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Dislexia A dislexia é, atualmente, definida como dificuldade relacionada com a aquisição e desenvolvimento da linguagem escrita, caracterizando-se como.

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1 Dislexia A dislexia é, atualmente, definida como dificuldade relacionada com a aquisição e desenvolvimento da linguagem escrita, caracterizando-se como uma dificuldade de origem constitucional de ordem neurológica, com possíveis implicações genéticas. A palavra DISLEXIA em temos de conceituação significa DIS – prefixo que se refere a distúrbio e LEXIA- do latim, leitura; e do grego, linguagem: distúrbio da aprendizagem da linguagem escrita.

2 “É importante ressaltar que não há dois pacientes disléxicos apresentando comprometimentos iguais, mas sim semelhantes, pois cada um tem características particulares, além de apresentarem as diferentes dificuldades associadas [...]” (TOPCZEWSKI, 2010, p.33). Por tanto, não há um esquema único de ajuda da escola, devendo cada escola estudar com sua equipe multidisciplinar cada caso e considerar as ações pedagógicas necessárias para ajudar a cada aluno.

3 Atividades pedagógicas devem envolver:.Consciência fonológica (rimas, aliteração, habilidades silábicas e fonêmicas – síntese, segmentação, transposição e manipulação ).Velocidade de nomeação (fluência verbal e compreensão).Memória ativa ( acesso ao léxico) Rotas: fonológica e lexical

4 Disortografia Caracteriza-se pela significativa dificuldade de transcrever a linguagem oral para a escrita. Essa dificuldade não implica alteração no traçado da letra, necessariamente. A criança consegue ler com fluência e apresenta uma linguagem oral adequada, compreende e copia palavras, mas não consegue desenvolver produção textual. Há comprometimento em transcrever o pensamento em símbolos gráficos.

5 Pode ocorrer troca de fonemas na escrita, junção (aglutinação) ou separação indevida das palavras, confusão de sílabas, omissões de letras e inversões. Além disso, dificuldades em perceber as sinalizações gráficas como parágrafos, acentuação e pontuação (erros de sintaxe).

6 Qual o papel do professor para ajudar seu aluno? Deverá buscar estratégias em que estimulem o desenvolvimento das habilidades de escrita, exercícios de composições, soletração, consciência fonológica-ortográfica-e morfológica.

7 Algumas sugestões de atividades pedagógicas que podem favorecer os alunos, segundo BILLONE (2011):. Construir palavras com massa de modelar;. Colorir letras de papel pronunciando os sons;. Fazer colagem com as letras;. Confeccionar instrumentos de uma banda rítmica;. Trabalhar os sons das letras utilizando os instrumentos da banda rítmica.. Trabalhar com rimas;. Montar jogos com regras de sintaxe e ortográficas;

8 Disgrafia Caracteriza-se pela dificuldade em passar a para escrita o estímulo visual da palavra impressa. Não consegue idealizar no plano motor o que capta no plano visual. Percebe-se espaço irregular entre as palavras, linhas e entrelinhas. Fazem desenhos simples, mas não conseguem desenhar figuras ou palavras mais complexas.

9 A escrita é um processo que envolve a conversão de pensamento em símbolos gráficos e sequenciais. Assim, “a escrita representa não somente a última e mais complexa habilidade adquirida durante o processo de desenvolvimento, mas também é a mais vulnerável a danos, perdas e influencias genéticas adversas”. LEAL (2011). O processo evolutivo da escrita passa por três fases distintas, a saber: Fase pré-caligráfica- o traçado pode ser tremido, torto e arqueado, com as margens desordenadas. Fase caligráfica- parece haver um esboço de uma definição de estilo, há rapidez e regularização. Fase pós caligráfica- na qual evidencia-se a automação da escrita.

10 Tipos de disgrafia: Disgrafia motora (discaligrafia): a criança consegue falar e ler, mas encontra dificuldades na coordenação motora fina para escrever as letras, palavras e números, ou seja, vê a figura gráfica, mas não consegue fazer os movimentos para escrever. Disgrafia perceptiva: não consegue fazer relação entre o sistema simbólico e as grafias que representam os sons, as palavras e frases. Possui as características da dislexia sendo que esta está associada à leitura e a disgrafia está associada à escrita.·

11 Dislalia Maria Cecília Mollica (2009) refere que a fonoaudióloga e escritora “Solange Issler conceitua a dislalia como o padrão articulatório da criança desviado foneticamente do padrão normalmente aceito pela comunidade linguística adulta daquela língua, persistindo além da idade esperada numa linguagem em aquisição.”( p. 182 ). A idade limite para aceitação de erros em geral é até 4anos.

12 Discalculia Segundo a Academia Americana de Psiquiatria, discalculia do desenvolvimento é uma dificuldade em aprender matemática, com falhas para adquirir proficiência adequada neste domínio cognitivo, a despeito de inteligência normal, oportunidade escolar, estabilidade emocional e motivação necessária. Aproximadamente entre 3 a 6% das crianças têm discalculia do desenvolvimento. ROTTA (2006). As causas de dificuldade em matemática podem ocorrer por fatores neurológicos e não só psicológicos ou educacionais.

