A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

1 Produzir o roteiro Dauro Veras Jornalista e roteirista – setembro de 2006 Laboratório de.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "1 Produzir o roteiro Dauro Veras Jornalista e roteirista – setembro de 2006 Laboratório de."— Transcrição da apresentação:

1 1 Produzir o roteiro Dauro Veras Jornalista e roteirista – setembro de 2006 Laboratório de Ensino a Distância – LED Engenharia e Gestão do Conhecimento - EGC Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC Capacitação em EAD – oficina 5

2 2 Esta oficina vai abordar: 1. Roteiro para hipermídia: o que é, para que serve 2. A experiência do roteirista: atribuições, desafios 3. Passo a passo: etapas, exemplos, exercícios

3 3 Esta oficina NÃO oferece: Fórmula de como fazer um bom roteiro Receita de como escrever bem (espero ajudar mapeando parte do percurso; o caminho completo quem faz é você)

4 4 1. Roteiro para hipermídia O que é, para que serve

5 5 O que é um roteiro (1) “É a forma escrita de qualquer projeto audiovisual”. (Doc Comparato) “História contada em imagens, diálogo e descrição, dentro do contexto de uma estrutura dramática”. (Syd Field)

6 6 O que é um roteiro (2) “...é o sonho de um filme”. (Jean-Claude Carrière) “...conta a história, mas não é a própria história". (Fernando Marés de Souza) Descrição pormenorizada de uma viagem; itinerário.(...) Guia. (Aurélio)

7 7 O que um bom roteiro NÃO é Mera formatação do curso/livro/peça para outra mídia Um produto final. O roteiro tem existência efêmera, exceto quando vira obra literária Garantia de sucesso de um filme/curso. Mas um bom filme/curso nasce de um bom roteiro

8 8 Funções do roteiro em EAD Descrever, com indicações técnicas precisas, as decisões de design instrucional sobre como o curso será construído Dar condições para que a equipe construa um curso atraente e eficaz nos objetivos pedagógicos

9 9 Multimídia e hipermídia Multimídia: uso de várias mídias Hipermídia: escritura que liga blocos de informações de forma não-linear (links) Hipertexto: texto organizado de maneira que o leitor pode escolher vários caminhos sem estar preso a um encadeamento linear único.

10 10 Hipernarrativas Alguns tipos: Mudanças cronológicas Criações coletivas Histórias entrelaçadas Uso do acaso (ex: A Casa das Mil Portas)A Casa das Mil Portas Você pode citar algumas hipernarrativas? (cinema, literatura, teatro, websites...)

11 11 Alguns termos AÇÃO DRAMÁTICA: Soma da vontade da personagem, da decisão e da mudança. CONFLITO: Confrontação de forças e personagens com a qual a ação se desenvolve. CORTE: Passagem direta de uma cena para outra. CORTE DE CONTINUIDADE: Corte no meio de uma cena que é retoma­da mais adiante. ELIPSE: Passagem muito rápida do tempo. GANCHO: Momento de grande interesse colocado antes de um intervalo. MACROESTRUTURA: Estrutura geral dd roteiro. MICROESTRUTURA: Estrutura da cena. MUDANÇA DE EXPECTATIVAS: Quando o curso da história muda de repente. RITMO: Cadência do roteiro. Harmonia. Doc Comparato, Da Criação ao Roteiro. Mais em

12 12 2. A experiência do roteirista Atribuições, desafios

13 13 O que é fazer roteiro de EAD? Roteirizar ≠ “adaptar” conteúdo Roteirizar implica lidar com: Informação Linguagem Narrativa Arte Comunicação Relações...

14 14 Mas afinal o roteirista faz o quê? Desenvolve estruturas narrativas Favorece a interação/interferência Pesquisa temas relacionados Cria metáforas, comparações, analogias, contrapontos Adapta a linguagem ao público... >>

15 15... Define imagens, infográficos e animações pertinentes ao tema Cria textos para locuções Roteiriza vídeos Cria mapas de conteúdo Etc. (nem sempre tudo; às vezes mais)

16 16 Na vida real... As atribuições variam conforme o modelo da instituição, proposta pedagógica, recursos materiais e tecnológicos, prazos, acúmulo de funções etc. Às vezes é tênue a fronteira entre as atribuições do roteirista e as de designer instrucional

17 17 Algumas dificuldades freqüentes Desconhecimento do perfil do público TI de ponta, modelo pedagógico limitado Modelo avançado, mas limitações de TI

18 18 Mais dificuldades Resistência do professor a contrapontos Prazo curto demais Estrutura indefinida do curso (monitoria etc.)...

19 19 Alguns caminhos possíveis Estimular o estudante a conectar o tema do curso com sua própria realidade Usar também outros recursos da internet: blog, podcast, youtube, editor colaborativo

20 20 Mais caminhos Atenção especial ao diálogo com professor e equipe: validar contrapontos Simplificar sem ser simplista. ex.: objetos de aprendizagem reaproveitam conteúdo Improvisar...

