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Curso Nível II CONCEITOS BÁSICOS DO SOCIALISMO CIENTÍFICO.

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Apresentação em tema: "Curso Nível II CONCEITOS BÁSICOS DO SOCIALISMO CIENTÍFICO."— Transcrição da apresentação:

1 Curso Nível II CONCEITOS BÁSICOS DO SOCIALISMO CIENTÍFICO

2 Tema 01 A CONCEPÇÃO DE MUNDO DO MATERIALISMO DIALÉTICO E HISTÓRICO Núcleo: Filosofia

3 A Filosofia Marxista Milton Barbosa

4 FILOSOFIA 1.O lugar da filosofia no marxismo as perguntas e as repostas fundamentais da filosofia 2.O Ser e a Consciência Os níveis de existência da Realidade 2.2. Homem Ser Social: A complexidade biopsicosocial do humano O metabolismo Homem-Natureza: unidade através do trabalho O caráter social da consciência: pensamento, linguagem A influência da Consciência sobre o Ser: Modo de Vida 3. Filosofia Marxista e Ciência – O problema do Método Científico Estudo da Feminilidade – uma aplicação prática do método dialético 3.2. Economia Política e Teoria Política – Exemplos de Ciência

5 1. O lugar da FILOSOFIA no MARXISMO

6 “Domínios do saber que devem constituir a teoria do conhecimento e a dialética: História das ciências singulares; do desenvolvimento da inteligência da criança; do desenvolvimento da inteligência do animal; História da Linguagem; da psicologia e da fisiologia dos órgãos dos sentidos” Lenin Cadernos Filosóficos. “Já não há mais necessidade de uma filosofia superior... que seja consagrada a estudar as concatenações universais. Tudo o que resta da antiga filosofia é a teoria do conhecimento e de suas lei: a lógica formal e a dialética. Tudo o mais se dissolve na ciência da natureza e da história” (Engels – AD)

7 As Perguntas: Ontologia – O que é o Ser ? O QUE É O UNIVERSO? O QUE É A VIDA? O QUE É O SER HUMANO? a) Relação Mente x Corpo b) Relação Homem x Deus c) Relação Homem x Natureza Epistemologia – Como podemos conhecer o mundo? Qual o fundamento do conhecimento. A razão, a experiência ou ambos? Qual o método? Ética – Como devem viver os homens? Quais os princípios/relações devem orientar as atitudes humanas frente a natureza e a sociedade

8 As Respostas A questão fundamental de toda a filosofia é a da relação entre o Ser (Natureza) e o Consciência (Espírito). Engels: “Os que afirmam o caráter primordial do Espírito em relação à Natureza e, em última instância, admitem uma criação do mundo, estão no campo do Idealismo” – Não-criação e Autoprodução. “A nossa consciência e o nosso pensamento são o produto de um órgão material, corpóreo: o cérebro”. “O Espírito é o produto supremo da Matéria”. “Os que vêem a Natureza como o elemento primordial, pertencem as diferentes escolas do materialismo” – Diferentes tipos de Materialismo. “... é limitado o materialismo que aplica o modelo da mecânica”... “a fenômenos da natureza química e orgânica nos quais, embora atuem, as leis mecânicas passam a plano secundário face a outras que lhe são superiores...” - Determinismo.

9 A segunda limitação especifica do materialismo mecanicista é o reducionismo: A “incapacidade de conceber o mundo como um processo, como uma matéria sujeita a desenvolvimento histórico”.... “os seres animados que vivem na natureza são o resultado de um longo desenvolvimento que vai do simples ao complexo”. “o desenvolvimento dialético, isto é, o encadeamento causal do progresso que vai do inferior ao superior (...) se impõe através de através de ziguezagues e recuos momentâneos. “Nosso pensamento é capaz de conhecer o mundo real, a ‘coisa em si’, o mundo que nos rodeia?” “Se podemos demonstrar a exatidão de nossa maneira de conceber um processo natural, reproduzindo-o nós mesmos, e se, além disso, o colocamos a serviço de nossos próprios objetivos, então acabamos com a ‘coisa em si’ inacessível”

