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A S HABILIDADES NECESSÁRIAS PARA A LEITURA DAS IMAGENS E À APRECIAÇÃO DAS ARTES V ISUAIS HISTÓRIA DA ARTE Professora Elane Albuquerque Macapá – AP, 2010.

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1 A S HABILIDADES NECESSÁRIAS PARA A LEITURA DAS IMAGENS E À APRECIAÇÃO DAS ARTES V ISUAIS HISTÓRIA DA ARTE Professora Elane Albuquerque Macapá – AP, 2010

2 T ODOS / AS SÃO CAPAZES DE PERCEBER E ANALISAR OS OBJETOS ? Em princípios, todos/as nós somos capaz de entender uma obra de e gostar arte. Mas isso depende de algumas habilidades: A observação, A análise e síntese, A orientação espacial e o sentido de dimensão, O pensamento lógico e criativo.

3 P RECISAMOS OBSERVAR MELHOR Observação: Observar é uma habilidade que depende de olhar com interesse dirigido, examinar minuciosamente, focalizar a atenção, concentrar pensamento e os sentidos com vontade de ver, de apreender, de perceber os detalhes significativos. É como usar uma lente de aumento sobre algum objeto. À medida que vamos educando a atenção e a observação, nossa capacidade de discriminar diferenças vai ficando mais refinada. Um fator que freqüentemente dirige a observação é o nosso interesse especial, o nosso ponto de vista, às vezes determinado pela profissão e muitas profissões, como o Design, Arquitetura e outras, dependem da capacidade de observação, auxiliando ainda na compreensão da realidade.

4 P RECISAMOS LEMBRAR MAIS Memorização visual: É a capacidade de registrar com certa precisão aquilo que foi observado, de forma que, passado algum tempo, seja possível relembrar o que foi visto. Acessar a informação obtida através da observação no momento necessário. Importante para comparar, fazer associações, estabelecer relações, reconhecer diferenças e igualdades. É importante para construir e emitir opiniões acerca do que vemos em relação ao que relembramos. É importante ampliar nossos interesses e educar o controle da atenção sobre os detalhes.

5 P RECISAMOS LER OS OBJETOS Análise e síntese Analisar é desenvolver e aprofundar a observação. De uma percepção mais geral, o analista segue para a decomposição das partes do objeto observado. Para isso utiliza-se de um método apropriado a cada objetivo. O método é uma espécie de roteiro a ser seguido na análise dos elementos que compõem o objeto. Cotidianamente utilizamos de maneira intuitiva um método na análise e síntese. Ex: Na compra de roupa 1º - Observamos as categorias orientadas pelo gosto pessoal : cor, tecido, modelo, conforto, etc.(características físicas) 2º - utilizamos os argumentos para aprofundar as escolhas: gostei da cor, modelo, etc. 3ª - Ou seja, a análise leva a conclusão ou a síntese que é a essência da observação do objeto: gostei e vou comprar. Em resumo, temos nossos próprios métodos para tomar decisão.

6 P RECISAMOS LER OS OBJETOS... Para analisarmos uma imagem utilizamos diversos instrumentos de análise, dentre eles: O s sentidos, tato, audição e a visão... mas não basta ver, é preciso perceber por meio da Sensibilidade e intuição; A memória nos ajuda a lembrarmos de tudo o que sabemos sobre o tema e assunto do objeto de análise, portanto, também é preciso termos U ma base prévia de informação para entendermos as partes e o todo do objeto.

7 P RECISAMOS NOS LOCALIZARMOS MELHOR... 4 – Orientação Espacial e Sentido de Dimensão Orientação espacial é a uma habilidade associada à capacidade de observação e memorização. Para utilizar a orientação espacial é preciso observar os espaços, memorizar direções e posições relativas a outras e fixar pontos de referencias, nos ajuda a individualizar a posição do objeto no espaço. Sentido de dimensão é a capacidade de avaliar a olho nu as dimensões dos espaços, das construções, dos objetos, e defrontá-los, considerando as suas proporções, nos ajuda a percebermos os volumes, tamanho dos objetos. Dimensões e proporções sempre foram objetos de estudos e pesquisas e muitos tratados foram escritos para estabelecimento de regras para a criação de objetos : casas, livros, cadeira, eletrodomésticos, etc. Mas essas regras variam conforme a mudança da cultura e da própria cultura. Ex: as dimensões e proporções das casas. O sentido de dimensão nos ajuda a reconhecer nas obras que realizamos ou analisamos a harmonia ou o contraste das proporções, sendo que muitos artistas e designers exploraram justamente a deformação dessas proporções.

8 P RECISAMOS PENSAR COM A IMAGINAÇÃO 5 – Pensamento lógico e Pensamento criativo A utilização de todas essas habilidades para a percepção da realidade depende muito da lógica : (...) vamos do geral para o particular, do particular para o geral e de novo do geral para o particular e formulamos uma síntese do todo. Essa síntese tem explicação, fundamento, justificativa, argumentos que nos conduzem a pensamento numa determinada direção (...). Mas nossa observação também pode ser associada a imaginação para percebermos certas imagens... Nosso pensamento criativo caminha por trajetos diferentes dos percursos lógicos, mas a imaginação não é autônoma, ela precisa de informação, de conhecimento para fornecer material de trabalho para imaginação e a criatividade.

9 P RECISAMOS PENSAR COM A IMAGINAÇÃO Informação e criatividade Não basta ter criatividade e imaginação se não conhecer as técnicas e a realidade para a criação que representa ou expressa um sentimento acerca da realidade. Usar a criatividade é, muitas vezes, a partir da realidade, trabalhar por amplificação, multiplicação, substituição, reordenação, mistura intensificação ou redução. Isso quer dizer: quando eu trabalho com a imaginação estou também trabalhando sobre as informações que tenho da realidade de alguma forma, fazendo alterações surpreendentes, engraçadas, assustadoras, envolventes, sobre essas informações. Imaginação e trabalho Geralmente associamos a imaginação ao devaneio puro, a divagação e a distração, mas os testemunhos dos artistas são de que a imaginação é uma forma de trabalho. Às vezes vai por caminhos diferentes da lógica, da razão, do raciocínio, mas nem por isso deixa de ser trabalho: um trabalho com liberdade de pensamento.


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