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Manejo de Recursos Naturais TÉCNICAS DE MANEJO DA VIDA SILVESTRE Prof. Fernando Pires.

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Apresentação em tema: "Manejo de Recursos Naturais TÉCNICAS DE MANEJO DA VIDA SILVESTRE Prof. Fernando Pires."— Transcrição da apresentação:

1 Manejo de Recursos Naturais TÉCNICAS DE MANEJO DA VIDA SILVESTRE Prof. Fernando Pires

2 Nas aulas passadas... • Conceito de Sustentabilidade • Causal • Sustentabilidade Social • Sustentabilidade Econômica • Sustentabilidade Ecológica • Sustentabilidade Cultural • Sustentabilidade Política • Triple Bottom Line • Ações • Governamentais • Sociedade tradicional • Atualidade

3 Conceitos Qual a importância do manejo de animais silvestres? Aula 8 – Manejo Animal

4 Biodiversidade Pode ser definida como a variedade e a variabilidade existente entre os organismos vivos e as complexidades ecológicas nas quais elas ocorrem. Ela pode ser entendida como uma associação de vários componentes hierárquicos: ecossistema, comunidade, espécies, populações e genes em uma área definida. A biodiversidade varia com as diferentes regiões ecológicas, sendo maior nas regiões tropicais do que nos climas temperados. Aula 8 – Manejo Animal Conceitos Brasil 1º país em Megadiversiade Biomas Brasileiros: Floresta Amazônica; Cerrado (Pantanal); Mata Atlântica; Caatinga; Pampas.

5 Biodiversidade - Hot Spot Um "ponto crítico" (hot spot) de biodiversidade é um local com muitas espécies endêmicas. Ocorrem geralmente em áreas de impacto humano crescente. A maioria deles está localizada nos trópicos Alguns deles: • O Brasil tem 1/5 da biodiversidade mundial, com espécies de plantas, 5000 de vertebrados, milhões de insetos, milhões de microrganismos. • A Índia apresenta 8% das espécies descritas, com espécies de plantas e de animais Aula 8 – Manejo Animal Conceitos

6 Biodiversidade - Dinâmica A biodiversidade é um sistema em constante evolução tanto do ponto de vista das espécies como também de um só organismo. A meia-vida média de uma espécie é de um milhão de anos 99% das espécies que já viveram na Terra estão hoje extintas. A biodiversidade não é distribuída igualmente na Terra. Maior nos trópicos. Quanto maior a latitude, menor é o número de espécies, contudo, as populações tendem a ter maiores áreas de ocorrência. Efeito Rapoport Aula 8 – Manejo Animal Conceitos Efeito que envolve disponibilidade energética, mudanças climáticas em regiões de alta latitude Efeito Rapoport

7 Biodiversidade - Manejo A conservação da diversidade biológica tornou-se uma preocupação global. Apesar de não haver consenso quanto ao tamanho e ao significado da extinção atual, muitos consideram a biodiversidade essencial. Há basicamente dois tipos principais de opções de conservação: • Conservação in-situ • Conservação ex-situ Aula 8 – Manejo Animal Conceitos

8 1 – Inventário de Fauna Inventários de fauna acessam diretamente a diversidade de uma localidade, em um determinado espaço e tempo. Os dados primários gerados pelos inventários compõem uma das ferramentas mais importantes na tomada de decisões a respeito do manejo de áreas naturais. Silveira et al, 2010 Conhecer o que vai manejar Vários problemas observados em diversos níveis relacionados aos inventários de fauna no Brasil: • Formação de recursos humanos • Ausência de padronização, de desenho experimental • Seleção de métodos inadequados. Aula 8 – Manejo Animal Métodos

9 ESPÉCIE 1 ESPÉCIE 2 ESPÉCIE 3 ESPÉCIE 4 ESPÉCIE 5 1 – Inventário de Fauna Aula 8 – Manejo Animal Métodos • Identificação • Distribuição geográfica (habitat) • Nicho Ecológico (hábito) • Alimentação • Reprodução • “Status” ESPÉCIE 1 Dados Secundários Bibliografias: regional e local Dados Primários Atual coleta de campo “in locu” Base dos Especialistas Experiências características intrísecas.

10 1 – Inventário de Fauna Observação indireta Através de algumas evidências ou vestígios deixados por animais, é possível confirmar se esses animais vivem em uma determinada área. É o chamado método indireto, pois possibilita comprovar a presença de alguns indivíduos, sem a observação “verdadeira” do animal. Entre essas evidências temos algumas que ocorrem com mais frequência: • Pegadas ou rastros • Vocalização ou canto dos animais • Fezes Aula 8 – Manejo Animal Métodos

11 1 – Inventário de Fauna Observação indireta • Pegadas ou rastros A qualidade das impressões varia de acordo com o tipo de terreno e época do ano. Em geral terrenos mais argilosos e a época de chuvas permitem melhores condições para “marcar” a pegada de um animal. Aula 8 – Manejo Animal Métodos Luane Lima PROBiO

12 1 – Inventário de Fauna Observação indireta • Pegadas ou rastros Aula 8 – Manejo Animal Métodos Instituto Ambiental do Paraná, 2008.

