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PLANO MUNICIPAL DO LIVRO E LEITURA. Um pouco da nossa História O PNLL é criado em 10 de agosto de 2006 por meio da portaria interministerial nº 1.142,

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Apresentação em tema: "PLANO MUNICIPAL DO LIVRO E LEITURA. Um pouco da nossa História O PNLL é criado em 10 de agosto de 2006 por meio da portaria interministerial nº 1.142,"— Transcrição da apresentação:

1 PLANO MUNICIPAL DO LIVRO E LEITURA

2 Um pouco da nossa História O PNLL é criado em 10 de agosto de 2006 por meio da portaria interministerial nº 1.142, da Cultura e Educação. Em Porto Alegre a luta começa em abril de 2010, em reunião preparatória à 56ª Feira do Livro. O Decreto Oficial nº regulamenta o Grupo de Trabalho em Porto Alegre é publicado no Diário Oficial no dia 15 de abril de No dia 17 de abril de 2011, acontece na Redenção o Livraço. Desde então, o GT reúne-se semanalmente, de forma alternada nas sedes das instituições participantes. Em 16 de setembro e 2011 o texto oficial do PMLL é entregue ao Prefeito José Fortunatti.

3 Objetivos

4 2. OBJETIVOS DO PMLL Objetivo Geral Porto Alegre uma cidade mais leitora assegura o acesso e a fruição estética à leitura para toda a sua população em ações conjuntas e continuadas. Objetivos Específicos descentralizar ações de promoção de leitura, criação literária e imagética; contribuir para a formação de famílias leitoras; ampliar o acesso à informação, à leitura e às tecnologias e mídias, com acervos atualizados; garantir que as escolas sejam centros de formação de leitores culturais e científicos por excelência; garantir o fortalecimento e criação de bibliotecas; ampliar a importância da leitura no imaginário coletivo; integrar entidades representativas do livro e leitura, potencializando sua rede de atuação; criar ações de leitura em espaços alternativos como rodoviárias, estações de trem, paradas de ônibus, barcos, praças, espaços de saúde, telecentros, supermercados, postos de combustível, aeroportos, entre outros; promover ações de formação de mediadores de leitura; contribuir para a formação de professores leitores; garantir a realização de ações de leitura para todos os públicos; incentivar a produção editorial local; oportunizar a divulgação e expressão de novos criadores; integrar acervos e espaços de prática de leitura através da informatização; possibilitar à cadeia criativa do livro condições para pesquisas e estudos; estimular, de forma descentralizada e abrangente, a criação literária; fomentar estudos e pesquisas na área de leitura; garantir a profissionalização dos mediadores de leitura;

5 Diagnóstico e Metodologia

6 Constituição do Diagnóstico Valendo-se de estratégias como reuniões, visitas, pesquisas, leitura de documentos oficiais, debates em fóruns, conferências temáticas, encontros regionais e aplicação de questionários, buscou-se avaliar o conjunto de ações de leitura realizadas na cidade, identificando as principais carências e apontando soluções. Também se ouviu a representação das cadeias criativa, mediadora e de produção do livro. Comunicação Utilizamos diversos meios para divulgação da Construção do PMLL na cidade, tais como: site, folder, adesivo, releases, entrevistas, outdoor, divulgação nas redes sociais diversas, entre outros. Elaboração do Plano O grupo de Trabalho dividiu-se em pequenos grupos temáticos, observando um roteiro comum. Como base para subsidiar sua escrita, foram utilizados os documentos diagnósticos e os resultados dos debates com a cidade.

