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RESULTADOS DA REGIÃO EPISCOPAL BELÉM. Conclusão dos grupos por Setores • Setor Vila Antonieta 1.Atividade: preocupação pela catequese de adultos Maior.

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1 RESULTADOS DA REGIÃO EPISCOPAL BELÉM

2 Conclusão dos grupos por Setores • Setor Vila Antonieta 1.Atividade: preocupação pela catequese de adultos Maior uso da Bíblia em círculos e grupos de rua. 2. Pessoas a serem envolvidas: catequistas, ministros da Palavra e leitores. 3. Porque vamos realizar a atividade proposta: porque falta maior entusiasmo pela Sagrada Escritura • Setor Guarani 1. Atividade: a) esclarecimento sobre o que é CPP; b) promover o conhecimento da Doutrina Social da Igreja. 2. Pessoas a serem envolvidas: a) todos os grupos e pastorais da paróquia; b) toda a comunidade, especialmente os envolvidos nos grupos de pastoral. 3. Porque vamos realizar a atividade proposta: para uma maior integração entre as pessoas da paróquia. Para uma plena realização da caridade (amor). 4. Como vamos realizar a atividade proposta: Dia de formação.

3 • Setor São Mateus 1. Atividade: a) articulação das pastorais sociais existentes; b) formar equipe de voluntariado. 2. Pessoas a serem envolvidas: a) das pastorais sociais já existentes; b) toda Região. 3. Porque vamos realizar a atividade proposta: dar atendimento, acolher, apoiar os menos favorecidos. 4. Como vamos realizar a atividade proposta: a) convocar as pastorais existentes; b) ver quais pastorais temos. • Setor Belém 1. Atividade: a) missa da família; b) falta do amor de Deus; c) rever as preparações para os sacramentos. 2. Pessoas a serem envolvidas: a) novas pessoas do circulo de relacionamento de cada um; b) todos ao nosso redor. 3. Porque vamos realizar a atividade proposta: a) ressaltar a importância da missa dominical; b) “se eu me sinto amado, eu topo qualquer coisa”. 4. Como vamos realizar a atividade proposta: a) em cada comunidade; b) conversão pessoal, uso de material disponível criatividade, internet. • Setor Tatuapé 1. Atividade: a) ter atitude de escuta da Palavra; b) Expressão da Palavra fora da igreja. 2. Pessoas a serem envolvidas: a) todas as pastorais no decorrer de seus trabalhos; b) todas as pastorais em rodízio. 3. Porque vamos realizar a atividade proposta: a) proporcionar conscientização sobre o valor da Palavra; b) despertar a “curiosidade” das pessoas, instigar. 4. Como vamos realizar a atividade proposta: a) vivência; b) banners, cartazes.

4 • Setor Sapopemba 1. Atividade: valorizar o processo de iniciação à fé, assim como de todos os sacramentos. 2. Pessoas a serem envolvidas: pastorais em geral, movimentos e grupos. 3. Porque vamos realizar a atividade proposta: passar de sacramentalismo à evangelização. 4. Como vamos realizar a atividade proposta: dar preparação, formar os grupos na espiritualidade da iniciação da vida na fé. • Setor Carrão/Formosa 1. Atividade: evangelização. 2. Pessoas a serem envolvidas: crianças e pais de escolas públicas e condomínios. 3. Porque vamos realizar a atividade proposta: para que eles retomem sua vida ( retorno à Igreja) e conheçam a Palavra. 4. Como vamos realizar a atividade proposta: Abordagem, PASCOM e panfletos.

5 • Setor Conquista 1. Atividade: Retiro sobre leitura orante. 2. Pessoas a serem envolvidas: lideranças das paróquias. 3. Porque vamos realizar a atividade proposta: aumentar a espiritualidade. 4. Como vamos realizar a atividade proposta: em nível de setor. • Setor Vila Alpina 1. Atividade: a) ir atrás das pessoas, conhecer as pessoas, as famílias; b) apoiar os grupos voluntários que atuam em obras sociais; c) trabalhar a conversão; d) apoiar as famílias que têm dependentes de bebidas e outras drogas. 2. Pessoas a serem envolvidas: a) primeiro ser uma Igreja Missionária para descobrir novos discípulos e novos missionários, os que temos já estão atarefados com tantas coisas; b) enviar equipes de evangelização, devemos compor as equipes; c) apresentar essa proposta no setor para se compor as equipes missionárias. 3. Porque vamos realizar a atividade proposta: para sair da pastoral de manutenção segundo item.

