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TERAPIA OCUPACIONAL NO ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES NO PROCESSO DE TERMINALIDADE Gabriela Martins Dias; Aline Ferrari Fabri; Dayane Regina dos Santos. HOSPITAL.

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1 TERAPIA OCUPACIONAL NO ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES NO PROCESSO DE TERMINALIDADE Gabriela Martins Dias; Aline Ferrari Fabri; Dayane Regina dos Santos. HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

2 INTRODUÇÃO A terminalidade vai além dos aspectos biológicos relacionados à saúde. Abrange principalmente os aspectos culturais e subjetivos do indivíduo. Neste momento paciente, família e equipe se deparam com limites no processo de tratamento curativo. Esgotam-se as possibilidades de reverter as condições clínicas do indivíduo e a possibilidade de morte se torna evidente (1). O terapeuta ocupacional (TO) atuando junto a uma equipe multiprofissional busca auxiliar o paciente e sua família no enfrentamento e ressignificação do processo de terminalidade e morte. OBJETIVO Descrever a assistência da TO junto a pacientes em processo de terminalidade. A atuação do TO auxilia o paciente a passar pelo processo de morte, aliviando suas angústias, proporcionando autonomia e valorizando suas potencialidades. Possibilita-se, assim, a finalização dos projetos de vida e a realização de atividades que lhe sejam significativas, além do acolhimento familiar, favorecendo a comunicação e a diminuição do sofrimento. CONCLUSÕES DISCUSSÃO no vislumbre do futuro e no conhecimento tácito do paciente (2). Não há supervalorização do diagnóstico ou prognóstico, favorecendo que o processo seja enriquecido por experiências positivas, compreendendo que por trás de uma condição clínica há uma história sendo construída e vívida por pacientes e seus familiares. Também auxilia o paciente no enfrentamento das perdas sofridas, buscando incentivar outras formas do fazer que gerem satisfação e bem estar, valorizando as capacidades, os momentos significativos, fortalecendo vínculos com a família, permitindo ao paciente o conhecimento de si mesmo, a reflexão sobre suas experiências e seu processo de adoecimento. Ressalta-se que a presença de uma equipe multiprofissional é fundamental na atenção ao paciente terminal, sendo essencial o diálogo, respeito mútuo e um consenso com relação às condutas a serem tomadas. (2) São inúmeros os sentimentos explicitados pelo paciente e família durante o período da terminalidade e a comunicação entre todos os envolvidos neste processo necessita ser qualificada. Evidenciou-se que o TO se preocupa com o histórico biomédico, mas também centra sua atenção na história de vida, nas experiências simbólicas METODOLOGIA Utilizou-se como metodologia a pesquisa bibliográfica sobre a repercussão da temática na vida do paciente e de sua família, da atuação do TO junto a essa população aliando ainda, a experiência obtida na Residência Multiprofissional do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná na clínica de Cirurgia do Aparelho Digestivo. REFERÊNCIA (1) Merengo, MO, et al. Terminalidade de vida: bioética e Humanização em saúde. 2009; 42(3):350-7; (2) Junqueira, CSAT. A Terapia Ocupacional Junto a Pacientes em Estado de Terminalidade.Batatais. [Monografia na internet] Acesso em [15/07/2013]. Disponível em: [ ].


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