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“O Novo Papel da Química no Contexto do Sistema Educacional da Educação Inclusiva” PCNP de Educação Especial: Guaraci da Rocha Simplício PCNP de Química:

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1 “O Novo Papel da Química no Contexto do Sistema Educacional da Educação Inclusiva” PCNP de Educação Especial: Guaraci da Rocha Simplício PCNP de Química: Laline Kelly Mariano

2 PAUTA Primeiro Momento Café Acolhimento Vídeo Educação Inclusiva: Aspectos Gerais Educação Inclusiva: foco Educação Especial

3 PAUTA Segundo Momento Vídeo Adaptações Curriculares Café Fechamento e Avaliação

4 EDUCAÇÃO INCLUSIVA  Significa respeitar e celebrar a diversidade

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6 DESAFIO Universalização do ensino e equidade; Pilar 2 do Programa Educação Compromisso de São Paulo: Aprimorar as ações e a gestão pedagógica da Rede, com foco no resultado dos alunos.

7 “A escola é a instituição responsável por introduzir a criança na vida pública. E você não pode dizer que esse aqui vai ser introduzido na vida pública e esse não” Madre Teresa Eglér Mantoan Coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade (Leped) da Universidade Estadual de Campinas(UNICAMP )

8 RESPEITO AOS DIFERENTES TEMPOS DE APRENDIZAGEM Para um trabalho efetivo de educação inclusiva e que supere a exclusão, o trabalho docente não deve se pautar pela tendência em homogeneizar as intervenções e práticas pedagógicas, mas valorizar as diferentes potencialidades a fim de minimizar as dificuldades de aprendizagem. Tendo em vista a heterogeneidade dos alunos, o professor deve respeitar os diferentes tempos. Para tanto, é preciso garantir o entendimento de que:

9 RESPEITO AOS DIFERENTES TEMPOS DE APRENDIZAGEM 1)As atividades tem que se adequar às diferentes potencialidades dos alunos, a exemplo, alunos com altas habilidades e alunos com dificuldades em determinado conteúdo; 2)Garantir que todos os alunos possam realizar as atividades com intervenções diferenciadas; oferecendo para um mesmo conteúdo, diferentes estratégias e abordagens; 3)Foco na aprendizagem, valorizando as diferentes formas de comunicação.

10 UNIVERSALIZAÇÃO E EQUIDADE Documentos Significativos Ideia contida no Plano Nacional de Educação (PNE) de 1999 e cuja origem é o documento chamado “Declaração Mundial sobre Educação Para Todos” assinado por vários países durante a “Conferência Mundial sobre Educação para Todos”, realizada em 1990, em Jomtien, na Tailândia. A declaração trata das definições e novas abordagens sobre as necessidade básicas de aprendizagem, as metas a serem atingidas relativamente à educação básica e os compromissos dos governos com o ensino.

11 A Declaração de Salamanca é também considerada inovadora porque, conforme diz seu próprio texto, ela “...proporcionou uma oportunidade única de colocação da educação especial dentro da estrutura de ‘educação para todos’ firmada em 1990 (...) promoveu uma plataforma que afirma o princípio e a discussão da prática de garantia da inclusão das crianças com necessidades educacionais especiais nestas iniciativas e a tomada de seus lugares de direito numa sociedade de aprendizagem”

12 A Declaração de Salamanca ampliou o conceito de necessidades educacionais especiais, incluindo todas as crianças que não estejam conseguindo se beneficiar com a escola, seja por que motivo for. Assim, a ideia de "necessidades educacionais especiais" passou a incluir, além das crianças portadoras de deficiências, aquelas que estejam experimentando dificuldades temporárias ou permanentes na escola, as que estejam repetindo continuamente os anos escolares, as que sejam forçadas a trabalhar, as que vivem nas ruas, as que moram distantes de quaisquer escolas, as que vivem em condições de extrema pobreza ou que sejam desnutridas, as que sejam vítimas de guerra ou conflitos armados, as que sofrem de abusos contínuos físicos, emocionais e sexuais, ou as que simplesmente estão fora da escola, por qualquer motivo que seja.