13 1 – Inventário de Fauna Observação indireta • Zoofonia - Vocalização ou canto dos animais Aula 8 – Manejo Animal Métodos

14 1 – Inventário de Fauna Observação indireta • Fezes Aula 8 – Manejo Animal Métodos

15 1 – Inventário de Fauna Observação indireta • Fezes e/ou regurgito Aula 8 – Manejo Animal Métodos Regurgitos de Coruja-buraqueira (Athene cunicularia) e seus componentes principais: ossos e partes de artrópodes

16 1 – Inventário de Fauna Observação direta Através de visualização e/ou coleta é possível confirmar se esses animais vivem em uma determinada área. É o chamado método direto, pois comprova a presença de alguns indivíduos, com a observação “verdadeira” do animal. Tais evidências podem ser feitas a partir de: • Avistamentos • Captura Aula 8 – Manejo Animal Métodos

17 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Avistamentos Aula 8 – Manejo Animal Métodos Ronda (diurnas e noturnas) Transecto * Censo por ponto Esforço de amostragem*

18 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Avistamentos – Armadilhas Fotográficas Aula 8 – Manejo Animal Métodos

19 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Avistamentos Aula 8 – Manejo Animal Métodos

20 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Captura Associado a posterior soltura ou não Diferentes técnicas - Diferentes grupos • Manual • Live trap • Alçapão (pitfall) • Rede de neblina • Snap trap • Abate / Pesca Aula 8 – Manejo Animal Métodos

21 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Captura Manual • Transecto* O mais utilizado na estimativa de populações Observador conduz o censo ao longo de uma série de linhas, procurando pelos animais ou grupos de interesse • Esforço de amostragem* Observador conduz o censo sem associar a uma direção pré-definida, procurando pelos animais ou grupos de interesse Tempo (hora), Distância (km) ou Amostrador (Homem) Aula 8 – Manejo Animal Métodos

22 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Captura Manual • Transecto* Aula 8 – Manejo Animal Métodos

23 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Captura Manual • Transecto* Aula 8 – Manejo Animal Métodos Centro Português de Actividades Subaquáticas (CPAS)

24 Aula 8 – Manejo Animal

25 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Captura Live trap Aula 8 – Manejo Animal Métodos

26 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Captura Alçapão (pitfall) Aula 8 – Manejo Animal Métodos

27 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Captura Snap trap Aula 8 – Manejo Animal Métodos

28 1 – Inventário de Fauna Observação direta • Abate / Pesca • Arrastão Aula 8 – Manejo Animal Métodos Associado ao extrativismo

29 2 – Monitoramento de Fauna Observação direta • Captura, marcação e recaptura (CMR) Bastante interessante no sentido de acuracidade de suas estimativas em populações de animais com alta mobilidade. • Radio telemetria Uma importante ferramenta de pesquisa para se estabelecer deslocamentos diários e sazonais das espécies animais, sua área de vida onde busca alimentação e outras necessidades de seu ciclo biológico, também podendo estabelecer rotas migratórias Aula 8 – Manejo Animal Métodos

30 2 – Monitoramento de Fauna Observação direta • Captura, marcação e recaptura (CMR) 1 - O pesquisador em um determinado momento t1 realiza uma captura, marca e solta n1 indivíduos de uma população de tamanho desconhecido (N) 2 - Em um momento posterior t2 (depende do organismo em questão), o pesquisador faz uma Segunda amostragem de n2 indivíduos, dos quais m2 indivíduos já marcados em t1. Aula 8 – Manejo Animal Métodos Vamos imaginar que em t2 o pesquisador encontrou uma alta proporção m2/n2, indicando que em t1 ele já havia marcado uma grande quantidade de indivíduos. De modo inverso, se em t1 ele marcou poucos animais, a proporção m2/n2 é baixa.

31 2 – Monitoramento de Fauna Observação direta • Captura, marcação e recaptura (CMR) Aula 8 – Manejo Animal Métodos Seguindo este raciocínio, se amostragem e a distribuição dos animais são aleatórias, a proporção de animais marcados na segunda amostra (t2) é a mesma que o número de indivíduos marcados na população inteira. Deste modo, a proporção de animais marcados na primeira amostra n1 em relação à população total N é igual à proporção de animais marcados encontrados na Segunda amostra m2 em relação ao número total coletado n2:

32 2 – Monitoramento de Fauna Observação direta • Captura, marcação e recaptura (CMR) Aula 8 – Manejo Animal Métodos

33 2 – Monitoramento de Fauna Observação direta • Captura, marcação e recaptura (CMR) Aula 8 – Manejo Animal Métodos

34 2 – Monitoramento de Fauna Observação direta • Radio telemetria Aula 8 – Manejo Animal Métodos

35 Conjunto de Métodos Aula 8 – Manejo Animal Resultados Curcio et al, 2010

36 O QUE TEMOS QUE LER DAQUI PRA FRENTE Para Leitura Etnografia e manejo de recursos naturais pelos índios Deni da Amazônia Juarez PEZZUTI, Rodrigo Pádua CHAVES

37 Manejo de Recursos Naturais Atividade Prof. Fernando Pires


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