7 ENCONTROS REGIONAIS Nordeste e Leste - Nascipaz Noroeste, Norte e Eixo - Associação 1º de Maio, Biblioteca Comunitária Ceprimoteca Partenon - Centro de Formação Murialdo, Biblioteca Ilê Ará Centro - Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues, sala Álvaro Moreyra Sul Centro Sul – Associação Sgto Raimundo Garcia, Biblioteca Bororó Restinga e Extremo Sul - Biblioteca do Centro de Promoção da Infância e Juventude - CPIJ Ilhas, Humaitá, Navegantes - Escola Estadual Alvarenga Peixoto Glória, Cruzeiro e Cristal - Biblioteca Comunitária do Cristal CONFERÊNCIAS TEMÁTICAS Eixo Desenvolvimento da Economia do Livro, realizado no auditório Luis Cosme da Casa de Cultura Mario Quintana, no dia 5 de julho de Palestrante: João Carneiro (Câmara Rio-Grandense do Livro). Eixo Fomento à Leitura e à Formação do Leitor – FABICO/UFRGS, 11 de julho de Palestrantes – Profªs. Lizandra Stabell, Eliane Moro, Maria do Rocio. Eixo Democratização de Acesso, 12 de julho de 2011, Teatro Bruno Kiefer – Casa de Cultura Mario Quintana. Palestrante: Elisa Machado – MINC / SNBP. Eixo Valorização Institucional da Leitura e Incremento do seu Valor Simbólico – Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Palestrante: secretário da Cultura Sergius Gonzaga, vereadores Fernanda Melchionna e Toni Proença.

8 METAS ECONOMIA DO LIVRO

9 EIXO DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA DO LIVRO Criação de parcerias público-privadas para a viabilização da implantação de programas de apoio às micro e pequenas empresas com formação continuada dos profissionais do mercado editorial, enfatizando a importância da manutenção das livrarias independentes. Programas de qualificação podem contar com parcerias como Câmara do Livro, Prefeitura de POA, sistema S e FAT/Ministério do Trabalho. Tal qualificação supriria a demanda de mão de obra qualificada do setor. criação de vitrines de livros em pontos de grande circulação na cidade, como, por exemplo, o aeroportos e terminais de passageiros; ampliar a inserção nos canais públicos de comunicação a divulgação de programações que tenham como tema livro e leitura; concessão de bolsas de criação literária; apoio à realização de ações com autores em escolas, bibliotecas, feiras e em outros eventos que tenham a leitura como fator protagonista; defesa dos direitos do escritor, inclusive com a realização de fóruns de direitos autorais; apoio à publicação de novos autores; recorrer às novas tecnologias de informação e comunicação para promover o acesso ao livro; criar novas formas de financiamentos e co-financiamentos para programas e estratégias para incrementar a produção e circulação dos livros e demais materiais bibliográficos; programas de apoio à tradução da literatura local; difusão da literatura e dos escritores gaúchos além da cidade; realização de novos concursos literários e a garantia e qualificação constante dos já existentes (Açorianos, Poema no Ônibus, Histórias do Trabalho); compra e distribuição de coleções de livros para espaços de leitura conveniados, sempre atendendo especificidades da comunidade, que deverá ser ouvida.

10 METAS DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO FORMAÇÃO DO MEDIADOR

11 EIXO FOMENTO À LEITURA E À FORMAÇÃO DO LEITOR e EIXO DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO A democratização do acesso ao livro e à leitura se dá através do entendimento da leitura como um direito social. A compreensão de uma cidade leitora pressupõe o ato de ler democratizado em espaços como bibliotecas públicas, escolares, comunitárias, pontos de leitura, mas também em parques, praças, centros culturais, casas, enfim, constituindo e valorizando a leitura no imaginário da cidade e de cada cidadão. Bibliotecas Públicas Meta de curto prazo (após a aprovação do PMLL) modernização das bibliotecas existentes; nomeação de bibliotecários concursados; recursos para atualização de acervo e equipamentos; realização de ações conjuntas com Sistema Estadual de Bibliotecas para modernização das bibliotecas mantidas pelo Estado; ampliação da circulação do acervo através de bibliotecas ambulantes; criação de rede de leitura através da integração das bibliotecas da cidade. Meta de médio prazo (5 anos) criação de uma biblioteca ramal para cada região do orçamento participativo; construção de biblioteca municipal modelo dentro dos padrões internacionais. Meta de longo prazo (10 anos) A meta de longo prazo é a criação de bibliotecas ramais em todos os bairros.