13 CENTRO DE ATENDIMENTO ESPECIALIZADO (CAESP) Acompanha, Orienta e Presta atendimento pedagógico Constituído por 2 Núcleos: Alunos, Pais e Professores Núcleo de Apoio Especializado – CAPE,responsável pela Educação Especial Alunos com deficiências(intelectual,física,visual,auditiva,surdocegueira,altas habilidades/superdotação,transtornos globais de desenvolvimento) Núcleo de Inclusão Educacional – NINC, responsável pelas questões indígenas, quilombolas, questões relacionadas à educação étnico-raciais, alunos priva dos de liberdade e em liberdade assistida, Educação nas Prisões, Alunos Itinerantes, Alunos Imigrantes, Educação de Jovens e adultos além do atendimento a outros públicos que requeiram atendimento específico no Ensino Fundamental e Ensino Médio.

14 ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO Classe regida por Professor Especializado; Salas de Recurso: atendimento no contraturno com Professor Especializado; Itinerância; Educação para o Trabalho; Classes Hospitalares; Suporte para o aluno: Materiais adaptados, Professor Interlocutor, Cuidador.

15 ESTRUTURA DO ATENDIMENTO DA DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE JACAREÍ Sala de Recurso Deficiência Intelectual: EE Profª Alcina Moraes Salles, EE Prof Antonio Martins da Silva, EE Profª Darci Lopes e EE Dr João Victor Lamanna. Sala de Recurso Deficiência Auditiva: EE Dr Washington Luiz Pereira de Souza, EE Francisco Feliciano da Silva e EE Dr João Victor Lamanna. Sala de Recurso Deficiência Visual: EE Dr Francisco Gomes da Silva Prado.

16 O QUE É DEFICIÊNCIA INTELECTUAL? É a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho. O termo substituiu "deficiência mental" em 2004, por recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), para evitar confusões com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que têm o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente sem usá-lo em sua capacidade plena. As causas variam e são complexas, englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningite e traumas cranianos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial tem alguma deficiência intelectual.

17 POR ONDE COMEÇAR QUANDO A DEFICIÊNCIA É INTELECTUAL? Melhor do que se prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das regulares precisam entender que tais diagnósticos são uma pista para descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para aprender - e eles, para ensinar.

18 HÁ CARACTERÍSTICAS COMUNS A ESTES DEFICIENTES? Sim, no geral, especialistas na área sabem que existem características comuns a todo esse público. São três as principais dificuldades enfrentadas por eles: 1) falta de concentração; 2) entraves na comunicação e na interação; 3) menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente.

19 OBSERVE SE O ALUNO Consegue entender ordens simples, mas apresenta mais dificuldades quando se dão duas ou mais ordens complexas; Possui pouca iniciativa, pouca criatividade e pouco espírito crítico; Pode ter maior dificuldade para expressar e para controlar emoções; Apresenta ritmo de aprendizagem mais lento, necessitando de repetidas explicações; Tem maior dificuldade em abstrair e generalizar; Pode apresentar problemas para se adaptar a novas situações. O aluno com deficiência intelectual é um aluno como qualquer outro, cujo processo de desenvolvimento se dá através das mesmas fases e da mesma sequência. A maior diferença,em geral, reside no seu ritmo de aprendizagem. Pode exigir mais tempo de contato e maior diversidade de formas de apresentação dos conteúdos do que a maioria dos alunos.

20 O QUE FAZER? Primeiro, devemos agir exatamente como fazemos com qualquer de nossos alunos, ou seja, identificar em que nível de desenvolvimento o aluno com deficiência se encontra, o que ele já sabe e como se utiliza daquilo que já sabe. A partir daí, devemos elaborar nosso planejamento.

21 QUAL O PONTO DE PARTIDA PARA APRENDIZAGEM? O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.

22 A IMPORTÂNCIA DO FOCO NAS EXPLICAÇÕES EM SALA DE AULA Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

23 ADAPTAÇÃO CURRICULAR

24 RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 2, DE 11 DE SETEMBRO DE 2001.(*) Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.

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33 Sugestões Filme: Colegas Videoconferência: Construindo Adaptações Curriculares para o Aluno com Deficiência Intelectual exibida em 20/08/2013 Projeto Cúrriculo+


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