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TÉCNICAS DE ARGUMENTAÇÃO. Aspectos históricos Na Antiga Grécia, no tempo dos Sofistas (mestres da Sabedoria), a Retórica era uma disciplina muito levada.

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1 TÉCNICAS DE ARGUMENTAÇÃO

2 Aspectos históricos Na Antiga Grécia, no tempo dos Sofistas (mestres da Sabedoria), a Retórica era uma disciplina muito levada a sério. Era através da capacidade de saber falar e discursar que os homens ascendiam politica e socialmente, persuadindo os outros, e alcançando altos cargos na Polis. Assim, havia um grande cuidado relativamente ao ensino do conhecimento em geral, mas acima de tudo da Retórica. O objetivo da Retórica era, portanto, a criação de regras para bem dizer ou falar eloquentemente, de forma que o homem falasse em público de uma forma eficaz e que levasse os outros à persuasão.

3 Mas tal como ainda hoje todos aqueles que dominam a Retórica encontram facilmente opositores que, eventualmente, não dominem tão bem a Retórica, também os Sofistas encontraram. Sócrates acusou-os de criarem uma dialética negativa. Platão atacou os Sofistas de não ensinarem a verdade, mas de elogiar os seus auditores. Aristóteles desviou-se igualmente da orientação dos sofistas, introduzindo o conceito da importância da personalidade do orador para a persuasão do auditório. Defendia que o orador se devia servir do raciocínio dialético e da demonstração como base da argumentação. Basicamente, temos por um lado os retóricos que defendiam a arte de bem falar, e os filósofos que defendiam o gosto pelo saber e a busca da verdade

4 Continuando a história Em Portugal, na Idade Média, a retórica passou a fazer parte da Gramática. No entanto, só por uma questão de formação de estilo, ou para a divulgação da fé recorriam ao uso da retórica. Tal como na Idade Média, hoje é indispensável dominar a linguística e as técnicas de argumentação para poder comunicar eficazmente. Cada vez mais temos que captar a sensibilidade do ouvinte, captando o seu interesse, e ao mesmo tempo surpreendê-lo.

5 Técnica, planejamento e estratégias Ainda antes de falarmos acerca das técnicas de argumentação (tema do nosso trabalho) penso que é importante chamar a atenção de alguns pontos importantes. Normalmente, antes de falar, pensamos. E, ao pensar, estamos a planear, a criar uma estratégia para que aquilo que vamos dizer seja entendido No campo da argumentação é necessário construir uma estratégia, colocando os argumentos nos lugares certos para que na conclusão possamos confirmar toda a nossa argumentação. Além disso, durante o discurso é importante utilizar uma linguagem clara e concisa, sem criar duplos sentidos, sem termos ambíguos.

6 Diferentes formas de argumentar Argumentação com base em exemplos Argumentação por analogia Argumentação de autoridade Argumentação com base em causa Argumentação dedutiva

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8 É comum utilizarmos exemplos no nosso dia-a-dia para fundamentar a nossa argumentação. Os exemplos devem ser bem escolhidos para que não funcionem como não- -exemplos e acabem por dificultar a nossa argumentação. Quando generalizamos, a escolha dos exemplos deve ser mais abrangente, ou representativa da população a que se destina.

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10 Este tipo de argumentação baseia-se na comparação com casos semelhantes, com o objetivo de reforçar determinado aspecto que estamos a defender no nosso discurso. As premissas utilizadas no argumento fazem-se corresponder sempre com o intuito de confirmarem a conclusão da argumentação.

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12 Existem alguns argumentos que somos obrigados a fundamentar com informação retirada de organizações (ex: OMS, ONU, …) ou então em pessoas que sejam reconhecidas pelo seu conhecimento ou ligações a determinadas questões. Há que ter em consideração que quanto mais precisa/ exata for a informação, mais necessário se torna recorrer a citações da fonte. É igualmente importante que a fonte seja imparcial, relativamente à conclusão a que queiramos chegar.

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14 Quem nunca ouviu falar em causa – efeito ? - Uma das formas de argumentar é recorrendo às causas, para confirmar determinados efeitos. ( ex: a estrada está molhada e estamos no Inverno - provavelmente esteve a chover.) - Na escolha das causas de determinado efeito, devemos escolher sempre aquela mais provável para fundamentar a nossa argumentação. - ex: 10 minutos de ter tomado os comprimidos que o Dr. me receitou adormeci profundamente. – ou seja, poderá ter sido um efeito dos comprimidos ou não.

15 -ex: a televisão está a arruinar a moral, porque retrata a violência, a depravação… - a causa não será propriamente só a televisão, mas a própria violência e depravação da vida real. - ex: incêndio – bombeiros : os incêndios “causam” os bombeiros e não o contrário. -ex: colocação de uma passadeira num local, até ali, perigoso. – o fato do local ser perigoso para os peões causou a o aparecimento de passadeira. No entanto, a existência de passadeira poderá igualmente causar acidentes.

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17 Normalmente, é a argumentação dedutiva a que garante melhores resultados. Todos os outros tipos de argumentação deixam-nos alguma incerteza por se tratar de um exemplo baseado no testemunho de alguém que poderá estar certo ou errado, e ser parcial ou não com o assunto em questão. Assim, a argumentação dedutiva baseada em premissas verdadeiras garante a verdade das conclusões.

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19 Formas de argumentação Existem 6 formas de argumentação dedutiva: O modo de pôr – “Os otimistas têm mais hipóteses de terem sucesso do que os pessimistas. Logo devias ser otimista.” O modo de tirar – “cão no estábulo – cavalo roubado. Cão não ladrou, logo, o cão conhecia bem o ladrão.

20 Dilema – guardo dinheiro ou compro roupas? “guardo dinheiro- economizo”/ “compro roupas- fico sem dinheiro” – logo: economizo ou fico sem dinheiro. Redução ao absurdo – Você vai comigo? Não vou com você. Redução: Não

21 Silogismo hipotético – “se estudarmos outras culturas, apercebemo-nos da variedade de costumes humanos que existem; Se nos apercebermos da enorme variedade de costumes humanos que existem, poremos em causa os nossos próprios costumes; LOGO, se estudarmos novas culturas, poremos em causa os nossos próprios costumes

22 Silogismo disjuntivo – “Ou temos esperança no progresso através do aperfeiçoamento da moral, ou temos esperança no progresso através do aperfeiçoamento da inteligência. Não podemos ter esperança no progresso através do aperfeiçoamento da moral. Logo, temos de ter esperança no progresso através do aperfeiçoamento da inteligência.”


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