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PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM PAVUNA. A IGREJA INVISÍVEL E VISÍVEL INVISÍVEL – Ela é o corpo de Cristo, Sua noiva, Sua plenitude, etc.. VISÍVEL – A Igreja.

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1 PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM PAVUNA

2 A IGREJA INVISÍVEL E VISÍVEL INVISÍVEL – Ela é o corpo de Cristo, Sua noiva, Sua plenitude, etc.. VISÍVEL – A Igreja visível é a expressão no presente da Igreja invisível. É composta de todos aqueles, que em todo lugar professam a verdadeira religião, que é a fé em Jesus Cristo; é a casa e a família de Deus neste mundo. É a Igreja vista do ponto de vista de Deus. Temos uma visão um tanto turva dessa Igreja. Ela de fato só pode ser visualizada na integra por Deus.

3 ATRIBUTOS DA IGREJA INVISÍVEL UNA – Só existe uma. Deus não tem duas Igrejas. Assim como Cristo só tem uma noiva. Só tem um corpo de Cristo. Embora essa Igreja se expresse através de uma pluralidade de igrejas locais no mundo inteiro, na verdade ela constitui uma única Igreja; INDIVISÍVEL – As divisões só existem na esfera das igrejas locais, as múltiplas denominações; UNIVERSAL – Ela está presente no mundo inteiro. Não está restrita a uma raça, país ou etnia; TRIUNFANTE – Ela é vitoriosa, uma vez que Cristo triunfou sobre a morte e o pecado e tornou possível a todos que nEle crerem triunfarem sobre o mal, sobre o pecado, sobre o inferno e sobre Satanás; PERFEITA – Ela não tem mancha, não tem mácula tampouco ruga. Ela é glorificada.

4 ATRIBUTOS DA IGREJA VISÍVEL Suas característica - A Igreja visível é a expressão no presente da Igreja invisível. É composta de todos aqueles, que em todo lugar professam a verdadeira religião, que é a fé em Jesus Cristo; é a casa e a família de Deus neste mundo; Necessário é nascer de novo - Nem todos que fazem parte dessa igreja fazem parte da outra primeira (Jo.3:3). Quem pertence - O fato de estarem congregando numa determinada comunidade cristã, de terem os seus nomes arrolados no rol de membros de uma determinada igreja local não faz destes tais membros da Igreja Invisível de Deus;

5 PORQUE DEVEMOS CONGREGAR NA IGREJA VISÍVEL Todo crente verdadeiro que faz parte da Igreja Invisível vai querer fazer parte da igreja Visível. Você poderá ser questionado: Não seria possível alguém fazer parte da Igreja Invisível e não fazer parte da Visível. Olha o exemplo do ladrão da cruz, ele não fez parte de nenhuma igreja? (As exceções justificam as regras). ORGANIZAÇÃO DA IGREJA VISÍVEL Ela se organiza através de igrejas locais. Estas igrejas geralmente se ligam entre si pelos laços da mesma religião verdadeira. Ainda que existam algumas divergências, há uma unidade fundamental entre elas.

6 PROPÓSITOS DA IGREJA VISÍVEL (LOCAL) CULTUAR A DEUS (ADORAÇÃO) - Organizar os que crêem em Deus em comunidade para que estes possam exercer a função mais nobre da igreja: prestar culto a Deus; EDIFICAR SEUS MEMBROS (EDUCAÇÃO) – Orientar e edificar aos convertidos viverem como cristãos no mundo e darem bom testemunho de sua fé em Cristo; EVANGELIZAR O MUNDO (EVANGELIZAÇÃO) - Como decorrência do culto verdadeiro, a missão precípua da Igreja é evangelizar. Igreja que não evangeliza está TRAINDO a sua missão (Mt. 28:19); ATENDER AOS POBRES (BENEFICÊNCIA) - Não praticamos boas obras para a salvação mas sim porque somos salvos devemos praticá- las para a honra e glória de Deus e para o bem de nosso próximo.

7 ADMINISTRAÇÃO ECLESIÁSTICA Administração Eclesiástica é o estudo dos diversos assuntos ligados ao trabalho do pastor no que tange a sua função de líder ou administrador principal da igreja á que serve; A igreja é, simultaneamente, ORGANISMO e ORGANIZAÇÃO: Organismo – É o corpo místico de Cristo na Terra; Organização – É a institucionalização com os seus direitos e deveres; Organizado num tríplice aspecto: Espiritual; Social; Econômico; Para atender à missão para a qual Deus a constituiu.

