATIZAÇÃO A NORMATIZAÇÃO NOS CONDUZ A UMA PARTEZINHA DA ÉTICA: DEONTOLOGIA. (FRASE DE GEORGE EDWARD MOORE) A NORMATIZAÇÃO NOS CONDUZ A UMA PARTEZINHA DA ÉTICA: DEONTOLOGIA. (FRASE DE GEORGE EDWARD MOORE) DEONTOLOGIA É UM SEGMENTO DA FILOSÓFIA QUE ESTUDA OS PRINCÍPIOS, OS FUNDAMENTOS E OS SISTEMAS DE MORAL.(ARRUDA) DEONTOLOGIA É UM SEGMENTO DA FILOSÓFIA QUE ESTUDA OS PRINCÍPIOS, OS FUNDAMENTOS E OS SISTEMAS DE MORAL.(ARRUDA)

11 DEONTOLOGIA SURGE DAS PALAVRAS GREGAS DÉON, DÉONTOS QUE SIGNIFICA DEVER E LÓGOS QUE SE TRADUZ POR DISCURSO OU TRATADO. O TERMO FOI INTRODUZIDO EM 1834, POR JEREMY BENTHAM, PARA REFERIR-SE AO RAMO DA ÉTICA CUJO O OBJETO DE ESTUDO SÃO OS FUNDAMENTOS DO DEVER E AS NORMAS MORAIS. É CONHECIDA TAMBÉM SOB O NOME DE TEORIA DO DEVER.

12 DEONTOLOGIA NA FILOSÓFIA MORAL CONTEMPORÂNEA, É UMA DAS TEORIAS NORMATIVAS SEGUNDO AS QUAIS AS ESCOLHAS SÃO MORALMENTE NECESSÁRIAS, PROIBIDAS OU PERMITIDAS. NA FILOSÓFIA MORAL CONTEMPORÂNEA, É UMA DAS TEORIAS NORMATIVAS SEGUNDO AS QUAIS AS ESCOLHAS SÃO MORALMENTE NECESSÁRIAS, PROIBIDAS OU PERMITIDAS. PORTANTO INCLUI-SE ENTRE AS TEORIAS MORAIS QUE ORIENTAM NOSSAS ESCOLHAS SOBRE O QUE DEVE SER FEITO. PORTANTO INCLUI-SE ENTRE AS TEORIAS MORAIS QUE ORIENTAM NOSSAS ESCOLHAS SOBRE O QUE DEVE SER FEITO.

13 ÉTICA DEONTOLOGICA DE KANT O IMPERATIVO CATEGÓRICO É O PRINCÍPIO OU LEI MORAL FUNDAMENTAL. O IMPERATIVO CATEGÓRICO É O PRINCÍPIO OU LEI MORAL FUNDAMENTAL. OPOSIÇÃO AO HIPOTÉTICO, PORQUE SE NOS APRESENTA COMO UMA OBRIGAÇÃO ABSOLUTA OU INCONDICIONAL. OPOSIÇÃO AO HIPOTÉTICO, PORQUE SE NOS APRESENTA COMO UMA OBRIGAÇÃO ABSOLUTA OU INCONDICIONAL. AGIR POR DEVER É O MODO DE CONFERIR À AÇÃO O VALOR MORAL, QUE POR SUA VEZ A PERFEIÇÃO MORAL SÓ PODE SER ATINGIDA POR UMA VONTADE LIVRE. AGIR POR DEVER É O MODO DE CONFERIR À AÇÃO O VALOR MORAL, QUE POR SUA VEZ A PERFEIÇÃO MORAL SÓ PODE SER ATINGIDA POR UMA VONTADE LIVRE. DEVER-SER, DETERMINANDO A VONTADE SUBMETIDA À OBRIGAÇÃO. DEVER-SER, DETERMINANDO A VONTADE SUBMETIDA À OBRIGAÇÃO. O PREDICADO OBRIGATÓRIO DA PERSPECTIVA DEONTOLÓGICA, DESIGNA NA VISÃO MORAL O RESPEITO DE SI. O PREDICADO OBRIGATÓRIO DA PERSPECTIVA DEONTOLÓGICA, DESIGNA NA VISÃO MORAL O RESPEITO DE SI.

