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Metodologia do Valor Contábil Para Martins (2001, p. 265), a avaliação de uma empresa normalmente se inicia pela leitura das demonstrações contábeis; Por.

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1 Metodologia do Valor Contábil Para Martins (2001, p. 265), a avaliação de uma empresa normalmente se inicia pela leitura das demonstrações contábeis; Por causa da adoção dos princípios contábeis e da influência da legislação tributária, elas geralmente são incapazes de refletir, isoladamente, o valor econômico de um empreendimento; Essa metodologia assume que o Valor da Empresa (VE) corresponde ao valor do Patrimônio líquido registrado no Balanço Patrimonial; Equação que expressa o Valor da Empresa (VE): Disciplina: IDC – turma 7º e 8º sem/2013 Capitulo 6: Avaliação de Empresas 05/08/2013 Valor da Empresa (Patrimônio Líquido) = Valor do Ativo Total – Valor do Passivo Total

2 Metodologia do Valor Contábil Deficiências: Desconsidera as condições de mercado para a realização dos ativos e a amortização das dívidas; Os valores contábeis não refletem os avanços da tecnologia que tanto alteram o valor de ativos, e Não consideram as necessidades de investimento em capital de giro e imobilização para a manutenção da capacidade competitiva para o próximo período; Deve-se monitorar continuamente a capacidade de financiamento próprio da empresa por meio de índices de desempenho relacionados a:

3 Metodologia do Valor Contábil Rentabilidade do Patrimônio Líquido (R PL ) Mensura a eficiência global da empresa em gerar lucros com os investimentos realizados pelos proprietários. Calcula-se pela fórmula: R PL = Lucro Líquido Patrimônio Líquido R PL = Lucro Líquido Patrimônio Líquido Rotatividade das Vendas (RV PL ) Mostra a contribuição do Patrimônio Líquido para a geração do Faturamento ou Receita Líquida da empresa. Calcula-se pela fórmula: RV PL = Receita Líquida de Vendas Patrimônio Líquido RV PL = Receita Líquida de Vendas Patrimônio Líquido

4 Metodologia do Valor Contábil Rotatividade do Lucro Operacional (RLO PL ) Mostra a contribuição do Patrimônio Líquido na geração do Lucro Operacional da empresa. Calcula-se pela fórmula: RLO PL = Lucro Operacional Patrimônio Líquido RLO PL = Lucro Operacional Patrimônio Líquido Imobilização com Recursos Próprios (I PL ) Mostra em que proporção o capital próprio está financiando as imobilizações, ou seja, máquinas, equipamentos, veículos e instalações. Calcula-se pela fórmula: RV PL = Ativo Imobilizado Bruto – Depreciação Acumulada Patrimônio Líquido RV PL = Ativo Imobilizado Bruto – Depreciação Acumulada Patrimônio Líquido

5 Metodologia do Valor Contábil Alavancagem (A PL ) Mostra a proporção entre dívidas e capital dos proprietários no financiamento dos ativos. Calcula-se pela fórmula: A PL = Passivo Total Patrimônio Líquido A PL = Passivo Total Patrimônio Líquido Cobertura de Juros com o Patrimônio Líquido (CJ PL ) Mostra quantas vezes o capital próprio cobre o pagamento dos juros ou despesas financeiras. Calcula-se pela fórmula: RV PL = Patrimônio Líquido Despesas Financeiras RV PL = Patrimônio Líquido Despesas Financeiras

6 Metodologia do Valor Patrimonial de Mercado Exaustão: perda do valor, decorrente da sua exploração, de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa exploração; Os ajustes da inflação, taxa de juros e a paridade cambial são aplicados tanto em itens do ativo como do passivo até a data de publicação do balanço; O valor de mercado da empresa é expresso pela equação: Valor da Empresa (Patrimônio Líquido) = Valor do Ativo Total Ajustado – Valor do Passivo Total Ajustado Valor da Empresa (Patrimônio Líquido) = Valor do Ativo Total Ajustado – Valor do Passivo Total Ajustado