8 ADMINISTRAÇÃO E A BÍBLIA Segundo o plano de Deus, a autoridade vem dos níveis mais altos para os inferiores; “E tu dentre todo o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que odeiem a avareza; e põe-nos sobre eles como maiorais...” (Ex ) Ela traz consigo grande responsabilidade; As pessoas investidas de autoridade são divinamente ordenadas a usá-la responsavelmente, para os propósitos celestiais. Assim, a organização é bíblica, é universal; é tão antiga quanto a própria humanidade. A Arqueologia o tem comprovado. "Faça-se tudo decentemente e com ordem" (1 Co 14.40).

9 O QUE É ADMINISTRAR? Administrar não é fazer "mil coisas". É a "ciência de gerar um organismo retirando-o da inércia, levando-o a melhor funcionalização dos recursos que justificaram sua criação, com o menor dispêndio (gasto) e sem lhe comprometer o futuro". É distribuir as responsabilidades e não "executar todas as tarefas". É fazer com que todos participem do trabalho. O bom administrador leva as pessoas a realizar suas tarefas cada vez melhor e a se realizarem no trabalho. É ajudar as pessoas a crescer, auxiliá-las a fazer o trabalho, em vez de executá-lo ele mesmo. Muitas vezes pensamos que o administrador trabalha muito, mas a sua missão principal é motivar outras pessoas para o trabalho.

10 5 PILARES DA ADMINISTRAÇÃO Prever - É preparar-se para o futuro com a necessária antecedência através de programas de ação. (Mt ). Organizar - É reunir meios e recursos materiais e humanos, distribuídos racionalmente e de tal forma harmonizados que possam funcionar como um todo, e sem solução de continuidade. Comandar – É determinar as providências a fim de que toda a organização funcione de acordo com as normas vigentes (VISÃO MACRO); Coordenar - É manter o organismo em funcionamento homogêneo e integrado em suas diversas atividades. É proporcionar o desenvolvi­mento de cada órgão, procurando manter o equilíbrio do sistema operacional. Dessa forma evitar-se-ão atritos, perda de tempo e complicações indesejáveis (VISÃO MACRO); Controlar - Avaliar e regular o trabalho em andamento e acabado.

11 SISTEMA DE GOVERNO DA IGREJA LOCAL O TIPO MONÁRQUICO - Um só governa. Ex. Igreja Apostólica Romana. Seu chefe supremo é o Papa; O TIPO EPISCOPAL - Nesse sistema a igreja é governada pelos bispos. Os bispos formam o Colégio Episcopal. Ex. Igreja Metodista; O TIPO OLIGÁRQUICO - Governo exercido por poucas pessoas. Um pequeno grupo, uma elite controla toda a congregação. Ex. Igreja Presbiteriana; O TIPO CONGREGACIONAL - Todos os membros têm direitos iguais. Ex. Igreja Batista; A igreja na sua relação para com Deus fica sob a égide do Governo Teocrático, mas em sua relação para com seus membros exerce o Governo Democrático. Textos que fundamentam o governo congregacional: VT – A escolha dos homens sábios e experimentados – Dt. 1:15; NT - O primeiro concílio da igreja – At. 15: 1-33; NT – A escolha dos diáconos – At. 6: 1-6.

12 REQUISITOS PARA SER MEMBRO DE UMA IGREJA LOCAL Requisito espiritual – O candidato deve dar prova de que é realmente regenerado pelo poder de Deus. Precisa ser convertido. A mensagem do NT é: “arrependei-vos” (Mt. 3.2), mudar de mente, de pensar (metanóia); Requisito social – É preciso que o candidato à membresia se apresente perante esta mostrando-se desejoso de entrar no seu rol. Esse candidato deve ter um modo de vida social de acordo com os padrões éticos estabelecidos pela sociedade, como por exemplo: solteiro (a) ou casado (a). Após o exame, que será feito publicamente, concernente a sua crença e fé, a igreja decidirá sobre sua aceitação ou não:  Toda pessoa é livre para pertencer ou não à igreja, como a igreja é livre também para aceitá-la ou não;  Precisa haver unanimidade na aceitação. Se houver um voto contrário (desde que racional), o candidato não será aceito; Requisito formal - Apesar dos perigos das ritualidades existem duas ordenanças que precisam ser atendidas à luz da Bíblia: o batismo e a ceia do Senhor. O neoconverso deverá cumpri-las.

