A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

FTC – FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM FEIRA DE SANTANA-BA 2009.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "FTC – FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM FEIRA DE SANTANA-BA 2009."— Transcrição da apresentação:

1 FTC – FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM FEIRA DE SANTANA-BA 2009

2 Assistência de Enfermagem na Saúde da Mulher

3 DISCENTES  Erika Barros  Gildean Moura  Josiselma Santos  Nilzete Guerra Trabalho apresentado como requisito parcial de avaliação da disciplina Estágio Supervisionado I.Orientado pela Professor Valdenice de Queiroz e Keliane Barbara.

4 Introdução Introdução O PAISM incorporou como princípios e diretrizes as propostas de descentralização, hierarquização e regionalização dos serviços, bem como a integralidade e a eqüidade da atenção, num período em que, paralelamente, no âmbito do Movimento Sanitário, se concebia o arcabouço conceitual que embasaria a formulação do Sistema Único de Saúde (SUS). Incluía ações educativas, preventivas, de diagnóstico, tratamento e recuperação, englobando a assistência à mulher em clínica ginecológica, no pré-natal, parto e puerpério, no climatério, em planejamento familiar, DST, câncer de colo de útero e de mama, além de outras necessidades identificadas a partir do perfil populacional das mulheres.

5 Histórico Histórico  Em 1984, o Ministério da Saúde, elaborou o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM).  Em 2004 foi lançada a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher - Princípios e Diretrizes.  Em julho de 2005, Secretário de Atenção à Saúde e hoje Ministro, Dr. José Gomes Temporão.

6 Programas Programas  Planejamento Familiar  Pré-natal  Prevenção do câncer cérvico uterino  Puerpério  Climatério

7 Planejamento Familiar Em 1996, um projeto de lei que regulamenta o planejamento familiar foi aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pela Presidência da República. A Lei estabelece que as instâncias gestoras do Sistema Único de Saúde (SUS), em todos os seus níveis, estão obrigadas a garantir à mulher, ao homem ou ao casal, em toda a sua rede de serviços, assistência à concepção e contracepção como parte das demais ações que compõem a assistência integral à saúde.

8 Planejamento Familiar – Direito Constitucional Planejamento Familiar – Direito Constitucional  A Constituição Federal no título VII da Ordem Social, em seu Capítulo VII, Art. 226º, § 7º, diz que: “Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal,competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício deste direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas”.

9 Competência do enfermeiro Competência do enfermeiro  Conhecer todos os métodos e livre escolha pelo cliente.  Considerar a AIDS como uma dos principais causas de morte entre mulheres jovem.  Promover a interação dos membros da equipe de saúde, de acordo com o nível de responsabilidade de cada um.

10 Competência do enfermeiro Competência do enfermeiro  Atividades educativas.  Consulta de enfermagem  Aconselhamento e diálogo.  Discutir a sexualidade preferencialmente em grupos precedida da primeira consulta.  Treinar os técnicos de enfermagem.

11 Consulta Consulta  Anamnese : história do problema atual, história sexual, história menstrual, história obstétrica, história patológica e pregressa e hábitos de vida do casal.  Exame físico geral e ginecológico.  Solicitar exames de rotina : citologia, microflora e colposcopia;  Identificar fatores de risco: cardiopatias, hipertensão arterial, diabetes, neuropatias, hepatopatias;  Orientação para auto exame da mamas.  Levantamento da última colpocitologia oncótica.  Analise da escolha e prescrição de método.

12 o Solicitar exames pré-operatórios quando a opção da cliente for o método cirúrgico: hemograma, glicemia, coagulograma, sumario de urina, tipagem sanguínea e fator Rh, caso a cliente não tenha conhecimento prévio; o Solicitar exames para inserção do DIU:citologia, microflora e USG transvaginal para acompanhamento semestral após inserção; o Solicitar cartão de vacina e encaminhar para vacinação quando necessário. Consulta Consulta

13 Fatores individuais relacionados aos usuários do métodos.  Condições econômicas.  Estado de saúde.  Características da personalidade da mulher /homem  Padrão de comportamento reprodutivo.  Aspirações reprodutivas.