7 Metodologia do Valor de liquidação O Valor da Empresa (VE) corresponde ao preço possível de eventual venda dos bens e direitos no mercado, no estado em que se encontrarem, caso as atividades sejam encerradas; Comumente verifica-se que os ativos da empresa são realizados em valores inferiores aos registrados nos relatórios gerenciais e demonstração contábeis; Metodologia do Preço/Lucro (P/L) Baseia-se na condição de que, se duas empresas atuam no mesmo setor e possuem estrutura e porte semelhantes (material, humana e financeira), poderá ser realizada uma comparação direta entre os seus resultados e indicadores de desempenho, o Índice Preço/ Lucro ou P/L;

8 Metodologia do Preço/Lucro (P/L) O Índice P/L mensura quanto os investidores estão dispostos a pagar por unidade de lucro divulgado, e é calculado pela fórmula: I P/L = Preço de Mercado por Ação Lucro Contábil por Ação I P/L = Preço de Mercado por Ação Lucro Contábil por Ação O Lucro Contábil por Ação (LPA) é calculado pela fórmula: LPA = Lucro Líquido Número de Ações Emitidas LPA = Lucro Líquido Número de Ações Emitidas Limitações dessa metodologia, segundo Martins (2001, p. 271): Considera o lucro contábil; Ignora o valor do dinheiro no tempo e os riscos; e Considera implícita a idéia de eficiência de mercado.

9 Metodologia de Capitalização dos Lucros O VE é calculado por meio da ponderação média e capitalização dos lucros históricos por uma taxa de retorno ou custo de capital (i) que corresponda ao risco do negócio e reflita as incerteza de mercado; Em seguida, soma-se o valor dos ativos não-operacionais ao valor operacional, para se chegar ao valor total da empresa; Limitação:Essa metodologia é parte do lucro apurado pela contabilidade tradicional; Exemplo de Cálculo do Valor Total da Empresa A M&M gerou os seguintes lucros operacionais nos últimos cinco anos: Lucro ($ Milhões)Ano 1Ano 2Ano 3Ano 4Ano 5 Histórico105,70111,41117,65124,47131,32

10 Metodologia de Capitalização dos Lucros Considerando uma taxa de capitalização histórica ou custo de capital de 12,50% e Ativos Não-operacionais avaliados em $34,00, teríamos o seguinte valor estimulado para a M&M: PeríodoLucro OperacionalFator de PonderaçãoLucro Ponderado Ano 1105,701,0105,70 Ano 2111,412,0222,82 Ano 3117,653,0352,95 Ano 4124,474,0497,88 Ano 5131,325,0656,60 Soma dos Lucros Operacionais Ponderados 1.835,95 ÷ Soma dos Fatores de Ponderação 15,00 = Lucro Operacionais Médios Ponderados 122,40 ÷ Taxa de Capitalização Histórica 12,50% = Valor Operacional da Empresa (122,40 ÷ 0,1250) 979,20 + Ativos Não-Operacionais 34,00 = Valor Total da Empresa 1.013,20

11 Metodologia dos Múltiplos de Faturamento É calculada pela fórmula: VE = [(Receita Líquida de Vendas Ano 1 X F P/RLV ) + A N-o_Ano 1 ] Sendo: VE = Valor da Empresa F P/RLV = fator Preço das Ações/Receita Média (extraído de empresas concorrentes de porte e atividades similares) A N-o_Ano 1 = Ativos Não-Operacionais + Valor Operacional do último ano de atividade operacional VE = [(Receita Líquida de Vendas Ano 1 X F P/RLV ) + A N-o_Ano 1 ] Sendo: VE = Valor da Empresa F P/RLV = fator Preço das Ações/Receita Média (extraído de empresas concorrentes de porte e atividades similares) A N-o_Ano 1 = Ativos Não-Operacionais + Valor Operacional do último ano de atividade operacional Limitação: Parte do faturamento ou receita líquida de vendas apuradas pela contabilidade tradicional;

