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Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia Com base em: Borges-Andrade, J. E. (2003). Em busca do conceito de linha de pesquisa.

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1 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia Com base em: Borges-Andrade, J. E. (2003). Em busca do conceito de linha de pesquisa. Revista de Administração Contemporânea, 7 (2): Castro, A. M. G.; Lima, S. M. V.; Borges-Andrade, J. E. (2005). Metodologia de Planejamento Estratégico para as Unidades do Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília, DF: Ministério da Ciência e Tecnologia, p. Jairo E. Borges-Andrade Universidade de Brasília IV Congresso Norte-Nordeste de Psicologia

2 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 2/18 Resumo da apresentação Conceituação e organização de linhas e projetos de pesquisa e áreas de concentração Formulação estratégica de linhas e projetos de pesquisa e áreas de concentração

3 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 3/18 Ponto de partida: definições Linha de pesquisa - um traço imaginário que: ddetermina o rumo ou o que será investigado num dado contexto ou realidade; llimita as fronteiras do campo do conhecimento em que deverá ser inserido o estudo; ooferece orientação teórica aos que farão a pesquisa eestabelece os procedimentos que serão considerados adequados nesse processo.

4 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 4/18 O que diferenciaria linha e projeto de pesquisa e área de concentração? Utilizar um continuum de “frouxidão” progressiva:  do nível de projeto, o mais bem definido,...  ao nível de área de concentração o mais geral. Projeto:  deve ter as 4 características de uma linha de pesquisa,  além disso deve especificar recursos (ex.: docentes, pesquisadores, alunos, técnicos, equipamento e financiamento). Área de concentração:  deve delimitar o campo,  mas nunca deveria estabelecer simultaneamente as outras 3 características.

5 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 5/18 Como seriam especificados os critérios de inclusão entre área, linha e projeto? Cada nível especificaria os níveis inferiores nele contidos, em cada período de tempo. Agregação ou combinação dos níveis inferiores muito raramente permitiria a consecução integral do nível superior (este é formulado para um período mais longo de tempo). Um nível inferior poderia eventualmente não estar incluído num nível superior (mecanismo para a emersão de futuros níveis superiores e a preservação de espaço para inovar); Um nível superior raramente deveria conter só um caso do nível inferior (a longo prazo aquele acabaria se transformando neste).

6 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 6/18 Um pouco sobre a “posse” de áreas, linhas e projetos Quem “possui” esses níveis?  Áreas devem ser figuras institucionais: empreendimentos organizacionais.  Linhas devem ser figuras institucionais: empreendimentos organizacionais ou de equipes.  Projetos podem ser figuras institucionais: empreendimentos de equipes ou individuais. Docentes ou pesquisadores não deveriam “possuir” áreas e linhas, mas serem incluídos nelas  ou voltaríamos ao tempo das cátedras;  ou ameaçaríamos a sustentabilidade das áreas e linhas;  gente tem interesses (sentimentos de zelo, preocupação, atração e curiosidade) e instituições têm áreas e linhas de atuação.

7 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 7/18 Relações entre as estruturas de pesquisa e ensino Linhas de pesquisa teriam 2 “pontos de amarração” institucional:  vertical, com a área de concentração;  horizontal, com a estrutura curricular. Isto determinaria critérios para o planejamento e avaliação. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO Estrutura Curricular Disciplinas, Seminários etc. Linhas de Pesquisa Projetos de Pesquisa

8 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 8/18 Um pouco sobre a dinâmica dos níveis Que parâmetro deveria ser utilizado para criação e manutenção de cada nível?  Produtividade em C&T e na formação de pessoal! Proposta (advinda do conceito de ciclo de vida) sobre a dinâmica (conferida pelos projetos) de uma linha de pesquisa:  nascimento, quando a linha tiver projetos;  desenvolvimento, pela execução, conclusão e renovação dos projetos;  maturidade, quando há geração e disseminação sistemáticas de conhecimento nos projetos;  declínio, quando temas abordados nos projetos diminuem em pertinência e relevância;  morte (extinção da linha) ou transmutação (alteração de uma ou mais daquelas 4 características da linha de pesquisa). Dependendo da concepção de uma linha de pesquisa, este ciclo pode ser administrado (ou não).

