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Semiologia e Anamnese na Avaliação Inicial de Pacientes para Prescrição Gleudson Alves Xavier Manaus - 2014.

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Apresentação em tema: "Semiologia e Anamnese na Avaliação Inicial de Pacientes para Prescrição Gleudson Alves Xavier Manaus - 2014."— Transcrição da apresentação:

1 Semiologia e Anamnese na Avaliação Inicial de Pacientes para Prescrição Gleudson Alves Xavier Manaus

2 Sobre o Docente Gleudson Alves Xavier Enfermeiro, graduado pela Universidade Estadual do Ceará – UECE Especialista em Unidade de Terapia Intensiva – UECE Mestrando do Programa de Pós-Graduação Cuida dos Clínicos em Enfermagem e Saúde – UECE Atua como plantonista da UTI respiratória do Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (HM) e docente da Faculdade Metropolitana de Fortaleza - FAMETRO

3 Objetivos da Aula Objetivo Geral Desenvolver habilidades de avaliação inicial de pacientes para prescrição, considerando o processo saúde-doença, no contexto sócio- econômico-político e cultural como subsídio para a prática clínica.

4 Objetivos Específicos Estudar a comunicação e documentação de informações. Desenvolver habilidades e técnicas de entrevista para condução da anamnese com sucesso. Conhecer os métodos propedêuticos necessários ao desenvolvimento do exame físico dos grandes sistemas corporais. Compreender a aplicação dos fundamentos teóricos semiológicos no reconhecimento de sinais e sintomas nos diferentes sistemas.

5 Tópicos para Discussão Importância da semiologia Semiologia (sintomas x sinal x síndrome ) Anamnese (sintomas) Anamnese (hábitos) Anamnese: objetivo do exame físico Anamnese farmacêutica: como fazer Anamnese- ação de apoio farmacêutico Anamnese farmacêutica: - modelo de ficha

6 Tópicos para Discussão Anamnese- estrutura (identificação, fonte da historia, queixa principal e a duração, história da doença atual, historia patológica pregressa, histórica familiar, historia pessoal e social, interrogatório por órgãos e aparelhos) Cases que exemplificam o conteúdo abordado.

7 Cenário Atual RESOLUÇÃO Nº 586 DE 29 DE AGOSTO DE 2013* Art. 5º - O farmacêutico poderá realizar a prescrição de medicamentos e outros produtos com finalidade terapêutica, cuja dispensação não exija prescrição médica... § 1º - O exercício deste ato deverá estar fundamentado em conhecimentos e habilidades clínicas que abranjam boas práticas de prescrição, fisiopatologia, semiologia, comunicação interpessoal, farmacologia clínica e terapêutica. *http://www.crfms.org.br/upload/resolucao-no-586-de-29-de-agosto-de-2013.pdf

8 Cenário Atual Art. 6º - O farmacêutico poderá prescrever medicamentos cuja dispensação exija prescrição médica, desde que condicionado à existência de diagnóstico prévio e apenas quando estiver previsto em programas, protocolos... § 1º - Para o exercício deste ato será exigido, pelo Conselho Regional de Farmácia de sua jurisdição, o reconhecimento de título de especialista ou de especialista profissional farmacêutico na área clínica, com comprovação de formação que inclua conhecimentos e habilidades em boas práticas de prescrição, fisiopatologia, semiologia, comunicação interpessoal, farmacologia clínica e terapêutica.

9 Importância da Semiologia Semiologia ou Propedêutica: Estudo dos sinais e sintomas das doenças humanas. Etimologicamente: grego Semeîon – sinais Lógos – tratado, estudo Importante para o diagnóstico das enfermidades e problemas de saúde

10 Semiologia (sintomas x sinal x síndrome )

11 Sintoma: Queixa subjetiva Paciente refere Não pode ser mensurada Sem comprovação por meio de aparelhos Exemplos: dor torácica (dor no peito), tontura, etc.

12 Semiologia (sintomas x sinal x síndrome ) Sinal: Dado objetivo → achado de exame físico Paciente refere ou não → profissional percebe Pode ser comprovado por aparelhos Pode ser mensurado Exemplos: Edema, ascite, hipertermia, etc.

