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EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL PROF. ESP. ALEXANDRE PRADO VII SEMANA CIENTÍFICA DO CURSO DE TURISMO DA FACULDADE VALE DO APORÉ.

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1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL PROF. ESP. ALEXANDRE PRADO VII SEMANA CIENTÍFICA DO CURSO DE TURISMO DA FACULDADE VALE DO APORÉ

2 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL Conceito: Entende-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

3 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL Art. 4 o São princípios básicos da educação ambiental: I - o enfoque humanista, holístico, democrático e participativo; II - a concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o sócio-econômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade;

4 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL Lei No 9.795, de 27 de Abril de 1999, institui a polìtica nacional da Educação Ambiental. Entre os principais parágrafos, destacamos: Art. 2 o A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.

5 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL Art. 3 o Como parte do processo educativo mais amplo, todos têm direito à educação ambiental, incumbindo : I - ao Poder Público, definir políticas públicas que incorporem a dimensão ambiental, promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e o engajamento da sociedade na conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente; II - às instituições educativas, promover a educação ambiental de maneira integrada aos programas educacionais que desenvolvem ;

6 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL IV - aos meios de comunicação de massa, colaborar de maneira ativa e permanente na disseminação de informações e práticas educativas sobre meio ambiente e incorporar a dimensão ambiental em sua programação V - às empresas, entidades de classe, instituições públicas e privadas, promover programas destinados à capacitação dos trabalhadores, visando à melhoria e ao controle efetivo sobre o ambiente de trabalho, bem como sobre as repercussões do processo produtivo no meio ambiente;

7 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL III - o pluralismo de idéias e concepções pedagógicas, na perspectiva da inter, multi e transdisciplinaridade; IV - a vinculação entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas sociais; V - a garantia de continuidade e permanência do processo educativo; VI - a permanente avaliação crítica do processo educativo; VII - a abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e globais;

8 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL Seção II Da Educação Ambiental no Ensino Formal Art. 9 o Entende-se por educação ambiental na educação escolar a desenvolvida no âmbito dos currículos das instituições de ensino públicas e privadas, englobando: I - educação básica: II - educação superior; III - educação especial; IV - educação profissional; V - educação de jovens e adultos.

9 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL Art. 10. A educação ambiental será desenvolvida como uma prática educativa integrada, contínua e permanente em todos os níveis e modalidades do ensino formal. § 1 o A educação ambiental não deve ser implantada como disciplina específica no currículo de ensino. § 2 o Nos cursos de pós-graduação, extensão e nas áreas voltadas ao aspecto metodológico da educação ambiental, quando se fizer necessário, é facultada a criação de disciplina específica.

10 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL Seção III Da Educação Ambiental Não-Formal Art. 13. Entende-se por educação ambiental não- formal as ações e práticas educativas voltadas à sensibilização da coletividade sobre as questões ambientais e à sua organização e participação na defesa da qualidade do meio ambiente.

11 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL Parágrafo único. O Poder Público, em níveis federal, estadual e municipal, incentivará: I- a difusão, por intermédio dos meios de comunicação de massa, em espaços nobres, de programas e campanhas educativas, e de informações acerca de temas relacionados ao meio ambiente; II - a ampla participação da escola, da universidade e de organizações não-governamentais na formulação e execução de programas e atividades vinculadas à educação ambiental não-formal;

12 EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL E NÃO FORMAL Quando falamos em educação ambiental não formal nas escolas privadas, estas necessitam integrar seu sistema educacional com práticas pedagógicas voltadas para o incentivo de atividades extra-classe, como a criação de Ongs, grupos de estudos ambientais, programas de iniciação científica e visitas aos mais diversos lugares onde a ambientalidade seja o foco do trabalho. Vale lembrar que, embora haja incentivos governamentais, nem sempre estes são conseguidos, sendo a entidade a responsável direta pela elaboração destes programas.

13 Estratégias de Ensino para a Educação Ambiental Um programa de educação ambiental para ser efetivo deve promover, simultaneamente, o desenvolvimento de conhecimento, de atitudes e de habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental. Utiliza-se como laboratório o metabolismo urbano e seus recursos naturais e físicos, iniciando pela escola, expandindo-se pela circunvizinhança e sucessivamente até a cidade, a região, o país, o continente e o planeta. A aprendizagem será mais efetiva se as atividades estiverem adaptadas às situações da vida real da cidade ou do meio em que vivem alunos e professores.