14 DEONTOLOGIA PROFISSIONAL É UMA DEONTOLOGIA APLICADA, CASO EM QUE NÃO SE ESTÁ DIANTE DE UMA ÉTICA NORMATIVA, MAS SIM DESCRITIVA E INCLUSIVE PRESCRITIVA. É UMA DEONTOLOGIA APLICADA, CASO EM QUE NÃO SE ESTÁ DIANTE DE UMA ÉTICA NORMATIVA, MAS SIM DESCRITIVA E INCLUSIVE PRESCRITIVA. CADA PROFISSIONAL ESTÁ SUJEITO A UMA DEONTOLOGIA PRÓPRIA A REGULAR O EXERCÍCIO DE SUA PROFISSÃO, CONFORME O CÓDIGO DE ÉTICA DE SUA CATEGORIA.. CADA PROFISSIONAL ESTÁ SUJEITO A UMA DEONTOLOGIA PRÓPRIA A REGULAR O EXERCÍCIO DE SUA PROFISSÃO, CONFORME O CÓDIGO DE ÉTICA DE SUA CATEGORIA..

15 DEONTOLOGIA PROFISSIONAL DEFINIÇÃO: - É O CONJUNTO CODIFICADO DAS OBRIGAÇÕES IMPOSTAS AOS PROFISSIONAIS DE UMA DETERMINADA ÁREA, NO EXERCÍCIO DE SUA PROFISSÃO.

16 ÉTICA PROFISSIONAL OU DEONTOLOGIA NA CONTABILIDADE, É UM CONJUNTO DE PRINCÍPIOS ÉTICOS GERAIS E REGRAS PARTICULARES SOBRE PROBLEMAS ESPECÍFICOS DA PROFISSÃO DO CONTADOR, SÃO REGIDOS PELO CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL, SENDO ESTE, UMA RELAÇÃO ORGANIZADA DE PROCEDIMENTOS PROIBIDOS E PERMITIDOS EM UM DETERMINADO CORPO SOCIAL NA CONTABILIDADE, É UM CONJUNTO DE PRINCÍPIOS ÉTICOS GERAIS E REGRAS PARTICULARES SOBRE PROBLEMAS ESPECÍFICOS DA PROFISSÃO DO CONTADOR, SÃO REGIDOS PELO CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL, SENDO ESTE, UMA RELAÇÃO ORGANIZADA DE PROCEDIMENTOS PROIBIDOS E PERMITIDOS EM UM DETERMINADO CORPO SOCIAL

17 CÓDIGO DE ÉTICA X DEONTOLOGIA OS CÓDIGOS DE ÉTICA SÃO DIFÍCILMENTE SEPARÁVEIS DA DEONTOLOGIA PROFISSIONAL. OS CÓDIGOS DE ÉTICA SÃO DIFÍCILMENTE SEPARÁVEIS DA DEONTOLOGIA PROFISSIONAL. A NORMATIZAÇÃO É PRÓPRIA DO CÓDIGO DEONTOLÓGICO. A NORMATIZAÇÃO É PRÓPRIA DO CÓDIGO DEONTOLÓGICO. A ÉTICA PROFISSIONAL OU DEONTOLOGIA, COMPREENDE O ESTUDO DOS DEVERES DE CADA PROFISSÃO, FORNECENDO MÉTODOS QUE NORTEIAM A CONDUTA DOS PROFISSIONAIS. A ÉTICA PROFISSIONAL OU DEONTOLOGIA, COMPREENDE O ESTUDO DOS DEVERES DE CADA PROFISSÃO, FORNECENDO MÉTODOS QUE NORTEIAM A CONDUTA DOS PROFISSIONAIS.

