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SECTOR DOS TRANSPORTES TRANSPORTE FERROVIÁRIO. Quadro I.

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Apresentação em tema: "SECTOR DOS TRANSPORTES TRANSPORTE FERROVIÁRIO. Quadro I."— Transcrição da apresentação:

1 SECTOR DOS TRANSPORTES TRANSPORTE FERROVIÁRIO

2 Quadro I

3 Quadro II

4 APRESENTAÇÃO DO PROJECTO ALTA VELOCIDADE VELOCIDADE ELEVADA EM PORTUGAL

5 A localização geográfica de Portugal, enquanto parte integrante da Península Ibérica, obriga a uma coordenação de projectos com o país vizinho. A rede ferroviária actual, representa um conjunto de linhas autónomas, construídas na sua quase totalidade no séc. XIX e início do séc. XX. São, no geral, infra-estruturas desactualizadas e que já não servem as necessidades de transporte, quer em passageiros, quer em mercadorias AS RAZÕES DA NOVA REDE FERROVIÁRIA

6 A existência de uma bitola com dimensão diferente do standard europeu. – A Espanha está já em fase adiantada nessa transformação. – Portugal é obrigado a fazer, também, esta mudança sob pena de a actual rede ficar isolada e sem permitir qualquer ligação com a Espanha e com a Europa. O desenvolvimento económico e social do País implica a modernização da rede ferroviária, que terá uma função estruturante desse crescimento, se for realizada de forma adequada, articulada na nova rede ibérica, que está a nascer. AS RAZÕES DA NOVA REDE FERROVIÁRIA

7 A preservação do meio ambiente, profundamente afectado pela poluição dos tráfegos e pela excessiva ocupação do solo pelas vias rodoviárias, obriga a uma mais racional programação e utilização dos meios de transporte AS RAZÕES DA NOVA REDE FERROVIÁRIA

8 Pressupostos: –A nova infra-estrutura será financiada, como adiante se verá, com capitais públicos nacionais e europeus. –A nova infra-estrutura, de via dupla e bitola standard permite velocidades de circulação de, pelo menos, 220 km/h. Nalguns troços ou linhas serão de 350 Km/h. –A nova infra-estrutura permite sempre o tráfego de passageiros e mercadorias –Os corredores da ligação Lisboa-Madrid e Porto-Madrid permitem realizar um tempo de ligação inferior a 3 horas. A NOVA REDE FERROVIÁRIA

9 Pressupostos: –O corredor da ligação Lisboa-Porto escolhido, permite um tempo de percurso inferior a 1h15’. –A nova rede ferroviária nacional é coordenada e integrada numa rede ibérica, condição necessária às ligações propostas. –O cronograma de realização da obra será, também, condicionado, pelo desenvolvimento da nova rede em Espanha, de forma a maximizar os efeitos dessa integração na rede ibérica e europeia. A NOVA REDE FERROVIÁRIA

10 Pressupostos: –A nova rede obedece aos requisitos de procura que a tornam viável em termos de uma análise económica e social. –A nova rede apresentada, uma vez aprovada a nível nacional, constitui a base dos estudos a realizar, que deverão admitir eventuais alternativas. A NOVA REDE FERROVIÁRIA

11 DIAGRAMA DA REDE ESPANHOLA

12 DIAGRAMA DA NOVA REDE FERROVIÁRIA

13 Linha 1: LISBOA – PORTO – VIGO –Eixo Atlântico que liga o Centro e o Norte de Portugal com a Galiza Linha 2: LISBOA – CAIA – MADRID –Ligação entre as duas capitais da Península em passageiros e mercadorias – Ligação em Mercadorias, nomeadamente dos Portos de Sines e Lisboa. O SERVIÇO DA NOVA REDE FERROVIÁRIA

14 Linha 3: PORTO – MADRID (via Aveiro-Salamanca) –Permitirá ligar Porto – Madrid em cerca de 2h30’ e, em mercadorias, os pontos de Leixões e de Aveiro ao interior da Península, à Europa. Linha 4: LISBOA – FARO – HUELVA –Extensão da rede ao Sul do país, com ligação a Faro. Ligação a Madrid via Huelva e Sevilha. O SERVIÇO DA NOVA REDE FERROVIÁRIA

15 Como valor médio considerou-se, a preços de 2000, o custo de 6,5 M.Euros/km, resultado dos valores, que vêm sendo suportados, em construções em curso, com características similares. Este valor médio pondera as extensões de linha construídas em campo aberto e os percursos nas áreas urbanas, com custos mais onerosos. Os espaços das estações e a definição da sua localização em relação à malha urbana mais densa são elementos importantes no cômputo final dos custos. ANÁLISE DE CUSTOS

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17 Total executar1200 Km Prazo de obra14 anos Ritmos de execução600 Km – 5 anos 600 Km – 9 anos Custo médio (preços 2000)6,5 M.Euros. Comparticipação UE30% OE – Portugal70% Prazo do empréstimo30 anos(sem carência) Taxa de juro – Euribor 2,101% Spread-0,1% FINANCIAMENTO (Simulação)

18 FINANCIAMENTO

19 Inevitabilidade da reconversão total do sistema ferroviário nacional. O esquema agora proposto reflecte os conhecimentos existentes à data. Importante é que, à luz dos pressupostos hoje possíveis, o projecto seja realizável, com um grau de credibilidade aceitável. Os estudos, que vão ser desenvolvidos, permitirão uma melhor definição do projecto. NOTA FINAL

20 O estudo, agora apresentado, representa um grande desafio nacional, ao qual é necessário responder com capacidade profissional, rigor técnico e vontade de vencer. A sociedade portuguesa, no seu todo, melhor decidirá. NOTA FINAL

21 APRESENTAÇÃO DO PROJECTO ALTA VELOCIDADE VELOCIDADE ELEVADA EM PORTUGAL 4 de Março de 2004


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