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CASOS CLÍNICOS THAIS ALVES DE PAULA ENDOCRINOLOGISTA ISMD 2014.

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Apresentação em tema: "CASOS CLÍNICOS THAIS ALVES DE PAULA ENDOCRINOLOGISTA ISMD 2014."— Transcrição da apresentação:

1 CASOS CLÍNICOS THAIS ALVES DE PAULA ENDOCRINOLOGISTA ISMD 2014

2 DISLIPIDEMIA  Estratificação do risco cardiovascular  Escore de curto prazo – ER global  Escore de longo prazo – ER pelo tempo de vida (aplicado para pessoas > 45anos)  Motivação às mudanças do estilo de vida

3 DISLIPIDEMIA Escore de risco global  3 fases:  Determinação da presença de doença aterosclerótica significativa ou seus equivalentes  Utilização dos escores de predição de risco  Reclassificação do risco predito pela presença de fatores agravantes

4 DISLIPIDEMIA FASE 1- Determinação da presença de doença aterosclerótica significativa ou seus equivalentes  Paciente que se enquadra nessa categoria, dispensa as outras etapas  Já é considerado de alto risco (Grau I, evidência A)

5

6 DISLIPIDEMIA FASE 2- Escore de risco  Baixo risco – probabilidade < 5% de apresentarem evento cardiovascular em 10anos (grau I, evidência A)  Histórico familiar positivo para doença cardiovascular prematura serão reclassificados como risco intermediário (grau II, evidência B) Parente de primeiro grau, masculino < 55 ou feminino < 65anos

7 DISLIPIDEMIA FASE 2- Escore de risco  Risco Intermediário:  Homens risco calculado 5-20%  Mulheres risco calculado 5-10% (  (Grau I, evidência A)  Alto Risco  Homens risco calculado > 20%  Mulheres risco calculado > 10%  (Grau I, evidência A)

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12 DISLIPIDEMIA FASE 3- Fatores Agravantes  Utilizado para pacientes de risco intermediário  Se pelo menos um dos fatores presentes, reclassifica o indivídulo para condição de alto risco  (Grau IIa, evidência B)

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15 DISLIPIDEMIA

16 Escore de risco pelo tempo de vida  Indivíduos de risco baixo e intermediário, > 45anos  Classificação do fatores de risco de acordo com controle e/ou importância dos mesmos  Ótimos  Não ótimo  Elevado  Principais

17 DISLIPIDEMIA

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20  ER pelo tempo de vida – alto risco:  Homens > 39%  Mulheres > 20,2%  (Grau IIa, evidência B)

21 DISLIPIDEMIA

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23 CASO 1  B.A.S, 47anos, sexo masculino, IMC: 27,3kg/m2, submeteu-se a exames de rotina que mostraram CT: 223mg/dl, LDL: 153mg/dl, HDL: 41mg/dl e TG: 145mg/dl, GJ: 88mg/dl, função tireoidiana normal. Ao exame físico, PA: 130 x 80, circunferência abdominal: 90cm. Nega comorbidades. Nega tabagismo ou etilismo. Relatava história de tio que teve IAM aos 52anos.  Calcule escore de risco global. É necessário escore de risco pelo tempo de vida? Se sim, calcule.  Qual a meta terapêutica? É necessário tratamento?  De acordo com a sua meta terapêutica, qual a droga de escolha caso seja necessário tratamento?

24 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?

25

26 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?  2 fase: predição de risco NÃO!

27 = 10

28 PREDIÇÃO DE RISCO = 9,4%

29 ESCORE DE RISCO GLOBAL  3 fase: fatores agravantes de risco NÃO !

30 ESCORE DE RISCO GLOBAL  Predição de risco: 9,4%, sem fatores agravantes de risco

31 ESCORE DE RISCO PELO TEMPO DE VIDA  Risco baixo ou intermediário, > 45anos SIM!

32 ESCORE DE RISCO PELO TEMPO DE VIDA

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34  Risco baixo ou intermediário, > 45anos  Homens > 39%  alto risco  Permanece como risco intermediário SIM!

