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2ª JORNADA DE ENFERMAGEM DO HOSPITAL PILAR O PACIENTE ONCOLÓGICO NA UTI Dra. Michelle Simão Coraiola Curitiba,16/08/2008.

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1 2ª JORNADA DE ENFERMAGEM DO HOSPITAL PILAR O PACIENTE ONCOLÓGICO NA UTI Dra. Michelle Simão Coraiola Curitiba,16/08/2008

2  A NEOPLASIA É A SEGUNDA CAUSA DE MORTE, ATRÁS APENAS DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES.  NOS ESTADOS UNIDOS, SOMENTE NO ANO DE 2001 A MORTALIDADE ERA DE PESSOAS, MAIS DE 1500/ DIA.  MAIS DE UM MILHÃO DE NOVOS CASOS FORAM DIAGNOSTICADOS EM 2000, REPRESENTANDO CUSTO DE TRATAMENTO DE 180 BILHÕES DE DÓLARES/ ANO.

3  ESTUDO COM PACIENTES PORTADORES NEOPLASIA EVIDENCIOU QUE A TAXA DE SOBREVIDA EM 5 ANOS CHEGA A 60% E QUE A MORTALIDADE VEM DIMINUINDO CONSIDERAVELMENTE.  ESSE PROGRESSO É ATRIBUIDO AOS AVANÇOS DIAGNÓSTICOS, ÀS CIRURGIAS QUE SÃO MENOS INVASIVAS E PRIORIZAM MELHOR QUALIDADE DE VIDA E AO SUPORTE DA TERAPIA INTENSIVA.

4  O DIAGNÓSTICO DE NEOPLASIA PARECE SER UMA BARREIRA PARA ADMISSÃO DE PACIENTES EM UTI.  DEVIDO AOS AVANÇOS NA SOBREVIDA DESSES PACIENTES, CABE AO INTENSIVISTA CONHECER MELHOR ESSE GRUPO E DEFINIR OBJETIVAMENTE O GRAU DE INVESTIMENTO A SER INSTITUÍDO.  TAMBÉM É IMPORTANTE DISCERNIR QUAIS PACIENTES SE BENEFICIARÃO COM UMA TERAPÊUTICA AGRESSIVA E QUAIS DEVERÃO RECEBER APENAS CUIDADOS PALIATIVOS.

5 ADMISSÃO NA UTI  PACIENTES COM DISFUNÇÃO DE ÓRGÃOS E DIAGNÓSTICO RECENTE DA DOENÇA.  PACIENTES ONCOLÓGICOS COM COMPLICAÇÕES DE TRATAMENTO (QUIMIOTERAPIA, TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA).  A MORTALIDADE DETERMINADA PELAS DISFUNÇÕES ORGÂNICAS APRESENTANDAS E NÃO PELA NEOPLASIA PROPRIAMENTE DITA.

6  NÃO SE DEVE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO A IDADE COMO INDICAÇÃO OU NÃO DE INTERNAMENTOS EM UTIS.  PACIENTE IDOSOS PODEM TER O MESMO BENEFICIO DE TERAPIA INTENSIVA QUE OS PACIENTES MAIS JOVENS PORTADORES DE NEOPLASIA.

7 CAUSAS DE ADMISSÃO NA UTI  INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA=> MAIOR NÚMERO DE ADMISSÕES  SEPSE  DISTÚRBIOS ELETROLÍTICOS  ALTERAÇÃO DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA  REAÇÕES A MEDICAÇÕES  ACOMPANHAMENTO DO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO  RELACIONADAS A NEOPLASIA: TAMPONAMENTO CARDÍACO TAMPONAMENTO CARDÍACO AUMENTO DE PRESSÃO INTRACRANIANA AUMENTO DE PRESSÃO INTRACRANIANA CONVULSÕES CONVULSÕES SÍNDROME DE VEIA CAVA SUPERIOR. SÍNDROME DE VEIA CAVA SUPERIOR.