18 CÓDIGOS DEONTOLÓGICOS TÊM, NO SEU INÍCIO UM INTERESSE PROFISSIONAL. TÊM, NO SEU INÍCIO UM INTERESSE PROFISSIONAL. TÊM UM CARÁTER DISCIPLINAR. TÊM UM CARÁTER DISCIPLINAR. TÊM UM CARÁTER FISCALIZADOR. TÊM UM CARÁTER FISCALIZADOR. TÊM, UM CARÁTER PUNITIVO. TÊM, UM CARÁTER PUNITIVO. A ÉTICA VAI MUITO ALÉM DA DEONTOLOGIA. (ARRUDA) A ÉTICA VAI MUITO ALÉM DA DEONTOLOGIA. (ARRUDA)

19 CÓDIGOS DONTOLÓGICOS NASCERAM PARA MANTER A BOA IMAGEM DO PROFISSIONAL PERANTE A SOCIEDADE, PORQUE AQUELE PROFISSIONAL QUE NÃO SE COMPORTA DIREITO ESTÁ PREJUDICANDO A TODOS OS PROFISSIONAIS DA MESMA ESPECIALIDADE. NASCERAM PARA MANTER A BOA IMAGEM DO PROFISSIONAL PERANTE A SOCIEDADE, PORQUE AQUELE PROFISSIONAL QUE NÃO SE COMPORTA DIREITO ESTÁ PREJUDICANDO A TODOS OS PROFISSIONAIS DA MESMA ESPECIALIDADE. ESTE GRUPO DE PROFISSIONAIS REGIDOS POR ESTE CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL, QUE TAMBÉM CHAMAMOS DE CÓDIGO DE ÉTICA DEONTOLÓGICO VEM RECEBENDO UM CARGO DE NOME FEIO CADA VEZ MAIS FREQUENTE: DEONTOLOGISTA. ESTE GRUPO DE PROFISSIONAIS REGIDOS POR ESTE CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL, QUE TAMBÉM CHAMAMOS DE CÓDIGO DE ÉTICA DEONTOLÓGICO VEM RECEBENDO UM CARGO DE NOME FEIO CADA VEZ MAIS FREQUENTE: DEONTOLOGISTA.

20 DEONTOLOGISTAS CARGO QUE É UMA EXIGÊNCIA DO CONSELHO DOS MERCADOS FINANCEIROS – CMF, EM CADA EMPRESA DO SETOR, NA FRANÇA DESDE 1997 E TORNOU TAMBÉM OBRIGATÓRIO NA INGLATERRA. CARGO QUE É UMA EXIGÊNCIA DO CONSELHO DOS MERCADOS FINANCEIROS – CMF, EM CADA EMPRESA DO SETOR, NA FRANÇA DESDE 1997 E TORNOU TAMBÉM OBRIGATÓRIO NA INGLATERRA. RAROS NO BRASIL OU DE CONCEITUAÇÃO SOFISTICADA DEMAIS PARA OS DIRIGENTES, ACIONISTAS E OUTROS, EXISTE OUTRA MANEIRA DE A EMPRESA ATUAR QUANDO O ASSUNTO É A ÉTICA. RAROS NO BRASIL OU DE CONCEITUAÇÃO SOFISTICADA DEMAIS PARA OS DIRIGENTES, ACIONISTAS E OUTROS, EXISTE OUTRA MANEIRA DE A EMPRESA ATUAR QUANDO O ASSUNTO É A ÉTICA. A FORMAÇÃO DE UM CONSELHO DE ÉTICA. A FORMAÇÃO DE UM CONSELHO DE ÉTICA.