6 RESULTADO DA REGIÃO ESPISCOPAL BRASILÂNDIA

7 ANÚNCIO DA PALAVRA • Capacitar padres, ministros da Palavra, catequistas, pastorais comprometidas com o anuncio da Palavra, utilizando novas linguagens e novas tecnologias, buscando atualização técnica, pedagógica e teológica, a fim de que a Palavra seja anunciada numa linguagem acessível (simples e clara) às pessoas, respondendo aos anseios do povo. • Favorecer a acolhida e ação missionária (ir ao encontro dos batizados) nas comunidades, através da ação conjunta das pastorais, visando a formação de grupos de rua nas comunidades e aproximação daqueles que estão mais afastados; • Preparar jovens para que diante da realidade que vivem possam testemunhar a sua fé, com consciência crítica e espiritualidade encarnada diante dos desafios que os cercam.

8 SANTIFICAÇÃO DO POVO (Liturgia) • Preparar leitores, grupos de canto, coroinhas e acólitos, através de formação liturgica, cursos de comunicação (PASCOM) para que nas celebrações haja harmonia entre os diversos ministérios, valorizando os textos liturgicos, diretórios e hinarios liturgicos da Igreja do Brasil; • Valorizar as equipes de acolhida nas celebrações, favorecendo a participação de toda assembléia celebrante, integrando ministros e povo, a fim de tornar as celebrações lugar de encontro de fé e vida; • Envolver crianças, adolescentes e jovens nas celebrações liturgicas, de modo que eles se sintam protagonistas e agentes da mesma.

9 CARIDADE PASTORAL • Promover nas comunidades ações que valorizem o ser humano na sua totalidade, através de projetos sociais que priorizem reforço escolar para crianças, atividade física para idosos, distribuição de medicamentos monitorado por profissionais, visitas às familias assistidas por doações nas paróquias, etc. • Levar as pessoas a conhecer e exigir os seus direitos, através da formação para a cidadania, o estudo da Doutrina Social da Igreja, apoiando a participação de leigos nos Conselhos paritarios e na luta por políticas públicas, com atenção especial à Saúde e Educação; • Valorizar nas comunidades a escuta, o diálogo, o acolhimento das pessoas, superando o assistencialismo; apoiando o trabalho voluntário e projetos sociais de geração de renda nas comunidades mais empobrecidas.

10 RESULTADO DA REGIÃO EPISCOPAL IPIRANGA

11 ANÚNCIO DA PALAVRA • 1.Promover um Curso de Formação e Aprofundamento para o Anúncio da Palavra para todos os públicos: clero, catequistas, agentes de pastorais, lideranças, etc • 2. Utilizar linguagens artísticas e audiovisuais para o Anúncio da Palavra

12 • 3. Desenvolver o espírito missionário em toda a IGREJA, criando uma Escola Missionária. • 4.Melhorar a acolhida e a escuta na Paróquia • 5.Criar e fortalecer os Grupos de Rua. • 6.Valorizar a Leitura Orante da Palavra de Deus

13 SANTIFICAÇÃO DO POVO • 1.BATISMO a) Melhorar formação dos Catequistas; padronizar encontros (duração e conteúdo); acolhida, • b) Conscientização dos Pais sobre a importância do Sacramento.

14 2) FORMAÇÃO (CATEQUESE/CRISMA/FAMILIA / VOCACIONAL): a) Dinamizar o conteúdo e a formação dos Catequistas b) Equipamentos (audivisual, TV, Video, DataShow). c) Formação e aprimoramento a respeito dos Sacramentos. d) Incentivar a Pastoral Vocacional e Familiar no âmbito dos Sacramentos e) Encontros de Casais e familiar (1ª e 2ª união)

15 3) EUCARISTIA/RECONCILIAÇÃO: a) Missas em residências b) Folhetos com a explicação sobre a Eucaristia; c) Auxilio audiovisual antes das Missas. d)Reconciliação

16 CARIDADE PASTORAL 1. Atuação na área da saúde • Investir na visitação aos doentes, de modo particular na realidade hospitalar, envolvendo não apenas os ministros extraordinários da Sagrada Comunhão, mas também outros agentes de pastoral, sendo presença efetiva e afetiva da Igreja junto aos enfermos e doentes, levando a Palavra e a Eucaristia por meio da visitação, oração, escuta e arte (especialmente o teatro e a música). 2. Junto aos mais necessitados e empobrecidos • Auxiliar os desempregados e pessoas carentes, especialmente os moradores de rua, em suas necessidades básicas como alimentação, moradia, orientação psicológica e apoio financeiro (se necessário for); colaborar também na elaboração de curriculum e encaminhamento aos órgãos competentes (municipais, estaduais, federais ou arquidiocesanos).

