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Teoria do Consumidor. Todos os dias tomamos inúmeras decisões sobre como aplicar o dinheiro e o tempo escassos de que dispomos. Devemos tomar o pequeno.

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1 Teoria do Consumidor

2 Todos os dias tomamos inúmeras decisões sobre como aplicar o dinheiro e o tempo escassos de que dispomos. Devemos tomar o pequeno almoço ou dormir ate tarde? Passar a tarde a ler ou a visitar os nossos amigos? Comprar um carro novo ou ficar com o velho? Gastar o nosso rendimento hoje ou poupá-lo para o futuro?

3 Teoria do Consumidor – Preferências do consumidor É importante realçar que para determinados fins o consumidor é considerado como sendo uma família no seu conjunto e não um único indivíduo. As decisões de compra de uma casa ou uma viatura na maioria das vezes são decisões familiares e não individuais. Em outros casos, o consumidor é um único indivíduo quando, por exemplo, as despesas de uma refeição no restaurante ou o pagamento de uma passagem no “chapa 100”, são feitas por um único indivíduo. Milhares de contos são gastos diariamente pelos consumidores na aquisição de bens e serviços e representam uma parte significativa do orçamento familiar.

4 Teoria do Consumidor – Preferências do consumidor A teoria do consumidor é a teoria de análise do custo- benefício cujo modelo procura explicar como é que o consumidor aloca o seu rendimento. Este modelo permite prever quanto é que um consumidor adquire num período de tempo de determinada mercadoria, que pode ser desde pão, açúcar, carne até casas, obras de arte, joalharia etc.

5 Teoria do Consumidor – Preferências do consumidor Os determinantes principais das escolhas do consumidor são os gostos preferenciais. Alguns consumidores gostam de se alimentar de farinha com peixe seco e outros de arroz com carne e ainda outros de bacalhau a Gomes de Sá ou cozido à portuguesa. As diferenças nos gostos resultam em decisões diferentes sobre o que comprar.

6 Teoria do Consumidor – Preferência do Consumidor Para explicar o comportamento do consumidor, a economia baseia-se na premissa fundamental de que as pessoas tendem a escolher os bens e os serviços a que atribuem mais valor. Para melhor explicar como os consumidores escolhem os economistas desenvolveram a noção de utilidade. Utilidade é a designação que se dá ao benefício pessoal do consumidor numa típica situação de escolha. Utilidade significa satisfação.

7 Teoria do Consumidor – Utilidade Total e Marginal Utilidade é a designação que se dá ao benefício pessoal do consumidor numa típica situação de escolha. Utilidade significa satisfação. Utilidade Total (UT) : É a satisfação que o consumidor associa à quantidade consumida do bem. Utilidade Marginal (UM) E a satisfação adicional obtida pelo consumo de uma unidade adicional de um bem. O termo marginal significa adicional.

8 Teoria do Consumidor – Utilidade Total e Marginal Lei da Utilidade Marginal Decrescente Segundo esta lei à medida que a quantidade consumida de um bem aumenta, a utilidade marginal desse bem tende a diminuir. A utilidade marginal decrescente resulta da redução do prazer em consumir um bem à medida que o consumo desse bem vai aumentando.

9 Teoria do Consumidor – Utilidade Total e Marginal Fonte: Samuelson, 1996

10 Teoria do Consumidor – Utilidade Total e Marginal Fonte: Samuelson, 1996

11 Teoria do Consumidor – Utilidade Total e Marginal Numero de dias de esquiUtilidade Total

12 Teoria do Consumidor – Curva da Indiferença Uma curva da indiferença é um gráfico de uma função que mostra combinações de bens, na quantidade que torna o consumidor indiferente. Assim, ele não tem preferência entre uma combinação e outra, já que cada uma providencia um mesmo nível de satisfação (a utilidade não muda). Na curva da indiferença são colocados diversos pontos onde, cada um deles, representa a quantidade de um bem frente ao outro. Em todos os pontos ao longo da curva da indiferença o consumidor não tem preferência nem por uma nem por outra combinação. As curvas da indiferença jamais se interceptam.

13 Teoria do Consumidor – Curva da Indiferença Curva da indiferença de um consumidor I1I1 I2I2 A B C E D Cinema Teatro

14 Teoria do Consumidor – Curva da Indiferença Se considerarmos uma curva I 1, temos que o consumidor é infirerente as cestas A, B e C. E se considerarmos que na curna I 2 o consumidor é indiferente as opções D, E e A sendo A o ponto de intersecao entre as curvas. Isto equivale a dizer que o consumidor é indiferente as cestas B,C,D e E. Esta situação vai contra a premissa de que o consumidor sempre irá preferir mais mercadorias a menos. Logo as curvas da indiferença não se podem cruzar. Se a renda do consumidor ficar menor sua curva diminui. A restrição orçamental é que define a sua curva da indiferença.

15 Teoria do Consumidor – Curva da Indiferença As curvas de indiferença mais afastadas da origem representam níveis de satisfação (utilidade total) mais elevados. I3I3 I2I2 I1I1 Cinema Teatro

16 Teoria do Consumidor – Recta Orçamental Quando um consumidor tem um rendimento monetário fixo que é totalmente despendido, e se confronta com os preços de mercado de dois bens, está limitado a movimentar-se ao longo de uma linha recta designada por recta orcamental ou restrição orçamental. A restrição orçamental mostra as oportunidades de compra como as combinações de dois bens que podem ser comprados a dados preços usando um dado rendimento. Mede as combinações alternativas de compras que um consumidor pode fazer com um dado rendimento monetário.