13 Semiologia (sintomas x sinal x síndrome ) Síndrome: É um conjunto de sinais e sintomas típicos de uma determinada doença. Exemplo: Síndrome da ICC - fadiga, falta de ar (dispneia) e edema nos MMII

14 Anamnese (sintomas) Como conseguir os dados subjetivos? Entrevista/ Anamnese Anamnese: objetivo do exame físico Do grego ana, trazer de novo e mnesis, memória Entrevista realizada pelo profissional de saúde Busca detalhes para auxílio diagnóstico e terapêutico

15 Anamnese Farmacêutica (Como fazer?) Como entrevistar o paciente? Ambiente Barreiras linguísticas – Avaliar compreensão Confidencialidade Vínculo terapêutico – escuta ativa Perguntas abertas ≠ Perguntas fechadas Linguagem verbal e não verbal (corporal) Perguntas específicas

16 Anamnese (como fazer) 1.Dados biográficos 2.Queixa principal 3.História clínica 4.História familiar 5.História psicossocial 6.Nível de estresse 7.Atividades de vida diária (hábitos)

17 Anamnese (Perguntas específicas ) 1.Dados biográficos Identificação 2. Queixa principal Método PQRST –P - Provocativo ou paliativo –Q - Qualidade ou quantidade –R - Região ou radiação –S - Severidade (gravidade/intensidade) –T - Tempo

18 Anamnese (Perguntas específicas) 3. História clínica –Hospitalizações anteriores –Doenças na infância –Situação vacinal –Tratamentos de saúde –Cirurgias, alergias e doenças crônicas

19 Anamnese (Perguntas específicas) 4. História familiar –Doenças genéticas –Usar heredograma

20 Anamnese (Perguntas específicas) 5. História psicossocial Como o paciente vê a si próprio, seu lugar na sociedade e relações com outras pessoas Mudanças no estilo de vida Relação familiar e R$

21 Anamnese (Perguntas específicas) 6. Nível de estresse Demandas emocionais Pressões sociais Esforço físico Reações ao estresse Administração de estresse recente

22 Anamnese (Perguntas específicas) 7. Atividades de vida diária (hábitos) Descrição de dia típico da rotina Revela o que é “normal” para o paciente Questionamentos levam em consideração –Dieta e eliminação –Exercícios e sono –Trabalho e lazer –Uso de tabaco, álcool e drogas ilícitas –Religião

23 Anamnese farmacêutica: - modelo de ficha

24 Exame Físico Geral Conhecimentos prévios Anatomia Fisiologia Ferramentas diagnósticas de avaliação clínica Métodos propedêuticos – Inspeção – Palpação – Percussão – Ausculta

25 Exame Físico Geral Métodos Propedêuticos Inspeção Exploração feita usando a visão Investiga-se a superfície corporal e as partes mais acessíveis das cavidades Pode ser panorâmica ou localizada O examinador deve dispor de boa iluminação Desnudar a região a ser examinada por partes

26 Exame Físico Geral Métodos Propedêuticos Palpação Exame do corpo através do tato (impressões sobre a parte superficial) e da pressão (impressões sobre partes mais profundas) Avaliação da textura, espessura, consistência, sensibilidade, volume, dureza, frêmito, flutuação, elasticidade, edema e etc Tipos de palpação - simples, bimanual, bimanual combinada, dorso da mão, digitopressão...

27 Exame Físico Geral Métodos Propedêuticos Percussão Baseia-se no princípio de que ao golpear um ponto qualquer do organismo, origina-se vibrações com características próprias quanto à intensidade, timbre e tonalidade. Tipos de percussão: Direta (borda da mão) e indireta (dígito-digital, punho-pressão) Tipos de sons: maciço, sub-maciço, timpânico, claro pulmonar.

28 Exame Físico Geral Métodos Propedêuticos Aulsculta Difundida a partir do século XIX com o desenvolvimento do estetoscópio Composto por olivas auriculares, armação metálica provida de mola, tubo de borracha, receptor Campânula: sons de baixa frequência Diafragma: ausculta em geral

29 Exame Físico Geral Olfato como recurso diagnóstico A percepção de odores poderá fornecer indicação diagnóstica Em determinadas enfermidades odores diferentes são eliminados em decorrência de secreções

30 Exame Físico Geral Instrumentos e Aparelhos utilizados para avaliação semiológica Balança Fita métrica Abaixador de língua Lanterna Martelo de reflexos Lápis dermográfico Estetoscópio Termômetro Tensiômetro Agulha Algodão Otoscópio Oftalmoscópio

31 Exame Físico Geral Inclui uma pesquisa geral através da: Determinação dos sinais vitais Determinação da altura e peso Exame de todos os órgãos e sistemas corporais