17 3. Pastoral da Acolhida • Intensificar e fortalecer a acolhida em nossas Igrejas envolvendo todas as pastorais e movimentos, com especial atenção às famílias, crianças e jovens, criando um ambiente eclesial acolhedor com metodologia apropriada afim de que se sintam envolvidos e encantados pelos mistérios de Deus e pela ação da Igreja. 4. Pastoral dos Enlutados • Capacitar leigos para que desenvolvam um trabalho pastoral junto aos enlutados, desde a celebração de exéquias até o acompanhamento e visitação nas casas, devolvendo-lhes a esperança, a alegria de viver e a certeza de que não estão desamparados e sozinhos, mas pertencem a uma comunidade de fé. 5. Desenvolver consciência de Pastoral de Conjunto • Melhorar a integração e a interação entre as diversas pastorais e movimentos, superando o pecado do individualismo e da setorização dos trabalhos na comunidade, criando uma consciência de pastoral de conjunto, sentindo-se verdadeiramente “casa da Palavra de Deus”.

18 RESULTADO DA REGIÃO EPISCOPAL SANTANA

19 Atitudes práticas para tornar a Paróquia uma Comunidade de Comunidades 1) ORGANIZAÇÃO • Elaborar planejamento pastoral para a paróquia; • Organizar anualmente uma Assembléia paroquial; • Investir na Pastoral de conjunto; • Regulamento ( diretrizes) para a pastoral; • Melhorar e valorizar a acolhida de modo geral (ver Diretrizes da Igreja e Bíblia); • Acolher melhor os católicos de “ocasião”; • Preparar pessoas para acolher novos paroquianos; • Rever metodologia para envolver as pessoas nas pastorais e outros serviços da comunidades;

20 • Investir no comprometimento dos leigos; • incentivar os que já atuam; • Criar uma Comissão de leigos na paróquia; • Renovar pessoais nos trabalhos pastorais e lideranças; • Melhorar a estrutura financeira para cursos e retiros; • Criar a Pastoral da escuta; • Abrir-se ao novo, a renovação; • Rever as diretrizes pastorais e definir padronização nas orientações para a Região; • Resgatar a consciência da tríplice missão da paróquia;

21 • Definir melhor os horários de missas; grupos de oração; confissões; atendimentos; conforme a realidade do lugar onde se encontra a comunidade. • Valorizar o trabalho com a juventude; • Atrair e criar espaço para a juventude; • Acompanhar melhor a Catequese; • Iniciar um trabalho mais direto com as famílias;

22 • Investir nos meios de comunicação nas paróquias; site; rádio; redes sociais; • Valorizar os meios já existentes e rever formato; • Divulgar melhor os meios já existentes; • O padre precisar dar mais presença junto às pastorais, grupos e movimentos na paróquia - incentivar • Estimular os leigos para uma vida mais atuante; • Renovação dos leigos nas pastorais; • Efetivar a Pastoral de Conjunto.

23 2) FORMAÇÃO • Retiros; dias de espiritualidade; • Escola da Fé; aulas sistemáticas de formação paroquial sem concorrer coma Escola de Ministérios da Região; • Formação Permanente em todos os níveis • ( paróquia, setor e região) • Formação para agentes pastorais, grupos e movimentos; • Atualização pastoral – para quem já está engajado; para coordenadores de pastorais ; • Criar mais cursos de aprofundamento bíblico e dos ensinamentos da Igreja nas paróquias; • Curso sobre a iniciação cristã;

24 • Atualização do clero – renovar o amor à Cristo; • Trabalhar para uma mudança de mentalidade – catequese como formação permanente – processo continuo de formação; • Criar o dia de formação bíblica na paróquia – dar responsabilidade as pastorais; • Formação litúrgica; • Formar ministros da Palavra; • Ministério da música e grupos de canto precisam de formação para atrair mais pessoas e incentivá-los para a participação na vida da comunidade; • Dar formação técnica e de novas estratégias para a correta orientação da comunidade, em todas as etapas da evangelização;

