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1º Colóquio Internacional Sobre Epistemologia e Educação em Engenharia Mario Neto Borges, PhD PUC-Rio 28/06/05.

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2 1º Colóquio Internacional Sobre Epistemologia e Educação em Engenharia Mario Neto Borges, PhD PUC-Rio 28/06/05

3 A FORMAÇÃO E A HABILITAÇÃO PROFISSIONAL  Uso intensivo de tecnologias  Novo contexto acadêmico, econômico e social  Demanda por profissionais altamente qualificados  Nova legislação (LDB e Diretrizes Curriculares)  Currículos flexíveis (P.P.P.)  Atribuições profissionais superadas (Res. 218)

4 HISTÓRICO DAS MUDANÇAS  Aprovação da LDB (26/12/1996)  Edital SESu/MEC (10/12/1997)  Diretrizes Curriculares (Resolução CNE/CES 11 de 11/03/ DOU de 09/04/2002)  Elaboração das atribuições profissionais (Resolução do CONFEA)

5 A Formação Profissional

6 Produto Processo Professor Aluno Habilidades Competências Foco no Conteúdo

7 AVALIAÇÃO Avaliação Diagnóstica Estratégias de Ensino/Apren. Competências Habilidades

8 Profissionais Competentes  Preparado para enfrentar desafios  Flexível  Adaptável  Criativo  Crítico Capaz de :  Resolver Problemas  Tomar Decisões  Trabalhar em equipe  Se Comunicar

9 Novas Estruturas Curriculares  Flexíveis  Dinâmicas  Opção (personalizar a formação)  Foco na avaliação e revisão  Articulação com a pós-graduação ou outros certificados

10 Habilitação Profissional dos Novos Engenheiros

11 CALENDÁRIO 2005  Projeto de Resolução e Anexos – v. Dez 2004  8 a 11/03/05 apresentação do projeto de Resolução no 1º Encontro das Câmaras Especializadas dos CREAS  12/03 a 09/06 envio de sugestões  Até 14/06 sistematização do texto da Resolução  15 a 17/06 plenária - versão final da Resolução (?)  18/06 a 30/09 envio de sugestões sobre os Anexos  3 a 21/10 sistematização dos Anexos  26 a 28/10 plenária - versão final dos Anexos

12 PROJETO DE RESOLUÇÃO CONFEA – Junho 2005 Dispõe sobre atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização de campos de atuação profissional para os diplomados no âmbito das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional.

13 CONSIDERAÇÕES - Dez  Considerando as flexibilizações decorrentes da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, que possibilitam o aumento do número e a diversificação dos cursos e perfis acadêmicos;  Considerando que as diretrizes curriculares conferem maior autonomia às instituições de ensino na definição dos currículos de seus cursos, a partir da explicitação das competências e das habilidades que se deseja desenvolver, através da organização de um modelo pedagógico capaz de adaptar-se à dinâmica das demandas da sociedade, preparando o profissional para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional;  Considerando as tendências contemporâneas de considerar a boa formação no nível de graduação como uma etapa de formação inicial no processo contínuo da educação permanente;  Considerando as contínuas e rápidas mudanças no conhecimento científico e tecnológico e que, no decorrer do exercício profissional, novos conhecimentos técnicos são adquiridos, além daqueles obtidos nos cursos de graduação,

14 ATIVIDADES  Art. 1º (ou 5º v. junho 2005) São Listadas 18 Atividades  EXEMPLO F Atividade 01 - Gestão, supervisão, coordenação e orientação técnica; F Atividade 02 - Estudo, planejamento, projeto, e especificação; F Atividade 03 - Estudo de viabilidade técnico- econômica e ambiental;

15 NÍVEIS ART. 2º (ou 3º v. junho 2005)  I - nível de formação profissional técnica;  II - nível de formação profissional superior tecnológica;  III - nível de formação profissional superior;  IV - nível de formação profissional pós-graduada no senso lato (aperfeiçoamento ou especialização);  V - nível de formação profissional pós-graduada no senso estrito (mestrado ou doutorado).

16 ANEXOS  ANEXO I – GLOSSÁRIO  ANEXO II - Para efeito da atribuição de títulos, atividades e competências para os profissionais dos vários níveis de formação, serão consideradas as Categorias Profissionais, Modalidades, e Campos Profissionais com seus respectivos Setores e Subsetores constantes deste Anexo II.

17 ANEXO II  1 – CATEGORIA PROFISSIONAL DA ENGENHARIA (Lista com 16)  1.1 – CAMPO PROFISSIONAL DA MODALIDADE CIVIL  SETORES SUB-SETORES Materiais Tecnologia dos Materiais. Metrologia, Normalização e Controle de Materiais e Produtos.

18 LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 Cabe às Congregações das escolas e faculdades de Engenharia, Arquitetura e Agronomia indicar ao Conselho Federal, em função dos títulos apreciados através da formação profissional, em termos genéricos, as características dos profissionais por elas diplomados. Art. 10 -

19 CONCLUSÕES  O Sistema Confea/CREAs precisa rever o paradigma.  A proposta de resolução é coerente com as Diretrizes Curriculares.  É competência das IES definirem a formação do engenheiro.  É possível conceder as atribuições baseadas nos novos currículos. (i.e. PPP).

20 OBRIGADO


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