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Escola Dr. Pedrosa Veríssimo/Paião. -Doença de Crohn -Sintomas -Tratamento -Cirrose Hepática -Sintomas -Tratamento -Imagens.

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1 Escola Dr. Pedrosa Veríssimo/Paião

2 -Doença de Crohn -Sintomas -Tratamento -Cirrose Hepática -Sintomas -Tratamento -Imagens

3 A doença de Crohn é uma inflamação crónica da parede intestinal. A doença afecta tipicamente toda a espessura da parede intestinal. O mais habitual é que se manifeste na porção mais baixa do intestino delgado (ílio) e no intestino grosso, mas pode ocorrer em qualquer segmento do tracto gastrointestinal, da boca até ao ânus, inclusivamente na pele à volta deste. Nas últimas décadas, a incidência da doença de Crohn aumentou tanto nos países ocidentais como nos países em vias de desenvolvimento. Ocorre aproximadamente em igual proporção nos dois sexos, é mais comum entre os Judeus e tem tendência para surgir em famílias com história de colite ulcerosa. Quase todos os casos surgem antes dos 30 anos, mas a maioria começa entre os 14 e os 24 anos. Em cada indivíduo, a doença afecta uma área específica do intestino, deixando por vezes áreas normais (áreas intercaladas) entre as zonas afectadas. Em cerca de 35 % dos que sofrem da doença de Crohn, só o ílio é afectado. Em 20 %, só é afectado o intestino grosso. E nos restantes 45 % são afectados tanto o ílio como o intestino grosso. A causa da doença de Crohn é desconhecida. As investigações centraram-se em três possibilidade principais: uma disfunção do sistema imunitário, uma infecção e a dieta alimentar.

4 Os primeiros sintomas mais característicos da doença de Crohn consistem em diarreia crónica, dor abdominal do tipo cólicas, febre, perda do apetite e perda de peso. O médico pode, na palpação, sentir uma tumefacção ou uma sensação de preenchimento na parte baixa do abdómen, a maioria das vezes no lado direito. As frequentes complicações da inflamação incluem o desenvolvimento duma obstrução intestinal, canais de comunicação anormais (fístulas) e abcessos (bolsas de infecção cheias de pus). As fístulas podem-se desenvolver entre duas porções diferentes do intestino. Podem também ligar o intestino e a bexiga ou o intestino e a superfície da pele, sobretudo à volta do ânus. A perfuração do intestino delgado é uma complicação rara. Quando o intestino grosso é afectado pela doença de Crohn, normalmente surge uma hemorragia rectal. Ao fim de muitos anos, o risco de cancro do cólon aumenta. Cerca de um terço dos que desenvolvem a doença de Crohn têm problemas à volta do ânus, especialmente fístulas e gretas (fissuras) no seu revestimento mucoso.

5 - Tratamento e prognóstico - Não existe tratamento curativo para a doença de Crohn, embora muitos tratamentos reduzam a inflamação e aliviem os sintomas. As cólicas e a diarreia podem ser aliviadas com fármacos anticolinérgicos, difenoxilato, loperamida, tintura de ópio alcanforada ou codeína. São administrados por via oral, de preferência antes das refeições. A ingestão de preparações de metilcelulose ou de psílio por vezes previnem a irritação anal, ao fazer com que as fezes se tornem mais compactas.

6 A cirrose hepática pode ser definida anatomicamente como um processo difuso de fibrose e formação de nódulos, acompanhando-se frequentemente de necrose hepatocelular. Apesar das causas variarem, todas resultam no mesmo processo. As manifestações clínicas das hepatopatias (doenças do fígado) são diversas, variando de alterações laboratoriais isoladas e salientes até uma falência hepática dramática e rapidamente progressiva. Esse espectro amplo reflecte em parte um grande número de processos fitopatológicos que podem lesar o fígado, e em parte a grande capacidade de reserva do órgão. Estima-se que aproximadamente 40% dos pacientes com cirrose são assintomáticos. Uma vez que os sintomas se manifestam, no entanto, o prognóstico é severo e os custos económicas e humanos são altos. A cirrose contabiliza cerca de mortes por ano nos E.U.A., e mais de anos potenciais de vida perdidos. O paciente com cirrose alcoólica perde em média 12 anos de vida produtiva, muito mais que a cardiografia (2 anos) e o câncer (4 anos). Esses dados só reforçam a necessidade de um diagnóstico precoce

7 Fraqueza, fadiga, anorexia Caquexia: por (1) anorexia, (2) má absorção de nutrientes por diminuição do fluxo de bílis e do edema intestinal, (3) redução do hepático de vitaminas hidrossolúveis e micronutrientes, (4) redução do metabolismo hepático e muscular pelo aumento das citocinas e (5) balanço alterado de hormônios que mantém a homeostase metabólica (insulina, glucagon e hormônios tireoidianos). Equimoses e sangramentos espontâneos Feminilização: por acúmulo de androstenediona, pode haver ginecomastia, atrofia testicular, eritema palmar e spiders (abaixo)

8 Diversos tratamento já foram tentados para reverter especificamente o grau de fibrose na cirrose, mas nenhum com real eficácia até o momento. Actualmente, o campo mais promissor é o estudo das células esteladas do fígado, que estão envolvidas no processo de cicatrização e que poderiam reverter as mesmas. Estudos também estão sendo realizados para o uso de células- mãe, que poderiam se diferenciar em hepatócitos e melhorar o funcionamento do fígado, mas os resultados ainda não são animadores e este tipo de tratamento não é realizado fora de pesquisas. O único tratamento definitivo para a cirrose hepática é o transplante de fígado, onde o fígado cirrótico é substituído (por um fígado inteiro, no caso de doador cadáver, ou de parte dele, no caso de transplante inter vivos). Este tratamento (agora regulamentado por nova portaria), tem uma taxa de sucesso cada vez maior com o aprimoramento da técnica cirúrgica e medicamentos envolvidos.

9 Onde se situa a doença de crohn Cirrose hepática

10 Com este trabalho fiquei a saber mais alguma coisa sobre as doenças do sistema digestivo e também a me prevenir para que isso não aconteça

11 Trabalho realizado por: Ivo Palhais nº7 9ºA


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