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Mudanças Climáticas e o Protocolo de Kyoto Prof. Ms. Juliano Ricardo Marques.

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1 Mudanças Climáticas e o Protocolo de Kyoto Prof. Ms. Juliano Ricardo Marques

2 Mudanças Climáticas É a variação do clima em escala global ou dos climas regionais da Terra ao longo do tempo. Estas variações dizem respeito a mudanças de temperatura, precipitação, nebulosidade e outros fenômenos climáticos em relação às médias históricas. Tais variações podem alterar as características atuais dos tipos de clima da Terra.

3 Mudanças Climáticas Estas alterações podem ser causadas por: Processos internos ao sistema Terra-atmosfera; Por forças externas (como, por exemplo, variações na atividade solar) ou, mais recentemente, pelo resultado da atividade humana. Entende-se que a mudança climática pode ser tanto um efeito de processos naturais ou decorrentes da ação humana e por isso deve- se ter em mente que tipo de mudança climática se está referindo.

4 Causas Naturais Esse fenômeno pode ter causas com origem externa, de fora do planeta. Dentre as causas temos de origens solares, que vão desde a variação da energia solar, que chega a terra, até a variação da própria órbita terrestre.

5 Influência Externa: Ciclo solar A temperatura da terra depende da radiação solar que, em parte, é refletida para o espaço e o restante é absorvido pela terra em forma de calor. Esta energia não chega à terra de maneira uniforme, apesar do sol ser uma estrela estável, essa energia aumenta cerca de 10% a cada um bilhão de anos, ou seja, no início da vida na terra, quase quatro bilhões de anos atrás, a energia do sol era em torno de 70% da atual. Outro tipo de variação da radiação solar e a dos ciclos solares. Ciclo Solar é a variação de intensidade do vento solar e do campo magnético solar, que se realizam em um curto espaço de tempo.

6 Influência Externa Variação orbital: Variação orbital: É o aumento ou diminuição das radiações solares devido às variações no movimento da Terra em relação ao sol: movimento de translação, que determina as estações do ano.

7 Influência Interna Deriva dos continentes: Mudanças provocadas pela Deriva Continental (movimento das placas tectônicas) aproximando ou afastando-se dos pólos. El Niño e La Niña São mudanças na temperatura da água de partes do Oceano Pacífico. A mudança da temperatura das águas influência a intensidade dos Ventos Alísios, que pode fazer com que massas de água quente se desloquem no Pacífico de forma diferente dos registros das médias históricas, podendo afetar os fenômenos climáticos em todo o mundo. VentosAlísios

8 Influência Interna Esfriamento global e glaciações. É uma teoria de que ocorrerá um resfriamento total da superfície terrestre iniciando uma nova era glacial, ou seja, uma nova glaciação. Vulcanismo A atmosfera carregada de pó vulcânico prenderia a radiação terrestre, aumentando a temperatura na superfície da Terra.

9 Influência Interna Causas Antropogênicas - Emissão de gases do efeito estufa. A maioria dos cientistas atribui aos gases do efeito estufa como o gás carbônico, que em excesso aumentaria a temperatura, retendo mais calor. Alguns fatores antropogénicos que provocariam o aumento no dióxido de carbono são: o desmatamento, as queimadas e a queima dos combustíveis fósseis.

10 Efeito Estufa É um processo que ocorre quando uma parte da radiação solar refletida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Consequência – o calor fica retido, não sendo libertado para o espaço. É um processo que ocorre quando uma parte da radiação solar refletida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Consequência – o calor fica retido, não sendo libertado para o espaço. O efeito estufa é de vital importância pois, sem ele, a vida não poderia existir. Serve para manter o planeta aquecido, e assim, garantir a manutenção da vida. O efeito estufa é de vital importância pois, sem ele, a vida não poderia existir. Serve para manter o planeta aquecido, e assim, garantir a manutenção da vida. O que se pode tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do efeito estufa que destabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenômeno conhecido como aquecimento global. O que se pode tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do efeito estufa que destabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenômeno conhecido como aquecimento global.

11 Aquecimento global É o aumento da temperatura média dos oceanos e do ar, perto da superfície da Terra. É o aumento da temperatura média dos oceanos e do ar, perto da superfície da Terra. A maior parte do aumento de temperatura foram observados durante o século XX, causadas por concentrações crescentes de gases do efeito estufa, como resultado de atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento. A maior parte do aumento de temperatura foram observados durante o século XX, causadas por concentrações crescentes de gases do efeito estufa, como resultado de atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento. Modelos climáticos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas projetam que as temperaturas da Terra provavelmente aumentarão no intervalo entre 1,1º C e 6,4 °C entre 1990 e Modelos climáticos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas projetam que as temperaturas da Terra provavelmente aumentarão no intervalo entre 1,1º C e 6,4 °C entre 1990 e 2100.

12 Protocolo de Quioto É um Tratado Internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que agravam o efeito estufa, considerados, de acordo com a maioria das investigações científicas, como causa do aquecimento global. É um Tratado Internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que agravam o efeito estufa, considerados, de acordo com a maioria das investigações científicas, como causa antropogênicas do aquecimento global. Discutido e negociado em Quioto, no Japão, em 1997, foi aberto para assinaturas em 11 de Dezembro de 1997, e ratificado em 15 de março de Discutido e negociado em Quioto, no Japão, em 1997, foi aberto para assinaturas em 11 de Dezembro de 1997, e ratificado em 15 de março de Para entrar em vigor precisou que 55% dos países, que juntos, produzem 55% das emissões, o ratificassem, assim, entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, depois que a Rússia o ratificou em Novembro de Para entrar em vigor precisou que 55% dos países, que juntos, produzem 55% das emissões, o ratificassem, assim, entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, depois que a Rússia o ratificou em Novembro de 2004.

13 Protocolo de Quioto Propõe um calendário pelo qual os países-membros (principalmente os desenvolvidos) têm a obrigação de reduzir a emissão de gases do efeito estufa em 5,2% em relação aos níveis de 1990, no período entre 2008 e A redução dessas emissões deverá acontecer em várias atividades econômicas, estimulando os países membros a colocarem em prática algumas ações básicas: Reformar os setores de energia e transportes; Promover o uso de fontes energéticas renováveis; Eliminar mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins da Convenção; Limitar as emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos; Proteger florestas e outros sumidouros de carbono. Se for implementado com sucesso, estima-se que a temperatura global reduza entre 1,4°C e 5,8 °C até 2100


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