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Métodos propedêuticos no exame físico simplificado: Inspeção, Palpação, Percussão e Ausculta. Prof. Bruno Silva Semiotécnica e Semiologia I.

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1 Métodos propedêuticos no exame físico simplificado: Inspeção, Palpação, Percussão e Ausculta. Prof. Bruno Silva Semiotécnica e Semiologia I

2 Exame físico geral realizado pelo profissional enfermeiro O Exame físico compreende no levantamento das condições globais do paciente, tanto físicas como psicológicas, no sentido de buscar informações significativas para a enfermagem que possam subsidiar a assistência a ser prestada ao paciente. Os passos propedêuticos a serem empregados no exame físico são inspeção, palpação, percussão e ausculta, passos estes que devem ser realizados a partir da utilização dos sentidos da visão, audição, tato e olfato. Esses sentidos podem ser ampliados começando-se da utilização instrumental como estetoscópio, olftamoscópio, fita métrica, termômetro, espátulas, etc (BARROS, 2002).

3 INSPEÇÃO É um procedimento propedêutico, primeiro do exame físico, baseado no sentido da visão para averiguar ou inspecionar o aspecto, a cor, a forma, o tamanho e o movimento dos diversos segmentos corporais. Identifica condições clinicas visíveis a olho nu, como lesões cutâneas, cateteres, sondas...

4 Na INSPEÇÃO observamos: Estado geral: descrever a aparência do paciente classificando-a em bom estado geral, regular estado geral ou mal estado geral., Nível de consciência: observar lucidez, diálogo avaliando conexão dos assuntos. Estado nutricional: observar aceitação da dieta por via oral, se é por sonda ou se faz uso de algum suporte nutricional. Observar nível de hidratação, caquexia, obesidade,...

5 Na INSPEÇÃO observamos (cont.): Linguagem: comunicação do paciente (verbal ou gestual), afonia, disártrico, taquilalia ou fala pastosa. Movimentação e postura: deambula? Cadeira de rodas?, Posição que mais prefere ficar e em qual refere dor ?. Coloração da pele, mucosa e hidratação: palidez, descamações, prurido, icterícia, verificar a consistência e integridade. Higiene: sujidades e odores (roupas também).

6 INSPEÇÃO Podemos dizer que é a primeira avaliação feita pelo enfermeiro quando entra em contato com o paciente quando consiste numa ampla observação do estado geral do paciente sendo uma visão do conjunto é superficial. Abordando: nível de consciência, estado nutricional, postura, higiene, tipo de fala...

7 TIPOS DE INSPEÇÃO A inspeção pode ser: estática e dinâmica. A estática é realizada com o paciente em repouso, observando os contornos anatômicos ou as partes estanques do corpo, como, por exemplo, a forma do tórax e a cabeça. Na dinâmica se observa os movimentos de determinado segmento. Ex:amplitude respiratória

8 Sobre a INSPEÇÃO podemos dizer: Serve para: Superfície Corporal e Partes acessíveis das cavidades em contato com o exterior. Pode ser: Panorâmica ou localizada e Olho nu ou com auxílio de lupa. O que é importante? Dispor de iluminação adequada, Descobrir a região a ser inspecionada e ter em mente as características de normalidade da área em questão.

9 PALPAÇÃO É baseada no tato e na pressão, especificamente, no toque sobre as superfícies dos segmentos corporais para detectar modificações da textura, volume, forma, espessura, consistência, flutuações, frêmitos, sensibilidade táctil e dolorosa, elasticidade, temperatura, localização dos órgãos, presença de edemas, massas. A palpação pode ser superficial ou profunda. Existem varias técnicas de palpação.

10 Palpação com a mão espalmada, usando-se toda a palma de uma ou de ambas as mãos.

11 Palpação com uma das mãos sobrepondo-se à outra.

12 Palpação com a mão espalmada, usando-se apenas polpas digitais e a parte ventral dos dedos.

13 Palpação usando-se o polegar e o indicador formando uma pinça.

14 Palpação com o dorso dos dedos ou das mãos.

15 Digitopressão- realizada com a polpa do polegar ou do indicador.

16 Puntipressão- compressão com objeto pontiagudo em ponto do corpo.

17 Vitropressão - compressão da pele com uma lâmina de vidro, através da qual se verifica a condição da pele. Difere como exemplo eritema de púrpura.