12 Metodologia dos Múltiplos de Lucros É calculada pela fórmula: VE = [(Lucro Operacional Ano 1 X F P/LO ) + A N-o_Ano 1 ] Sendo: VE = Valor da Empresa F P/RLV = fator Preço das Ações/Lucro Operacional Médio (extraído de empresas concorrentes de porte e atividades similares) A N-o_Ano 1 = Ativos Não-Operacionais + Valor Operacional do último ano de atividade operacional VE = [(Lucro Operacional Ano 1 X F P/LO ) + A N-o_Ano 1 ] Sendo: VE = Valor da Empresa F P/RLV = fator Preço das Ações/Lucro Operacional Médio (extraído de empresas concorrentes de porte e atividades similares) A N-o_Ano 1 = Ativos Não-Operacionais + Valor Operacional do último ano de atividade operacional Limitação: Parte do lucro operacional apurado pela contabilidade tradicional;

13 Metodologia dos Fluxos de Caixas Descontados O VE é calculado a partir da capitalização dos fluxos de caixa livres da atividade principal (FCLs) descontados a uma taxa de retorno (i) que corresponda ao risco do negócio e reflita as incertezas de mercado; Em seguida, soma-se o valor do Ativos Não-Operacionais ao Valor Operacional; Segundo Damoradam (1997, p.77), a taxa de retorno (i) corresponde ao CMPC; FCL 1 FCL 2 FCL 3 FCL 4 FCL n +VR n Fluxo de Caixa Livres ($) n Período FCL 1 FCL 2 FCL 3 FCL 4 FCL n +VR n Fluxo de Caixa Livres ($) n Período i ? Metodologia dos Fluxos de Caixa Descontados

14 O Valor da Empresas (VE) é calculado: FCL Ano 1 FCL Ano 2 (FCL Ano n + VR Ano n ) VE = (1 + i) 1 (1 + i) 2 (1 + i) n FCL Ano 1 FCL Ano 2 (FCL Ano n + VR Ano n ) VE = (1 + i) 1 (1 + i) 2 (1 + i) n Metodologia dos Fluxos de Caixas Descontados O Valor Residual da Empresas (VR) poderá ser calculado pelo Modelo de Gordon: FCL Ano u X (1+ g) VR Ano u = (CMPC – g) Sendo: VR Ano u = Valor Residual para o Último ano do Período Projetado FCL Ano u = Fluxo de Caixa Livre do Último ano Projetado g = Taxa de Crescimento Constante para os Fluxos de Caixa Livres do Período Pós-Projetado CMPC = Custo Médio Ponderado de Capital ou Taxa de Desconto FCL Ano u X (1+ g) VR Ano u = (CMPC – g) Sendo: VR Ano u = Valor Residual para o Último ano do Período Projetado FCL Ano u = Fluxo de Caixa Livre do Último ano Projetado g = Taxa de Crescimento Constante para os Fluxos de Caixa Livres do Período Pós-Projetado CMPC = Custo Médio Ponderado de Capital ou Taxa de Desconto

15 Alternativamente, Copeland, koller e Murrin (2002, p. 273) sugerem que o Valor Residual para o último ano projetado seja calculado considerando os Lucros Operacionais Ajustados (LOA): Metodologia dos Fluxos de Caixas Descontados LOA Ano u X (1+ g) VR Ano u = (CMPC – g) Sendo: LOA Ano u = Lucro Operacional ajustado do Último ano Projetado LOA Ano u X (1+ g) VR Ano u = (CMPC – g) Sendo: LOA Ano u = Lucro Operacional ajustado do Último ano Projetado