12 EIXO FOMENTO À LEITURA E À FORMAÇÃO DO LEITOR e EIXO DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Bibliotecas Públicas Meta de curto prazo (após a aprovação do PMLL) modernização das bibliotecas existentes; nomeação de bibliotecários concursados; recursos para atualização de acervo e equipamentos; realização de ações conjuntas com Sistema Estadual de Bibliotecas para modernização das bibliotecas mantidas pelo Estado; ampliação da circulação do acervo através de bibliotecas ambulantes; criação de rede de leitura através da integração das bibliotecas da cidade. Meta de médio prazo (5 anos) criação de uma biblioteca ramal para cada região do orçamento participativo; construção de biblioteca municipal modelo dentro dos padrões internacionais. Meta de longo prazo (10 anos) A meta de longo prazo é a criação de bibliotecas ramais em todos os bairros.

13 EIXO FOMENTO À LEITURA E À FORMAÇÃO DO LEITOR e EIXO DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Bibliotecas Escolares Meta de curto prazo (após a aprovação do PMLL) criação de salas de leitura em todas as Escolas de Educação Infantil conveniadas; informatização das bibliotecas; processamento técnico de todo acervo; nomeação de bibliotecários concursados para as escolas das SMED – 1 bibliotecário para no máximo cinco escolas – de acordo com padrão do Conselho Federal de Biblioteconomia e ampliação da Assessoria as Escolas de Educação Infantil com implantação de projetos de leitura precoce como Bebelendo; Meta de médio prazo (5 anos) melhoria dos índices de leitura da comunidade escolar; ampliação de horários da bibliotecas para todos os turnos; capacitação permanente de todos professores para mediação de leitura. abertura das bibliotecas para toda a comunidade escolar Meta Longo prazo (10 anos) Melhoria da rede de bibliotecas da cidade.

14 EIXO FOMENTO À LEITURA E À FORMAÇÃO DO LEITOR e EIXO DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Bibliotecas Comunitárias Meta de curto prazo (após a aprovação do PMLL) As bibliotecas comunitárias existentes tenham apoio governamental para manutenção de suas ações, principalmente no que se refere a viabilização de recursos humanos para o atendimento diário na biblioteca. Meta de médio prazo (5 anos) cada uma das 17 regiões do orçamento participativo da cidade tenha uma biblioteca comunitária polo, de referência para a região. Meta de longo prazo (10 anos) cada um dos 79 bairros oficiais e 13 bairros não-oficiais de Porto Alegre tenha uma biblioteca comunitária à disposição da comunidade.