32 Exame Físico Geral Preparo profissional Lavar mãos antes de iniciar o exame Evitar trocas de posição frequentes Seguir o sentido céfalo-caudal Preparo do paciente Acomodar o paciente confortavelmente Explicar o procedimento ao paciente solicitando sua colaboração Preparo do ambiente

33 Exame Físico Geral Sequência do Exame Físico Verificação dos sinais vitais Interrogatório por órgãos e aparelhos Avaliação da pele Cabeça e pescoço Sistema neurológico Tórax (pulmão, coração, mamas e axilas) Abdômem Genitália e reto Sistema músculo esquelético

34 SINAIS VITAIS Exame Físico Geral O que são? Quais são? Com que objetivos os verificamos?

35 Exame Físico Geral Verificação dos SSVV Pulso Objetivos da Verificação Valores normais Técnica Locais de pulso Pulso apical X pulso periférico

36 Exame Físico Geral Verificação dos SSVV Pressão Arterial Objetivos da Verificação Valores normais Técnica

37 Exame Físico Geral Verificação dos SSVV Temperatura Objetivos da Verificação Valores normais Tipos de febre - remitente - Intermitente - recorrente Tipos de termômetros Técnica

38 Valores da Temperatura NomenclaturaValor HipotermiaAbaixo de 36° Normotermia36 – 36,8° C Febrícula36,9 – 37,4° C Estado Febril37,5 – 38° C Febre38 – 39° C Pirexia / hipertermia39.1 – 40° C HiperpirexiaAcima de 40° C

39 Exame Físico Geral Verificação dos SSVV Frequência respiratória Objetivos da Verificação Valores normais Técnica

40 Interrogatório por órgãos e aparelhos Pele Achados comuns no processo de desenvolvimento Lanugem Verniz caseoso Linha nigra Cloasma gravídico Estrias gravídicas Púrpura senil

41 41 Interrogatório por órgãos e aparelhos Pele 1) Investigação de informações 2) Exame físico - Inspeção - Palpação Atenção ! Iluminação adequada Paciente confortável Privacidade para desnudamento

42 42 Interrogatório por órgãos e aparelhos Pele – Investigação de informações Já teve alguns problema cutâneo antes? Há quanto tempo surgiu...? Associou a alguma coisa? Sabe como começou? Foi de repente ou gradual? Qual o ponto que foi afetado primeiro? Qual era o aspecto quando apareceu?

43 43 Interrogatório por órgãos e aparelhos Pele – Investigação de informações De que forma se disseminou? Apresenta prurido, queimação, formigamento, perda de sensibilidade? O que faz piorar? Alimento, remédio, cosmético, época do ano? Investigar medicamentos em uso ou medidas caseiras / populares.

44 Interrogatório por órgãos e aparelhos Pele – Investigação de informações 1.Coloração - Palidez, cianose, eritema, icterícia, hipocromia, albinismo 2.Temperatura – Hipotermia e Hipertermia 3.Umidade – Prespiração, desidratação, edema (+/4+) 4.Textura – normal, atrofica e hipertófica 5.Mobilidade e Turgor 6.Sensibilidade 44

45 45 Sardas ou Efélides

46 46 Nevos

47 47 Lesão Benigna: Simétrica, bordas regulares, normocrômica, pequenas

48 48 Lesão Duvidosa: Assimétricas, bordas irregulares, enegrecidas e grandes

49 49 Interrogatório por órgãos e aparelhos Regra do ABCDE para avaliação de lesões Assimetria: a lesão não é regularmente redonda ou oval Borda: irregular, com chanfraduras e margens mal definidas Cor: varia ç ão entre marrom, preto, azul, vermelho, branco Diâmetro: superior a 6 mm Elevação: acima da espessura da pele

50 50 Interrogatório por órgãos e aparelhos Exame Físico: Cabeça e Pescoço Métodos Propedêuticos Inspeção e Palpação

51 Interrogatório por órgãos e aparelhos Exame Físico: Cabeça e Pescoço Tamanho do Crânio Forma do crânio Consistência da tábua óssea Fontanelas e suturas

52 Interrogatório por órgãos e aparelhos Exame Físico: Cabeça e Pescoço Superfície - Saliências: tumores, tumefações, hematomas - Depressões: afundamentos -Pontos dolorosos Cabelo Distribuição, quantidade e coloração

