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ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO EM SAÚDE PÚBLICA. HISTÓRIA Artigo 196 da Constituição Federal sobre a Saúde; Constituição de 1988 reconhece a saúde como direito.

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1 ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO EM SAÚDE PÚBLICA

2 HISTÓRIA Artigo 196 da Constituição Federal sobre a Saúde; Constituição de 1988 reconhece a saúde como direito de todas as pessoas e dever do Estado; Promove a organização descentralizada: cada município elabora políticas pertinentes à realidade local; Referenda os princípios do SUS: universalidade, gratuidade, integralidade e organização descentralizada.

3 A declaração de Alma-Ata (1978) define as atividades primárias que devem compor o conceito de cuidados primários; A educação sanitária, a assistência nutricional, o saneamento básico, a assistência materno- infantil, o planejamento familiar, as imunizações e a assistência curativa para os problemas mais comuns.

4 A ênfase na promoção da saúde e prevenção da doença; Abre uma nova dimensão na compreensão dos fenômenos da saúde e da doença: A da determinação social da doença; Importante a questão dos vários significados do processo saúde-doença e dos papéis desempenhados por diferentes profissionais.

5 A saúde torna-se multidisciplinar; A noção de integralidade; Como a organização de serviços básicos de saúde com base em equipe multiprofissional Abre as portas desses serviços para a Psicologia; Passou a integrar equipes profissionais que atuavam nos centros de saúde e nas UBS.

6 Os médicos e enfermeiros não compreendiam o papel desses novo atores; Esses novos profissionais na área da saúde, também, não entendiam exatamente a sua função; Os psicólogos tiveram dificuldades, pois sua formação e atuação era pautada pelo modelo da clínica privada individual.

7 Esse modelo de trabalho do psicólogo: como profissional liberal, em consultórios particulares, com uma clientela com maior poder aquisitivo; Realizando psicodiagnóstico ou psicoterapia De forma individual, em enfatizando processos psicológicos e psicopatológicos; Tradição médica.

8 Muitos psicólogos ainda estão presos a modelos tradicionais, pois muitos ainda agendam, formando filas desmedidas, sem questionar ou rediscutir a necessidade das pessoas encaminhadas (Spink – 2007 p. 87). Existem psicólogos que ainda se prendem ao sintoma aparente, a patologia e não levam em consideração que as pessoas vivem em contextos sócio-culturais específicos, ou seja, não se atem a suas integralidades.

9 Já é possível notar que o indivíduo é visto como integral e subjetivo. Hoje, o modo de fazer saúde leva-se em consideração as necessidades do usuário, tal que está atento ao tempo de espera, acessibilidade, tecnologia escolhida para a resolubilidade, fatores subjetivos e vínculos de relação formados com o usuário.

10 Os desafios da prática psicológica no SUS; São para todos os profissionais de saúde e da sociedade brasileira; É a consolidação do Sistema Único de Saúde; O SUS ainda sofre com problemas como acesso, financiamento, descentralização, participação popular, iniquidade do sistema, oferta de serviços e insumos, e também, gestão e formação para o trabalho em saúde.

11 Uma das estratégias que visa a reformulação da formação e do trabalho em saúde; Com o intuito de produzir um maior alinhamento com os princípios e objetivos do SUS; A expansão do Programa Saúde da Família (PSF); Atenção à saúde a uma população historicamente excluída.

12 OBJETIVOS DO PSICÓLOGO NO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA - Atuar junto à comunidade; - Possibilitar um espaço terapêutico para que as pessoas possam trocar experiências e desenvolver suas potencialidades, a fim de usá-las da forma mais adequada no atendimento de suas necessidades; - Atuar junto à equipe do PSF, colaborando com outros profissionais da Saúde; - Proporcionar ao estudante de Psicologia a aplicação dos conhecimentos obtidos no curso numa atuação tanto terapêutica quanto preventiva.

13 O PSICÓLOGO NO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA Em 1998 a Secretaria Municipal de Saúde de Vespasiano (MG) solicitou a parceria do Departamento de Psicologia da UFMG junto ao PSF. PSF em Vespasiano é composta por 9 equipes. - Um médico; - Uma enfermeira; - Uma auxiliar de enfermagem; - Cinco agentes de saúde; - Um estagiário de Psicologia.

14 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES Segundo Cardoso(1999), a proposta inicial era a formação de grupos de psicoterapia. Porém, o contato com a população assistida revelou a necessidade de outros tipos de intervenção que suprissem melhor a demanda.