15 METAS VALORIZAÇÃO INSTITUCIONAL DA LEITURA INCREMENTO DO SEU VALOR SIMBÓLICO

16 EIXO VALORIZAÇÃO INSTITUCIONAL DA LEITURA E INCREMENTO DO SEU VALOR SIMBÓLICO Para uma mudança significativa na realidade do livro e da leitura porto-alegrense, é vital a ampliação significativa dos recursos orçamentários que lhe são destinados. Com valores mais compatíveis, poderão ser realizados projetos e desenvolvidas políticas, atendendo às demandas de ampliação e modernização de espaços, qualificação dos serviços, adequação de mobiliários e equipamentos e constante atualização das mídias ofertadas; levar pelo menos um seminário/oficina/palestra do Festival do Inverno e ampliar a oferta de espetáculos promovidos pelo Porto Alegre em Cena a locais descentralizados; discutir diretrizes e reativar conselho editorial da Editora da Cidade; Prêmio Açoriano de Literatura/Edição: doação às bibliotecas públicas e comunitárias de 15% da tiragem das publicações; Fumproarte: ampliar em 15% a participação de escritores da comunidade e, principalmente, de autores estreantes no concurso; Fumproarte: em relação às exigências de retorno de interesse público de projetos ligados à área, estudar formas de atendimento a bibliotecas e ações de mediação de leitura de reconhecido trabalho na comunidade; promover um encontro mensal de escritores em espaço descentralizado do Mais que Prosa; promover feiras de trocas de livros em locais descentralizados, possibilitando trocas de acervos entre bibliotecas e entre moradores da região; estimular a promoção e a participação de oficinas de criação literária pela Descentralização da Cultura; divulgar acervo e ações do Arquivo Histórico de Porto Alegre, promovendo a apropriação pelas comunidades do entorno; expansão do projeto Brincando de Editar para escolas, bibliotecas e centros comunitários; divulgação do concurso de Dramaturgia Carlos Carvalho e de seus resultados, com leitura e encenação de textos teatrais.

17 Implementação do PMLL

18 Conselho Municipal do Livro e da Leitura Elaboração de um plano de ação municipal, tendo por base o PMLL, com prazos, para o desenvolvimento de projetos que envolvam as diferentes secretarias e o centro do governo; gestão de um fundo a ser criado para a realização dessas ações; estabelecimento de diretrizes para aplicação dos recursos; acompanhamento e avaliação das ações realizadas; mobilização dos diversos segmentos da sociedade no planejamento, execução e controle das ações; aprovação e acompanhamento de convênios, ajustes, acordos e contratos firmados com base em recursos do Fundo; avaliação do plano de trabalho da equipe, através de relatórios periódicos;divulgação das ações, socializando as informações, inclusive de forma virtual – um Observatório da Leitura - e de resultados (indicadores).

19 Fundo do Livro e da Literatura Formado, em seu primeiro ano, com um valor indicativo de 10% da dotação do Funcultura, atrelando valores à lei orçamentária do município para que, ano a ano, aproxime-se do valor total deste Fundo, a ser alcançado num prazo de dez anos.

20 INTEGRANTES DO GRUPO DE TRABALHO De acordo com o Decreto n° , o Grupo de Trabalho (GT) para elaboração do Plano Municipal do Livro e da Leitura (PMLL) no município de Porto Alegre fica composto por dois integrantes (titular e suplente) de cada um dos seguintes órgãos e entidades: Secretaria Municipal de Cultura (SMC) Fernando Rozano Lucia Jahn Secretaria Municipal de Educação (SMED) Maria Cristina Chaves Garavelo Sandra Elisabete Porto da Silva Secretaria Municipal de Coordenação Política e Governança Local (SMCPGL) Elizabeth Portanova Mendes Ribeiro da Rocha Suzana Aldworth Marins Frente Parlamentar de Incentivo à Leitura (FPIL) da Câmara Municipal de Porto Alegre (CMPA) Fernanda Melchionna Luiz Antônio Proença Fernandes Organização Não Governamental Cirandar Márcia H. Koboldt Cavalcante Aline Calvo Hernandez Companhia de Processamento de Dados do Município de Porto Alegre (PROCEMPA) Giorgia Ferreira Pires Jacqueline Baptista Conselho Regional de Biblioteconomia da 10ª Região (CRB 10) Loiva Teresinha Serafini Ricardo Affonso Maus Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AELIJ) Hermes Bernardi Jr. Dilan Camargo Associação Gaúcha do Escritor (AGES) Maria Eunice Garrido Barbieri Waldomiro Manfroi Goethe-Institut Porto Alegre Hans Ulrich Kaup Ligia Beheregaray Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL) João Manoel Maldaner Carneiro Jussara Haubert Rodrigues Conselho Municipal de Cultura (CMC) Leandro Anton Adroaldo Venturini Barboza Conselho Municipal de Educação (CME) Regina Maria Duarte Scherer Maria Otilia Susin


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