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Avaliação da resistência às drogas tuberculostáticas no LACEN-PR em 2008 SESA/SVS/LACEN-PR Andressa Sprada Maio de 2009.

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1 Avaliação da resistência às drogas tuberculostáticas no LACEN-PR em 2008 SESA/SVS/LACEN-PR Andressa Sprada Maio de 2009

2 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DA TUBERCULOSE NO LACEN/PR: -BACILOSCOPIA *** Coloração de Ziehl-Neelsen

3 -CULTURA *** Meio sólido: Lowenstein Jensen *** Descontaminação : Método de Petroff

4 -CULTURA Se POSITIVO (Após 42 dias de incubação) → Desenvolvimento de BAAR Se for solicitada a identificação da espécie → Niacina / PNB / TCH / PCR (NaCL 5%, tween 80, telurito, nitrato, urease,...) OBS.: NIACINA: Produzida por todas as micobactérias, mas apenas algumas espécies se detecta “in vitro” (M. tuberculosis, M. africanum, M. simiae, M. chelonae, M. marinum)

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7 - CULTURA Se for solicitado o Teste de Sensibilidade: 1.A cultura deverá ser positiva; 2.A identificação é feita simultaneamente à realização do teste de sensibilidade.

8 -TESTE DE SENSIBILIDADE *** Método utilizado: Método das proporções em LJ – teste indireto (Descrito em 1963 por Canetti, Rist e Grosset) OBS.: Para assegurar a precisão do método utilizado é importante observar todas as etapas do processo com muito cuidado e atenção (cepa padrão H37RV) *** Princípio: Detectar a proporção de bacilos resistentes contidos em uma amostra de M. tuberculosis frente a uma concentração da droga que é capaz de inibir o desenvolvimento das células sensíveis, mas não o das células resistentes (concentração crítica). Para cada droga foi definida uma proporção de mutantes resistentes em uma população bacilar, igual ou acima da qual a amostra é considerada resistente (proporção crítica).

9 Incubar à 36  1°C, horas deitados e com tampa frouxa; Incubar até 42 dias (28 dias).

10 -TESTE DE SENSIBILIDADE DROGACONC. CRÍTICA (µg/mL)PROPORÇÃO CRÍTICA (%) Etionamida (ETH)2010 Isoniazida (INH)0,21 Rifampicina (RFP)401 Etambutol (EMB)21 Estreptomicina (SM)41 Pirazinamida (PZA)10010

11 - TESTE DE SENSIBILIDADE

12 *** Quando solicitar: - Retratamento após falência bacteriológica ao esquema 1; - Recidiva da doença; - Reinício após abandono; - Pacientes com suspeita de resistência primária; - Contatos de um caso de tuberculose resistente; - Vigilância epidemiológica. OBS.: Definido em 2004 no II Congresso Brasileiro de tuberculose......Mas cada Estado pode acrescentar detalhes aos seus PECT

13 -MECANISMOS DE RESISTÊNCIA : Exclusivamente por mutações espontâneas – A mutação ocorre no gene que codifica a proteína para o alvo da droga, desta forma, é possível: *** Inibir enzima que transforma a droga que é inativa em droga ativa contra o bacilo; *** Diminuir o acúmulo da droga dentro da célula por dificultar sua entrada ou por acelerar sua remoção da célula. OBS.: No caso de outras micobactérias (MNT) a maioria apresenta uma resistência natural a todas as drogas, provavelmente devido à estrutura da parede celular.

14 -DADOS ESTATÍSTICOS DE 2008 *** Total de TS realizados → 214 testes

15 - DADOS ESTATÍSTICOS DE 2008 *** Do total de 214 testes:

16 - MATERIAL: *** Outros (LCR, LBA, Biopsia, Lavado gástrico) = 17 (8%) 14 → M. tuberculosis → Sensível a todos 1 → MAC (Complexo M. avium-intracellulare) → Resistente a RFP, INH, SM → LBA 1 → M. Kansasii → Resistente a INH, PZA, SM → LCR 1 → M. tuberculosis → Resistente a SM → Biopsia pleural

17 -Material: *** Escarro = 197 (92%) 6 MAC → Resistente a todas as drogas testadas 191 M. tuberculosis : 136 → Sensível a todas 34 → Resistente a RFP, INH 3 → Resistente a EMB, INH, RFP 5 → Resistente a RFP 11 → Resistente a INH 1 → Resistente a RFP, INH, EMB, SM 1→ Resistente a ETH e PZA

18 - ENVIO DE ISOLADOS PARA CENTRO DE REFERÊNCIA: *** Quando o paciente é conhecidamente infectado por um bacilo multirresistente; *** Quando é uma micobactéria não tuberculosa resistente às drogas testadas no LACEN/PR EX.: M. Kansasii (testar também amicacina, claritromicina, cipro...além da RFP, INH, EMB,...) M. massiliense (testar claritromicina, amicacina,...)

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20 OBRIGADA!!!!

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