10 “O desenvolvimento da sociedade difere substancialmente, num ponto, do desenvolvimento da natureza”. “... Na história da sociedade, os agentes são todos homens dotados de consciência, que atuam sob o impulso da reflexão ou da paixão, buscando determinados fins”. “Entretanto, se o os objetivos visados pelos atos são produto da vontade, não o são os resultados que decorrem deles”.... que forças propulsoras agem por trás desses objetivos e quais as causas históricas que, na consciência dos homens, se transformam nestes objetivos”. “A luta de classes é a força motriz da história moderna” “A origem e o desenvolvimento das classes se deve a causas econômicas, às mudanças que ocorrem no modo de produção, que geram diferenças de propriedade, distribuição, troca e consumo e consequentemente, enormes desigualdades sociais. O Estado, a filosofia e a religião, criadas a partir dos interesses econômicos vão se afastando da sua base material interpostos por um emaranhado de escalões intermediários”.

11 2. O SER (Natureza) e a CONSCIÊNCIA

12 Características absolutas: 1. Matéria é Movimento. 2. Matéria é uma Totalidade - o Ser é Uno 3. A Matéria existe no Tempo e Espaço Infinitos Características relativas: A matéria existe independentemente da consciência Matéria é energia Matéria é constituída de partículas atômicas MATÉRIA:

13 Propriedades: Pensamento, Sensações Mente Linguagem Dimensões: Cognitiva Afetiva Motora Estados: Consciente Inconsciente Natureza: Subjetiva......Intersubjetiva......Pública Condição Social:Alienação Desalienação CONSCIÊNCIA A Consciência não é Matéria. A Consciência é uma propriedade ou qualidade da Matéria A Consciência se transforma em formas específicas de matéria A Consciência existe, é Real.

14 “O homem está perante uma rede de fenômenos da Natureza (....) os conceitos são degraus da separação do Homem em relação à Natureza, isto é, do conhecimento do mundo, pontos de junção na rede que ajudam a conhecê-la e a apreendê-la” Lenin (Cadernos Filosóficos; pg. 97) Interconexão Universal dos Fenômenos – os fenômenos materiais e mentais estão interconectados. A REALIDADE é constituída de Matéria e Consciência.

15 “Na sua luta pela existência, os homens não podem associar-se a não ser pela consciência: sem consciência não há vida social. É por isso que a vida social é em todas as suas manifestações uma vida psíquica consciente... A sociabilidade é inseparável da consciência. A existência social e a consciência social são idênticas no sentido exato destas palavras”.

16 Nível Físico - Químico Nível Biológico Nível MentalNível Social 2.1. Níveis de Existência da Realidade

17 Níveis da Realidade: Propriedades Emergentes Em cada nível da realidade componentes básicos interagem formando objetos, agregados de objetos, sistemas de agregados de objetos e seus respectivos processos de mudança. As transformações resultam muitas vezes em variações quantitativas nas propriedades já existentes, mas também podem produzir novas qualidades; algumas dessas novas qualidades fazem surgir novos objetos ou sistemas em outro nível realidade. São as propriedades emergentes

18 Estruturas emergentes na Natureza Na Física chama-se de emergente às propriedades materiais que ocorrem em escala macroscópica mas não em escala microscópica: CorCor. Partículas elementares como prótons ou elétrons não possuem cor; ela ocorre apenas quando estes são arranjados sob a forma de átomos que absorvem ou emitem uma faixa de freqüência específica de luz a qual representa uma cor.prótonselétrons FricçãoFricção. As partículas elementares não possuem fricção porque as forças entre estas partículas são conservativas. Entretanto, a fricção emerge em estruturas mais complexas onde as superfícies podem absorver energia quando esfregadas uma contra a outra. O mesmo ocorre com fenômenos emergentes como a viscosidade e elasticidade. viscosidadeelasticidade Fenômenos do clima com formas similares a furacões são propriedades emergentes também.climafuracões A estrutura espacial e o formato das galáxias são propriedades emergentes, resultante da distribuição de energia e matéria em larga escala no universogaláxias