18 Fricção com algodão - para avaliação de sensibilidade.

19 Com a PALPAÇÃO podemos... Recolhe dados através: do tato - impressões sobre a parte mais superficial da estrutura. da pressão - impressões sobre a parte mais profunda. Objetivos Reconhecimento de modificações relacionadas a: Textura, Espessura, Consistência, Sensibilidade, Volume, Dureza, Flutuação, Elasticidade....

20 PERCUSSÃO Consiste na utilização do tato e da audição, para provocar e ouvir os sons de golpes leves, planejados, articulados e direcionados para delimitar órgãos, detectar coleção de líquido ou ar e perceber formações fibrosas teciduais. Esses golpes dão origem a vibrações sonoras que têm características próprias quanto à intensidade, timbre e tonalidade, dependendo da estrutura anatômica percutida, e permitem também a obtenção de impressões sobre a resistência que a região golpeada oferece. Quanto mais densa a área percutida maior será o som, mais breve e menos discernível

21 Classificação dos sons Som maciço (cabeceira da cama / parede / bloco de madeira) transmite a sensação de dureza e resistência, é encontrado em regiões desprovidas de ar. É decorrente da percussão de regiões sólidas. EX: coxa (músculo), fígado, coração, baço e rins. Som Submaciço é a variação de som maciço, ocorre devida presença de ar em quantidade restrita. EX: parênquima pulmonar e um órgão sólido – infecção de um lobo pulmonar.

22 Classificação dos sons (cont.) Som Timpânico ( caixa vazia / pequeno tambor) é encontrado em cavidades fechadas, recobertas por membranas flexíveis, que contenham ar. Acompanha a sensação de elasticidade. EX: intestinos e traube (fundo do estômago). Som Pulmonar (colchão de mola / caixa com pedaços de isopor / livro grosso colocado sobre a mesa). Resultadoa das vibrações pulmonares e das respectivas vias aéreas transmitidas à parede torácica

23 Percussão direta - é realizada golpeando-se diretamente com as pontas dos dedos a região alvo.

24 Percussão dígito-digital: Executa-se golpeando com a borda ungueal do dedo médio da mão direita na superfície dorsal da 2ª falange do dedo médio ou indicador da outra mão. Dedo que golpeia - plexor Dedo que recebe o golpe plexímetro

25 Punho-percussão - mantendo-se a mão fechada, golpeia-se com a borda cubital a região estudada e averigua-se a ocorrência de sensação dolorosa.

26 Percussão com a borda da mão - os dedos ficam estendidos e unidos, golpeando-se a região desejada com a borda ulnar, averiguando-se a ocorrência de sensação dolorosa.

27 Percussão por piparote - com uma das mãos o examinador golpeia o abdome por piparotes (golpes com dedo indicador), enquanto a outra espalmada na região contralateral, procura captar ondas líquidas contra a parede abdominal.

28 Com a PERCURSSÃO podemos... Detectar vibrações obtidas pelo golpeamento direcionado a um ponto qualquer do organismo. Observar que cada estrutura anatômica percutida tem características próprias quanto à: - Intensidade - Timbre - Tonalidade

29 AUSCULTA procedimento que consiste na utilização do sentido da audição para ouvir sons ou ruídos produzidos pelos órgãos, que são decorrentes da vibração das suas estruturas na superfície corporal, como na avaliação dos ruídos respiratórios, cardíacos, circulatórios e intestinais. A Ausculta direta - é executada por aplicação direta da orelha ao corpo. A Ausculta Indireta – é a que utiliza o estetoscópio. Outro tipo de esteto é o de pinar (obstetrícia). Estetoscópio- Introduzido por Laennec na metade do século XIX.

30 Onde empregamos a ausculta? Nos pulmões (murmúrios vesiculares), coração (bulhas cardíacas), vasos (sopros), abdome (ruídos hidroaéreos no intestino e peristalse no estomago).

31 CARACTERÍSTICAS DOS SONS: Freqüência - quanto maior, mais agudo Qualidade - sopro ou borbulhante Altura - Alto e baixo Duração - curta, média ou longa

32 A AUSCULTA deve ser realizada em ambiente silencioso, o paciente em posição adequada e a área a ser auscultada deve ser descoberta. Referências: Dirce Laplaca Viana, Marcio Petenusso, Manual para Realização do Exame Físico, Editora Yendis, 2007.


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