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´TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E GASOSOS FORMULAÇÃO DE POLITICAS DE CONTROLE DA QUALIDADE DO AR PROF. REGINALDO MILANI.

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1 ´TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E GASOSOS FORMULAÇÃO DE POLITICAS DE CONTROLE DA QUALIDADE DO AR PROF. REGINALDO MILANI

2 INTRODUÇÃO A GESTÃO DA QUALIDADE DO AR INICIA PELO ATENDIMENTO À RECLAMAÇÕES COM OS INCÔMODOS CAUSADOS PELA POLUIÇÃO. O INICIO EFETIVO DO PROCESSO DE CONTROLE DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA ACONTECEU NO PÓS-GUERRA(45) PELO AUMENTO DAS TAXAS DE MORBIDADE E MORTALIDADE ESTABELECIDOS PADRÕES DE QUALIDADE AMBIENTAL – NIVEIS DE QUALIDADE QUE ATENDAM OBJETIVOS E ACEITOS PELA SOCIEDADE. A RESOLUÇÃO 03/90 ESTABELECE PADRÕES DE QUALIDADE DO AR

3 PADRÕES DE QUALIDADE DO AR PADRÕES PRIMÁRIOS DE QUALIDADE DO AR – REPRESENTAM AS CONCENTRAÇÕES DE POLUENTES QUE, ULTRAPASSADAS, PODERÃO AFETAR A SAÚDE PÚBLICA. SÃO ENTENDIDOS POR NÍVEIS MÁXIMOS TOLERÁVEIS DE CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS. PADRÕES SECUNDARIOS DE QUALIDADE DO AR - REPRESENTAM AS CONCENTRAÇÕES DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS ABAIXO DAS QUAIS SE PREVÊ O MINIMO EFEITO ADVERSO SOBRE O BEM ESTAR DA POPULAÇÃO, ASSIM COMO À FAUNA E FLORA.

4 TABELA DOS PADRÕES DE QUALIDADE DO AR, CONFORME CONAMA 03/90 POLUENTETEMPO DE AMOSTRAGEM PADRÃO PRIMARIO μg/m³ PADRÃO SECUNDÁRIO μg/m³ MÉTODO DE MEDIÇÃO Partículas totais Suspensão (PTS) 24 horas MGA Amostrador de grandes volumes Partículas Inaláveis (PI) 24 horas MAA Separação inercial/filtração Fumaça24 horas MAA Refletância. Dióxido de Enxofre (SO2) 24 horas MAA Pararosalinina Dióxido de Nitrogênio (NO2) 1 hora MAA Quimiluminescên- cia. Monóxido de Carbono (CO) 1 hora 8 horas (35 ppm) (9 ppm) (35 ppm) (9 ppm) Infravermelho não dispersivo. Ozônio1 hora160 Quimiluminescên- cia.

5 MEDIDAS DE CARATER PREVENTIVO REFEREM-SE À UTILIZAÇÃO DE AÇÕES QUE VISAM EVITAR E REDUZIR OS POLUENTES PARA PADRÕES PREVIAMENTE ACEITOS COMO ADEQUADOS. TAMBEM VISAM AFASTAR ESSES POLUENTES PARA LOCAIS COM MENOR POTENCIAL DE EXPOSIÇÃO E MENOR RISCO A SAÚDE PUBLICA E AO MEIO AMBIENTE. MEDIDAS PREVENTIVAS DEVEM SER UTILIZADAS SEMPRE QUE POSSIVEL, POIS SÃO IMPLANTAÇÕES MAIS SIMPLES E BARATAS, DEPENDENDO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL.

6 MEDIDAS DE CARATER PREVENTIVO PLANEJAMENTO TERRITORIAL E ZONEAMENTO É UMA DAS MAIS IMPORTANTES MEDIDAS PREVENTIVAS DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR. FALTA DE PLANEJAMENTO COM RELAÇÃO AO ZONEAMENTO DO USO DO SOLO PODE RESULTAR EM CONFLITOS DE INCOMPATIBILIDADE DE UMA MESMA ÁREA, ONDE SE MISTURAM FONTES EMISSORAS DE POLUENTES E RECEPTORES, GERANDO PROBLEMAS DE SAÚDE PÚBLICA. O P.T. Z. DEVE OBJETIVAR A LOCALIZAÇÃO ADEQUADA DE FONTES DIRETAS DE POLUIÇÃO DO AR. O PTZ DEVE PRIORIZAR O AFASTAMENTO DE FONTES DE POLUIÇÃO E RECEPTORES POTENCIAIS.

7 MEDIDAS DE CARATER PREVENTIVO PLANEJAMENTO TERRITORIAL E ZONEAMENTO PROIBIÇÃO CERTOS TIPOS DE FONTES EM ALGUMAS ÁREAS. FIXAÇÃO DE FAIXAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL E SANITÁRIA LIMITAÇÃO DO NUMERO DE FONTES DE POLUIÇÃO POR UNIDADE DE SUPERFÍCIE TERRITORIAL. USO DE CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS APROPRIADAS PARA DISPERSÃO, A FIM DE FIXAR HORÁRIOS DE CERTAS OPERAÇÕES E ATIVIDADES. REGULAMENTAÇÃO RESTRITIVA AO USO DE CERTAS MATÉRIAS PRIMAS, COMBUSTÍVEIS E PROC. INDUSTRIAIS. RESTRIÇÃO A LOCALIZAÇÃO DE POLOS DE ATRAÇÃO DE FONTE, COMO AEROPORTOS, SHOPPING CENTER, ETC.. PLANEJAMENTO DE SISTEMAS VIÁRIOS URBANOS.

