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BRASIL- Dezembro 2000 Ministério da Educação EDUCAÇÃO PROFISSIONAL - MEC BRASIL -

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Apresentação em tema: "BRASIL- Dezembro 2000 Ministério da Educação EDUCAÇÃO PROFISSIONAL - MEC BRASIL -"— Transcrição da apresentação:

1 BRASIL- Dezembro 2000 Ministério da Educação EDUCAÇÃO PROFISSIONAL - MEC BRASIL -

2 Profundas e Importantes mudanças nos últimos anos em Conceitos da Formaçãoem Conceitos da Formação na Gestão das Instituiçõesna Gestão das Instituições em Conceitos da Formaçãoem Conceitos da Formação na Gestão das Instituiçõesna Gestão das Instituições CENÁRIOS: Transformação Progressiva da Orientação Econômica: COMPETITIVIDADE Interna e ExternaTransformação Progressiva da Orientação Econômica: COMPETITIVIDADE Interna e Externa TECNOLOGIAS e suas aceleradas MudançasTECNOLOGIAS e suas aceleradas MudançasCENÁRIOS: Transformação Progressiva da Orientação Econômica: COMPETITIVIDADE Interna e ExternaTransformação Progressiva da Orientação Econômica: COMPETITIVIDADE Interna e Externa TECNOLOGIAS e suas aceleradas MudançasTECNOLOGIAS e suas aceleradas Mudanças

3 MERCADO DE TRABALHO NO BRASIL CENÁRIOS... MUDANÇAS E AVANÇOS TECNOLÓ- GICOS Desaparecimento de trabalhos e de profissões Criação de novos trabalhos Surgimento de novas Profissões Trabalho mental superando o Físico

4 Reorganização da Produção Reorganização dos modos de EMPRESARIAR a Produção Cenários...

5 Alteração na relação Trabalho / Emprego / Salário: -Empregos sumindo do mapa -Trabalho oferecido a prestadores que possam disputá-los -Salário em função do Serviço Prestado -Crescimento do Trabalho Informal -Mudanças na Orientação para se Encontrar Trabalho C e n á ri o s...

6 ALGUMAS CONCLUSÕES A PARTIR DAS MUDANÇAS NESSAS RELAÇÕES Ampliam-se oportunidades de Trabalho e Reduzem-se as de Emprego O Trabalho passa a ser uma Espécie de “Mercadoria” Os “compradores” de Trabalho cada vez menos querem ser “clientes únicos” Os “vendedores” de seu Trabalho têm de procurar ”vários clientes” Tem mais valor quem tem e faz DIFERENÇA : “ Carteira de Clientes” Cenários...

7 As Empresas não querem mais cuidar das Carreiras Profissionais dos Trabalhadores Saber Trabalhar em Equipe Multiplica o Valor no Mercado Todo Trabalho é “Automatizável” Gerar Conhecimentos X Processar Informações Habilidades Específicas Passam a Ter Vida Útil Curta Para Não Perder Oportunidades o Profissional tem de descobrir “ O QUE NÃO SABE QUE NÃO SABE” Cenários...

8 NOVAS POLÍTICASNOVAS POLÍTICAS NOVAS ESTRATÉGIASNOVAS ESTRATÉGIAS TAIS CENÁRIOS INSPIRARAM... PARA O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS LABORAIS ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

9 PLANO DE MODERNIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL REFORMA DA EP PROEP DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS SISTEMA DE FORMAÇÃO POR COMPETÊNCIAS AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS LIVREMENTE

10 Universidades Centros Faculdades SISTEMA PRODUTIVO Ordenação do Sistema Educacional Brasileiro Ensino Fundamental ( 8 anos) Educação Infantil Ensino Médio ( 3 anos) Tecnológico (Superior) 2 a 3 anos Técnico 1 a 2 anos Básico ( Livre Não Regulamentado) SISTEMA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SISTEMA DE EDUCAÇÃO GERAL EducaçãoBásicaEducaçãoBásica Seqüencial Educação Superior Pós Graduação

11 CURRÍCULOS VOLTADOS PARA COMPETÊNCIAS INSPIRADOS NAS DEMANDAS DOS PROCESSOS PRODUTIVOS, DA SOCIEDADE E DOS CIDADÃOS

12 Construção do Sistema de EP Baseado em Competências Sistema Produtivo Estudos Setoriais: Áreas Profissionais Análises dos processos produtivos Análises Comple- mentares e Especí- ficas Matrizes por Competências, Habilidades e Bases Tecnológicas. Sistema de Educação Profissional Regulamentado ESCOLAS Consultas Para Legitimar. Organização Modularizada CURRÍCULOS POR COMPETÊNCIAS; ITiNERÁRIOS FLEXíVEIS MEC

13 PROCESSOS PRODUTIVOS Perfil Profissional de Conclusão REFERENCIAIS CURRICULARES NACIONAIS REFERENCIAIS PARA FORMAÇÃO Premissa Premissa FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO POR COMPETÊNCIAS

14 DESTAQUES Modularização Curricular Percursos Formativos Diversificados Entradas e saídas diversificadas (estímulo à formação continuada) Certificação por módulo : aumento de empregabilidade Formação ampla por área ( 20 Áreas Profissionais) Aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores DESTAQUES Modularização Curricular Percursos Formativos Diversificados Entradas e saídas diversificadas (estímulo à formação continuada) Certificação por módulo : aumento de empregabilidade Formação ampla por área ( 20 Áreas Profissionais) Aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

15 CERTIFICADO DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DE NÍVEL TÉCNICO ( correspondente a uma Ocupação) U1U1U1U1 U2U2U2U2 U3U3U3U3 U4U4U4U4 UnUnUnUn HABILITAÇÃO TÉCNICA (DIPLOMA) - Flexibilidade Curricular -

