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Prof. Me. Marcelo Filippin

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Apresentação em tema: "Prof. Me. Marcelo Filippin"— Transcrição da apresentação:

1 Prof. Me. Marcelo Filippin
Administração Empreendedora e Qualidade Prof. Me. Marcelo Filippin

2 Transformando a IDEIA em NEGÓCIO
PLANO DE NEGÓCIOS “Não há vento favorável para aquele que não sabe para onde ir” (Sêneca). Pense num guia detalhado para conversão de suas ideias e de sua visão em um negócio real e em funcionamento!

3 Será que toda ideia pode ser um bom negócio?
Vídeo_1_Garrafas 3

4 Por que redigir um plano de negócios? Permite o planejamento das ações a serem tomadas. Alinha toda a organização em torno de objetivos comuns e bem definidos. Permite que o empreendedor identifique os principais riscos e planeje como enfrentá-los. Internamente

5 Provê informação sobre a viabilidade e lucratividade do negócio para:
Por que redigir um plano de negócios? Provê informação sobre a viabilidade e lucratividade do negócio para: Potenciais investidores. Bancos, instituições de fomento. Parceiros estratégicos. Consultores. Externamente Levantar fundos

6 Componentes de um plano de negócios? Sumário Executivo Histórico e finalidade Marketing (Produto / Serviço) Análise de Mercado Desenvolvimento, produção e localização Administração Análise Financeira Análise de Riscos Colheita ou saída Plano de Implementação Anexos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

7 construir plano de negócios
Sistemas de apoio para construir plano de negócios Make Money 2.0 <http://www.starta.com.br/#makemoney> Profit <http://www.profit-pn.com.br/> Empreenda <http://www.empreendacomsucesso.com.br> SEBRAE <http://portal2.pr.sebrae.com.br/PortalInternet/Destaques/Arquivos-gratuitos/Download-Plano-de-Negócios>

8 Sistemas de apoio para construir plano de negócios: SEBRAE-PR

9 Sistemas de apoio para construir plano de negócios: SEBRAE-PR

10 Iniciando o Negócio: formas jurídicas da nova empresa
A forma jurídica classifica as empresas de acordo com as responsabilidades civis e comerciais e os seus direitos e obrigações contratuais e legais. EMPRESÁRIO. SOCIEDADE EMPRESÁRIA LIMITADA. SOCIEDADE SIMPLES. 10

11 Formalidades jurídicas da nova empresa
Definir e Descrever o ramo de atividade: Indústria, comércio ou serviços. Fazer algumas consultas: Prefeitura (endereço/local escolhido permite este Negócio). Secretaria de Meio Ambiente Estadual e Municipal. Vigilância Sanitária. Corpo de Bombeiros. 11

12 Formalidades jurídicas da nova empresa
Fazer algumas consultas: Conselhos de Classe Regionais. Certidão de CPF dos Sócios na Receita Federal e Estadual. Certificado do Contador no Conselho Regional de Contabilidade. Nome da Empresa na Junta Comercial. Elaborar o Contrato Social. Visto de advogado exceto as micro. 12

13 Formalidades jurídicas da nova empresa
Registrar na Junta Comercial e Obter o NIRE (N° Identificação Registro Empresa). Definir o CNAE , atentando para o SIMPLES. Registrar o CNPJ pela Internet. Solicitar o ALVARÁ. Solicitar a Inscrição Estadual. Fazer o Cadastro da Empresa na Previdência Social. 13

14 Formalidades jurídicas da nova empresa
Documentos Fiscais (NF e livros). Será necessário solicitar a autorização para impressão das notas fiscais e a autenticação de livros fiscais. Isso é feito na prefeitura de cada cidade. Empresas que pretendam dedicar-se às atividades de indústria e comércio deverão ir à Secretaria de Estado da Fazenda. 14

15 Diferentes formas de financiar uma nova empresa.
O financiamento da nova empresa Diferentes formas de financiar uma nova empresa. Dívida X Capital Próprio. Recursos Internos X Recursos Externos. 15

16 Família e Amigos Endividamento Capital próprio
O financiamento da nova empresa Família e Amigos Endividamento Capital próprio 16

17 Outros investidores privados (investidores anjos – business angels)
O financiamento da nova empresa Outros investidores privados (investidores anjos – business angels) Empresários, executivos ou apenas gente que tem dinheiro disponível e gosta de fazer investimento em boas ideias. Como atrair os investidores anjos? Roteiro de entrevista página 113

18 O financiamento da nova empresa Banco Comercial Empréstimos por créditos a receber. Empréstimo pelo estoque. Empréstimo por equipamentos (leasing). Empréstimo por imóveis. Empréstimos em curto prazo. Empréstimos de longo prazo. Empréstimo pessoais.

19 O financiamento da nova empresa: EM RESUMO
Recursos Internos X Recursos Externos INTERNOS: lucros, venda de ativos, redução estoques, aumento do prazo médio de pagamento e redução do prazo médio de vendas. EXTERNOS: empréstimos bancários, subsídios governamentais, crédito de fornecedores, capital de risco etc.