21 21 Proposta de atividade em grupo 1. Relacionem os principais obstáculos que vocês já enfrentaram ou esperam ter de enfrentar como roteiristas de EAD. 2. Debatam as alternativas que podem ser adotadas para superá-los. 3. Compartilhem as respostas com a turma, se desejarem. Tempo sugerido: 5 minutos

22 22 3. Passo a passo Etapas, exemplos, exercícios

23 23 Etapas do roteiro Idéia ou "o que": o tema ou fato que motiva você a escrever. Conflito ou "onde": transmite a idéia. Sem conflito, não há interesse do público. Personagens ou "quem": são aqueles que viverão o conflito. Ação dramática ou "como": a maneira como o conflito em torno de uma idéia será vivido pelos personagens.

24 24 Para debate As etapas do roteiro dramatúrgico (idéias, conflito, personagens, ação dramática) são aplicáveis ao seu contexto de cursos a distância? Se sim, como? Se não, por quê? Responda a enquete e compartilhe sua opinião via chat com a turma.

25 25 Da concepção ao parto Sinopse: visão de conjunto; narrativa breve. Argumento: desenrolar da ação, resumo com as principais indicações da história; defesa da história. Roteiro: forma escrita de qualquer espetáculo audiovisual. (o nome não importa; falamos de organização prévia de idéias)

26 26 Exemplo de sinopse Sala de Aula Interativa é um curso a distância sobre o conceito de interatividade aplicado à ação cotidiana do professor. As unidades são apresentadas em forma de atividades que estimulam o trabalho colaborativo, em percurso ao mesmo tempo sinalizado e território aberto a múltiplos caminhos. O objetivo é romper com o modelo tradicional de ensino baseado na transmissão e assimilação. Esse novo estilo de pedagogia pressupõe participação, bidirecionalidade e multiplicidade de conexões entre informações e pessoas. Curso Sala de Aula Interativa (2001) Roteirista: Dauro Veras Professor: Marco Silva Instituição: UVB (SP) Ambiente: internet

27 27 Proposta de atividade em grupo Escreva uma sinopse de um parágrafo sobre um curso a distância que você ou seu grupo pretende roteirizar. Lembre de dar uma visão de conjunto e de resumir os principais aspectos do curso, mas ainda sem detalhes. Compartilhe a sinopse com a turma. Tempo sugerido: 10 min

28 28 Proposta de atividade individual Examine o argumento mostrado a seguir e compare-o com um trecho do roteiro Sala de Aula Interativa (Unidade 2). Verifique como as unidades do roteiro foram redigidas a partir das indicações. Tempo sugerido: 10 min

29 29 Argumento (1) 1. Introdução Objetivos da aprendizagem (No final desta unidade, você deverá ser capaz de...) O que será estudado O que já sei sobre o assunto [o estudante escreve] O que gostaria de saber [o estudante escreve] 2. Abertura Mensagem curta motiva o estudante e dá referências sobre o que virá em seguida.

30 30 Argumento (2) 3. Atividade (quatro por unidade, mesma estrutura) Imagem - foto, charge, colagem, reprodução de obra de arte... Frase motivadora. Texto curto que problematiza o tema. Proposta de atividade. Instruções para fazer a atividade. 4. Síntese Texto, imagem, música, chat etc. vinculado ao que foi apresentado. Resumo Atividade de recapitulação Chamada para a próxima unidade.

31 31 Proposta de atividade 1. Leia os textos indicados nas referências e a apresentação Roteiro para Hipermídia. 2. A partir da sinopse que você fez em grupo, redija um argumento de até quatro páginas. 3. Escreva o primeiro tratamento de um roteiro de curso a distância (ou unidade do curso) – mínimo dez páginas. Atividade individual ou em grupo. Prazo sugerido: quatro semanas.

32 32 Uma reflexão sobre ritmo e olhar “Sempre houve mais no mundo do que o que os homens conseguiam ver, por mais devagar que andassem. E não enxergarão nem um pouco melhor a alta velocidade....a um homem, se ele for um homem de verdade, não prejudica em nada ir devagar, pois sua glória não está de modo algum em ir, mas em ser”. John Ruskin, desenhista inglês no século 19, citado por Alain de Botton em A Arte de Viajar.

33 33 Contato Dauro Veras Florianópolis-SC, setembro de 2006.

34 34 Referências CARRIÈRE, Jean-Claude. Reflexões de um roteirista. COMPARATO, Doc. Da Criação ao Roteiro. Ed. Rocco, 5a. edição, __. Glossário do Roteirista. LEÃO, Lucia. “Cibernarrativas ou a arte de contar histórias no ciberespaço”. Em Derivas: cartografias do ciberespaço. São Paulo: Annablume, SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. Quartet, 2a. edição, SOUZA, Fernando Marés de. Um documento chamado roteiro. USINA DO ROTEIRISTA. Dicas para formatar um bom roteiro. Arte: Frank Maia.Frank Maia


Carregar ppt "1 Produzir o roteiro Dauro Veras Jornalista e roteirista – setembro de 2006 Laboratório de."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google