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Germinação e Predação de Sementes de Castanha-do-Pará (Bertholletia excelsa Humb. & Bonpl) Lecythidaceae e Fatores que Condicionam Sua Regeneração. Wanderley.

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Apresentação em tema: "Germinação e Predação de Sementes de Castanha-do-Pará (Bertholletia excelsa Humb. & Bonpl) Lecythidaceae e Fatores que Condicionam Sua Regeneração. Wanderley."— Transcrição da apresentação:

1 Germinação e Predação de Sementes de Castanha-do-Pará (Bertholletia excelsa Humb. & Bonpl) Lecythidaceae e Fatores que Condicionam Sua Regeneração. Wanderley Rocha Silva1, Daniel C. Nepstad1,3 e Paulo M. Brando1 1Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, 3The Woods Hole Research Center A castanha-do-Pará é uma semente e em cada fruto da castanheira, encontra-se até 25 sementes. A castanha é a única semente comercializada internacionalmente que tem que ser coletada na floresta. A castanheira pode chegar a 50 metros de altura e 16,5 metros de circunferência em sua copa. Há regiões em que as sementes vêm sendo colhidas de forma intensiva por décadas e nessas regiões, foram encontradas poucas árvores jovens, o que sugere que o ciclo de renovação da espécie foi interrompido e as práticas atuais de coleta da castanha-do-Pará em vários locais da floresta amazônica não são sustentáveis a longo prazo (Carlos Perez). Através de simulações por computador feitas por pesquisadores mostram a diminuição dos números de árvores mais velhas em áreas que são mais exploradas. Estas árvores não estão sendo substituídas por exemplares mais jovens devido a coleta excessiva de seus frutos. A maior parte das frutas ficam onde caem e quando não são coletadas são atacadas por fungos ou cupins, o que facilita sua germinação. Mas as cutias vão roem a casca e enterram a castanha para comer mais tarde. Uma cutia pode enterrar muitas sementes e pode comer a maior parte delas, mas não todas. As cutias são importantes para dispersarem as sementes, mas também são predadores naturais. Objetivos Monitorar a taxa de germinação e predação de Castanha do Pará (B. excelsa), na FLONA do Tapajós no km 67, onde não há coleta de Castanha do Pará e também numa área de roçado, no km 19 da Br 163. Hipótese • Que devido a área ser uma FLONA, haverá um número muito grande de predação nas sementes por animais. • Que as sementes com proteção na área da FLONA, não serão predadas. • Sementes plantadas em áreas de clareiras na FLONA germinarão mais facilmente. • Que a maioria das castanhas plantadas no roçado não serão predadas por ser uma área de roçado em uma floresta próximo a um campo de soja. • As castanhas plantadas no roçado germinarão devido a ausência de predadores naturais e grande incidência de luz. Métodos • Foram escolhidos 5 trilhas de 200 metros cada. Onde foram plantadas 808 castanhas de B. excelsa, no dia 14/05/2004. • Em cada parcela foram escolhidos 20 grids para plantar as castanhas, sendo que cada um fica distante do outro cerca de 10 metros. • Dos 100 grids, onde foram plantadas as castanhas, 20 foram colocados sem a proteção de tela de zinco. Resultados e discussão • Foram plantados 101 grids, cada um com 8 sementes, sendo que, destes, 101 grids 20 foram planados sem a proteção da tela de zinco. • Aproximadamente 65% dos grids foram mexidos por animais depois de 2 meses que as sementes foram plantadas, inclusive todos os grids sem proteção (Fig. 3). Figura 3- Gráfico mostrando a diferença entre o total de grids colocados e dois meses depois predados. • De um total de 808 sementes plantadas dentro da área da FLONA, foi observado que 310 sementes haviam sido levadas por animais ou comidas por formigas (Fig. 4). Figura 4- Gráficos mostrando a quantidade de grids que foram predados por animais em 2 meses na FLONA. • Houve um índece muito grande de predação em um espaço pequeno de tempo chegando a 65% até agora. • Uma pequena parte das castanhas foram comidas por formigas, ou seja, foi observado um pequeno orifício na parte lateral destas sementes por onde as mesmas conseguiram entrar nas castanhas. As castanhas quando quebradas estavam ocas e algumas ainda com formigas e ovos das mesmas. • Os animais levaram as sementes levantando a tela (Fig. 5), talvez a quantidade de grampos que fixavam as telas ao solo tenham sido pequena para garanti a proteção e germinação. • Não se esperava que muitos das sementes fossem predadas por formigas e que os animais conseguissem levantar as telas. • Em relação a germinação ainda não houve observações na FLONA e no roçado, isso devido ao curto espaço de tempo e do grande período que essas sementes levam para germinar. • No roçado a predação das sementes até agora foi de apenas 10 %, sendo que alguns grids foram mexidos pelo homem. •A proteção é composta de uma tela de zinco (50x50), dois arames suspensos para facilitar a germinação das plântulas e 4 arames para fixar cada tela ao solo. Foram também colocadas sementes sem proteção (Fig. 1). Figura 5- Grids com proteção que foram mexidas por animais. Figura 1- Proteções das sementes com e sem a tela de zinco. ID 8


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