13 MANEIRAS DE SER MEMBRO DE UMA IGREJA LOCAL Carta de transferência – Qualquer membro, em plena comunhão com a igreja, tem o direito de solicitar sua transferência para outra igreja da mesma fé e ordem quando julgar conveniente. A Igreja tem o dever de enviar à igreja a qual o membro deseja se unir a carta de transferência; A Igreja a qual o membro deseja se unir é que deve solicitar a carta a sua co-irmã; A carta de transferência não passa de uma recomendação, de um atestado de idoneidade moral e espiritual; Reconciliação – Uma igreja aceita por reconciliação a pessoa excluída quando se verifica que de fato está plenamente restaurada e que nada há que a impeça de voltar à comunhão; Declaração ou Aclamação – Essa é feita em dois momentos: crentes de uma igreja da mesma fé e ordem (denominação) que a igreja se dissolveu ou quando, após solicitar, por mais ou menos um ano, a carta de transferência por algum motivo não foi atendida. Crentes de uma igreja que não faz parte da mesma denominação; Batismo nas Águas – Não existe um tempo determinado para o novo convertido poder ser batizado. Todavia, é de bom parecer que este participe da classe de novos crentes na E.B.D. Após a devida preparação, o mesmo é encaminhado para a Assembléia Ordinária, onde dará profissão de fé.

14 Por exclusão – A exclusão demonstra que a igreja zela pelo seu corpo e tem uma disciplina bíblica; Por morte – Ao morrer, o crente deixa de pertencer à igreja visível, mas mantém-se na Invisível; Por Carta de transferência MANEIRAS DE DEIXAR DE SER MEMBRO DE UMA IGREJA LOCAL

15 TIPOS DE DISCIPLINAS APLICADAS PELA IGREJA LOCAL Disciplina Formativa / Normativa – Os crentes recebem a disciplina formativa através das pregações, das exortações, dos estudos, através da EBD, e de outros encontros ordinários ou extraordinários da membresia. Essa disciplina tem a finalidade de formar caráter e a consciência dos crentes; Disciplina Corretiva – Essa disciplina visa corrigir aquele que incide em alguma falta. O intuito é de sempre recuperar o faltoso e não simplesmente excluí-lo. Ao aplicar a disciplina, a igreja deve fazê-lo com mansidão e brandura (Gl. 6:1); Disciplina Cirúrgica – Quando os pecados trazem escândalo e ofensas públicas à moral, a igreja não deve mostrar complacência. Excluir é o caminho. Aplicando a disciplina, a igreja demonstra que ama o irmão e não pactua com o pecado.

16 COMO ORGANIZAR UMA IGREJA LOCAL Evitar, o quanto possível, organizar em igreja grupos facciosos; Evitar insinuar ou mesmo orientar a se organizar em igreja congregações, pontos de pregação, membros esparsos de outras igrejas; Evitar estabelecer o templo próximo de outras igrejas da mesma ordem e fé ou de outras denominações por questão ética; Igrejas sem pastor e que desejam promover a organização em igreja de alguma congregação sua devem convidar um obreiro experimentado para orientá-las; A organização de uma igreja pode se verificar quando uma congregação já se acha bem doutrinada e tem capacidade administrativa e econômica para se dirigir.

17 A IGREJA E SUAS ORDENANÇAS Batismo: Por que realizar? – O batismo não é visto como sacramento e sim uma ordenança. A base bíblica está em Mt. 28:19: “Portanto ide...batizando-os...”.; Graça ou Virtude? – Nenhum dos dois. O batismo não confere graça ou virtude. Daí não batizarmos as crianças. O mais notável texto da Bíblia que nos garante essa verdade é o que fala do “ladrão da cruz”: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc. 23:42-43); Quando batizar? – A todos os que crêem que Jesus Cristo é o Senhor e o confessam como o Seu único e eterno Salvador. Pelo batismo também se faz a inserção no rol de membros da igreja local, depois do candidato haver passado pela classe de instruções (novos catecúmenos), ou se preferir classe de novos.