53 Interrogatório por órgãos e aparelhos Couro Cabeludo -Lesões -Higiene -Seborréia -Parasitos -Cicatrizes

54 Interrogatório por órgãos e aparelhos Face Forma - ovóide, triangular, redonda Simetria - simétrica, assimétrica (paralisia facial, edema, hematomas, depressões). Expressão Fisionômica - humor, alegria, irritação, desânimo, dor

55 Interrogatório por órgãos e aparelhos Olhos Globo ocular Pupila Iris Córnea Pálpebras e cílios Conjuntiva e esclera

56 Interrogatório por órgãos e aparelhos Ouvidos Pavilhão Auditivo - implantação, forma, coloração e tamanho Conduto Auditivo - cerume, corpo estranho, otorragia, otorréia Membrana Timpânica - opacidade, cor, odor, perfuração, abaulamento

57 Interrogatório por órgãos e aparelhos Nariz, Garganta e seios da face Inspeção e palpação Técnica de transiluminação Boca Lábios Dentes Gengivas Língua Palatos duro e mole ATM

58 Interrogatório por órgãos e aparelhos Pescoço Inspecionar e Palpar (técnica) Simetria Amplitude de movimento Gânglios Linfáticos Traquéia Tireóide

59 Interrogatório por órgãos e aparelhos Traquéia Localiza-se normalmente na linha média Palpação - coloque o indicador sobre a traquéia na chanfradura esternal - deslize o dedo para um lado e para o outro - o espaço deve ser simétrico dos dois lados

60 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tireóide Inspeção estática/dinâmica e palpação Pode apresentar alteração de volume: -Aumentado -Difuso -Segmentado -Bócio -TU de tireóide

61 Interrogatório por órgãos e aparelhos -Achados no Pescoço -Rigidez de nuca -Opistótomo -Torcicolo -Movimentos involuntários -Linfonodos túrgidos -Massas no pescoço ou mediastino

62 Exame Físico do Tórax Pulmão e Coração Interrogatório por órgãos e aparelhos

63 Tórax Linhas anatômicas Linha medio esternal Linha paraesternal esquerda e direita Linha hemiclavicular esquerda e direita Linhas axilar anterior, média e posterior Linha medio espinhal ou vertebral Linha escapular esquerda e direita

64 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax - Levantamento de dados -História familiar e doenças anteriores -Uso de medicação -Dor ou desconforto no peito -Fadiga / dispnéia (repouso/esforços) -Edema / turgência de jugulares -Síncope / palpitações

65 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax Inspeção, palpação, percussão e ausculta Posicionamento do paciente - Deitado - Sentado

66 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax Inspeção Estática - forma do tórax - abaulamentos ou depressões Dinâmica - tipo respiratório - ritmo e frequência da respiração - amplitude dos movimentos respiratórios - expansibilidade dos pulmões

67 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax Inspeção Formas do tórax Tórax Chato Tórax em Tonel Tórax em Sino Tórax Cifótico Tórax Cifoescoliótico Tórax Infundibiliforme Tórax Cariniforme

68 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax Inspeção Tipo Respiratório –Torácica ou Costal –Diafragmática ou abdominal Ritmo Respiratório –Normal –Respiração Dispneica –Respiração de Cheyne-Stokes –Kussmaul –Biot ou Atáxica

69 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax Inspeção Geral: Desconforto / respiração Focalizada: Pele: cianose,temperatura,xantelasmas Pescoço: turgência de veias jugulares Tórax: movimento cardíaco visível, aspecto da caixa torácica

70 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax Palpação –Estrutura da parede torácica –Expansibilidade ou mobilidade –Ápices –Bases –Frêmito toracovocal –pulsações

71 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax - pulmão Percussão – sequência, sons e significados

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73 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax – coração Percussão Entre 4º e 5º espaços intercostais da linha axilar anterior esquerda à axilar anterior direita Achado: macicez

74 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax - pulmão Ausculta – Pontos de ausculta – Tipos de Sons Normais - Traqueal -Brônquico -Broncovesicular -Vesicular Adventícios - Roncos - Sibilos - Atrito Pleural

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76 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax - coração Ausculta - Focos Aórtico - 2º espaço intercostal, na linha paraesternal direita Pulmonar- 2º espaço intercostal, na linha paresternal esquerda Mitral - 5º espaço intercostal, na linha hemiclavicular esquerda Tricúspide - 5º espaço intercostal, na linha paraesternal esquerda Ponto de Erb - 3º espaço intercostal, na linha paraesternal

77 Focos de Ausculta

78 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax - coração Ausculta B1 – fechamento das válvulas AV (mitral e tricúspide) Audível no início da sístole ventricular TUM Área Mitral Som de ápice

