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Organismos e Condições Ambientais TemperaturaHumidade pH do solo e da água Salinidade Velocidade da corrente Estrutura do solo e do substracto Poluentes.

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Apresentação em tema: "Organismos e Condições Ambientais TemperaturaHumidade pH do solo e da água Salinidade Velocidade da corrente Estrutura do solo e do substracto Poluentes."— Transcrição da apresentação:

1 Organismos e Condições Ambientais TemperaturaHumidade pH do solo e da água Salinidade Velocidade da corrente Estrutura do solo e do substracto Poluentes O nicho ecológico

2 Condição Factor ambiental abiótico que varia no espaço e no tempo e ao qual os organismos apresentam diferentes respostas. Uma condição pode ser modificada pela presença de outros organismos.

3 Temperatura Luz solar reflectida Metabolismo Troca por condução Radiação directa Radiação reflectida Troca por radiação Troca por evaporação Reradiação VENTO Troca convectiva Radiação da atmosfera Diagrama esquemático das trocas de calor entre um organismo ectotérmico e uma variedade de componentes físicas do seu ambiente

4 TEMPERATURA ºC Consumo de Oxigénio (  l O 2 g -1 h -1 ) A Taxa de consumo de oxigénio do escaravelho do Colorado aumenta com o aumento de temperatura. Verifica-se um aumento de 2.5 vezes por cada 10ºC de aumento da temperatura (Q 10 = 2.5)

5 Tempo Fisiológico Tempo Fisiológico. Relação Temperatura Desenvolvimento Desenvolvimento da borboleta da couve, desde a eclosão do ovo até atingir o estádio de pupa requer 174 dias com uma temperatura média acima de 10.5ºC Temperatura ºC Taxa de desenvolvimento por dia , Pieris rapae sobre uma flor de couve

6 Quando se procede à monitorização de organismos ectotérmicos tempo e temperatura devem ser considerados como TEMPO FISIOLÓGICO Borboletas monarcas

7 Temperatura como um estímulo A temperatura como uma condição afecta a taxa de desenvolvimento dos organismos ectotérmicos, como um estímulo determina quando e se um dado organismo inicia o seu desenvolvimento. A temperatura pode interagir com outros estímulos, por ex. o fotoperíodo, de forma a quebrar a dormência e a iniciar o período de crescimento. Ramo de Betula pubescens As sementes de Betula pubencens requerem um estímulo exercido pelo fotoperíodo antes iniciarem a germinação Devemos ainda considerar a radiação fotossinteticamente activa

8 Aclimatização Temperatura (ºC) Aclimatado a 25ºC Aclimatado a 5ºC Taxa de consumo de O 2 (  lO 2 g -1 h -1 ) As respostas dadas por um organismo ectotérmico à tempe- ratura ambiente não são fixas. De facto, são influenciadas pelas temperaturas que esse mesmo orga- nismo experimentou anteriormente. A exposição de um indivíduo a temperaturas relativamente elevadas durante vários dias pode transferir a sua resposta para valores mais elevados deste parâmetro. Enquanto vários dias de exposição a valores mais baixos de tempera- tura pode também transferir a sua resposta. aclimatação aclimatização Este processo designa-se aclimatação se for induzido em laboratório e aclimatização se ocorrer naturalmente. A Taxa de consumo de oxigénio apresentada por Rana pipiens a uma determinada temperatura depende da temperatura de aclimatação

9 Temperaturas elevadas inactivação enzimática A exposição a temperaturas elevadas por períodos mais ou menos longos, dependo do organismo, pode levar à morte deste devido essencialmente à desnaturação das proteínas e, deste modo, à inactivação enzimática. desidratação Todos os organismos terrestres necessitam de conservar água. A sua perda por evaporação leva à desidratação e tem consequências letais. Tidestromia oblongifolia Planta perene do “Death Valley”, California, onde as temperaturas diurnas atingem 50ºC Tidestromia oblongifolia consegue suportar as condi- ções verificadas no Vale da Morte, devido a um efici- ente processo de transpiração, que mantém as folhas a uma temperatura cerca de 5 a 10ºC abaixo da tempe- ratura ambiente. Outras plantas não são capazes de manter este ritmo acelerado de transpiração e sofrem “stress” hídrico. Este é o caso das suculentas que minimizam a perda de água através do baixo valor da relação superfície/ volume, baixa frequência dos estomas aprofundados na epiderme, presença de tricomas ou espinhos, ceras, que conferem protecção à superfície do cacto.

10 Temperaturas elevadas Temperaturas elevadas (cont.) Epiderme de uma planta xerófita, mostrando o aprofundamento dos estomas. (A) – vista da superfície (B) - visto em corte transversal. (Fotos - Microscopia electrónica de varrimento) Saguaro Saguaro- Cacto típico das paisagens desérticas Espinhos na epiderme do cacto Saguaro


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