8 MEDIDAS DE CARATER PREVENTIVO ELIMINAÇÃO E MINIMIZAÇÃO DE EMISSÕES. USO DE FONTES DE ENERGIA MENOS POLUIDORAS COM: 1.ENERGIA ELÉTRICA. 2.COMBUSTÍVEIS GASOSOS OU LIQUIDOS COM BAIXO TEOR DE ENXOFRE. ESSAS MUDANÇAS RESULTAM EM REDUÇÃO OU MESMO NA ELIMINAÇÃO POLUENTES RESULTANTES DA QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS. TAMBEM RESULTA EM BONS RESULTADOS A MUDANÇA DE CERTAS MATÉRIA-PRIMA OU TROCA DE PROCESSOS DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS OBJETIVANDO A REDUÇÃO OU ELIMINAÇÃO DAS EMISSÕES. VARIAS DESSAS MEDIDAS NÃO CAUSAM IMPACTO NA QUALIDADE NEM NA QUANT. PRODUTOS FABRICADOS.

9 MEDIDAS DE CARATER PREVENTIVO DILUIÇÃO EM CHAMINÉS. A DILUIÇÃO DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS POR MEIO DAS CHAMINÉS ALTAS É UMA TÉCNICA RECOMENDÁVEL COMO MEDIDA ADICIONAL PARA A MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE DISPERSÃO DOS POLUENTES RESIDUAIS NA ATMOSFERA. PORÉM, NÃO SEM ANTES TOMAR MEDIDAS ANTERIORMENTE CITADAS, COMO, PRO EXEMPLO A PRODUÇÃO MAIS LIMPA.

10 MEDIDAS DE CARATER CORRETIVO REFEREM-SE À INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ADICIONAIS COM A FINALIDADE DE COLETAR OS POLUENTES EVITANDO QUE ELES SEJAM LANÇADOS NA ATMOSFERA. SISTEMAS SECOS: 1.COLETORES GRAVITACIONAIS. 2.COLETORES INERCIAIS. 3.COLETORES CENTRÍFUGOS (CICLONE). 4.FILTRO DE TECIDOS. 5.PRECIPITADORES ELETROSTÁTICOS.

11 MEDIDAS DE CARATER CORRETIVO SISTEMAS ÚMIDOS: 1.LAVADOR COM PRÉ-ATOMIZAÇÃO (TORRE TIPO SPRAY) 2.LAVADOR COM ATOMIZAÇÃO PELO GÁS (VENTURI). 3.TORRE DE ENCHIMENTO. 4.LAVADOR DE DISCO. 5.FILTRO ELETROSTÁTICO ÚMIDO. 6.LAVADOR CICLÔNICO. CONTROLE DE GASES E VAPORES: 1.TORRE DE ABSORÇÃO (T. ENCHIMENTO, T. PRATO). 2.LEITO DE ABSORÇÃO. 3.INCINERADORES DE GÁS. 4.CONDENSADORES.

12 EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DE MATERIAL PARTICULADO. COLETORES GRAVITACIONAIS. PRINCIPIO: DEPOSIÇÃO GRAVITACIONAL.

13 EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DE MATERIAL PARTICULADO COLETORES CENTRIFUGOS – CICLONES. PRINCIPIO: FORÇA CENTRIFUGA.

14 EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DE MATERIAL PARTICULADO COLETORES ÚMIDOS: FILTRO DE MANGA. PRINCIPIO: FILTRAGEM POR TECIDO.

15 EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DE MATERIAL PARTICULADO PRECIPITADORES ELETROSTÁTICOS. PRINCIPIO: IONIZAÇÃO DO FLUXO DE AR PELA DIFERENÇA DE POTENCIAL.

16 EQUIPAMENTOS DE ABSORÇÃO DE GASES E VAPORES LAVADORES DE GÁS.

17 EQUIPAMENTOS DE ABSORÇÃO DE GASES E VAPORES LAVADOR TIPO TORRE DE SPRAY.

18 EQUIPAMENTOS DE ABSORÇÃO DE GASES E VAPORES LAVADOR TIPO VENTURI:

19 EQUIPAMENTOS DE ABSORÇÃO DE GASES E VAPORES LAVADOR TIPO TORRE DE ENCHIMENTO:

20 EQUIPAMENTOS DE ABSORÇÃO DE GASES E VAPORES MATERIAL DE ENCHIMENTO: ANEIS DE RASCHIG.

21 EQUIPAMENTOS DE ABSORÇÃO DE GASES E VAPORES INCINERAÇÃO DE RESÍDUOS GASOSOS. INCINERADOR CATALÍTICO.

22 EQUIPAMENTOS DE ABSORÇÃO DE GASES E VAPORES INCINERAÇÃO DE RESÍDUOS GASOSOS. FLARES:

23 EQUIPAMENTOS DE ABSORÇÃO DE GASES E VAPORES CATALISADOR VEICULAR:


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