19 Uma colônia de formigas. A colônia possui propriedades que as formigas isoladamente não possuem. As propriedades coletivas resultam das interações entre as ações individuais das formigas. A rainha não dá as ordens diretas e não diz às formigas o que fazer. Ao invés disso, cada formiga reage a estímulos químicos deixados por outras larvas, outras formigas, intrusos e comida, e deixa para trás uma trilha química que, por sua vez, gera um estímulo para as outras formigas. As colônias de formiga são capazes de resolver problemas geométricos. Por exemplo, a colônia de formigas rotineiramente encontra a maior distância possível de todas as entradas da colônia para depositar os materiais vitais encontrados e encontra a menor distancia possível entre o formigueiro e a fonte de alimentos.colônia de formigas Estruturas emergentes semelhantes existem nos insetos sociais, baseadas em feromônios e rastros químicos.feromônios O arrebanhamento é um comportamento muito conhecido na maiorias das espécies de animais, de peixes a pássaros.arrebanhamento

20 Os casos mais importantes de Fenômenos Emergentes são: A Vida (propriedade biológica da matéria) é um conjunto de propriedades (reprodução, adaptação, reflexo psíquico, aprendizagem, transmissão de informação, etc) que não existem nas moléculas complexas (não-vivas), que constituem os seres vivos. A Consciência (propriedade psicossocial da matéria) é um conjunto de propriedades (pensamento, linguagem, sensação, percepção, atenção, emoção) que emergem de uma rede de muitos neurônios (células individuais) interagindo entre si e com o mundo interno e externo ao organismo.onsciência As Sociedades Humanas (propriedade social de seres biopsiquícos) é um conjunto de propriedades (cultura, ciência, filosofia, religião, valores de uso e troca, estado, família, sexualidade, etc) que são produtos das relações entre organismos humanos individuais e que não existem em nenhum deles isoladamente.

21 2.2. HOMEM SER SOCIAL

22 A complexidade biopsicosocial do humano Social: Comportamento individual e social. Psicológico: Reflexo Psíquico, Pensamento Abstrato e Simbólico Orgânico: Unidade do Sistema Nervoso e suas interações com a totalidade do Corpo. Neural: interação entre várias unidades celulares. Celular: propriedades de células unitárias - neurônios. Bioquímico e Molecular: mecanismos de ação das proteínas e neurotransmissores.

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25 Neurotransmissores

26 Neurônio Axônio Terminais axonais Direção do impulso O neurônio é uma célula nucleada, apresenta diversos dendritos que possibilita sua conexão com outros neurônios, apresenta um terminal único e longo, chamado axônio, responsável pela transmissão do impulso nervoso para células pós- sináptica.

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28 Bainha de Mielina

29 PROPRIEDADES DOS NEURÔNIOS Sensibilidade aferente – levar informa ç ão dos receptores para o S.N.C. Sensibilidade motora eferentes – conduzir a resposta do S.N.C ao ó rgão efetor. Excitação – Ex: entre neurônios motores e os m ú sculos esquel é ticos. Inibi ç ão - Regula a excita ç ão para determinar o potencial de a ç ão de um neurônio

30 SISTEMA NERVOSO CENTRAL Encéfalo Medula SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO Nervos espinhais e cranianos Gânglios Sensitivos Sistema nervoso autônomo Receptores Sensoriais Plexo Entérico O Sistema Nervoso é dividido anatomicamente em:

31 SNP Parassimp á tico Simp á tico

32 SISTEMA NERVOSO SENSORIAL - Conjunto de neurônios relacionadas com as funções de decodificação e interpretação dos estímulos originados nos órgãos sensoriais somáticos e viscerais SISTEMA NERVOSO MOTOR - Conjunto de neurônios relacionados com as funções motoras somáticas e viscerais SISTEMANERVOSO SISTEMA NERVOSO INTEGRATIVO - Conjunto de neurônios que realizam a integração sensorial e motora, além de interpretar e elaborar comandos motores Divisão funcional do SISTEMA NERVOSO

33 Cérebro Humano O cérebro humano é o centro de um sistema complexo, formado até 100 bilhões de neurônios, cada um desses neurônios podem formar mais de conexões, ou sinapses, assim o cérebro humano pode apresentar até 100 trilhões de sinapses. O cérebro é dividido em redes de trabalho, ou redes neuronais, que funcionam em paralelo. Essas redes são responsáveis por funções específicas e podem envolver até milhares de neurônios.

