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Para ser armazenado e transportado, o amoníaco é liquefeito. À pressão e temperatura normal, o amoníaco é um gás.

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2 Para ser armazenado e transportado, o amoníaco é liquefeito. À pressão e temperatura normal, o amoníaco é um gás.

3 O amoníaco liquefeito é bastante perigoso, não só pelas suas propriedades químicas, como também devido à elevada pressão a que se encontra.

4 Quando no seu estado líquido, o amoníaco é inflamável e, se misturado com o ar, pode ser explosivo.

5 Causa dermatites por contacto e, se ingerido, origina dores intensas, acompanhadas de intolerância gástrica e estado de choque, podendo ainda causar eritema ou púrpura, embora a complicação imediata a recear seja o edema da glote.

6 Pode ainda provocar queimaduras graves, sobretudo ao nível dos olhos e da pele, sendo que a evaporação rápida do líquido pode causar ulcerações pelo frio.

7 É tóxico por inalação e, se inspirado em concentrações elevadas, pode causar edema pulmonar.

8 Exposições a altas concentrações (a partir de 2500 ppm) durante 30 minutos, podem ser fatais.

9 Quando no seu estado gasoso, o amoníaco é extremamente irritante para as mucosas. Ao atingir as vias respiratórias superiores, provoca espirros, dispneia e tosse, sintomas que podem evoluir para broncopneumopatias agudas.

10 Se atingir os olhos, provoca lacrimejo, conjuntivites ou mesmo danos permanentes.

11 Soluções aquosas de amoníaco concentradas provocam queimaduras, pelo que a sua manipulação nos força à utilização de equipamento apropriado (roupa, luvas de protecção, equipamento respiratório adequado…).

12 Até soluções tão diluídas como 1 mol dm -3 poderão causar irritações na pele e nos olhos, libertando ainda vapores de amoníaco pelo que também são irritantes para as vias respiratórias.

13 A solução aquosa de amoníaco é uma base, logo a presença de amoníaco pode causar modificações nos sistemas ecológicos aquosos, sendo extremamente tóxico para os mesmos, devendo, por essa razão, prevenir-se qualquer libertação para o meio ambiente.

14 Quando libertado para a atmosfera, o amoníaco pode dar origem a sulfato de amónio ou nitrato de amónio, considerados matérias particuladas (partículas sólidas ou líquidas, dispersas na atmosfera), das mais corrosivas.

15 Se o seu diâmetro for inferior a 10 μ m, chamam-se PM 10 ; se for menor do que 2.5 μ m, apelidam-se de PM 2.5.

16 A maioria das partículas com diâmetro superior a 5 μ m deposita-se no nariz, traqueia e brônquios. À medida que o seu tamanho diminui, a sua perigosidade aumenta, pois pode depositar- se nos bronquíolos e alvéolos pulmonares.

17 Uma exposição prolongada a estas matérias particuladas pode causar alguns problemas respiratórios graves, o aumento da frequência do cancro do pulmão e até a morte prematura.

18 Ao reagir com o oxigénio do ar, o amoníaco forma óxidos de azoto, sendo que esta reacção pode ser escrita como: 4 NH 3 (g) + 7 O 2 (g) 4 NO 2 (g) + 6 H 2 O (g)

19 A decomposição térmica do amoníaco dá origem a óxidos de azoto, que causam as chuvas ácidas.

20 O amoníaco reage ainda violentamente com ácidos, oxidantes fortes, halogéneos e alguns metais.

21 O processo de obtenção de matérias primas para o fabrico de amoníaco leva à produção de dióxido de carbono, o que contribui para o efeito de estufa.

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23 Trabalho elaborado por: Alexandra Mendes Gomes, Maria João Jervis, Natália Noronha e Teresa Umbelino.


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