21 DEONTOLOGISTA É O EXECUTIVO QUE TEM A FUNÇÃO DE GUARDIÃO DA ÉTICA. É O EXECUTIVO QUE TEM A FUNÇÃO DE GUARDIÃO DA ÉTICA. A DEONTOLOGIA TORNOU-SE UM ELEMENTO FUNDAMENTAL DE GESTÃO PARA O VERDADEIRO SUCESSO DAS EMPRESAS NUMA NOVA ETAPA DO DESENVOLVIMENTO CAPITALISTA, DIZ MEDINA, VICE-PRESIDENTE ORSE, CUJA A FINALIDADE É PROVOCAR UMA REFLEXÃO GERAL SOBRE QUESTÕES ÉTICAS NAS EMPRESAS. A DEONTOLOGIA TORNOU-SE UM ELEMENTO FUNDAMENTAL DE GESTÃO PARA O VERDADEIRO SUCESSO DAS EMPRESAS NUMA NOVA ETAPA DO DESENVOLVIMENTO CAPITALISTA, DIZ MEDINA, VICE-PRESIDENTE ORSE, CUJA A FINALIDADE É PROVOCAR UMA REFLEXÃO GERAL SOBRE QUESTÕES ÉTICAS NAS EMPRESAS. OBSERVATÓRIO DA RESPONSABILIDADE SOCIETÁRIA DAS EMPRESAS - ORSE OBSERVATÓRIO DA RESPONSABILIDADE SOCIETÁRIA DAS EMPRESAS - ORSE

22 ARITMÉTICA LUCRO + DEONTOLOGIA = LUCRO JUSTIFICADO LUCRO + DEONTOLOGIA = LUCRO JUSTIFICADO A HUMANIDADE SE EMPOBRECE NÃO SÓ POR CAUSA DOS FRACASSOS, MAS TAMBÉM PELO SUCESSO – ILEGÍTIMO – DAS SUAS CORPORAÇÕES. A HUMANIDADE SE EMPOBRECE NÃO SÓ POR CAUSA DOS FRACASSOS, MAS TAMBÉM PELO SUCESSO – ILEGÍTIMO – DAS SUAS CORPORAÇÕES.

23 CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE CONTABILIDADE MAIORES DESAFIOS A PREOCUPAÇÃO É COM O LUCRO ACIMA DE TUDO; (NÃO HÁ LUGAR PARA ÉTICA) A PREOCUPAÇÃO É COM O LUCRO ACIMA DE TUDO; (NÃO HÁ LUGAR PARA ÉTICA) CLIENTES EXIGINDO DOS CONTADORES QUE BUSQUEM AS BRECHAS DA LEI; (MENOS IMPOSTOS) CLIENTES EXIGINDO DOS CONTADORES QUE BUSQUEM AS BRECHAS DA LEI; (MENOS IMPOSTOS) CULTURA BRASILEIRA;(LEVAR VANTAGEM EM TUDO) CULTURA BRASILEIRA;(LEVAR VANTAGEM EM TUDO) DIFICULDADE EM CONCILIAR A LEI COM A ÉTICA; DIFICULDADE EM CONCILIAR A LEI COM A ÉTICA; FISCALIZAÇÃO INSUFICIENTE DO CRC; FISCALIZAÇÃO INSUFICIENTE DO CRC; FORMAÇÃO DEFICIENTE DE MUITOS RÉCEM FORMADOS; FORMAÇÃO DEFICIENTE DE MUITOS RÉCEM FORMADOS; FALTA DE CONSCIENTIZAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS; FALTA DE CONSCIENTIZAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS; COMPETIÇÃO DESLEAL DO MERCADO. COMPETIÇÃO DESLEAL DO MERCADO.