16 O Valor Presente Líquido (VPL) de um projeto é o valor presente de seus fluxos de caixa livres esperados no futuro, descontados a uma taxa que reflita o risco do negócio e as incertezas de mercado; O VPL é calculado: VPL = Σ - FCL 0 VPL = Σ - FCL 0 Metodologia do Valor Presente Líquido Se o VPL é positivo, então o projeto deve ser aceito, uma vez que os fluxos de caixa livres atualizados foram mais que suficientes para cobrir o custo do investimento. Limitação: Não levar em consideração as atitudes que podem ser tomadas depois que o projeto tenha sido aceito e colocado em operação e que podem fazer com que os fluxos de caixa mudem; n t = 1 FCL n (1 + i ) n

17 Caracteriza-se pela flexibilidade, ao considerar que as atitudes dos investidores e os fluxos de caixa da empresa podem sofrer alterações, sempre que ocorrerem mudanças significativas nas condições de mercado; Para avaliação de projetos, usa a técnica de Árvores de Decisão: Metodologia das Opções Reais t = 0t = 1 t = 2 t = 3 t = n + FCL FCL n - FCL 2... FCL FCL 0 t = 0t = 1 t = 2 t = 3 t = n + FCL FCL n - FCL 2... FCL FCL Cada circulo representa um ponto de decisão que é chamado de nó de decisão.

18 Risco Medido pelo Desvio-Padrão (σ) e Coeficiente de Variação (CV) O Desvio-Padrão (σ) é o indicador estatístico mais comum do risco de um ativo e mede a dispersão em torno do valor esperado; Fórmula do Desvio-Padrão (σ) para análise de projetos: σ = O Coeficiente de Variação (CV) é uma medida da dispersão relativa útil na comparação do risco de ativos com diferentes retornos esperados; Metodologia das Opções Reais √ Σ (VPL – VPL Esperado) 2 X Probabilidade CV = CV = σ VPL Esperado Fórmula do coeficiente de Variação (CV) para análise de projetos:

19 0 = Σ - FCL 0 0 = Σ - FCL 0 Para analisar a viabilidade de um projeto, a TIR deve ser comparada com o custo de oportunidade vigente; Conforme Gitman e Madura (2003, p. 294), avaliar a viabilidade de projetos com a utilização da TIR, adota-se os critérios de decisão: Se a TIR for maior que o custo de capital, recomenda-se aceitar o projeto, se for menor, recomenda-se rejeitar o projeto. n t = 1 FCL n (1+TIR) n Metodologia da TIR e do Período Payback Taxa Interna de Retorno (TIR) É a taxa de desconto que leva o valor presente das entradas de caixa de um projeto a se igualarem ao valor presente das saídas de caixa;

20 Metodologia da TIR e do Período Payback Período de Payback (PP) Também conhecido como período de recuperação, é o tempo exigido para a empresa recuperar seu investimento inicial em um projeto; Considera implicitamente o timing dos fluxos de caixas; Quanto mais amplo for o horizonte de tempo considerado, maior será o grau de incerteza nas previsões; O período máximo aceitável de Payback é determinado pela alta administração da empresa;

21 Metodologia da TIR e do Período Payback Período de Payback (PP) Cálculo do Período de Payback: 1. º Passo: identifica-se o custo inicial ou valor atualizado do investimento para t0. 2. º Passo: descontam-se os fluxos de caixa projetados para t 1, t 2, t 3,...t n, ao custo de capital ou taxa de desconto que represente o risco do negócio. 3. º Passo: somam-se os fluxos de caixa atualizados ano a ano. 4. º Passo: verifica-se até que ano a empresa recuperou a predominância do investimento inicial. 5. º Passo: calcula-se quanto falta recuperar e em que período ocorrerá.

22 Metodologia da TIR e do Período Payback Período de Payback (PP) Cálculo do Período de Payback: 6. º Passo: soma-se o número de anos necessários para a recuperação da predominância do investimento inicial ao resultado da divisão entre quantia restante a recuperar e o valor do fluxo de caixa atualizado do período em que ocorrerá a recuperação do total do investimento inicial. Dentre as principais limitações, destaca-se a relacionada ao fato de ignorar os fluxos de caixa que são pagos ou recebidos após o Período de Payback.


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