18 Ceia: “Ceia” ou “Ceia do Senhor” são os nomes usados para a cerimônia instituída por Cristo quando estava, por poucas horas, neste mundo com os seus discípulos. Não se deve denominá-la de “Santa Ceia”, a exemplo da Igreja Romana e outras. Uma vez que ela é uma ordenança e que também não confere graça, chamá-la assim é um tanto desnecessário. A IGREJA E SUAS ORDENANÇAS Quando realizá-la? – Não temos determinação. A Bíblia não diz às vezes em que pode ser realizada a não ser: “todas as vezes que beberdes, em memória de mim” (1Co 11;25b). Nós batistas normalmente realizamos em todos os primeiros domingos do mês.

19 A IGREJA E SUAS ORDENANÇAS Por que realizá-la? – A celebração da Ceia do Senhor traz alguns benefícios:  Traz a memória o sacrifício de Cristo;  Contribui para despertar nos assistentes ao culto de celebração um sentimento de submissão;  Aumenta o sentimento de irmandade dos membros da igreja a ponto de ser possível a troca dos elementos entre eles num ato de comunhão. Quem pode realizá-la? – A igreja foi pelo Senhor autorizada a fazer através de seus oficiais. Ao pastor presidente compete essa missão, mas em casos necessários pode ser realizada por qual outro oficial (pastor assistente, diácono ou até por um irmão bem conceituado pela congregação); Quais são os elementos? – Pão de qualquer tipo ou formato e o suco de uva. Cuidado em colocar vinho com teor alcoólico buscando a pretexto cumprir toda a escritura: “Um pouco de fermento leveda toda a massa” (Gl. 5:9).

20 A IGREJA E SUAS ORDENANÇAS Quais os tipos de ceia? – Tem havido, através dos séculos, três posições entre os evangélicos, no que tange à participação da ceia:  Ceia livre – Advogam algumas denominações que a Ceia deve ser dada a membros de qualquer seita. Opinam, também, que ela pode ser dada fora da igreja, em casos particulares, aos enfermos nos leitos, em reuniões sociais, etc.;  Ceia restrita – É o tipo em que somente os membros de uma determinada denominação podem participar. Os batistas, por exemplo adotam esse tipo;  Ceia ultra-restrita – Só participam os membros da igreja local.

21 A IGREJA LOCAL E O SEU PASTOR No Novo Testamento, encontramos três títulos que expressam o ministério pastoral. Não são três categorias de oficiais, como ensinam algumas denominações. Os títulos expressam idéias bíblicas do ministério e suas funções. Pastor, Bispo ou Presbítero, qual a diferença?  Atos 20:28 é bem claro: “Cuidai...de todo o rebanho (ofício pastoral) sobre o qual o Espírito Santo vos constitui bispos, para apresentardes (exercício pastoral) a igreja de Deus...”;  Escrevendo a Timóteo, Paulo acentua que a ordenação de um pastor é feita pela imposição das mãos do “presbitério” (1Tm. 4:14);  Na carta a Tito, Paulo, orientando-o sobre a ordenação de presbíteros, chama-os bispos (Tt. 1:5-7), (1Pe ). Estes textos provam, sobejamente, esta verdade; há três títulos, porém um só ofício.

22 Os títulos Presbítero – termo de dignidade – É o ancião. (At. 11:30, Tg. 5:14); Bispo – termo de superintendência – É o administrador, o curador; Apóstolo – termo de o enviado Pastor – termo de ternura – O título mais antigo é o de presbítero, mas o que mais se arraigou é o de pastor, embora ocorra apenas uma vez nas epístolas do NT, com a significação que conhecemos (Ef. 4:11). A IGREJA LOCAL E O SEU PASTOR O obreiro do Senhor, na sua missão, realiza as funções de presbítero, de bispo, de apóstolo e de pastor (SERVO DO SERVO). “E vos darei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com ciência e com inteligência” (Jr. 3.15).

23 CONSAGRAÇÃO PASTORAL É Deus quem chama o obreiro para o ministério. Cabe a igreja observar tal chamado por meio de alguns requisitos indispensáveis e realizar alguns protocolos importantes: Espirituais:  É mister que o candidato demonstre uma experiência de conversão genuína;  O candidato precisa ser dotado de virtudes cardiais, que formem a tessitura espiritual, como fé, amor e humildade. Morais:  O candidato deve possuir alto padrão de caráter;  Que demonstre o testemunho dos de fora quanto à sua vida moral (1Tm. 3:7). Intelectuais: Que seja no mínimo bacharel em teologia por uma instituição séria; Que seja pessoa de capacidade intelectual, apta para ensinar, para exortar; Que seja estudioso e procure sempre se desenvolver intelectualmente.