34 A relação entre cérebro e mente Visão Terciário Córtex Visual Primário Secundário Via Ventral: forma e cor Via Dorsal: movimento

35 A relação entre cérebro e mente Audição Córtex Auditivo Primário Córtex Auditivo Primário Área de Wernicke

36 A relação entre cérebro e mente Córtex Motor Córtex Sensorial movimento tato, gosto, olfato

37 A relação entre cérebro e mente Córtex Auditivo Primário Linguagem Córtex Auditivo Primário Área de Wernicke ouvir ler Córtex Visual Área de Broca falar

38 O metabolismo Homem-Natureza: unidade através do trabalho A produção da vida, tanto a própria através do trabalho como a alheia através da procriação, apresenta-se como uma dupla relação: por um lado como uma relação natural e, por outro, como uma relação social”. A Ideologia Alemã Essa atividade, o trabalho, criação material incessante dos homens, essa produção é a base de todo o mundo sensível tal como hoje existe (...), mundo sensível [que é] a soma da atividade viva e física dos indivíduos que o compõem. (...) [que] não é objeto dado diretamente para toda a eternidade, e sempre igual a si mesmo, mas antes o produto da indústria e do estado da sociedade, isto é, um produto histórico”. A Ideologia Alemã

39 Psicológico Social Biológico Psicológico SER HUMANO Social Trabalho Físico/Químico “A produção da vida, tanto a própria através do trabalho como a alheia através da procriação, apresenta-se como uma dupla relação: por um lado como uma relação natural e, por outro, como uma relação social”. A Ideologia Alemã “Antes de tudo, o trabalho é um processo de que participam o homem e a natureza, processo em que o ser humano, com sua própria ação, impulsiona, regula e controla seu metabolismo com a natureza. Ele encara a natureza como uma da natureza. Põe em movimento as forças naturais do seu corpo – braços, pernas, cabeça e mãos –, a fim de apropriar-se dos recursos da natureza, de uma forma adaptada às suas próprias necessidades. Atuando assim sobre a natureza externa e modificando-a, ao mesmo tempo modifica sua própria natureza”. O trabalho é a condição universal da interação metabolica entre o homem e a natureza, a perpetua condição de existencia imposta pela natureza. O Capital Livro 1 Vol 1

40 “ Primeiro o trabalho e depois dele e com ele a palavra articulada – a linguagem humana – foram os dois estímulos principais sob cuja influencia o cérebro do macaco foi-se transformando gradualmente em cérebro humano. O desenvolvimento do cérebro e dos sentidos a seu serviço, a crescente clareza de consciência, a capacidade de abstração e de discernimento cada vez maiores, reagirão, por sua vez, sobre o trabalho e a linguagem, estimulando mais e mais o seu desenvolvimento”. O papel do trabalho na transformação... “”A essência do HOMEM é o conjunto das relações sociais.

41 O caráter social da consciência: pensamento e linguagem. Caráter primário da matéria em relação à consciência – dependência das formas de organização e de movimento da matéria. Fenômenos psíquicos são propriedades da matéria viva (altamente organizada) – dependência da estrutura, dos mecanismos e do desenvolvimento biológicos. Natureza social dos fenômenos humanos, especialmente a consciência – o Outro e a Atividade determinam o Eu. Caráter transformativo da atividade humana – modifica o mundo e por esse meio constrói a si mesmo – o trabalho e a organização da vida social. Caráter histórico da consciência – desenvolve-se cumulativamente, diferenciando-se e complexificando-se no curso da vida humana.

42 “O aparecimento de organismos vivos dotados de sensibilidade está ligado à complexidade de sua atividade vital. Esta complexidade reside na formação de processos de atividade exterior que mediatizam as relações entre os organismos e as propriedades do meio que sustentam sua conservação e o desenvolvimento de sua vida. A formação destes processos é determinada pelo aparecimento de uma irritabilidade em relação aos agentes exteriores que preenchem a função de sinal. Assim nasce a aptidão dos organismos para refletir as ações da realidade circundante nas suas ligações e relações subjetivas: é o reflexo psíquico” “Os processos psicológicos interiores (intrapsicológicos) provém de uma atividade exterior (interpsicológica). O que é interiorizado são os significados socialmente compartilhados na atividade”. LEONID LEONTIEV e LEV VIGOTSKY

43 Reflexo Psíquico É uma característica de todos os seres vivos refletir estímulos do ambiente como sinais que orientam sua atividade vital no ambiente (alimentar e acasalar, por exemplo) Fonte de Alimento Atividade Exterior: deslocar-se em direção ao alimento Necessidade de Alimento Vibração da teia Inseto Alimento Movimento Prazer Circuito sensório-motor: reflexos condicionados e incondicionados Estímulos

