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O que é linguagem?. A linguagem é qualquer meio sistemático de comunicar ideias ou sentimentos através de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais.

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Apresentação em tema: "O que é linguagem?. A linguagem é qualquer meio sistemático de comunicar ideias ou sentimentos através de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais."— Transcrição da apresentação:

1 O que é linguagem?

2 A linguagem é qualquer meio sistemático de comunicar ideias ou sentimentos através de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais etc.

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4 Imagem mental do cachorro REFERENTE /cachorro/ ou /cão/ Expressão vocal ou escrita do referente SIGNIFICANTE Conceito, significados, sentidos das palavras SIGNIFICANTE SIGNO Unidade da linguagem utilizada para representar, interpretar e expressar as coisas do mundo. Está no lugar de algo.

5 Os padrões perceptivos ou “óculos sociais” constituem os esteriótipos de percepção. Com os esteriotipos (características pré-concebidas socialmente) vemos a realidade e fabricamos o referente.

6 Por exemplo o Gato Preto, que, em nossa cultura, representa má sorte, azar, bruxaria, misticismo, magia negra, etc.

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8 “Verificamos, pois, que, fabricados pelos estereótipos, o referente se interpõe entre nós e a realidade, fingindo ser o real. A idéia de que não percebemos o “real”, mas o referente, ou o “real fabricado”, foi visualizada com exatidão por R. Magritte, num quadro justamente denominado A condição humana. Explorando semiologicamente a composição de A Condição humana, diríamos que o esteriótipo é o quadro em si, com a sua moldura, o referente é o conteúdo pintado no quadro (a ‘paisagem’ pintada) e o real é o universo desordenado e contínuo que se encontra atrás do quadro (na janela). O que vemos, na verdade, é um referente ‘paisagem’ balizado pelos estereótipos de percepção.

9 A Linguagem no contexto comunicacional Emissor (remetente) Receptor (destinatário) Mensagem (texto) Canal (Contato) Referente (contexto) Código O emissor envia uma mensagem ao receptor. O emissor, para compor a mensagem, utiliza determinado código, também conhecido pelo receptor. Emissor e receptor estão inseridos em determinado canal de comunicação. A mensagem possui um ou mais referentes (contextos), divididos em contexto situacional, textual e linguístico.

10 Funções da Linguagem no contexto comunicacional Função Emotiva Receptor (destinatário) Mensagem (texto) Canal (Contato) Referente (contexto) Código

11 Funções da Linguagem no contexto comunicacional Função Emotiva Função Conativa Mensagem (texto) Canal (Contato) Referente (contexto) Código

12 Funções da Linguagem no contexto comunicacional Função Emotiva Função Conativa Mensagem (texto) Função Fática Referente (contexto) Código

13 Funções da Linguagem no contexto comunicacional Função Emotiva Função Conativa Mensagem (texto) Função Fática Função Referencial Código

14 Funções da Linguagem no contexto comunicacional Função Emotiva Função Conativa Mensagem (texto) Função Fática Função Referencial Função Metalinguística

15 Funções da Linguagem no contexto comunicacional Função Emotiva Função Conativa Função Poética Função Fática Função Referencial Função Metalinguística

16 A Arte e sua composição (níveis de modulação) Linguagem que, por meio da ação dialética e criativa sobre os signos linguísticos, nos revela a natureza das coisas, a essência da representação do mundo e de nós mesmos no mundo. A arte nos devolve o olhar infantil, o olhar primitivo.

17 As grandes áreas de expressão artística 1ª Música (modulação de som e silêncio) 2ª Dança (modulação de movimento e ritmo) 3ª Pintura (modulação de cores e traços) 4ª Escultura (modulação de formas e superfícies) 5ª Teatro (modulação da encenação ) 6ª Literatura (modulação da palavra) 7ª Cinema (modulação da luz, do movimento, da encenação e do som) 8ª Fotografia (modulação da luz) 9ª Arte Gráfica (Histórias em quadrinhos) – (modulação do desenho e da palavra)

18 Pietà, de Michelangelo (1499) Escultura: modulação de formas e superfícies

19 Derrière la Gare Saint Lazare (1932), de Henri Cartier-Bresson Fotografia: modulação da luz

20 Criança e abutre (1993), de Kevin Carter

21 CINEMA A Magia da Imagem em Movimento

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23 Arte Gráfica (Histórias em quadrinhos): modulação do desenho e da palavra

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31 Procedimentos de composição Literária Eixo de seleção e eixo de combinação estrutura + temática (forma e conteúdo) Funções e figuras da linguagem atuam na singularização do signo linguístico Língua 1 e Língua 2 Conceito de Palimpsesto (raspagem)

32 O que perceber no texto literário? Pluralidade e ambiguidades Dois níveis de leitura da obra literária (centrípeta e centrífuga) Diferença entre texto literário e não literário Os sentidos literários: singularidades e estranhamento Níveis de leitura da obra literária (discussão sobre “Poema tirado de uma notícia de jornal”, de Manuel Bandeira)

33 “O diarista Élcio Donizete Quintilhano, 53 anos, morreu após ser atropelado por um veículo desgovernado na rua Oscar Pires, Jardim Esplanada, em Rio Preto. Quintilhano (...) estava em um bar e foi fumar no canto da rua, em razão da lei antifumo.” (Diário da Região, 16 de fevereiro 2010, Caderno Cidades) Exemplo de uma notícia de Jornal (texto jornalístico)

34 Poema tirado de uma notícia de jornal João Gostoso era carregador de feira-livre e morava [no morro da Babilônia num barracão sem número. Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado. (Manuel Bandeira, in Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, p.136.)