35 META TERAPÊUTICA

36 TRATAMENTO  Droga de primeira escolha: estatinas

37 CASO 2  Paciente 32anos, feminino, procura seu consultório para exames de rotina. Exames séricos solicitados por você: CT: 233mg/dl, LDL: 138mg/dl, HDL: 58mg/dl TG: 185; GJ: 82mg/dl, TSH: 1,72mUI/dl, TGO: 21, TGP: 18. Nega tabagismo, etilismo ou doenças na família. Ao exame físico: IMC: 25,8kg/m2, PA: 120 x 80, aparelho cardiopulmonar normal.  Calcule escore de risco global. É necessário cálculo do escore pelo tempo de vida? Se sim, calcule.  Qual o tratamento de escolha?

38 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?

39

40 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?  2 fase: predição de risco NÃO!

41 0 + (-1) = 2

42 PREDIÇÃO DE RISCO = 1,7%

43 ESCORE DE RISCO GLOBAL  3 fase: fatores agravantes de risco NÃO!

44 ESCORE DE RISCO GLOBAL  Predição de risco: 1,7%, sem fatores agravantes de risco

45 ESCORE DE RISCO PELO TEMPO DE VIDA  Risco baixo ou intermediário, > 45anos NÃO!

46 TRATAMENTO  DLP  Mudança do estilo de vida

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48 CASO 3  J.B.M, feminino, 56anos, não fumante, sem história familiar de DAC, submeteu-se a exames de rotina com ginecologista que mostraram os seguintes resultados: CT: 275mg/dl; LDL: 195mg/dl; HDL: 41mg/dl, TG: 165mg/dL, Glicemia de jejum: 91mg/dl, CPK: 352 (até 195). Ao exame físico: PA: 135 x 80mmHg, IMC: 28,2kg/m2. Encaminhada ao Endocrinologista para avaliação e conduta.  Calcule escore de risco global. É necessário cálculo do escore de risco pelo tempo de vida? Se sim, calcule.  Qual tratamento indicado e a meta terapêutica?

49 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?

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51 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?  2 fase: predição de risco NÃO!

52 = 14

53 PREDIÇÃO DE RISCO = 11,7%

54 ESCORE DE RISCO GLOBAL  3 fase: fatores agravantes de risco NÃO!

55 ESCORE DE RISCO GLOBAL  Predição de risco: 11,7%, sem fatores agravantes de risco

56 ESCORE DE RISCO PELO TEMPO DE VIDA  Risco baixo ou intermediário, > 45anos NÃO!

57 TRATAMENTO  DROGA DE PRIMEIRA ESCOLHA  ESTATINA

58 TRATAMENTO

59  E a CPK: 395 ????  Não há problemas em iniciar Estatinas  Deve-se acompanhar e suspender medicação se houver aumento progressivo dos níveis

60 CASO 4  Uma mulher de 40anos, submeteu-se a exames de rotina que revelaram os seguintes resultados: CT: 272mg/dl; LDL: 202mg/dl; HDL: 41mg/dl, TG: 145mg/dL, Glicemia de jejum: 82mg/dl, TSH: 16mUI/dl, T4livre: 0,42ng/dl. Ao exame físico: PA: 110 x 70, Peso: 66kg, Est: 1,63m, CA: 78cm.  Calcule escore de risco global. É necessário cálculo do escore de risco pelo tempo de vida? Se sim, calcule.  Qual tratamento indicado e a meta terapêutica?

61 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?

62

63 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?  2 fase: predição de risco NÃO!

64 (-3) = 06

65 PREDIÇÃO DE RISCO = 3,3%

66 ESCORE DE RISCO GLOBAL  3 fase: fatores agravantes de risco NÃO!

67 ESCORE DE RISCO GLOBAL  Predição de risco: 3,3%, sem fatores agravantes de risco

68 ESCORE DE RISCO PELO TEMPO DE VIDA  Risco baixo ou intermediário, > 45anos NÃO!

69 TRATAMENTO

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72  Hipotireoidismo + DLP  Dislipidemia secundária  Tratamento inicial indicado  Tratamento de DLP com hipotireoidismo sem tratamento  aumento do risco de rabdomiólise e efeitos colaterais das estatinas TRATAMENTO LEVOTIROXINA