17 Teoria do Consumidor – Recta Orçamental Fonte: Samuelson, 1996

18 Teoria do Consumidor – Recta Orçamental O consumidor racional deseja comprar uma combinação de X e Y que lhe assegure o nível de satisfação mais elevado. Tem portanto de maximizar a sua função utilidade sujeito à restrição imposta pelo seu orçamento. A inclinação da linha de restrição orçamentária do consumidor é igual ao preço relativo dos bens, isto é, o preço de um bem comparado ao preço de outro bem

19 Teoria do Consumidor – Recta Orçamental

20 Teoria do Consumidor – Equilíbrio do consumidor geometricamente Geometricamente, o consumidor esta em equilíbrio no ponto em que a inclinação da recta orçamental é exactamente igual a inclinação da curva da indiferença. Por outras palavras, podemos dizer que, o equilíbrio do consumidor é atingido no ponto em que a recta orçamental é tangente à curva da indiferença mais elevada.

21 Teoria do Consumidor – Equilíbrio do consumidor geometricamente Linha Orçamentária I1I1 I2I2 I3I3 A B C Equilibrio do Consumidor Pizza Pepsi

22 Teoria do Consumidor – O excedente do consumidor Excedente do consumidor é a diferença entre a utilidade total de um bem e o seu valor de mercado total. O excedente verifica-se porque “recebemos mais do que pagamos por” em resultado da lei da utilidade marginal decrescente. Isto significa que pagamos o mesmo preço tanto pela primeira laranja que consumimos como pela última. Mas deviso a lei da utilidade marginal decrescente, as utilidades marginais das primeiras unidades são maiores do que a da última unidade.

23 Teoria do Consumidor – O excedente do consumidor Isto significa que estariamos dispostos a pagar mais do que o preço do mercado pelas primeiras unidades. O excesso de valor total sobre do valor do mercado é designado por excedente do consumidor. O excedente do consumidor reflecte todos os ganhos que nós obtemos por poder comprar todas as unidades ao mesmo baixo preço.

24 Teoria do Consumidor – O excedente do consumidor De forma mais simples podemos calcular o excedente do consumidor como a área entre a curva da procura e a recta do preço do bem.

25 Teoria do Consumidor – Curva de rendimento - consumo Uma redução do rendimento fará deslocar paralelamente a recta orçamental para o interior, levando a redução das compras de ambos bens. Com esta nova situação originada pela redução do rendimento o consumidor tem a liberdade de se movimentar mas apenas ao longo da nova recta orçamental. Para maximizar a satisfação deslocar-se-á para a curva da indiferença que esteja o mais elevada possivel, ou seja para o ponto de tangência entre a curva da indiferença e a recta orçamental.

26 Teoria do Consumidor – Curva de rendimento – consumo Fonte: Samuelson, 1996

27 Teoria do Consumidor – Curva de preço – consumo A variação do preço de um único bem, mantendo o resto constante, fará com que a recta orçamental sofra uma rotação modificando a sua inclinação. Após uma variação de preços o consumidor atingirá um novo ponto de tangência de máxima satisfação. Ao comparar o novo com o anterior ponto de equilibrio traçamos a habitual curva da procura com inclinação negativa.

28 Teoria do Consumidor – Curva de preço – consumo

29 Teoria do Consumidor – Efeitos Rendimento e Substituição de uma variação de preços Efeito Substituição De uma maneira geral, segundo o efeito de substituição, quando o preço de um bem aumenta, os consumidores tendem a substituí-lo por outros bens menos caros a fim de atingirem a satisfação desejada de uma forma mais barata. Efeito rendimento Quando um preço aumenta e os rendimentos monetários são fixos, os rendimentos reais dos consumidores diminuem, e estes irão provavelmente adquirir uma quantidade menor de bens. Isto origina o efeito rendimento, que consiste no impacto de uma variação de preço na quantidade procurada de bens que resulta do efeito da variação sobre os rendimentos reais dos consumidores.

30 Teoria do Consumidor – Efeitos Rendimento e Substituição de uma variação de preços Para a maioria dos bens, os efeitos substituição e rendimento de um aumento do preço reforçam-se mutamente e conduzem à lei da procura decrescente.

31 Teoria do Consumidor – O Equilibrio do Consumidor Analiticamente A análise analítica do equilibrio do consumidor é nos dada pelo principio de igualdade das utilidades marginais, por unidade monetária para todos os bens. Principio da igualdade das utilidades marginais: a condição fundamental para que se verifique a maximização da satisfação, ou utilidade é o principio equimarginal, de acordo com o qual um consumidor com rendimento fixo, sendo conhecidos os preços de mercado dos bens, atingirá a máxima satisfação, ou a utilidade, quando a utilidade marginal da última unidade monetária despendida em cada bem for exactamente igual a utilidade marginal da última unidade monetária despendida em qualquer outro bem.

32 Teoria do Consumidor – Aplicação da teoria do consumidor QUE APLICAÇÕES PODEMOS DAR À TEORIA DO CONSUMIDOR?


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