13 Dentre os sintomas, conforme Rotta (2006), os mais frequentes são: 1. erro na formação de números, que em geral ficam invertidos, 2. dislexia; 3. inabilidade para efetuar somas simples; 4. inabilidade para reconhecer sinais operacionais e para usar separações lineares; 5. dificuldade para ler corretamente o valor de número com multidígitos

14 6. memória pobre para fatos numéricos básicos; 7. dificuldade de transportar números para local adequado na realização de cálculos; 8. ordenação e espaçamento inapropriado dos números em multiplicação e divisões. (p. 203)

15 Deficiência intelectual Não é sinônimo de doença mental. A deficiência se refere a um comprometimento intelectual, temporário ou não, com inúmeras origens e associado à capacidade da pessoa responder às demandas da sociedade. Na doença mental, a pessoa tem sofrimento psíquico, como depressão, síndrome do pânico e esquizofrenia. Da mesma maneira, deficiência não é doença.

16 Na abordagem pedagógica devemos ver a deficiência intelectual, não como uma doença, e sim como uma limitação. A abordagem diagnóstica é um processo minucioso, que envolve a compreensão de diversos fatores, como os genéticos, sociais e ambientais. A escola poderá oferecer acompanhamento interdisciplinar e estímulos, pois, essa criança, como qualquer outra, tem dificuldades e também potencialidades. Seu acompanhamento consiste em reforçar e favorecer o desenvolvimento destas potencialidades e proporcionar o apoio necessário às suas dificuldades garantindo seu bem-estar e a inclusão na sociedade.

17 Altas Habilidades Para a teoria das Inteligências Múltiplas, proposta por GARDNER (2000), existe vários fatores que concorrem para sua composição:. compreender a inteligência como um potencial bio- psicológico usado para solucionar problemas As Diretrizes Gerais para o Atendimento Educacional aos alunos com Altas Habilidades considera que alunos com altas habilidades são os que apresentam grande facilidade de aprendizagem a ponto de dominar rapidamente conceitos, procedimentos, e atitudes. Existem seis tipos de superdotação, o intelectual, social, acadêmico, psicomotricinestésico, e os talentos especiais.

18 Existe um programa oficial de estímulo, com atividade extraclasse e orientações para o professor e a família. Instituições não governamentais também apoiam professores e familiares que procuram ajuda para desenvolver talentos. Alguns exemplos são o Instituto Rogério Sternberg (www.irs.org.br), no Rio de Janeiro.

19 TDAH Descrita pela primeira vez, em 1902, recebeu diversas denominações, a saber: Lesão Cerebral Mínima, Disfunção Cerebral Mínima e Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade. É um distúrbio neurocomportamental encontrado em crianças cujo quadro é caracterizado, basicamente, por distração (desatenção), inquietação, e dificuldade no controle inibitório, manifestado por uma impulsividade comportamental e cognitiva.

20 Caracterização do quadro: Desatenção: ‚ dificuldade de prestar atenção a detalhes ou errar por descuido; ‚ dificuldade em manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; ‚ dificuldade em seguir instruções e não terminar tarefas escolares, domésticas e profissionais; ‚ parece não escutar, quando lhe dirigem a palavra; ‚ dificuldade em organizar tarefas e atividades; ‚ evita ou reluta envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante; ‚ facilidade em distrair-se por estímulo alheio à tarefa; ‚ perde objetos /coisas necessárias para realização das atividades ‚ apresenta esquecimento em tarefas diárias.

21 Hiperatividade ‚ agitar as mãos e os pés ou mexer-se na cadeira; ‚ levantar-se da cadeira, em sala de aula ou em outra situação na qual se espera que permaneça sentado; ‚ correr em demasia em situação na qual isto é inapropriado; ‚ dificuldade em brincar ou envolver-se, silenciosamente, em atividade de lazer; ‚ falar em demasia; ‚ estar, frequentemente, “a mil” ou “a todo vapor”. Impulsividade ‚ frequentemente, dá resposta precipitada antes da pergunta ter sido concluída; ‚ apresenta constante dificuldade em esperar sua vez; ‚ frequentemente, interrompe ou interfere em assuntos que não lhe dizem respeito.

22 O cérebro é o órgão mais volumoso e mais importante do sistema nervoso. Divide-se em duas partes denominadas hemisférios cerebrais. Os hemisférios estão ligados um ao outro pelo corpo caloso. Embora ainda necessitando de mais pesquisas a maioria dos estudos até agora desenvolvidos apontam o hemisfério esquerdo como responsável pelo raciocínio lógico, pelo encadeamento de ideias; o direito responsável pelo comportamento emocional, intuitivo, criativo e inventivo. Por tanto, para que haja aprendizagem os dois hemisférios precisam ser devidamente estimulados.

23 Aprender significa armazenar informações, evocar, entrecruzar com outras informações e produzir novo conhecimento. Dois aspectos são importantes para que haja memorização e aprendizagem : emoção e a repetição. Então perguntamos: Se o seu aluno não aprendeu, você investiga se houve envolvimento emocional, vivencial, afetivo com o assunto tratado? Você verifica se o aluno exercitou as tarefas de forma suficiente para ele? Se não há sentido a informação não gera registro.

24 O sono é o momento de consolidação do registro. Situações de estresse são forte adversárias da memorização. Por isso, o professor deve evitar situações de estresse na sala de aula, e tentar o mais possível manter relacionamento afetuoso com seus alunos. Não podemos imaginar que o aluno possa entender e memorizar o que é explicado, sem que tenha havido tempo de consolidação.

25 São situações favoráveis à aprendizagem;. O comportamento acolhedor do professor;. Tratar de cuidar de que o assunto a ser abordado seja, de alguma forma, interessante;. Dividir temas longos em blocos menores;. Higiene mental é fundamental, assim como bom humor;. Ajudar os alunos a evocarem outros conhecimentos, estabelecendo nexos;. Repetir os ensinamentos de forma criativa e estimulando a evocação


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