16 COMISSÕES TÉCNICAS ÓRGÃO NORMATIVO DO SISTEMA DE ENSINO MEC / SEMTEC CNE/MEC DIRETIVOSETORIALOPERACIONAL SISTEMA NACIONAL DE FORMAÇÃO, AVALIAÇÃO e CERTIFICAÇÃO Por COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS - Nível Técnico UNIDADE AVALIADORA INSTITUIÇÃO FORMADORA INSTITUIÇÃO FORMADORA UNIDADE OU INSTITUIÇÃO CERTIFI- CADORA SACSAC CTP

17 FLEXIBILIDADE NA FORMAÇÃO ARTICULAÇÃO EDUCAÇÃO/TRABALHO FORMAÇÃO CONSTANTE AO LONGO DA VIDA NOVOS PRESSUPOSTOS DE APRENDIZAGEM OFERTA COMPATÍVEL COM ITINERÁRIOS FORMATIVOS Avaliar e certificar competências constituídas por quaisquer meios, para fins de prosseguimento/conclusão de estudos técnicos Estimular o desenvolvimento educacional, os níveis de aprendizagem dos trabalhadores e o reconhecimento profissional

18 ÓRGÃO NORMATIVO DO SISTEMA DE ENSINO Rede de Informações MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CNE/MEC DIRETIVOGERENCIALOPERACIONAL SUBSISTEMA DE AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS - SAC NÍVEISNÍVEIS UNIDADE AVALIADORA INSTITUIÇÃO FORMADORA INSTITUIÇÃO FORMADORA UNIDADE OU INSTITUIÇÃO CERTIFICADO- RA COMISSÕES TÉCNICAS PROFISSIONAIS SETORIAIS ( Temporárias) CQ CTP

19 SISTEMA FORMATIVO Perfis Profissionais Itinerários Profissio- nais Formulação Pedagógica dos Insumos Modulação em função das com- petências Elaboração dos Módulos Validação Certificação Acompanha- mento de Egressos ENTRADA Análise Profissional PROCESSO Modulação Pedagógica SAÍDA Certificação Profissional Acompa- nhamento NÃO SIM Formação ou Autoformação Demandas Retroalimentação

20 CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS INSUMOSPROCESSO PRODUTO Perfis Profissionais Requeridos Avaliação por evidências de desempenho em provas, testes, portifólio etc. Orientação para Capa- citação complementar (Processo Formativo) Diagnóstico do candidato Certificação NÃO SIM Normas de Competências

21 INPUTSINPUTS CARACTERÍSTICAS SOCIO ECONÔMICO- PRODUTIVAS DA REGIÃO / DEMANDAS ESPECÍFICAS. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DIRETRIZES DO PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA. I. EXIGÊNCIAS LEGAIS EM RELAÇÃO A PROFISSÕES DA ÁREA. PERFIL PROFISSIONAL DO (S) TÉCNICO (S). Formulação de Currículos Por Competências

22 12 II. CONSTRUÇÃO DA MATRIZ REFERENCIAL DE RESULTADOS IDENTIFICAÇÃO E ESTUDO DO PROCESSO PRODUTIVO EM FOCO : FUNÇÕES E SUBFUNÇÕES IDENTIFICAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS REQUERIDAS PARA ATUAÇÃO DO TÉCNICO NO PROCESSO PRODUTIVO ESTUDADO ( POR FUNÇÃO E SUBFUNÇÃO ) DEFINIÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ALVO DO PROCESSO DE FORMAÇÃO A SER OFERECIDO ( AS GERAIS E AS ESPECÍFICAS) DEFINIÇÃO DAS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NA FORMAÇÃO DEFINIÇÃO DAS BASES TECNOLÓGICAS COMPOSIÇÃO DA MATRIZ REFERENCIAL DE RESULTADOS, CONSTANTE DE : FUNÇÕES, SUBFUNÇÕES, COMPETÊNCIAS HABILIDADES E BASES TECNOLÓGICAS VALIDAÇÃO PELA COMISSÃO CONSULTIVA PROFISSIONAL PROMOÇÃO DE AJUSTES NA MATRIZ

23 12 III. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR AGRUPAMENTO LÓGICO DAS COMPETÊNCIAS POR TERMINALIDADES ( QUANDO CORRESPONDER A OCUPAÇÕES EXISTENTES E NECESSÁRIAS) DESENHO DOS MÓDULOS CONSIDERANDO AS FUNÇÕES E SUBFUNÇÕES DO PROCESSO PRODUTIVO E CONJUNTOS DE COMPETÊNCIAS ARTICULADAS DEFINIÇÃO DOS ITINERÁRIOS, CRITÉRIOS DE ACESSO AO CURSO E AOS MÓDULOS, SAÍDAS INTERMEDIÁRIAS E FINAIS, DIPLOMAS E CERTIFICADOS ORGANIZAÇÃO ESTRATÉGICA DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NOS MÓDULOS: DEFINIÇÃO DOS PROJETOS, PROBLEMAS E/OU QUESTÕES GERADORAS PLANEJAMENTO DOS INSUMOS REQUERIDOS (BASES TECNOLÓGICAS, RECURSOS HUMANOS, MATERIAIS EQUIPAMENTOS, AMBIENTES DE APRENDIZAGEM) DEFINIÇÃO E PLANEJAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO, QUANDO NECESSÁRIO PLANEJAMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM DEFINIÇÃO DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM, DOS CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS ORGANIZAÇÃO DOS TEMPOS ( c/ h ), HORÁRIOS E AMBIENTES 8


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