35 7. (FUVEST) Leia as afirmações a respeito dos versos de Manuel Bandeira: I. A originalidade e o aspecto inovador do poema são expressos especialmente por meio do tom de prosa narrativa e pela síntese de linguagem que faz lembrar o texto jornalístico. II. O título do poema denuncia a intenção de se registrar de modo sucinto, objetivo e impessoal uma notícia. III. Adotando o princípio modernista de que a arte deve ater- se ao cotidiano simples, banal, o poema focaliza um episódio corriqueiro relativo a uma única pessoa. Pode-se afirmar que: (A) todas as afirmações são corretas. (B) somente a afirmação I é correta. (C) somente as afirmações I e II são corretas. (D) somente as afirmações I e III são corretas. E) somente as afirmações II e III são corretas.

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37 14. (POLI) A respeito do poema e da proposta poética que o autor assume em Libertinagem não podemos afirmar: (A) O poema assume apenas a proposta de libertação da forma poética, em versos livres e brancos. (B) A partir do título notamos uma proposta de redimensionar o assunto da poesia, uma vez que o cotidiano pode assumir uma dimensão poética, na medida em que é reinventado em linguagem e ritmo. (C) O segundo verso do poema, iniciado pela construção uma noite, sugere que o que João Gostoso viveu naquela noite, Bebeu/ Cantou/ Dançou, foi uma exceção em sua rotina. (D) Podemos entender que o tamanho do primeiro e do último versos do poema exprimem um grande número de dificuldades vividas pelo personagem e contrastam com os versos curtos Bebeu/ Cantou/ Dançou que apontam os momentos de alívio como raros na vida dele. E) A omissão do número do barracão em que João Gostoso morava, confere a ele um caráter de personagem tipo, isto é, representa várias pessoas que vivem em mesma situação.

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39 19. (POLI) Assinale a alternativa que apresenta um enunciado verdadeiro: (A) o poema narra um episódio da história de alguém, e, portanto, pertencem ao gênero épico. (B) o poema pertence ao gênero lírico, e apresenta versos livres. (C) o poema narra um episódio da história de alguém, sendo que o poema está escrito em prosa. (D) o poema dramatiza a vida de João Gostoso, e, portanto, pertencem ao gênero dramático. (E) o poema está escritos em verso, cujas métricas são livres

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41 25. (UFL(A) Do ponto de vista das vanguardas européias, o “Poema tirado de uma Notícia de Jornal” pode ser classificado como (A) surrealista; os versos do poeta se reencontram com algumas propostas do Romantismo, especialmente a valorização do mistério. (B) expressionista; além da representação dos horrores da guerra, o poeta registra a expressão do mundo. (C) cubista; o poeta expressa a poesia sob uma nova dimensão, procurando fazer desenhos com as palavras. (D) futurista; o poeta quer cantar o amor ao perigo, destruir a sintaxe, dispondo os substantivos ao acaso, como nascem. (E) dadaísta; o poeta faz um reaproveitamento de uma notícia já existente.

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43 Em literatura, as questões de fato ou verdade subordinam-se ao objeto literário precípuo de produzir uma estrutura de palavras em razão dela própria. Considerar a relação dialética entre estrutura e tema: leitura centrífuga e centrípeta. A razão para produzir a estrutura literária é aparentemente a de que o sentido interior, o modelo verbal completo em si mesmo, é o campo das reações ligadas com o prazer, a beleza e a atração. A Literatura como fruição estética

44 “ Chão verde e mole. Cheiros de relva. Babas de [lodo. A encosta borrenta aceita o frio, toda nua. Carros de bois, falas ao vento, braços, foices. Os passarinhos bebem do céu pingos de [chuvas.” Cecília Meireles. Lembrança rural

45 “ Chão verde e mole. Cheiros de relva. Babas de [lodo. A encosta borrenta aceita o frio, toda nua. Carros de bois, falas ao vento, braços, foices. Os passarinhos bebem do céu pingos de [chuvas.” Cecília Meireles. Lembrança rural

46 Quadrilha João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. C. Drummond de Andrade

47 Quadrilha João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. C. Drummond de Andrade

48 l(a le af fa ll s) one l Iness e.e. cummings so (l f o l)l (ha e al) itude trad. Augusto de Campos

49 “Pó descanse em pó Ou cheguem ventos que ergam Acima da sorte o solitário.”

50 “Pó repouse em pó Ou cheguem ventos que ergam Acima da sorte o solitário.”

51 “Pó repouse em pó Ou venham ventos que ergam Acima da sorte o solitário.”

52 “Pó repouse em pó Ou venham ventos que elevem Acima da sorte o solitário.”

53 “Pó repouse em pó Ou venham ventos que elevem sobre a sorte o solitário.”

54 “Pó repouse em pó Ou venham ventos que elevem sobre da sorte o só.”

55 “Pó repouse em pó Ou venham ventos que elevem Sobre a sorte o só.” Pedro Xisto

56 “Pó repouse em pó Ou venham ventos que elevem Sobre a sorte o só.” Pedro Xisto

57 uma ave a descer além – leve e lenta – além (suave esquecer). Pedro Xisto

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59 Encerramento: exibição do curta-metragem


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