24 CONSAGRAÇÃO PASTORAL Maturidade: Não se deve ter pressa na ordenação de um candidato recém bacharelado; É de bom alvitre que o candidato não seja neófito tanto na idade cronológica quanto na de conversão; Outra maneira aconselhável é observar as orientações deixadas pelo próprio apóstolo Paulo a Timóteo: “A ninguém imponhas precipitadamente as mãos...” (1Tm. 5:22). Tempo oportuno: Cabe à igreja, quando descobrir que uma pessoa é realmente vocacionada, encaminhar a sua ordenação, pois o candidato, embora sinta que Deus o chamou, não deve, por questões de ética, propor sua consagração; Cuidado com candidatos que começam a assoalhar sua consagração ou vão, aos poucos, Minando terreno em igrejas, visando ao beneplácito de alguns irmãos, para recomendá-lo; O Deus que chama coloca, na hora exata, em sua obra o seu servo. Oferecer-se, além de infringir um princípio ético, pode ser demonstração de espírito de mercenarismo.

25 A luz da carta aos Efésios , existem vários tipos de ministérios. Os de Educação Religiosa e Música Sacra servem para auxiliar o ministério pastoral e a igreja, sem nunca se esquecer de que ao um princípio de subordinação e obediência ao líder. MINISTÉRIOS PARALELOS MINISTÉRIO DIACONAL O diácono é escolhido pela igreja para o ministério da benevolência; Sua área de ação se circunscreve à sua igreja; O diácono deve ser moralmente equipado (de boa reputação); O diácono deve ser espiritualmente equipado (cheio do Espírito Santo); O diácono deve ser mentalmente equipado (cheio de sabedoria). Veja 1Tm 3:8-13

26 Deveres do diácono - Servir às mesas: Do Senhor – Preparar e servir a Ceia do Senhor. Não há ordem explícita a este respeito no NT. Nada impede ao pastor que escolha outro membro da congregação que tenha simpatia da mesma para exercer esta função; Do Pastor – Tratar do sustento do pastor é um dos deveres mais honrosos do diácono. O pastor, por uma questão de escrúpulo, não se dirige à igreja para lhe dizer o de que ele necessita, nem reivindicar honras para si (nota do preletor) Dos necessitados – Os problemas sociais e filantrópicos de certa forma absorvem muitíssimo o tempo do pastor. A exemplo da igreja primitiva elegem homens da sua congregação para “servirem às mesas” (At. 6.2), a fim de que os pastores não fiquem sobrecarregados e possam dedicar-se mais ao ministério da Palavra de Deus. MINISTÉRIO DIACONAL

27 A IGREJA E OS LÍDERES EXTRABÍBLICOS Características O líder deve ser um crente fiel ao Senhor, sobretudo nos dízimos.  É inconcebível um líder que não seja exemplo para os seus liderados em tudo. O líder deve ser um crente ativo; O líder deve ser um crente espiritual; O líder deve ser um servo em tudo; O líder deve ser leal:  À igreja  Ao pastor  Aos companheiros Da duração do cargo Sua permanência no cargo tem validade de um ano; Pode ser reeleito, se a igreja assim o desejar; Quando substituído por outra pessoa não deve levar para o lado pessoal, uma vez que o cargo está acima das pessoas;

28 A IGREJA E OS LÍDERES EXTRABÍBLICOS Secretário (a) da igreja Qualificações: Deve ter boa redação; Deve escrever legivelmente; Deve ter maturidade, principalmente espiritual; Deve ser educado (a); Deve ser simpático (a); Deve ser zeloso (a). Responsabilidade: Redigir ou digitar as atas das sessões da igreja (ordinárias, extraordinárias e solenes), e passá-las para o livro competente; Deve registrar as atas em cartório logo após a assembléia ter votado sua aprovação; Preparar e expedir as cartas da igreja (cartas de transferência, convites, etc.); Atualizar o registro do rol de membros da igreja; Apoiar todos os departamentos da igreja; Assistir o pastor da igreja.

