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Universidade Federal do Pampa Campus Dom Pedrito Zootecnia Histologia I Prof. Guilherme Garcez Cunha.

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1 Universidade Federal do Pampa Campus Dom Pedrito Zootecnia Histologia I Prof. Guilherme Garcez Cunha

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4 FASES DO CICLO CELULAR INTERFASE: compreendida entre duas divisões sucessivas, na qual a célula cresce e se prepara para nova divisão Período G1: intervalo de tempo que transcorre desde o fim da mitose até o início da fase S; Período S: ocorre a duplicação do DNA (Síntese); Período G2: intervalo entre o término da fase S e a próxima mitose; MITOSE

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7 PRÓFASE O ENVOLTÓRIO NUCLEAR começa a desaparecer e o nucléolo se desintegra (membrana sobre uma desfosforilação). Formação dos CINETÓCORO, onde ficam aderidos os microtúbulos do fuso mitótico.

8 CENTROSSOMO - É formado por um par de centríolos circundado por uma nuvem de material amorfo; principal centro organizador de microtúbulos (MT). É importante citar que os MT apresentam duas extremidades distintas: o polo positivo, capaz de crescer em grande velocidade e o polo negativo, que tem tendência a perder subunidades se não está estabilizado. Na maioria das células o extremo negativo estabiliza-se mediante união ao centrossomo, e os extremos positivos ficam livres para acrescentar moléculas de tubulina em direção à periferia da célula

9 METÁFASE Os cromossomos ficam totalmente condensados e alinhados em uma fileira única. ( Placa Metafásica ) Á medida que o cinetócoro de cada cromossomo sofre clivagem, as cromátides irmãs se rompem e migram em direção a cada polo.

10 ANÁFASE

11 TELÓFASE

12 Acontece em células germinativas e com a metade do conjunto diplóide dos cromossomos. Essa quantidade de DNA é conhecida como haplóide.

13 DIVISÃO MEIÓTICA A meiose é dividida em duas partes, a primeira parte é a Meiose I, que é reducional e a segunda parte é a Meiose II, que é equacional. Na parte reducional ocorrem a Prófase I, a Metáfase I, a Anáfase I e a Telófase I, após isso é dado um pequeno espaço de tempo ( intercinese ) para começar a etapa equacional, na qual são observadas a Prófase II, a Metáfase II, a Anáfase II e a Telófase II.

14 FASES A meiose I é também chamada de reducional porque ao final dela são produzidas duas células com a metade do número de cromossomos da célula-mãe. Ou seja, já no final da meiose I as células serão haplóides. Prófase I - Fase muito longa e com muitos detalhes a prófase I está dividida em 5 subfases.

15 PRÓFASE - LEPTÓTENO Significa emaranhado de finas fibras. É nesta subfase que os cromossomos começam a se condensar.

16 Os cromossomos homólogos se juntam formando pares, processo conhecido como SINAPSE cromossômica. (Que une os cromossomos homólogos é o Complexo sinaptonêmico ). PRÓFASE - ZIGÓTENO Cromossomos Homólogos: São partes constituintes do DNA que, quando unidos em dois pares iguais, unificam seus genes (materno e paterno) para atribuírem as características de uma nova vida

17 Estes pares formam o que chamamos de bivalente. Como cada bivalente possui quatro cromátides, podemos também chamar estas estruturas de tétrades. É no paquíteno que ocorre a permutação ou CROSSING-OVER. Este processo consiste na troca de pedaços entre cromátides homólogas PRÓFASE - PAQUÍTENO

18 CROSSING OVER

19 Ocorre a desinapse dos homólogos com o desmonte da escada central do complexo sinaptonêmico. Com o final da desinapse, os cromossomos homólogos tentam se afastar, no entanto são mantidos próximos devido aos QUIASMAS, pontos onde ocorreu a recombinação gênica entre as cromátides homólogas, e que os mantêm ainda unidos PRÓFASE - DIPLÓTENO

20 Os cromossomos homólogos desprendem-se do envoltório nuclear. Os quiasmas são mantidos, apenas tornando-se mais visíveis, e assegurando a correta organização dos cromossomos do par bivalente na placa equatorial durante a Metáfase I. A visualização do nucléolo somente será possível até que ocorra a condensação dos organizadores nucleolares, levando ao desmonte da estrutura. No citoplasma, com a duplicação do centro celular e a migração de cada um em direção aos pólos opostos da célula-mãe, tem início a polimerização dos microtúbulos do fuso. PRÓFASE - DIACINESE

21 OBS: Ao comparar-se a fase de Diacinese da Prófase I da Meiose com a Prometáfase da Mitose, observa-se a existência de eventos comuns, excetuando-se o fato de o material genético na Meiose I haver sofrido recombinação.

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23 A metáfase I corresponde ao momento em que todos os cromossomos homólogos, cada um formado por duas cromátides-irmãs unidas, têm seus cinetócoros ancorados ao fuso divisional e estão perfeitamente alinhados por seus centrômeros na placa metafásica ou equatorial.

24 A Anáfase I é iniciada com a despolimerização progressiva das fibras polares do fuso que, ao encurtarem, iniciam a tração de cada cromossomo homólogo do par bivalente para polos distintos, deslizando lentamente os quiasmas que os mantinham unidos para as extremidades das cromátides homólogas até sua total separação.

25 TELÓFASE I Os eventos são distintos entre as espécies e os sexos. A reconstituição da carioteca em torno dos conjuntos haploides dos núcleos-filhos pode ser completa ou incompleta, quando alguns cromossomos preservam sua ligação às fibras do fuso, de seu centro celular. Os cromossomos homólogos já estão separados nos polos da célula e se descondensam parcialmente. O envoltório nuclear se refaz dos dois lados e ocorre a citocinese (divisão do citoplasma).

26 MEIOSE II Segue-se uma Interfase II incompleta, onde não há um período S, portanto não ocorre duplicação do material genético, que preserva-se 1n2C. As poucas regiões das cromátides-irmãs que mostram descondensação respondem pela transcrição destinada à síntese de novos componentes do citoplasma, como organelas e citoesqueleto. Com a retomada da transcrição de RNA pela descondensação dos organizadores nucleolares, os nucléolos voltam a ser visualizados.

27 A Meiose II é bem mais rápida e lembra os passos identificados para uma Mitose.

28 OBRIGADO...


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