14 Métodos Métodos 1 - Métodos Naturais -Muco cervical Billings -Tabela -Temperatura -Sinto Térmico 2 - Métodos de Barreira -Condom (camisinha) -Diafragma -Espermaticida

15 Métodos Métodos  3 - Métodos Hormonais  -Pílula  Anticoncepção de emergência  4 - Método Mecânico  -DIU

16 Esterilização Esterilização  Laqueadura tubária, Vasectomia Questões legais:  Maiores de 25 anos e 2 filhos.  Prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade do ato cirúrgico.  Vontade expressa mediante documento escrito.  Não deve se realizado antes do 42º dia pós-parto ou abortamento.  Quando casado é necessário consentimento de ambos.  É obrigatória a notificação imediata ao SUS.

17 Pré -natal

18 O principal objetivo da atenção pré-natal e puerperal é acolher a mulher desde o início da gravidez, assegurando, no fim da gestação, o nascimento de uma criança saudável e a garantia do bem-estar materno e neonatal. Pré -natal Pré -natal

19  Humanização do atendimento.  Consulta de enfermagem – Decreto nº 94406/87.  PHPN – Assistência clínica e obstétrica.  Calendário de consulta – é mensal ou cada 2 meses. Objetivos

20 Roteiro da primeira consulta História clínica  Identificação.  Dados sócios econômicos.  Antecedentes pessoais e familiares/ ginecológicos e obstétricos.  Sexualidade.  Gestação atual.

21 Roteiro da primeira consulta Exame físico Geral  Peso e avaliação do estado nutricional da gestante e orientações dietéticas.  Estatura;  Determinação da freqüência do pulso arterial;  Medida da temperatura axilar;

22 Roteiro da primeira consulta Específico: gineco-obstétrico  Exame mamas  Medida da altura uterina;  Ausculta dos batimentos cardiofetais (após a 20ª semana);  identificação da situação e apresentação fetal (3° trimestre);  palpação dos gânglios inguinais;  inspeção dos genitais externos;

23 Roteiro da primeira consulta  Coleta de material para exame colpocitológico.  Toque vaginal (na 1ª consulta e quando seja necessário);  Educação individual (respondendo às dúvidas e inquietações da gestante).  Realizar cálculo da idade gestacional, e DPP.  Solicitar cartão de vacina e encaminhar para vacinação quando necessário.  Calendário das consultas e cobrá-lo nas consultas subseqüentes.  Solicitação dos exames laboratoriais de rotina e outros, se necessários.

24 Cálculo da idade gestacional  Data da última mestruação conhecida (DUM).  Uso do caledário, contar apartir do 1º dia da ultima mestruação totalizando 40 ss.  Uso de disco ou gestograma.  DUM desconhecida ( quando a data da última mestruação é desconhecida mais se conhece o mês que ocorreu, considera 5, 15 e 25).  Quando a data e o período da gestação são desconhecidos.

25 Exames solicitados  Tipagem sanguínea  Hemograma  Glicemia em jejum  Parasitológico de fezes  VDRL  Sumário de urina  Dosagem Hemoglobina  Teste de falcemia

26 Exames solicitados  IGG e IGM para toxoplasmose.  Citomegalovírus e rubéula.  Aghbs.  Hbc.  Hcv.  Elisa para HIV I e II.  HTLV I e II.  Citologia oncótica e microflora vaginal.  USG obstétrica.

27 Roteiro das consultas subsequentes  Revisão da ficha perinatal e anamnese atual;  Cálculo e anotação da idade gestacional;  Exame físico geral e gineco-obstétrico;  Determinação do peso - anotar no gráfico e observar o sentido da curva para avaliação do estado nutricional da gestante;  Medida da pressão arterial;  Inspeção da pele e das mucosas;

28  Inspeção das mamas;  Palpação obstétrica e medida da altura uterina;  Ausculta dos batimentos cardiofetais;  Pesquisa de edema;  Toque vaginal, exame especular e outros, se necessários.  Interpretação de exames laboratoriais e solicitação de outros, se necessários; controle do calendário de vacinação;  Acompanhamento das condutas adotadas em serviços clínicos especializados; Roteiro das consultas subsequentes

29 Assistência de enfermagem no puerpério  Passos para a consulta:  Escutar a mulher, verificando como se sente, suas possíveis queixas, e esclarecendo dúvidas;  Realizar avaliação clínico-ginecológica, incluindo exame das mamas;