8 INSUFICIENCIA RESPIRATÓRIA AGUDA  IRpA HIPOXÊMICA PNEUMONIA PNEUMONIA INVASÃO DA DOENÇA INVASÃO DA DOENÇA LESÃO PULMONAR AGUDA POR QUIMIOTERAPIA LESÃO PULMONAR AGUDA POR QUIMIOTERAPIA EDEMA PULMONAR CARDIOGÊNICO OU NÃO CARDIOGÊNICO EDEMA PULMONAR CARDIOGÊNICO OU NÃO CARDIOGÊNICO SANGRAMENTO ALVEOLAR DIFUSO. SANGRAMENTO ALVEOLAR DIFUSO.  IRpA HIPERCAPNICA=> RESULTADO DE DPOC

9 VENTILAÇÃO MECÂNICA  VENTILAÇÃO MECÂNICA É UM GRANDE DETERMINANTE DE PROGNÓSTICO.  PACIENTES QUE NÃO PRECISAM DE VM TEM 25% DE POSSIBILIDADE DE MORRER ANTES DA ALTA HOSPITALAR, RESULTADO SEMELHANTE AO DE PACIENTES SEM NEOPLASIA.  PACIENTES QUE NECESSITAM DE VM TÊM MORTALIDADE MAIOR QUE 5O E 75%.  POUCOS PACIENTES COM NEOPLASIA SOBREVIVEM COM MAIS DE 14 DIAS DE VM.

10 VENTILAÇÃO MECANICA NÃO INVASIVA  TRATAMENTO DE PRIMEIRA LINHA EM PACIENTES COM HIPERCAPNIA.  PACIENTES COM HIPOXEMIA => PACIENTES COLABORATIVOS PACIENTES COLABORATIVOS HEMODINAMICAMENTE ESTÁVEIS HEMODINAMICAMENTE ESTÁVEIS CAUSA DA HIPOXEMIA PODE SER RAPIDAMENTE REVERTIDA. CAUSA DA HIPOXEMIA PODE SER RAPIDAMENTE REVERTIDA.

11  APÓS A ULTIMA DÉCADA MUITOS CENTROS AO REDOR DO MUNDO MOSTRARAM A POSSIBILIDADE DE MELHORA DO PROGNÓSTICO DE PACIENTES COM NEOPLASIA, ABRINDO PRECENDENTES PARA DISCUSSÕES QUANTO A ADMISSÃO OU NÃO DESSES PACIENTES EM UTI.  A DISCUSSÃO ENTRE ADMITIR OU NÃO PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UTI DEVE LEVAR EM CONTA CONCEITOS MÉDICOS, ÉTICOS E ECONÔMICOS.

12  A ADMISSÃO PODE SER TRAUMÁTICA TANTO PARA PACIENTES QUANTO PARA SEUS FAMILIARES.  É ESSENCIAL A COMUNICAÇÃO ENTRE OS MÉDICOS, O PACIENTE E SEUS FAMILIARES.

13  ASSIM COMO EM OUTROS PACIENTES CRÍTICOS, O GRAU E DURAÇÃO DE SUPORTE DEVE SER PROPORCIONAL A EXPECTATIVA E QUALIDADE DE VIDA.  RESULTADOS SATISFATÓRIOS NÃO DEVEM SER USADOS PARA JUSTIFICAR A CONTINUIDADE TERAPÊUTICA SEM INDICAÇÃO OU ADIAR CUIDADOS PALIATIVOS EM PACIENTES EM SITUAÇÕES TERMINAIS.

14  EVITAR DUAS SITUAÇÕES INDESEJADAS NÃO DAR A PACIENTES A CHANCE DE SE BENEFICIAR DE UM TRATAMENTO INTENSIVO DISPONÍVEL NÃO DAR A PACIENTES A CHANCE DE SE BENEFICIAR DE UM TRATAMENTO INTENSIVO DISPONÍVEL IMPOR DESNECESSARIAMENTE A PACIENTES UM TRATAMENTO DIFÍCIL E DOLOROSO QUANDO AS CHANCES DE SOBREVIVÊNCIA SÃO MÍNIMAS. IMPOR DESNECESSARIAMENTE A PACIENTES UM TRATAMENTO DIFÍCIL E DOLOROSO QUANDO AS CHANCES DE SOBREVIVÊNCIA SÃO MÍNIMAS.

15 Dra. MICHELLE SIMÃO CORAIOLA MÉDICA DA UTI DO HOSPITAL PILAR


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