14 Estratégias de Ensino para a Educação Ambiental Estratégia: Discussão em classe (grande grupo) Ocasião para Uso: Permite que os estudantes exponham suas opiniões oralmente a respeito de determinado problema. Vantagens: Ajuda o estudante a compreender as questões e desenvolve autoconfiança e expressão oral. Desvantagem: Podem ocorrer dificuldades nos alunos de discussão.

15 Estratégias de Ensino para a Educação Ambiental Estratégia: Discussão em grupo (pequenos grupos com supervisor-professor): Ocasião: quando assuntos polêmicos são tratados. Vantagem: estímulo ao desenvolvimento de relações positivas entre alunos e professores. Desvantagem: Se não for bem conduzida, pode gerar tensão entre os alunos ou entre os alunos e o professor.

16 Estratégias de Ensino para a Educação Ambiental Mutirão de idéias: atividades que envolvam pequenos grupos, para a apresentação de soluções possíveis para um dado problema. As sugestões são anotadas. Tempo limite de 10 a 15 min. Ocasião: Deve ser usado como recurso para encorajar e estimular idéias voltadas à solução de um certo problema. O tempo deve ser utilizado para produzir as idéias e não para avaliá-las. Vantagem: Estímulo à criatividade, liberdade. Desvantagem: Dificuldades em evitar avaliações ou julgamentos prematuros e em obter idéias originais.

17 Estratégias de Ensino para a Educação Ambiental Reflexão: o oposto do mutirão de idéias. É fixado um tempo aos estudantes para que sentem em algum lugar e pensem acerca de um problema específico. Ocasião: Usado para encorajar o desenvolvimento de idéias em resposta a um problema. Recomenda-se tempo de 10 a 15 min. Vantagem: Envolvimento de todos. Desvantagem: Não pode ser avaliado diretamente.

18 Estratégias de Ensino para a Educação Ambiental Exploração do ambiente local: prevê a utilização e exploração dos recursos locais próximos para estudos, observações, caminhadas etc. Ocasião: Compreensão do metabolismo local, ou seja, da interação complexa dos processos ambientais a sua volta. Vantagem: Agradabilidade na execução, grande participação de pessoas envolvidas e vivência de situações concretas. Desvantagem: Requer planejamento minucioso.

19 AÇÕES DIRETAS PARA A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS EMPRESAS: Visitas a Museus, criadouro científico de animais silvestres; Passeios em trilhas ecológicas/desenhos; Parcerias com Secretarias de Educação de Municípios; Ecoturismo; Publicações e Periódicos; Educação Ambiental para funcionários.

20 AÇÕES DIRETAS PARA A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM COMUNIDADES AGRÍCOLAS: Tem como finalidade principal a orientação aos pequenos produtores (silvicultores ou agricultores), quanto ao uso correto de agrotóxicos, suas aplicações, noções sobre atividades modificadoras do meio ambiente, técnicas agroflorestais, permacultura ( síntese das práticas agrícolas tradicionais com idéias inovadoras. Unindo o conhecimento secular às descobertas da ciência moderna, proporciona o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar) e a legislação pertinente. Interage como uma contribuição para a formação da consciência social e agroecológica da população destas comunidades.

21 AÇÕES DIRETAS PARA A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL A prática ambiental acontece através de visitas às famílias, dias de campo e palestras realizadas em escolas ou centros comunitários da região, onde são demonstradas práticas e técnicas agrícolas de conservação do solo, de pesquisa e novas alternativas que se conciliem com as práticas tradicionais de agricultura da comunidade.

22 AÇÕES DIRETAS PARA A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Além destas ações, promover atividades educativas para as crianças nas escolas e oficinas de trabalhos para as mulheres, sempre com o objetivo de demonstrar que, se bem aproveitados e preservados, os recursos do meio ambiente só trazem benefícios para a comunidade.

23 A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O TURISMO O turismo é uma das atividades econômicas que mais tem se destacado na geração de emprego e renda. Como atividade embasada no desenvolvimento, a preservação do meio ambiente é fundamental para garantir a sobrevivência dessa atividade. Para tanto, a educação ambiental surge como uma das ações para solucionar e/ou minimizar os impactos ocasionados pelo turismo.

24 A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O TURISMO O que é Turismo A matéria-prima do Turismo O papel do Turismo na Educação Ambiental A geração de consciência dos problemas ambientais Turismo Sustentável x Turismo de Massa A questão econômica e a insustentabilidade


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