79 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax - coração Ausculta B2 – fechamento das válvulas semilunares (aórtica e pulmonar) Audível no fim da sístole TÁ Som de base Intervalos entre B1 e B2 menor que entre B2 e B1

80 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tórax – coração Ausculta Outros achados Bulhas irregulares: B3 e B4 Sopros ruído causado por fluxo turbulento ou correntes de colisão devido a defeitos nas válvulas, baixa viscosidade do sangue (anemia) ou aumento da velocidade sanguínea Atrito ruído alto e rangente (lixa) - pericardite

81 Exame Físico do Abdome Interrogatório por órgãos e aparelhos

82 82 Interrogatório por órgãos e aparelhos Abdômen Delimitação Anatômica

83 83 Interrogatório por órgãos e aparelhos Condições para o Exame Físico Luz ambiente homogênea e forte Expor o abdômen Bexiga vazia do indivíduo Decúbito dorsal, braços laterais e joelhos dobrados ou sobre um travesseiro Examinar as regiões dolorosas por último Aumente o relaxamento/distração Instrumentos: estetoscópio, régua, caneta

84 84 Interrogatório por órgãos e aparelhos Inspeção Abdome plano, com ligeira elevação na porção inferior e depressão na porção superior Rede venosa superficial não é visível Pode-se observar pulsação aórtica mediana supra umbilical em magros A forma e o volume variam com a idade, sexo, estado de nutrição

85 85 Interrogatório por órgãos e aparelhos Inspeção Tipos de Abdome Globoso Ventre de Batráquio Pendular Avental Escavado

86 86 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tipos de abdômen Globoso Aumentado globalmente de tamanho Diâmetro ântero-posterior maior que o transverso Exemplos: Gravidez, ascite, obesidade, obstrução intestinal, tumores policísticos de ovário

87 87 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tipos de Abdômen Ventre de Batráquio Diâmetro Transverso maior que ântero- posterior Ex: Ascite em regressão (pressão nas laterais)

88 88 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tipos de Abdômen Pendular Protusão da parte inferior pelas vísceras Ex: Flacidez puerperal

89 89 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tipos de abdômen Avental Porção inferior cai nas coxas Ex: Obesos

90 90 Interrogatório por órgãos e aparelhos Tipos de abdômen Escavado Retração da parede abdominal Ex: Pessoas muito magras

91 91 Interrogatório por órgãos e aparelhos História Clínica - Apetite - Disfagia - Intolerância alimentar - Dor abdominal - Náuseas/vômitos - Hábitos intestinais - História abdominal pregressa - Medicamentos - Avaliação nutricional

92 92 Interrogatório por órgãos e aparelhos Disfagia Pirose Dor esofageana Regugitacão Eructacão Soluço Sialose Odinofagia Vômitos Hematêmese Constipacão Diarréia Distensão abdominal Flatulência Tenesmo Prurido anal Meteorismo Epigastralgia Cicatriz umbilical Herniações Achados no Abdome

93 93 Interrogatório por órgãos e aparelhos Ausculta Deve sempre preceder a percussão e a palpação, para não alterar o sons abdominais Ruídos hidroaéreos (RHA) ou ruídos peristálticos são decorrentes da movimentação de ar e líquidos no intestino delgado Ocorrem a cada 5 a 30 vezes por minuto, numa média de 8 murmúrios hidroaéreos por minuto Borborigmo (roncos)

94 94 Interrogatório por órgãos e aparelhos Percussão Avaliar a densidade relativa dos conteúdos abdominais, localizar órgãos e avaliar a presença de possíveis líquidos ou massas anormais Percuta para limitar o tamanho dos órgãos Os sons variam conforme o tamanho das vísceras, a quantidade de sólidos, líquidos e gases

95 95 Interrogatório por órgãos e aparelhos Percussão O som predominante é o timpanismo, próximo as vísceras ocas Maciez ocorre sobre a bexiga distendida, tecido adiposo, líquido ou massas Hipertimpanismo está presente na distensão gasosa

96 96 Interrogatório por órgãos e aparelhos Palpação Mãos devem estar aquecidas Observar se há dor Fazer inicialmente a palpação superficial Aproveitar a fase inspiratória para aprofundar a palpação Distrair o paciente, para relaxá-lo Observar suas reações Verificar sensibilidade, mobilidade, consistência dos órgãos

