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2 Clique nas setas verdes para avançar/voltar ou ESC para retornar ao menu geral PARTE 4 NEUROCIÊNCIA DOS ESTADOS CORPORAIS Capítulo 14 O Organismo sob Controle O Sistema Nervoso Autônomo e o Controle das Funções Orgânicas

3 No tempo de Walter Cannon (foto) não havia instrumentos eletrônicos, e o registro dos fenômenos fisiológicos era feito em “quimógrafos” — um tambor giratório (à esquerda) dotado de papel coberto com fuligem, sobre o qual uma pena inscrevia os traçados do experimento.

4 O sistema nervoso autônomo (B e C) difere do sistema motor somático (A) pela existência de uma sinapse periférica entre a fibra eferente de origem central e o neurônio que inerva as células efetoras. Essa sinapse periférica localiza-se em gânglios e plexos situados fora das vísceras ou no interior da parede visceral. B representa a organização básica da divisão simpática, e C, a da divisão parassimpática.

5 A e B. Os axônios autonômicos pós-ganglionares não formam sinapses típicas com as células efetoras, como é o caso do sistema motor somático. Próximos a elas os axônios ramificam-se bastante, e cada ramo terminal forma varicosidades com muitas vesículas que contêm neurotransmissores e neuromoduladores. Essas substâncias são liberadas no meio extracelular sob comando neural, mas têm que se difundir a uma certa distância para encontrar os receptores moleculares específicos na membrana das células efetoras. C. Fotografia, em microscópio eletrônico de transmissãoG, de varicosidade de uma fibra simpática que inerva a musculatura lisa de um vaso sanguíneo cerebral do rato. Observar que, embora haja estruturas pré-sinápticas, inclusive vesículas, não há estruturas pós-sinápticas típicas. Observar também que o espaço entre o terminal e o alvo é cerca de sete vezes maior que a largura da fenda sináptica comum.

6 As fibras pré-ganglionares simpáticas emergem da medula pela raiz ventral, misturadas às fibras motoras somáticas. Logo em seguida deixam os nervos espinhais pelos ramos comunicantes brancos e fazem sinapses com os neurônios pós-ganglionares. Os axônios pós-ganglionares da cadeia paravertebral retornam aos nervos espinhais pelos ramos comunicantes cinzentos, e depois se incorporam aos nervos periféricos, enquanto os dos gânglios pré-vertebrais formam nervos periféricos diretamente. Alguns axônios pré-ganglionares inervam de forma direta a medula adrenal, que nesse sentido é um “gânglio simpático” modificado.

7 Quase todos os órgãos do corpo são funcionalmente influenciados pelas fibras pós-ganglionares simpáticas (em vermelho). Estas se originam de neurônios situados na cadeia de gânglios paravertebrais (onde há também muitos interneurônios, não representados), e em gânglios pré-vertebrais. Os gânglios que parecem “vazios” na figura, na verdade alojam os neurônios pós- ganglionares que inervam os vasos sanguíneos de todo o corpo, bem como as glândulas sudoríparas e os folículos pilosos da superfície cutânea. Os neurônios pré-ganglionares simpáticos (em azul) situam-se em segmentos torácicos e lombares da medula espinhal.

8 Da mesma forma que no caso da divisão simpática, quase todos os órgãos do corpo são funcionalmente influenciados pelas fibras parassimpáticas pós- ganglionares (em vermelho). Estas se originam de neurônios situados em gânglios ou plexos próximos aos efetores. Os neurônios pré- ganglionares parassimpáticos (em azul) situam-se no tronco encefálico e em segmentos sacros da medula espinhal. Por isso a divisão parassimpática é conhecida também como craniossacra.

9 Para muitos neurobiólogos, a rede de neurônios dos plexos intramurais das vísceras digestórias é tão complexa que merece ser considerada uma terceira divisão autonômica — a divisão entérica. Os plexos situam-se entre as camadas circular e longitudinal de músculo liso (plexo mioentérico), ou adjacente à mucosa (plexo submucoso). A representa esquematicamente um corte transversal de uma víscera digestória, mostrando a posição dos dois plexos em relação às camadas da parede. B representa esquematicamente os tipos de neurônios e circuitos encontrados na divisão entérica, com as suas funções. O neurônio 1 é um interneurônio ascendente; os neurônios 2 e 11 são aferentes; o neurônio 3 conduz informações para fora do intestino; os neurônios 4 a 7 controlam a musculatura lisa; 8, 9 e 10 são neurônios descendentes; 12, 13 e 14 são secretomotores (12 e 13 são também vasodilatadores).

10 O coração (A) e o pâncreas (B) são grandes órgãos efetores do SNA que contêm, respectivamente, células contráteis (as fibras musculares estriadas cardíacas) e células secretoras (as células pancreáticas exócrinas).