9 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 9/18 Áreas de Concentração? Linhas de Pesquisa? Projetos de Pesquisa? Qual a base para formulação de:  Conceitos de turbulência, modelos de gestão de CT&I, participação e estratégia  Abordagem estratégica

10 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 10/18 Instituições e turbulência Turbulência ambiental se apresenta como mudança no ambiente político, social, econômico, científico das instituições Instituições perdem sintonia com o seu ambiente relevante Perda de sintonia fragiliza as instituições, que perdem sustentabilidade

11 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 11/18 Mudança em modelos de gestão de CT&I C&T de 1ª Geração : Projetos disciplinares pontuais C&T de 2ª Geração : Projetos focados, gestão de projetos C&T de 3ª Geração : Portfolio de projetos estratégicamente equilibrado, em linhas C&T de 4ª Geração : Redes de conhecimento AMPLITUDE DE BENEFÍCIOS POTENCIAIS GRAUDEEVOLUÇÃOGRAUDEEVOLUÇÃO

12 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 12/18  Dependência elevada do conhecimento de equipes de pesquisa, pois: conhecimento freqüentemente é específico para a instituição e formado pela própria vida profissional na instituição (exceto em recém doutores) existem, no mercado profissional, poucos cientistas ou pesquisadores formados para atuar na instituição impossível substituir conhecimento por outro fator de produção  Nessa situação, mudanças devem ser “apropriadas” pelos pesquisadores / cientistas, para serem viáveis Participação deles, na decisão sobre mudança, é essencial para o sucesso desta. Instituições de CT&I caracterizadas por:

13 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 13/18 Conceito de Estratégia Finalidade O que queremos ser? Ambiente externo O que devemos fazer? Capacidades O que sabemos fazer? Estratégia O que vamos fazer? Futuro

14 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 14/18 As oportunidades e ameaças comporão uma MATRIZ, juntamente com fortalezas e debilidades, para formular estratégias. ImpulsoresOportunidades LimitantesAmeaças Impacto Tempo Negativo Positivo AtualFuturo Análise do ambiente externo

15 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 15/18 Análise do ambiente externo Elaboração de cenários futuros (5 anos) do ambiente externo, com oportunidades e ameaças Cenários futuros conjuntos de características e condições do ambiente externo, esperado ou temido para o futuro, que condiciona operações, funcionalidade, estratégia e sucesso do Programa de PG Tendências – mudanças lentas e contínuas. Descontinuidades – mudanças bruscas, repentinas, imprevisíveis. Cenários elaborados a partir das tendências e descontinuidades

16 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 16/18 Análise do ambiente interno a)Análise das capacidades passadas / atuais; b)Análise das estruturas de apoio à pesquisa; c)Análise dos sistemas e instrumentos de gestão atualmente disponíveis; d)Análise do desempenho atual e sua evolução (eficácia); e)Análise da disponibilidade dos recursos financeiros, atual e passada; f)Análise das parcerias estratégicas atuais e passadas; g)Determinação de fortalezas e debilidades

17 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 17/18 Matriz de oportunidades, ameaças e pontos fortes e fracos Oportunidades (incluir relação das principais anteriormente determinadas) Ameaças (incluir relação das principais anteriormente determinadas Fortalezas (incluir relação das principais anteriormente determinadas) Debilidades (incluir relação das principais anteriormente determinadas) Uso da matriz para formular estratégias Análise de alavancagem de oportunidades; Análise de brechas

18 Concebendo Estrategicamente a Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia 18/18 Formulação de estratégias e foco Formulação de estratégias define, em linhas gerais:  grandes áreas de atuação futuras, temas científicos, macro- demandas de C&T a focar,  beneficiários, clientes e usuários a atender, que constarão dos objetivos estratégicos do Programa de PG. Estratégias devem também prever mudanças internas do Programa de PG, para aproveitar oportunidades e neutralizar ameaças. Objetivos e metas do Programa de PG devem ser alinhados com as estratégias definidas.


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