97 97 Interrogatório por órgãos e aparelhos Estruturas Normalmente Palpáveis rebordo costal borda hepática normal rim normal, pólo inferior ceco/cólon ascendente útero gravídico bexiga cheia sigmóide (pode haver hipersensibilidade) bordas laterais do músculo reto abdominal

98 98 Interrogatório por órgãos e aparelhos Palpação Pontos Dolorosos Gástrico ou xifoidiano Cístico ou Biliar Apendicular ou de McBurney

99 99 Interrogatório por órgãos e aparelhos Palpação Ponto Gástrico ou xifoidiano Localização: abaixo do apêndice xifóide Observado na cólica biliar, afecções do estômago, e duodeno e nos processos inflamatórios do estômago e duodeno

100 100 Interrogatório por órgãos e aparelhos Palpação Ponto Biliar ou Cístico Dor inesperada durante a inspiração e à compressão do ponto cístico. Observado na colecistite. Sinal de Murphy – irritação da vesícula biliar

101 101 Interrogatório por órgãos e aparelhos Palpação Ponto Apendicular ou de McBurney Compressão com os quatro dedos, a dois terços da linha que une a espinha ilíaca (ântero-superior) a cicatriz umbilical A descompressão dolorosa ou Blumerg + pode indicar apendicite e peritonite

102 102 PALPAÇÃO DOS ÓRGÃOS ABDOMINAIS

103 Interrogatório por órgãos e aparelhos Palpação Baço Fígado

104 Interrogatório por órgãos e aparelhos Avaliação de MMSS e MMII Movimento - Força - Amplitude Marcha Movimentos finos

105 Desafio Associar o conhecimento semiológico ao farmacológico com o intuito de prescrever corretamente os fármacos

106 Cases que exemplificam o conteúdo abordado. Caso Clínico: P.S.A., 67 anos, masculino, foi admitido na emergência um hospital por acidente vascular hemorrágico. Alfabetizado. Conhece pouco sobre seu estado de saúde atual. Natural e procedente de Fortaleza. Casado há dois anos. Mora em casa com rede de esgoto e água encanada. História de hospitalização há um ano por hepatopatia. Não faz uso de nenhuma medicação. Etilista diário há mais de 10 nos. Tabagista há doze anos. Queixa-se de cefaléia. Orientado, porém torporoso, apresentando responsividade somente quando estimulado por sensação dolorora. Verbaliza pouco com dificuldade; devido ao aparente ritmo respiratório de Kussmaul. Apetite reduzido. Alimenta-se mal, segundo os familiares, dietas hipercalóricas e hipoproteicas. Hemodinamicamente ela está: febril, hipertenso, taquisfígmico e taquipneico. Ausculta pulmonar apresentando murmúrios vesiculares audíveis e inalterados. Couro cabeludo íntegro, porém com pediculose. Reduzida acuidade visual. Septo nasal retilíneo e limpo. Pavilhão auricular preservado. Região cervical ausente de tumefações. Pele ressecasa e hiperemiada em extremidades ósseas. Mamas ausentes de nódulos aumentados. Bulhas audíveis e normofonéticas a ausculta cardíaca. Abdômen distendido e tenso com área hepática aumentada. Apresenta timpanismo e submacicez a percussão abdominal respectivamente nas áreas do estômago e fígado. Genitália externa higienizada. Bolsa escrotal com volume alterado, sendo evidenciado hidrocele. Atividade motora preservada. Membros inferiores e superiores com pulsos periféricos palpáveis e sem restrições de movimento. Evacua diariamente pela manhã e apresenta diurese concentrada e com odor desagradável.

107 Referências Bibliográfica ANDRIS, Deborah A. et al. Semiologia – Bases para a prática assistencial __ Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, BAIKIE, Peggy D. Sinais e Sintomas __ Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, PORTO, Celmo Celeno – Semiologia Médica_Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, POTTER, P.A. et al. Semiologia em Enfermagem. Rio de Janeiro: 4ª edição. Reichmann e Affonso Editora, 2002.

108 Usar os slides padrão do ICTQ; No inicio da apresentação, informar o Tema da aula e todas as Pós presentes; Breve Curriculum; Objetivo da Aula; Tópicos para discussão; Cenário atual; Título da aula; Desafios; No final da apresentação informar as Referências Bibliográficas ; Formatação: fonte arial, tamanho mínimo de 28, cor preta; Evitar ao máximo uso de textos com mais de três linhas em cada slide; Priorizar a montagem de slides no modelo de “tópicos” de discussão; É permitido o uso de imagens de ilustração;


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