44 Atividade Exterior: deslocar-se em grupo e de forma articulada dirigir-se ao alimento Fonte de AlimentoInstinto de Fome Visão da Caça Homem Javali Movimento Prazer Reflexo da organização da ação coletiva intencional concretamente realizada Reflexo da ação planejada ou imaginada Reflexo Psíquico Humano REFLEXO Sensório-Motor

45 Ação A atividade é formada por unidades chamadas de Ação. As ações mediatizam a relação entre o sujeito e o objeto que define a natureza da atividade. Ação Meta Motivo SujeitoObjeto Significado Sentido Conhecimento internalizado pelo Sujeito

46 ATIVIDADE DE APRENDIZAGEM Ação de Aprendizagem Sentido Meta Motivo SujeitoConhecer o Objeto Significado Quando o ser humano participa de atividades cujo objeto é o conhecimento, o conhecimento internalizado pelo Sujeito é generalizável e aplicado a outras situações. Neste caso podemos falar de atividade propriamente teórica.

47 2.3. A Influência da Consciência sobre o Ser Oligodendrócitos: são responsáveis pela formação da bainha de mielina no S.N.C.

48 Células de Schwann: são responsáveis pela formação da bainha de mielina no S.N.P.

49 Influência da Transformação Social sobre a Evolução da Espécie

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52 Mão Motricidade Trabalho Utilização de Instrumentos Fabricação de Instrumentos Linguagem Consciência ComunicaçãoAssociaçãoSocialização Cultura Valores Memória Generalização Abstração Retenção

53 RecursosBens SISTEMA ECONÔMICO Capitais SISTEMA DE PRODUÇÃO ECOSSISTEMAS Poluição Crise Ambiental Crise Energética Crise Econômica

54 Características biopsiquícas das populações humanas Estrutura Sócio- Econômica Meio -Ambiente Natural Fertilidade Mortalidade

55 Condições de Vida Econômicas Sociais Ambientais Estilo de Vida Hábitos Rotinas Concepção de Vida Idéias Valores Modo de Vida de si mesmo Da sua condição de proprietário da força de trabalho e do seu poder criador de riqueza do outro e da natureza O capital divide o trabalhador em frações de classe, profissões, etnias, sexo, idade, moradia, etc., e degrada a Natureza do Trabalho ao Capital O capital expropria o trabalho não-pago e o substitui pelas máquinas Alienação

56 3. FILOSOFIA MARXISTA E CIÊNCIA: O problema do Método Científico

57 O Marxismo e a Ciência Dominante Simplicidade – Análise Reducionista e Explicação por meio de relações causais lineares. Estabilidade – Para que haja previsibilidade e controle sobre os fenômenos eles devem ser estáveis ou estabilizáveis. Objetividade – Prova pela Observação e Experimentação Pressupostos Gerais da Metodologia Cientifica Marxista Complexidade - Os fenômenos são sistemas constituídos de muitas partes em interação (unidade e contradição) e que estão mudando ao longo do tempo. Desenvolvimento – Os fenômenos estão em permanente transformação e movimento. Multicausalidade – Os fenômenos possuem causas múltiplas que se distribuem em vários níveis de determinação Objetividade – Os fenômenos existem independentemente do conhecimento que se tenha sobre eles.

58 Biologia: Teoria da Seleção Natural e Teoria Genética Forma mais geral das Ciências do ponto de vista marxista Teoria ATeoria DTeoria CTeoria B Visão de MundoMetodologia Condicionamentos Históricos e Sociais Leis XLeis F Leis T Leis SLeis YLeis ZLeis MLeis J Dogma Central Fatos Economia Marxista: Teoria do Valor e Teoria do Trabalho Variação individual resultante das alterações genéticas e da ação ambiental é selecionada pela Natureza A riqueza do capitalista é originada da apropriação do trabalho não pago

59 “O homem está perante uma rede de fenômenos da Natureza (....) os conceitos são degraus da separação do Homem em relação à Natureza, isto é, do conhecimento do mundo, pontos de junção na rede que ajudam a conhecê-la e a apreendê-la” Lenin (Cadernos Filosóficos; pg. 97) REALIDADE: Interconexão Universal dos Fenômenos