25 • Adequar a formação com a juventude rever linguagem: • Formação religiosa de toda a família – Pastoral familiar; • Processo de iniciação cristã – criando vínculo permanente com a comunidade; • Preparar agentes para a comunicação – atualizar a linguagem adequando as necessidades atuais; contar mais com a juventude;

26 • Incentivar mais a comunidade para uma formação permanente da fé; • Preparar melhor as homilias – cultivar a fé; • Falar do Evangelho de forma mais simples despertando o interesse de querer conhecer mais o Evangelho; • Motivar a comunidade para uma vida de oração – oração que sustenta a responsabilidade cristã; • Iniciar o Dia da Palavra em nossas paróquias e comunidades ( com a aprovação, apoio e acompanhamento do bispo e sacerdotes )

27 3) MISSÃO • Assumir uma atitude missionária; • Sair a campo – evangelizar com as visitas aas casas, condomínios, escolas,...; • Rever método de evangelização – união das pastorais • Incentivar a integração dos grupos e pastorais da igreja em vista da missão; • Investir na criação das CEB`s; • Formar grupos de reflexão; • Construir mais espaços religiosos no território paroquial; • Intercâmbio entre comunidades; • Missão em hospitais;

28 • Fortalecer a presença fraterna entre padres e comunidades; • Aproximar as famílias da catequese ( desafio eclesial, não só social); • Deixar de se fazer diferenciação entre pessoas, raças; • Criar células paroquiais de evangelização; • Valorizar a missão popular; • Investir nos núcleos de evangelização paroquiais – formar novas comunidades; • Levar a Palavra de Deus para os afastados; • Resgatar o sentido de comunidade como Igreja reunida em torno de Jesus Cristo que envia em missão;

29 RESULTADO DA REGIÃO EPISCOPAL SÉ

30 1. Formação • Aprofundar o estudo permanente da Palavra de Deus • Formação e missão • Grupos de Leitura Bíblica nos prédios ou entre vizinhos; • Pregação do Querigma para toda paróquia; 2. Comunicação • Programas que dêem visibilidade à ação da Igreja; • Homilias preparadas em todas as Celebrações Litúrgicas • Usar os meios modernos de comunicação; • Comunicação em geral; • Melhorar e agilizar a comunicação para torná-la mais efetiva; • Melhorar a comunicação entre as pastorais e entre as paróquias dos setores;

31 3. Acolhida • Acolhida; • Agregar as pessoas das pastorais para caminhar segundo o dom e a vocação própria de cada um; • Estimular os talentos de cada paroquiano para traze-los à comunidade; • Fazer com que os paroquianos percam o medo de comprometer-se; • Abrir espaços de convivência na paróquia; • Aprender a ouvir e buscar integração; 4. Juventude • Envolver os jovens nas atividades das paróquias; • Renovar os membros das pastorais, estimulando os grupos de jovens; • Realizar a evangelização da juventude no âmbito individual, é preciso conhecer a cada um na sua particularidade para resgata-lo à Igreja;

32 5. Diversos • Criar grupos inter-pastorais para troca de conhecimento e reforço espiritual; • Oferecer algo nos dias de semana, considerando menor frequência nos finais de semana e nos feriados; • Criar grupos de liturgia diária; • Envolvimento maior com os leigos; • Despertar os que conhecem Cristo e acordar os que não o conhecem; • Resgatar as Ceb’s, Círculos bíblicos, terços, leitura orante e grupos de oração, etc.; • Aproveitar momentos fortes para motivar e catequizar; • Trabalhar com a criança e a família, numa formação catequética aprimorada, alicerçada na Palavra de Deus; • Ir ao encontro dos irmãos; • Sair do espaço físico da Paróquia, ir ao encontro do Povo. • Cada membro seja qual for a pastoral se propor e se comprometer em ajudar que todos façam uso da Palavra de Deus; • Testemunhar o amor fraterno e mútuo; • Comprometer-se com a Palavra de Deus na vivência pessoal diária; • Desburocratizar o ministério do padre na paróquia, afim de que ele possa formar leigos para enviá-los em missão na sociedade; • Redimensionar o trabalho dos diáconos permanentes. Ex.: Para ter presença constante nos hospitais;


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