11 A parede intestinal (A) e as glândulas salivares (B) são efetores mistos do SNA. No primeiro caso (A), células secretoras de muco coexistem na mucosa com células absortivas, e estão próximas a fibras musculares lisas (não ilustradas). No segundo caso (B), células secretoras coexistem com células contráteis de natureza mioepitelial.

12 A glândula adrenal (à esquerda) apresenta dois componentes de origem embriológica distinta (A): córtex, com suas zonas histológicas específicas, e medula. A secreção hormonal nesses dois componentes difere bastante (B): as células da córtex adrenal secretam hormônios corticoides para a circulação sanguínea, enquanto as da medula secretam adrenalina e noradrenalina sob comando pré-ganglionar simpático. Os hormônios adrenérgicos da medula adrenal têm ação sistêmica que potencializa a ativação simpática dos órgãos.

13 As fibras musculares cardíacas (A) apresentam estrias transversais que as lisas não têm (B). A mostra um corte de tecido cardíaco, com as setas apontando para estrias. B apresenta um corte da parede intestinal.

14 A maioria dos órgãos recebe inervação autonômica dupla: simpática e parassimpática. Nesse caso, há interação entre ambas as divisões para o controle funcional, seja de natureza antagonista ou sinergista. Em alguns órgãos, a inervação e o modo de controle são exclusivos, como nas glândulas sudoríparas e nos vasos sanguíneos. As funções apresentadas ao lado de cada órgão são as que resultam da ativação das fibras correspondentes.

15 Quando os fisiologistas estimulam um nervo parassimpático (A) registram diminuição da frequência de potenciais de ação nas fibras musculares cardíacas logo após o estímulo (que provoca bradicardia). Quando estimulam um nervo simpático (B) ocorre o contrário: aumento da frequência de potenciais de ação cardíacos (que provoca taquicardia). O início e o final da estimulação estão assinalados por setas vermelhas.

16 A estratégia antagonista do sistema motor somático difere da do sistema nervoso autônomo. No primeiro (A), os efetores é que têm ação oposta, enquanto a inervação tem o mesmo efeito (contração muscular) porque o neurotransmissor é um só (ACh) e o receptor também (nicotínico). No segundo caso (B) a inervação tem efeitos opostos, porque os neurotransmissores e receptores do simpático são diferentes do parassimpático.

17 A transmissão sináptica nos gânglios autonômicos é mais complexa do que se imaginava. A. Muitas sinapses são colinérgicas e contêm também moduladores peptídicos (como, por exemplo, o LHRH, um hormônio de liberação hipotalâmico). Os receptores pós-sinápticos são bastante variados, o que resulta em diferentes efeitos. B. A ativação do receptor nicotínico provoca um potencial pós-sináptico excitatório (PPSE) rápido (observe as diferentes escalas à direita do gráfico). A ativação do receptor muscarínico provoca um potencial inibitório (PPSI) mais lento, e a do receptor peptidérgico, um PPSE ainda mais lento que os anteriores.

18 Os neurônios marrons em A foram marcados com um anticorpo específico para a urocortina-1, localizados no núcleo de Edinger-Westphal (EW). B mostra um corte próximo, em que todos os neurônios estão corados, permitindo visualizar mais claramente as mesmas estruturas. Ambos os cortes atravessam o mesencéfalo de um rato, mostrando o aqueduto cerebralA (aq) no centro, e em volta dele a substância cinzenta periaquedutal (GPA).

19 Diagrama de blocos apresentando os componentes da rede autonômica central.

20 O trajeto do bolo alimentar (mancha escura) pode ser acompanhado dinamicamente (setas) com imagens videofluoroscópicas desde a boca (A) até a entrada no esôfago (B), ao longo do esôfago (não ilustrado) e depois na chegada ao esfíncter esofagiano inferior até a entrada no estômago (C).

21 O controle do sistema digestório pelo SNA envolve diferentes etapas (numeradas de acordo com a descrição no texto).

22 O reflexo barorreceptor é um dos modos de controle autonômico do sistema cardiovascular. Como o nome indica, tudo “começa” com a ativação dos barorreceptores aórticos e carotídeos, seguindo- se o processamento da informação no tronco encefálico e depois a ativação diferencial dos eferentes autonômicos que inervam o tecido cardíaco.

23 O controle da micção é um exemplo de interação entre um reflexo autonômico (involuntário) e comandos voluntários de origem cortical. Os mecanorreceptores da parede da bexiga monitoram o estiramento dela durante o enchimento com urina, até um ponto em que ocorre ativação parassimpática e desativação simpática, provocando contração da musculatura lisa da bexiga e relaxamento do esfíncter interno da uretra. Tudo fica então dependente do esfíncter externo, de controle voluntário, que só se relaxará se as condições sociais permitirem.


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