29 A IGREJA E OS LÍDERES EXTRABÍBLICOS Tesoureiro (a) da igreja Qualificações: Deve ser fiel ao Senhor, sobretudo nos dízimos; Deve ser organizado em suas contas pessoais; Deve ser extremamente espiritual, mas com conhecimento suficiente de técnicas de contabilidade; Deve ser assíduo às reuniões da igreja. Responsabilidade: Receber e registrar os valores entregues na igreja (dízimos, ofertas, doações, outros); Elaborar o plano financeiro da igreja; Preparar e facilitar o acesso dos cartões e envelopes de contribuição a membresia; Liderar campanhas de mordomias lançadas pela igreja; Manter o livro da tesouraria atualizado (entradas e saídas); Preparar o envio de malote dos depósitos nos bancos; Assinar cheques com o pastor ou outra pessoa nomeada pela igreja para este fim.

30 A IGREJA E OS LÍDERES EXTRABÍBLICOS Outros líderes Existem outros líderes que podem implementar o programa de uma igreja local: Diretor de Educação Religiosa; Diretor de Música; Diretor de Evangelismo e Missões; Diretor de Escola Bíblica Dominical; Diretor de Departamento Infantil, Juniores, Adolescentes, Jovens, Adultos, 3ª Idade, entre outros.

31 A IGREJA E SUA ADMINSTRAÇÃO Assembléia da igreja Ela pode ser Regular (ordinária) ou Extraordinária: Regulares – são aquelas que se realizam nos dias já estabelecidos com antecedência. No caso dos Batistas acontece todo 3º domingo do mês; Ainda mantendo o exemplo Batista, é regular e antecedida de um encontro com o seu corpo de obreiros uma semana antes, no 2º domingo do mês. Esse encontro busca detalhar relatórios, metas ou outros assuntos, a fim de facilitar o encontro na assembléia regular; Existem igrejas que fazem duas assembléia regulares: as de negócios e as espirituais. Na primeira são tratados todos os assuntos referentes a finanças, problemas e soluções. Na segunda, são tratadas as profissões de fé, movimentos de membros (cartas que chegam e cartas que saem); Extraordinária – são aquelas que se realizam conforme necessidades circunstanciais, para tratar de algum assunto que, pela sua urgência, não pode esperar até a assembléia seguinte.

32 A IGREJA E AS REGRAS PARLAMENTARES Regra de ordem Todo negócio deve se apresentado por uma moção (proposta). Esta deve ser feita por um membro e apoiada por outro; Uma questão não pode ser discutida senão depois da moção, apoio e seu anúncio distinto pelo moderador; Depois de a moção estar perante a igreja, o proponente não pode retirá-la, exceto por consentimento da maioria; Uma moção deve incluir somente uma proposição. Se contiver mais de uma, deve ser dividida, a pedido de qualquer membro, e as questões devem ser tratadas separadamente;

33 A IGREJA E AS REGRAS PARLAMENTARES Regra de ordem Uma moção perante a igreja deve ser posta em votação, se for retirada, posta sobre a mesa ou deferida; Uma moção perdida não deve ser registrada nas atas, exceto quando a igreja assim o deliberar; Uma moção perdida não será renovada na mesma reunião, senão sob circunstâncias de necessidade peculiar; Enquanto uma moção está em debate, nenhuma outra pode ser admitida, exceto uma moção para emendar, substituir, entregar a uma comissão, adiar, pôr sobre a mesa, para a prévia questão, ou para encerrar; Estas últimas mencionadas não podem ser interrompidas por qualquer outra, exceto para emendar no sentido de especificar tempo, lugar ou propósito; Nem podem ser admitidas essas moções para interromper ou invalidar qualquer outra, porém uma moção para encerrar está sempre em ordem (exceto enquanto alguma pessoa tem a palavra).

34 A IGREJA E AS REGRAS PARLAMENTARES Fala A fala deve ser dirigida ao moderador; Se duas pessoas levantam-se para falar ao mesmo tempo, dá-se ordinariamente a preferência àquela que está mais longe do moderador; Ninguém deve ser interrompido enquanto está falando, exceto se ele estiver fora de ordem, ou para pedir, ou dar explicações; Nenhuma linguagem áspera ou deselegante será pronunciada pelos relatores e oradores ou permitida pelo moderador; Se qualquer membro usa linguagem imprópria, ou introduz assuntos impróprios ou fora de ordem, o moderador, ou qualquer outro membro, o chamará à ordem, e ele tomará seu assento, ou se conformará às regras; Um orador ou relator pode conceder a outros o privilégio de fazer perguntas ou dar explicações; mas se ele cede a palavra a outro moderador, não terá direito a falar outra vez, sem de novo pedir a palavra.