30 Assistência de enfermagem no puerpério Orientar sobre:  Higiene, alimentação, atividades físicas;  Atividade sexual, informando sobre prevenção de DST/Aids;  Cuidado com as mamas, reforçando a orientação sobre o aleitamento (considerando a situação das mulheres que não puderem amamentar);  Cuidados com o recém-nascido;  Direitos da mulher (direitos reprodutivos, sociais e trabalhistas).  Orientar sobre planejamento familiar e ativação de método contraceptivo se for o caso:  Informação geral sobre os métodos que podem ser utilizados no pós- parto;

31 Assistência de enfermagem no puerpério  Explicação de como funciona o método da LAM (amenorréia da lactação);  E a mulher não deseja, ou não pode, usar a LAM, ajudar na escolha de outro método;  disponibilização do método escolhido pela mulher com instruções para o uso, o que deve ser feito se este apresentar efeitos adversos e instruções para o seguimento.  Tratar de possíveis intercorrências.  DIU, minipilula, injetável trimestral isolado, anticoncepcional hormonal combinado.

32 Climatério: Mais uma Fase na Vida da Mulher O climatério é definido pela Organização Mundial da Saúde como uma fase biológica da vida e não um processo patológico, que compreende a transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo da vida da mulher.

33 Consulta de enfermagem  Anamnese valorizando a escuta,  Exame clínico que inclui aferição do peso, da altura, da circunferência abdominal e da pressão arterial, no elenco de exames solicitados.  Encaminhamento para grupos psico-educativos ou para outros profissionais (saúde bucal, endocrinologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia, etc.)  Orientação sobre sexualidade, alimentação saudável, prevenção do câncer e das DST/aids.

34 Exames Complementares  Avaliação laboratorial  Mamografia e ultra-sonografia mamária (de acordo com as diretrizes de rastreamento para o câncer de mama)  Exame Preventivo do câncer do colo do útero  Ultra-sonografia transvaginal  Densitometria óssea

35 Prevenção do câncer cérvico uterino

36 Câncer cérvico uterino-neoplasia maligna, localizada inicialmente no epitélio do colo uterino; expressa-se primariamente, por alterações celulares, nucleares e citoplasmáticas, processos que ocorrem de modo imperceptível, porém detectáveis e curáveis. Evolução lenta de 10 a 20 anos. Apresenta 100% de cura.

37 Fatores de riscos:  Infecção pelo HPV  Ist  Idade apartir de 35 anos.  Baixo nível sócio econômico  Higiene sexual  Multiplicidade de parceiros sexuais.  Fumo  Multiparidade  Baixa ingesta de vitamina A e C.  Inicio precoce da vida sexual.

38 Tripé diagnóstico  Colposcopia  Citologia  Histopatologia

39 Condição da mulher para realização do exame  Não se virgem  Não estar menstruada  Não usar medicação ( creme vaginal pelo menos 72 h antes do exame). Não ter tido relação sexual no mínimo 1 dia antes.  Não é necessário a realização de tricotomia.

40 Consulta ginecológica  Anamnese  Exame físico  Exame ginecológico  DUM  GPA

41 Materiais utilizados  Lâmina  Luva  Máscara  Gorro  Espéculo  Espátula  Escova ginecológica  Álcool absoluto  Clipe de polietileno

42 Coleta de material  Ectocérvice– com espátula  Endocérvice – com a escovinha

43 Referências  Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada - manual técnico/Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas – Brasília: Ministério da Saúde,2005.  Manual de Atenção à Mulher no Climatério/Menopausa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde,  ZIEGEL,M S. CRANLEY. Enfermagem obstétrica.8ª ed. P  Assistência em planejamento Famíliar: Manual Técnico/Secretaria de Política de Saúde, Área técnica de Saúde da mulher – 4ª ed. Brasília: Ministério da Saúde,  acessado dia 16/07/09 ás 15:00 acessado dia 16/07/09 ás 15:00  ulher/planejam_familiar_assistencia_1.pdf. acessado dia 16/07/09 as 16:00. ulher/planejam_familiar_assistencia_1.pdf. acessado dia 16/07/09 as 16:00

44 “ A enfermagem é a mais bela das artes, e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso como a obra de qualquer pintor ou escultor, pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo – o templo de espírito de Deus. É uma das artes, poder-se- ia dizer, a mais bela das artes.” (Florence Nighthingale)

45 Tenham uma boa Tarde!


Carregar ppt "FTC – FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM FEIRA DE SANTANA-BA 2009."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google