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Instituto Gay Lussac Encontros com a Arte Profª Ana Lúcia Rubens.

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Apresentação em tema: "Instituto Gay Lussac Encontros com a Arte Profª Ana Lúcia Rubens."— Transcrição da apresentação:

1 Instituto Gay Lussac Encontros com a Arte Profª Ana Lúcia Rubens

2 15º ENCONTRO MOVIMENTOS DE VANGUARDA SÉCULO XX DADAÍSMO (1916) SURREALISMO (1924)

3 MOVIMENTOS DE VANGUARDA Vanguarda é o nome que se dá a uma tendência ou ao conjunto de tendências que, num determinado momento histórico, se opõe às tendências vigentes, principalmente no campo das artes. Movimentos de Vanguarda na Europa: FUTURISMO (1910) ABSTRACIONISMO (1910) ORFISMO (1912) SUPREMATISMO (1913) DADAÍSMO (1916) NEO-PLATICISMO OU CONCRETISMO (1917) PURISMO (1918) ESCOLA DE PARIS (1920) SURREALISMO (1924)

4 DADAÍSMO É a arte atacando a arte. Antiliteratura, antipintura, antiarte, antifilosofia, incoerência, absurdo, ironia venenosa, sarcasmo, anticonformismo cruel, extravagância deliberada para chocar, espírito de protesto ou de provocação, raiva, desprezo, abolição da lógica.

5 A primeira Guerra Mundial teve profundo impacto na Europa. Não só milhões de pessoas foram mortas e feridas, como também se difundiu um sentimento generalizado de que o estilo de vida anterior à guerra havia provocado o conflito e era responsável por ele. Para muitos artistas e escritores de vanguarda, era hora de olhar o mundo de outra forma e mudar radicalmente as atitudes. Um grupo decidiu que a melhor resposta seria não levar tudo tão a sério e se divertir com a arte. O resultado foram as travessuras imaginosas de um movimento chamado Dadá, Dadaísmo.

6 O Dadaísmo foi um movimento artístico que surgiu na Europa (Zurique, Suíça) no ano de Tinha como característica principal a ruptura com as formas de arte tradicionais. Foi portanto um movimento com forte conteúdo anárquico. O próprio nome do movimento deriva de um termo inglês infantil: dadá (brinquedo, cavalo de pau). Observa-se assim a falta de sentido e a quebra com o tradicional deste movimento. As ideias dadaístas foram divulgadas em vários países. Em Nova York o movimento foi fundado pelos artistas franceses Marcel Duchamp e Francis Picabia e pelo pintor, escultor e fotógrafo americano Man Ray. Em Colônia, Alemanha, o movimento dadaísta foi liderado pelo artista plástico Max Ernst, auxiliado pelo escultor, pintor e poeta francês Jean (ou Hans) Arp, e em Berlim pelo escritor Richard Huelsenberck e pelo pintor e fotógrafo Raoul Hausmann.

7 Características principais do Dadaísmo: - Objetos comuns do cotidiano são apresentados de uma nova forma e dentro de um contexto artístico. - Irreverência artística. -Combate às formas de arte institucionalizadas. -- Crítica ao capitalismo e ao consumismo. - Ênfase no absurdo e nos temas e conteúdos sem lógica. - Uso de vários formatos de expressão (objetos do cotidiano, sons, fotografias, poesias, músicas, jornais, etc.) na composição das obras de artes plásticas. - Forte caráter pessimista e irônico, principalmente com relação aos acontecimentos políticos do mundo.

8 MARCEL DUCHAMP ( ) Em 1913, o artista inventou um novo tipo de obra de arte, o ready-made, que significa “já feito, pronto”. Ele escolheu por acaso uma roda de bicicleta e a colocou sobre um banquinho. Mais tarde, em 1917, ele trouxe a público um urinol, batizado de Fonte. Duchamp, com esses gestos provocativos, pretendia acabar com o conceito de beleza estética. Ele criou esse novo conceito de arte, um artigo industrializado, portanto, produzido em série, selecionado ao acaso e exposto como obra de arte, como é o caso de Fonte e de Roda de Bicicleta.

9 Roda de bicicleta, 1913Fonte, 1917

10 MAN RAY ( ) Presente, 1921

11 FRANCIS PICABIA ( ) Máquina que “Gira” Rapidamente, 1916 Têmpera sobre papel

12 SURREALISMO O sonho enquanto realidade absoluta, o irreal, o inconsciente, a rebeldia contra a razão, a fantasia, o desprezo pela lógica.