35 A IGREJA E AS REGRAS PARLAMENTARES Emendas Podem ser feitas emendas às moções no sentido de entregar a matéria ao estudo de uma comissão ou para emendar ou substituir palavras ou sentenças; As emendas poderão ser feitas, mas são raramente necessárias, e devem ser evitadas; A emenda será discutida e votada primeiro, e, depois, a resolução original, como emendada; Nenhuma emenda será feita quando esta mudar essencialmente a natureza ou desígnio da resolução original;

36 A IGREJA E AS REGRAS PARLAMENTARES Comissões As comissões são nomeadas pelo moderador, a pedido da igreja, ou pela própria igreja, e sua nomeação pode ser confirmada por votação, se a igreja quiser; Qualquer assunto, ou negócio, em debate poderá ser entregue a uma comissão, com ou sem instruções; a comissão relatará o resultado de suas investigações à igreja, e então a ação será tomada sobre seu relatório e suas recomendações; O relatório da comissão será aceito por votação, que simplesmente reconhecerá o serviço da comissão e porá seu relatório perante a igreja para a sua ação. Depois, qualquer proposição ou recomendação distinta, incluída no relatório, será tratada separadamente, e poderá ser adotada ou rejeitada;

37 A IGREJA E AS REGRAS PARLAMENTARES Votação Normalmente é feita pelo levantar de mão ou pela pronúncia das palavras “sim” ou “não”. Sendo conduzida primeiro os favoráveis, depois os contrários; Depois de apurada o moderador anunciará que a moção é sustentada ou perdida; Se houver dúvida ou empate o moderador poderá pedir votos outra vez, ordinariamente por levantar-se, e contará cada lado de novo; Os membros sob disciplina não devem votar, nem tomar parte ativa dos negócios da igreja; O moderador tem o direito de dar o voto decisivo quando a reunião está igualmente dividida (VOTODE MINERVA); mas este direito deve ser raramente usado; Nenhuma moção, discussão ou outro procedimento distraidor deve ser admitido durante a votação.

38 A IGREJA E AS REGRAS PARLAMENTARES Apelação O moderador anunciará todos os votos, e decidirá todas as questões de ordem em debate, mas qualquer membro que não ficar satisfeito com sua decisão pode apelar à igreja. Uma votação então será tomada para saber se eles “sustentam o moderador”. A decisão final é da igreja. Por sobre a mesa A ação imediata e decisiva, sobre qualquer questão, pode ser deferida por votação ou pôr a resolução sobre a mesa. Adiamento Um adiamento indefinido é considerado equivalente a uma demissão final da questão. Mas uma questão poderá ser adiada para um tempo ou propósito especifico e, então, resumida.

39 A IGREJA E AS REGRAS PARLAMENTARES Será discutida? Se quando uma questão é introduzida, um membro tem objeção à discussão dessa como alheia, inútil ou contenciosa, o moderador deve, imediatamente, propor a questão: Será esta questão discutida? E se votar-se pelo negativo, toda a discussão será evitada. Ordem do dia A igreja pode decidir tomar algum negócio particular num tempo especificado. Então aquele negócio torna-se a ordem do dia para o tempo especificado, e há de ser tratado quando chegar a hora, enquanto todo negócio pendente será adiado, em conseqüência. Pela Ordem Qualquer membro que suponha que um determinado orador esteja fora de ordem, ou que a discussão esteja se procedendo impropriamente, poderá, em qualquer tempo, levantar-se para um “pela ordem”. Ele deve, distintamente, relatar sua questão ou objeção, o que será decidido pelo moderador.

40 A IGREJA E AS REGRAS PARLAMENTARES Os privilégios Questões que se refiram aos direitos e privilégios da igreja e de seus membros são de importância primária e, para o tempo, tomam precedência a qualquer outro negócio, e são superiores a todas as moções, exceto à de encerramento. Encerramento Uma moção simples para encerrar estará sempre em ordem, exceto quando uma pessoa está falando, toma precedência de todas as moções e não é discutível; Se a igreja vota para encerrar a assembléia a uma hora especificada, não precisa de votação quando chegar aquela hora. O moderador simplesmente anunciará que a reunião está encerrada. Bibliografia Ferreira, Ebenézer Soares. Manual da Igreja e do Obreiro. 12ª Ed. – Rio de Janeiro. JUERP


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