20 Qualidade significa coisas diferentes em operações diferentes!
Administração Empreendedora e Qualidade O que esses empreendimentos têm em comum? Qualidade significa coisas diferentes em operações diferentes!

21 Evolução do conceito de Qualidade Artesão Fonte: Picchi (1993)
Supervisor Taylorismo 1920 Inspetor Abordagem Corretiva Métodos Estatísticos 1940 II Guerra Mundial Controle Estatístico Juran, Confiabilidade Abordagem Preventiva TQC Feigenbaum Programas motivacionais, Zero Defeito, Crosby Enfoque Ocidental Enfoque Oriental 1960 Teoria de Sistemas Prêmio Deming, CCQ, Ishikawa, JIT Garantia da Qualidade CWQC TQC, Programas de Melhoria da Qualidade 1980 Valorização das propostas de Deming, ISO 9000 Gestão da Qualidade

22 Eficiência, Eficácia e Efetividade Eficiência: significa fazer as coisas bem, com desempenho. Está baseada em métodos, meios, tempos, utilização de recursos. Eficácia: significa fazer as coisas certas. Está baseada em resultados e produtos.

23 Eficiência, Eficácia e Efetividade Efetividade: significa fazer a coisa certa da maneira certa. Soma da eficiência e eficácia. Está baseada na regularidade, praticidade, durabilidade e constância.

24 Vídeo_2_Eficiência_Eficácia
Eficiência, Eficácia e Efetividade Vídeo_2_Eficiência_Eficácia

25 Técnicas, ferramentas e sistemas de qualidade
Benchmarking Melhores práticas. Pesquisa comparativa de processos e práticas. Pode ser aplicado a qualquer função. 25

26 Técnicas, ferramentas e sistemas de qualidade
Ciclo PDCA Ferramenta para fazer planejamento, implantação, melhoria e/ou correções de processos. 26

27 Técnicas, ferramentas e sistemas de qualidade
Controle Estatístico do Processo 1) Identificação da problemática e o planejamento de experimentos. (2) A experimentação em si. (3) A análise dos resultados dos experimentos e, finalmente (4) A reação do gerente para melhorar o processo. 27

28 Perda em processo de usinagem
Técnicas, ferramentas e sistemas de qualidade Diagrama de Causa e Efeito(espinha de peixe) Meio Ambiente Método Medição Falta procedimento Iluminação deficiente Equipamento descalibrado Perda em processo de usinagem Material duro Falta treinamento Dispositivo desgastado E F E I T O Mão de obra Máquina Matéria- Prima C A U S A S

29 Técnicas, ferramentas e
sistemas de qualidade Programa 5S - (Cinco Sensos) – auxilia nas mudanças de atitude e do comportamento humano para melhoria contínua, fundamental para manutenção da qualidade total nas organizações.

30 Técnicas, ferramentas e
sistemas de qualidade Programa 5S Japão – Pós Guerra – Faltava de tudo ORDEM: NÃO PODE HAVER DESPERDÍCIO Melhorar qualidade de vida. Diminuir desperdícios. Reduzir custos. Melhorar produtividade.

31 Técnicas, ferramentas e
sistemas de qualidade Programa 5S SEIRI – senso de utilização, seleção, descarte. SEITON – senso de organização, arrumação. SEISO – senso de limpeza. SEIKETSU – senso de padronização, higiene, saúde. SHITSUKE – senso de disciplina, autodisciplina.

32 Técnicas, ferramentas e
sistemas de qualidade Programa 5S – outros “S” SETSUYAKU – economia e redução despesas. SEKININ – responsabilidade. SHITSUKOKU – persistência. SHUKAN – hábito.

33 5S envolve comportamentos de
Técnicas, ferramentas e sistemas de qualidade 5S envolve comportamentos de autoorganização: ABRIU -> FECHE! ACENDEU -> APAGUE! LIGOU -> DESLIGUE! DESARRUMOU -> ARRUME! SUJOU -> LIMPE! EMPRESTOU -> DEVOLVA! PROMETEU -> CUMPRA! 33

34 e sistemas de qualidade
Técnicas, ferramentas e sistemas de qualidade Norma ISO – International Organization for Standardization “Gestão da qualidade em projeto e desenvolvimento, produção, instalação, assistência técnica, inspeção e ensaios exigindo diretrizes sólidas”. ISO 9000 – Gestão da Qualidade. ISO – Gestão Ambiental. ISO – Responsabilidade Social. ISO – Gerenciamento de Riscos. 34

35 Vídeo Final: Acredite nos seus sonhos!
Técnicas, ferramentas e sistemas de qualidade Vídeo Final: Acredite nos seus sonhos! Vídeo_03_A_Procura_Felicidade 35

36 Prof. Me. Marcelo Filippin
Administração Empreendedora e Qualidade Prof. Me. Marcelo Filippin


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