60 Cadeia Hierárquica de Causalidades Causas Socioeconômicas (Classe Social) Causas Psicológicas (Subjetividade) Causas Biológicas (Fenótipo) Causas Físico- Químicas (Genótipo)

61 Biológico Social Psicológico Filogenética Filo Hist Onto Passado Presente Filo Hist Onto Futuro Filo – tempo evolutivo Hist.- tempo histórico Onto – tempo psicológico Todos os fenômenos estão irreversivelmente em desenvolvimento Histórica Ontogenética

62 Determinação Econômica em última instância: 1.As relações econômicas influenciam generalizadamente todas as outras relações sociais e as dimensões biológica e psicológica. 2.Cada dimensão da realidade derivada dos processos econômicos torna-se, ao longo do tempo, relativamente autônoma em relação à sua origem econômica. 3.Existem muitas dimensões sociais da realidade, além da econômica, que têm efeito causal sobre a realidade humana. 4.As influencias econômicas ocorrem indiretamente através de outras relações sociais mais diretamente influenciadas pelos interesses econômicos. 5.Cada dimensão da realidade impõe restrições e condições às influências externas, inclusive às econômicas. 6.A causa imediata de um fenômeno é determinada nos termos da dimensão à qual ele pertence.

63 Relações Econômicas Determinação em última instância Instâncias Mediadoras IdéiasValores Comportamentos Instituições Sociais

64 Objeto A Um objeto qualquer tem existência concreta nas seguintes condições - Marx (Manuscritos Econômicos Filosóficos) Diferente de A ou Oposto de A Propriedades de A

65 Feminilidade Uma aplicação prática do Método Materialista Dialético Masculinidade Propriedades da Feminilidade BiológicasMentais Sociais Feminilidade

66 Mutuamente reguladoras FeminilidadeMasculinidade Uma é o contexto de desenvolvimento da outra Uma é o contexto de desenvolvimento da outra. Origem Comum Masculinidade Feminilidade Masculinidade

67 Relações Econômicas Determinação em última instância MasculinidadeFeminilidade Propriedades S BP PB S Instâncias Mediadoras Família/Classe/Etnia /Ideologia....

68 Biológico Psicológico SER FEMININO Social Realidade Trabalho transforma a... e produz o...

69 As Ciências do Marxismo: Economia e Política Materialismo Histórico: Visão do Mundo Social Modo de Vida Condições de Vida Econômicas Sociais Ambientais Estilo de Vida Hábitos Rotinas Concepção de Vida Idéias Valores Relações de Produção e Forças Produtivas: Modo de Produção O modo de produção não deve ser considerado simplesmente a reprodução da existência física dos indivíduos, mas antes uma forma definida de atividade destes indivíduos, uma forma definida de expressar a vida deles, um modo de vida definido da parte deles. Assim como os indivíduos expressam suas vidas, assim eles são. O que eles são, portanto, coincide com a produção deles, tanto com o que eles produzem quanto como eles produzem.

70 Economia Política Teoria D Teoria CTeoria B Visão de Mundo Metodologia Condicionamentos Históricos e Sociais Leis XLeis F Leis T Leis SLeis YLeis ZLeis MLeis J Dogma Central Fatos A riqueza do capitalista é originada da apropriação do trabalho não pago Economia da época do Capitalismo e do Imperialismo Análise das abstrações mais gerais: mercadoria, trabalho e capital e do processo histórico- concreto da produção e reprodução destes fenômenos Necessidade histórica da superação do capitalismo pelo socialismo- comunismo: emancipação da humanidade Teoria do Valor Teoria do Trabalho Teoria da Renda da Terra Lei da tendência à queda na taxa de lucro Lei da formação do capital financeiro

71 Ciência Política Teoria DTeoria CTeoria B Visão de Mundo Metodologia Condicionamentos Históricos e Sociais Lei XLei TLei SLei YLei ZLei MLei J Dogma Central Fatos A luta de classes é o principal fator de transformação da história Necessidade histórica da superação do capitalismo pelo socialismo- comunismo: emancipação da humanidade Política para a época do imperialismo e transição ao socialismo Análise da correlação de forças e definição da relação entre tática e estratégia. Teoria de EstadoTeoria de Partido Teoria da luta de Classe Lei N Lei do caráter de classe do Estado Lei da relação entre vanguarda e massa Lei da relação entre classe em si e classe para si


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