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Redução de Danos como Política de cuidado Goiânia-GO, 25/03/2013. Elandias Bezerra Sousa.

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1 Redução de Danos como Política de cuidado Goiânia-GO, 25/03/2013. Elandias Bezerra Sousa

2 O que é Redução de Danos? “É um conjunto de ações de promoção, prevenção e assistência em saúde que se propõe a reduzir os prejuízos de natureza biológica, social e econômica do uso de drogas, pautada no respeito ao individuo no seu direito de consumir drogas” É uma estratégia fundamental para a promoção dos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde. Contribui para e efetivação da atenção integral a usuários de álcool e outras drogas, para o controle da epidemia do HIV/Aids e das hepatites virais e para o tratamento dos transtornos associados ao consumo prejudicial de drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas.

3 Vulnerabilidade Educação, assistência e saúde; Desconhecimento do exercício de cidadania; Falta de especialização profissional; Drogas licitas e ilícitas; Pouco conhecimento do SUS; Dificuldades na mudança de comportamento; Dificuldade no entendimento para o exercício das ações de Redução de Danos; Falta de apoio e investimento nas políticas Humanizada de reinserção do sistema penitenciário; Pouca articulação entre rede de serviços e sociedade civil organizada.

4 Aspectos Culturais: Estigma e preconceito. Pânico social ( disseminação do crack ). Soluções simples para situação complexa (programas de prevenção de drogas para crianças, internação ou criminalização para usuários como solução ???) Entendimento restrito sobre RD por parte da gestão. Necessidade de ampliação do acesso ao tratamento para os usuários de álcool e outras drogas no SUS. Necessidade de fortalecimento e qualificação da rede de atenção à saúde mental existente para ações de redução de danos; Articulação do Movimento Social de RD, para trabalho de parcerias com a gestão; Vulnerabilidade

5 Atenção ao UD: O papel da RD Conhecer riscos e danos potenciais, principalmente no momento atual vivido pelo UD. Identificar principais riscos individuais registrando sua história. Providenciar informações e respostas para cada caso em consonância com os passos 1 e 2. Construir junto com cada UD o reconhecimento de sua própria história, identidade e criar objetivos que sejam realistas, concretos e possíveis. Colaborar com o UD no sentido de identificar seus próprios comportamento relacionado a seus objetivos. Acompanhar o UD na revisão constante dos passos acima visando uma efetiva mudança comportamental.

6 Trabalho de campo Locais previamente estabelecido para acessar os usuários e desenvolver as ações de RD. Apresentações dos trabalhos à comunidade. Realizar semanalmente, sempre no mesmo dia e hora e com a participação de colaboradores da comunidade. Acesso e acolhimento. Disponibilização de informações qualificadas sobre - DST/HIV/AIDS, Hepatites B e C, e direitos humanos. Disponibilização de insumos de prevenção. Encaminhamentos para serviços de saúde e outros dispositivos sociais. Espaço de escuta.

7 Novas Possibilidades

8 ESCUTAS TERAPÊUTICAS E AÇÕES DE REDUÇÃO DE DANOS

9 CUIDADOS DIANTE DE TRAGÉDIAS

10 RODA DE TAMBOR

11 REPÚDIO À VIOLÊNCIA SOFRIDA PELOS MORADORES DE RUA: NÃO À DROGA DA VIOLÊNCIA!

12 NÃO À DROGA DA VIOLÊNCIA!

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15 Aspectos Importantes nos encaminhamentos Ter conhecimento dos horários de atendimento; A unidade tem que saber da existência das ações do PRD/Consultório de rua e outros; Ter o nome do profissional de saúde; Fazer encaminhamento por escrito; Ter retorno da pessoa, como foi o atendimento no local e para onde foi encaminhado;

16 Articulação com os serviços de saúde CTA CAPS-AD (Adulto e Infantil) Atendimento para adolescentes (SOS – Complexo 24 Horas); DST/HIV/Aids; Assistente Social; Odontologia; Tuberculose / Hepatites; Psicologia e outros. “Atendimento integrado”.

17 Acolhimento no serviço Respeitar as diversidades; Flexibilizar os horários de atendimento para pessoas que usam álcool e outras drogas; Evitar fazer julgamentos; Não impor a abstinência; Tentar no primeiro contato não priorizar a apresentação de documentos de identificação; Discussão entre equipes dos serviços sobre as formas de acolhimento para pessoas que usam álcool e outras drogas.

18 Redução de Danos Acreditamos que o trabalho com as pessoas que usam álcool e outras drogas deve incluir, além da premissa do direito à saúde, também o direito à cidadania. “E para isto se tornar realidade ainda precisamos dar maior visibilidade a política de atenção integral ao usuário de álcool e outras drogas e a estratégia de redução de danos do MS, considerando o norte ético que esta política salva vidas, promove a saúde, propicia o acesso ao SUS e enfatiza o papel do redutor de danos, como aquele que abre as portas do sistema de saúde, levando a mensagem que é possível confiar no Estado” ( MS e CONASEMS )

19 Trabalhar como Agente de Saúde Redutor de Danos nos faz sentir um grande joalheiro que se dedica no lápide do seu diamante bruto para apreciação dos valores.” Elandias Bezerra Sousa Redutor de Danos e Coordenador do Consultório na Rua - SMS/Saúde Mental ABORDA – Associação Brasileira de Redução de Danos Fone: (62) – Obrigado.


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