73 TRATAMENTO

74 CASO 5  S.A.D, masculino, 47anos foi encaminhado ao endocrinologista para perda de peso. Não fazia uso de nenhum medicamento. Ao exame físico: Peso: 85kg, Est: 1,75m, CA: 99cm, PA: 120 x 75. Exames séricos: Glicemia de jejum: 160mg/dl, HbA1c: 7,7%, CT: 224mg/dl; LDL: 140mg/dl; HDL: 34mg/dl, TG: 250mg/dL, TGO: 76U/L (até 37), TGP: 106 U/L (até 41), GGT: 138U/L (até 73), função tireoidiana normal.  Quais as hipóteses diagnósticas?  Calcule escore de risco global. É necessário cálculo do escore de risco pelo tempo de vida? Se sim, calcule.  Qual tratamento indicado e a meta terapêutica?

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76 HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS  Peso: 85kg, Est: 1,75m  IMC: 27,8  Sobrepeso  Glicemia de jejum: 160mg/dl + HbA1c: 7,7%  Diabetes melitus tipo 2  CT: 224mg/dl; LDL: 140mg/dl; HDL: 34mg/dl, TG: 250mg/dL  DLP mista  CA: 99cm + DM + HDL baixo + TG elevado  Sd. Metabólica  TGO: 76U/L (até 37), TGP: 106 U/L (até 41), GGT: 138U/L (até 73)  ????

77 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?

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79 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?  Alto risco  dispensa as outra etapas do escore de risco global assim como cálculo do escore de risco pelo tempo de vida SIM!

80 META TERAPÊUTICA

81 TRATAMENTO  Dieta e atividade física  Droga de primeira escolha para DM: Metformina  DLP mista  TGO: 76U/L (até 37), TGP: 106 U/L (até 41), GGT: 138U/L (até 73)  ???? ESTATINA ???

82 TRATAMENTO

83  Diagnóstico provável da alteração de transaminases  esteato hepatite não alcoólica  NASH  Não contraindica uso de estatinas o aumento das transaminases até 3x o limite superior da normalidade ESTATINA!!!

84 TRATAMENTO  E o triglicérides ???  Deve ser tratado com droga específica???  Tratamento da causa secundária, dieta  Tratamento medicamentoso se TG > 400 devido risco de pancreatite NÃO!

85 CASO 6  Um homem de 48anos deseja melhorar sua saúde e busca seu consultório para exames de check up. Não usa nenhuma medicação. Nega tabagismo ou etilismo. Na família, mãe e tias diabéticas. Ao exame: PA: 120 x 70mmHg, IMC: 27,2kg/m2, CA: 86cm. Exames séricos: Glicemia de jejum: 100mg/dl, HbA1c: 5,7%, CT: 244mg/dl; LDL: 172mg/dl; HDL: 39mg/dl, TG: 165mg/dL. O que você recomenda para seu paciente?

86 CASO 6  Glicemia de jejum alterada  TOTG  Dieta e atividade física  Há necessidade de tratamento para redução do colesterol ??? Cálculo do escore global de risco  definir meta terapêutica

87 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?

88

89 ESCORE DE RISCO GLOBAL  1 fase: doença aterosclerótica ou seus equivalentes?  2 fase: predição de risco NÃO!

90 = 10

91 PREDIÇÃO DE RISCO = 9,4%

92 ESCORE DE RISCO GLOBAL  3 fase: fatores agravantes de risco NÃO !

93 ESCORE DE RISCO GLOBAL  Predição de risco: 9,4%, sem fatores agravantes de risco

94 ESCORE DE RISCO PELO TEMPO DE VIDA  Risco baixo ou intermediário, > 45anos SIM!

95 ESCORE DE RISCO PELO TEMPO DE VIDA

96

97  Risco baixo ou intermediário, > 45anos  Homens > 39%  alto risco SIM!

98 META TERAPÊUTICA

99 TRATAMENTO  Droga de primeira escolha: estatinas

100 CASO 6  Glicemia de jejum alterada  TOTG  Dieta e atividade física  Tratamento da DLP  ESTATINA

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