13 Diante da dificuldade de manter a abordagem negativa diante da arte, característica do Dadaísmo, muitos artistas se voltaram para o Surrealismo, que propunha uma prática mais construtiva e fundamentada para uma nova abordagem da arte e da literatura. Em geral se costuma dizer que o Surrealismo trata do mundo dos sonhos. Mas isso não é tudo. O movimento explorou o mundo inconsciente, todas as funções da mente além do pensamento racional, como o instinto e a associação livre. Esse movimento surgiu em Paris, em 1924, fruto dos ideais de um grupo de escritores e artistas que liderados por André Breton (poeta francês), valorizavam as pesquisas científicas, sobretudo a psicanálise. Esse grupo de artistas ficou conhecido como a vanguarda europeia do início do século XX, que baseava-se nos estudos de Freud e explorava o inconsciente e os sonhos nas expressões artísticas. Dessa maneira, as obras não seguiam nenhum padrão estético e não se prendiam à moral, à lógica e à razão. Elas muitas vezes parecem sem sentido, mas na realidade representam os pensamentos mais íntimos e verdadeiros do homem.

14 Existem dois tipos de Surrealismo na pintura: o figurativo e o abstrato. Principais pintores surrealistas figurativos: Salvador Dalí, René Magritte, Paul Delvaux, Marc Chagall e Giorgio Chirico. Principais pintores surrealistas abstratos: Max Ernst, Yves Tanguy e Joan Miró.

15 SALVADOR DALI ( ) A persistência da memória, 1931 Observamos três relógios com aparência elástica ou feitos de material amolecido. Ao pintá-los, Dalí se inspirou num queijo que derretia pelas bordas de um prato. Nessa obra há também um relógio em tom alaranjado com imagens de formigas. Essas figuras podem simbolizar um sonho, um distanciamento da realidade ou até mesmo uma repulsa; o próprio artista afirmava não gostar de formiga.

16 O sono, 1937

17 GIORGIO DE CHIRICO ( ) As Musas Inquietantes, 1924 O artista pintou muitas paisagens urbanas, mas as cidades de seus quadros são desertas, melancólicas e iluminadas por uma luz estranha. Na tela reproduzida ao lado, os edifícios, aparentemente vazios, assumem um aspecto inquietante e a cena parece ser dominada por um silêncio perturbador. O artista foi também um escultor, reproduzindo nas esculturas figuras que imaginou e representou na pintura, como musas, trovadores e arqueólogos.

18 RENÉ MAGRITE ( ) Esse quadro questiona os conceitos de definição e de representação. Nem tudo é o que parece ser. O cachimbo de Magritte é real e irreal, ao mesmo tempo. Como o sonho – tema caro aos surrealistas. A traição das imagens, 1928

19 Golconda, 1953 A tela é considerada uma das mais famosas do pintor, e nela ele expressa o espírito travesso de sua pintura surrealista. O quadro apresenta uma chuva de estranhos homens de chapéu-coco, que caem do céu com uma expressão absolutamente serena de quem não se abala com a improbabilidade do fato. Essa serenidade expressa a compreensão oculta do ser humano pela esquisitice terrena.

20 Sobre essa tela o próprio Magritte diz: "Há aqui um multidão de homens, homens diferentes. Quando pensamos numa multidão, contudo, não pensamos num indivíduo: do mesmo modo, estes homens estão vestidos igual, tão simplesmente quanto possível, para sugerirem uma multidão... Golconda foi uma rica cidade da Índia, uma maravilha. Acho uma maravilha poder caminhar pelo céu na terra. Por outro lado o chapéu-côco não constitui surpresa - é um antigo complemento, nada original. O homem de chapéu-côco é o Sr. Normal, no seu anonimato. Eu também uso um; não tenho vontade de me destacar das massas".

21 JOAN MIRÓ ( ) A estrela da manhã, 1940 Nessa obra (surrealista abstrata) não existem elementos que possam ser identificados e que de alguma forma justifiquem o título da obra, exceto pela representação simplificada da estrela. Miró trabalha com elementos simples, como o ponto, a linha e a cor e limita-se a apresentar ao observador uma composição livre.

22 Mulheres, pássaro ao luar, 1949 Nessa obra foram retratados seres alucinatórios e estranhos, que parecem provir de um mundo onírico subconsciente.

23 YVES TANGUY ( ) Divisibilidade indefinida, 1942 Tanguy permitiu que seu inconsciente criasse esses seres, cuja existência é incerta, embora não haja provas que a neguem. A sua pintura é caracterizada por formas abstratas biomórficas (formas orgânicas) que flutuam numa espécie de deserto ou de espaço subaquático.

24 Um misterioso deserto noturno, ou paisagem lunar, estranhas formas semelhantes a órgãos formam uma fila. Embora sugiram animais ou plantas, não se podem associar a algo real. O esquema de cor é particularmente belo, com uma subtil gradação de tons de azul. Os fluxos da maré, 1942


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