15 A atuação do Psicólogo tem se dado por meio das seguintes atividades Grupos Informativos: - Grupos abertos, homogênios( composto por pacientes portadores de diabetes ou hipertensão arterial. - Duração de 60 minutos - Coordenado por um profissional do Centro de Saúde envolvido com o tratamento de diabéticos e hipertensos. - O objetivo é dar ênfase a difusão de informações sobre a doença e a sua evolução.

16 Grupos de Psicoterapia: - Possuem freqüência semanal; - Duração de 90 minutos; - Participação de pessoas de ambos os sexos e mistos quanto a patologia; - Há um tema a ser discutido,porém não é necessário que o tema gire em torno das patologias; - O foco: Conscientização das situações vivenciadas pela pessoa e pelo grupo; explorando experiências e sentimentos trazidos pelos pacientes, reconhecimento dos limites, fortalecimento do auto-apoio,aumento da autoestima como objetivo.

17 Dinâmica de Grupo: - Configura-se por encontros temáticos. Não há continuidade entre os temas; - Duração de 60 minutos,aproximadamente; - O tema é previamente escolhido e esgotado cada encontro, e é um estímulo para as pessoas falaram sobre suas vivências no momento. - O objetivo da dinâmica de grupo é investigar a experiência dos membros envolvidos, tendo enfoque os aspectos emocionais, as crenças e ações de cada pessoa.; - Ampliar o autoconhecimento; - Contato com sentimentos e responsabilidade consigo mesmo. - É utilizado recursos expressivos com a proposta de facilitar o contato e a expressão dos pacientes sobre sua experiência.

18 Visita Domiciliar: - Há o acompanhamento dos estagiários nas visitas a domicílio; - Os objetivos da visita domiciliar: - Divulgar o trabalho; - Conhecer um pouco da realidade das pessoas que são atendidas; - Prestar assistência psicológica a pacientes que têm dificuldades em comparecerem ao Centro de Saúde.

19 Atendimento Individual: A proposta do trabalho é grupal, porém há inúmeras solicitações de atendimentos individuais. Os estagiários são orientados para atenderem esses pacientes, reconhecer a demanda e depois fazer o encaminhamento correto de acordo com a demanda apresentada.

20 Todas as atividades que os estagiários realizam são supervisionadas semanalmente. A supervisão tem a duração de cinco horas. Esse espaço é utilizado para discussões e reflexões dos atendimentos realizados por eles ao longo do trabalho. Ocorre também o compartilhamento das vivências dos estagiários em relação ao trabalho realizado por eles na comunidade. E por se tratar de atividades realizadas com população carente e tendo uma aproximação maior com a miséria e violência, os alunos podem ficar mobilizados. e demandam da supervisora um olhar mais atento.

21 Intervenção realizada por estagiários em município do interior paulista Foram atendidas 726 pessoas em acolhimento no PSF. Desse total, a maioria é composta pelo público feminino (65,5% mulheres e 34,5% homens). A principal queixa está relacionada a sintomas de ansiedade e depressão (29,7% dos casos), mas queixas referentes a problemas de comportamento de crianças e dificuldades no relacionamento familiar também são significativas.

22 Acolhimento psicológico: acolher o usuário em suas questões, construir um espaço de reflexão sobre os problemas vividos e buscar potencializar as possibilidades de ação que estejam ao seu alcance. Atividades em grupo: Oficinas psicossociais, grupos operativos e de mediação, além de atividades comunitárias, eventos, festejos e palestras. Buscando mobilizar processos psíquicos para a ressignificação e o deslocamento de papéis no grupo.

23 Grupo de gestantes : em parceria com a médica e enfermeira da unidade. Realizava-se dinâmicas e discussões de temas referentes à área de psicologia – relação mãe/bebê, ansiedades e idealizações do papel materno.

24 Parceria com a escola e o centro comunitário – reuniões com professores da escola da região em que são discutidos temas com relação à saúde escolar.

25 Grupo de mulheres: realizado com mulheres que apresentam quadro de depressão e ansiedade. O objetivo de refletir e compartilhar experiências enfocando as relações pessoais, os projetos de Vida, sexualidade, assuntos diversos.

26 Projeto Quilombo: ações para aproximar a comunidade do quilombo do PSF através de discussões e atividades realizadas no território.

27 Em todas as intervenções, buscou-se articular a singularidade da história de vida do sujeito a um contexto social mais amplo.


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