24 FINALIZANDO EMBORA OS CÓDIGOS PRETENDAM OFERECER UMA RESERVA MORAL OU UMA GARANTIA DE CONFORMIDADE COM OS DIREITOS HUMANOS, ESTES PODEM, POR VEZES, CONSTITUIR UM PERIGO DE MONOPOLIZAÇÃO DE UMA DETERMINADA ÁREA OU GRUPO DE QUESTÕES, RELATIVAS A TODA A SOCIEDADE, POR UM CONJUNTO DE PROFISSIONAIS. EMBORA OS CÓDIGOS PRETENDAM OFERECER UMA RESERVA MORAL OU UMA GARANTIA DE CONFORMIDADE COM OS DIREITOS HUMANOS, ESTES PODEM, POR VEZES, CONSTITUIR UM PERIGO DE MONOPOLIZAÇÃO DE UMA DETERMINADA ÁREA OU GRUPO DE QUESTÕES, RELATIVAS A TODA A SOCIEDADE, POR UM CONJUNTO DE PROFISSIONAIS.

25 CONTADOR FRENTE AS GRANDES MUDANÇAS SOCIAIS O CONTADOR DEVE MANTER UM COMPORTAMENTO ADEQUADO ÀS EXIGÊNCIAS QUE LHE FAZ A SOCIEDADE. FRENTE AS GRANDES MUDANÇAS SOCIAIS O CONTADOR DEVE MANTER UM COMPORTAMENTO ADEQUADO ÀS EXIGÊNCIAS QUE LHE FAZ A SOCIEDADE. NÃO BASTANDO SUAS CONDIÇÕES TÉCNICAS, HAVENDO UMA NECESSIDADE DE ENCONTRAR UM FIM SOCIAL SUPERIOR NOS SERVIÇOS QUE EXECUTA. NÃO BASTANDO SUAS CONDIÇÕES TÉCNICAS, HAVENDO UMA NECESSIDADE DE ENCONTRAR UM FIM SOCIAL SUPERIOR NOS SERVIÇOS QUE EXECUTA.

26 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ARISTÓTELES.Ética a Nicômacos. Trad: 4ª ed. Brasília: UNB, 2001 ARISTÓTELES.Ética a Nicômacos. Trad: 4ª ed. Brasília: UNB, 2001 ARRUDA, Maria Cecília Coutinho de, ett e all.Fundamentos de ética empresarial e econômica. São Paulo. Atlas ARRUDA, Maria Cecília Coutinho de, ett e all.Fundamentos de ética empresarial e econômica. São Paulo. Atlas ASHLEY, Patrícia Almeida. Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo:Saraiva, ASHLEY, Patrícia Almeida. Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo:Saraiva, CHAUÍ, Marilena. Introdução à história da filósofia: dos pré- socráticos a Aristóteles. São Paulo: Companhia das Letras, CHAUÍ, Marilena. Introdução à história da filósofia: dos pré- socráticos a Aristóteles. São Paulo: Companhia das Letras, Código de Ética Profissional de Contabilidade/Conselho Federal de Contabilidade – Brasília – CFC Código de Ética Profissional de Contabilidade/Conselho Federal de Contabilidade – Brasília – CFC FERREIRA, Aurélio Buarque de H. Novo Dicionário Eletrônico Aurélio FERREIRA, Aurélio Buarque de H. Novo Dicionário Eletrônico Aurélio JACOMINO, Darlen – Revista Você S.A.: Você é um profissional ético? – Editora Abril – Edição 25 de julho de JACOMINO, Darlen – Revista Você S.A.: Você é um profissional ético? – Editora Abril – Edição 25 de julho de LISBOA, Lázaro Plácido. Ética Geral e Profissional em Contabilidade. Ed. São Paulo, Atlas LISBOA, Lázaro Plácido. Ética Geral e Profissional em Contabilidade. Ed. São Paulo, Atlas MOREIRA, Joaquim Manhães. A Ética Empresarial no Brasil. São Paulo: Pioneira, MOREIRA, Joaquim Manhães. A Ética Empresarial no Brasil. São Paulo: Pioneira, SÁ, Antonio Lopes de. Ética Profissional, Ed. São Paulo, Atlas, SÁ, Antonio Lopes de. Ética Profissional, Ed. São Paulo, Atlas, VASQUEZ,Adolfo Sanches. Ética. 15. Ed. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira VASQUEZ,Adolfo Sanches. Ética. 15. Ed. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira


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